Firjan expressa inconformismo com a aprovação da PEC do fim da escala 6x1
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) expressou, em comunicado, seu inconformismo e indignação com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 - que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais e estabelece dois dias de repouso semanal remunerados, na noite dessa quarta-feira (14) no Senado.
A instituição ressaltou que considera que a aprovação neste momento seria uma medida eleitoreira e que deveria ter ocorrido um maior diálogo com todos os setores da sociedade.
A Firjan informou ainda concentrará sua atuação na fase de regulamentação e implementação das mudanças para minimizar o impacto sobre as empresas. A federação disse que acompanhará o avanço das normas previstas no texto da PEC - em especial a lei complementar de medidas transitórias para micro e pequenas empresas e a lei sobre regimes diferenciados de trabalho - levando ao poder executivo e ao Congresso Nacional propostas que deem segurança jurídica a setores com escalas negociadas e a atividades de operação contínua.
Em paralelo, durante o período de transição, a Firjan apoiará sindicatos e empresas com orientação técnica e subsídios para a negociação coletiva, buscando "contribuir com uma adaptação gradual e juridicamente segura". Também afirmou que seguirá monitorando os efeitos da nova regra sobre custos, produtividade, competitividade, geração e manutenção de empregos, com especial atenção às micro e pequenas empresas.
Ainda de acordo com a Federação, um Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que somente a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com a manutenção dos salários, poderá elevar os custos de produção em até R$ 267,2 bilhões e provocar uma retração de 0,7% do PIB brasileiro.
Para a Firjan, a modernização das relações trabalhistas é legítima, mas precisa considerar também a sustentabilidade das empresas, a segurança jurídica e a competitividade das atividades produtivas. "A construção de soluções equilibradas, que respeitem as especificidades dos diferentes setores, será fundamental para assegurar a manutenção dos empregos e o desenvolvimento econômico e social do país", finaliza a instituição.
A Firjan informou ainda concentrará sua atuação na fase de regulamentação e implementação das mudanças para minimizar o impacto sobre as empresas. A federação disse que acompanhará o avanço das normas previstas no texto da PEC - em especial a lei complementar de medidas transitórias para micro e pequenas empresas e a lei sobre regimes diferenciados de trabalho - levando ao poder executivo e ao Congresso Nacional propostas que deem segurança jurídica a setores com escalas negociadas e a atividades de operação contínua.
Em paralelo, durante o período de transição, a Firjan apoiará sindicatos e empresas com orientação técnica e subsídios para a negociação coletiva, buscando "contribuir com uma adaptação gradual e juridicamente segura". Também afirmou que seguirá monitorando os efeitos da nova regra sobre custos, produtividade, competitividade, geração e manutenção de empregos, com especial atenção às micro e pequenas empresas.
Ainda de acordo com a Federação, um Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que somente a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com a manutenção dos salários, poderá elevar os custos de produção em até R$ 267,2 bilhões e provocar uma retração de 0,7% do PIB brasileiro.
Para a Firjan, a modernização das relações trabalhistas é legítima, mas precisa considerar também a sustentabilidade das empresas, a segurança jurídica e a competitividade das atividades produtivas. "A construção de soluções equilibradas, que respeitem as especificidades dos diferentes setores, será fundamental para assegurar a manutenção dos empregos e o desenvolvimento econômico e social do país", finaliza a instituição.
Com informações da assessoria