Folha da Manhã comemora 48 anos de história
Os 48 anos da Folha da Manhã foram comemorados nesta quinta-feira (8) com uma celebração na sede do jornal. Diretores e profissionais participaram das bênçãos proferidas pelo diácono Alex Caetano. Os parabéns tiveram bolo simbólico e desejo para que essa data se estenda. São quase 50 anos de notícias de Campos e região e o compromisso com o leitor que abraçou a Folha desde o seu nascedouro.
A presidente do Grupo Folha da Manhã, que além do jornal Folha da Manhã, reúne outros meios de comunicação na região, Diva Abreu Barbosa, aproveitou o momento para dizer agradecer e lembrar a gratidão. Citou Pereira Junior, Andral Tavares, Cláudio Cesar Soares e tantos outros que colaboram para tornar real o sonho do jornalista Aluysio Barbosa.
Foi Aluysio Barbosa, que morreu em 2012, quem plantou a ideia de uma nova forma de fazer jornalismo em Campos. “Eu não me esqueço do primeiro dia, que a máquina que foi comprada não funcionou. Aí tivemos que comprar outra máquina mesmo com pouco dinheiro. Fizemos de tudo para colocar o jornal nas bancas. Era um sonho do meu marido”, lembra Diva, ao recordar aquele 8 de janeiro de 1978.
Foi Aluysio Barbosa, que morreu em 2012, quem plantou a ideia de uma nova forma de fazer jornalismo em Campos. “Eu não me esqueço do primeiro dia, que a máquina que foi comprada não funcionou. Aí tivemos que comprar outra máquina mesmo com pouco dinheiro. Fizemos de tudo para colocar o jornal nas bancas. Era um sonho do meu marido”, lembra Diva, ao recordar aquele 8 de janeiro de 1978.
Alex, antes de iniciar a oração, lembrou o advento dos meios digitais e a falta de certeza com que as notícias chegam nos dias de hoje. O preâmbulo foi para citar a força da Folha, que permanece, segundo ele, com a mesma força, com sua verdade nas suas apurações, mesmo em meio aos sacrifícios inevitáveis no meio do caminho.
“A Folha da Manhã é um patrimônio de Campos. Tem dificuldade no meio do caminho, tem sacrifício, mas me lembro do apóstolo Paulo. Ele vai dizer assim: ‘eu não tenho a pretensão de dizer que eu já estou realizado, que eu completei a minha carreira. Não. Não importa o grau que nós chegamos, o importante é continuar assim. Para chegar a essa meta que é Jesus Cristo’”, disse.