A ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, do Supremo Tribunal Federal (STF), participará da abertura da XVIII Mostra de Extensão UENF UFF IFF e X UFRRJ: Mulheres Transformando Vidas ComCiência, de forma remota, na próxima segunda-feira (19), às 16h30, no Anfiteatro do Centro de Convenções da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf).
A cerimônia de abertura conta ainda com a participação da reitora da Uenf, professora Rosana Rodrigues; o reitor do IFF, professor Victor Barbosa Saraiva; o diretor do Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional da UFF/ Campos, professor Cláudio Henrique Reis; e o diretor do Campus de Campos dos Goytacazes da UFRRJ, Paulo Henrique Borgati. Confira a programação completa do evento aqui.
Nome da ministra na lista de convidados da abertura
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A Mostra de Extensão foi o tema do Programa Bom Dia Uenf Entrevista da manhã dessa quarta-feira (14), transmitido pela Rádio UENF 87,1 FM, que teve a participação da pró-reitora de Extensão da Uenf, professora Deborah Guerra Barroso.
Divulgação: Uenf
Segundo a pró-reitora, quem chegar à Mostra vai encontrar uma programação diversificada. Além das palestras e apresentação de trabalhos, ela destacou o bate-papo “Mulheres na Ciência”, que ocorre logo após a cerimônia de abertura, às 18h; e ainda na terça e na quarta-feira, às 16h30.
— Quem chegar na Mostra vai ver muita ciência, muita arte, muita criatividade. É isso que as pessoas vão encontrar aqui — afirmou.
Segundo Deborah, as ações de extensão são uma forma de levar para dentro da universidade as pessoas que estão fora dela. Ela ressaltou que a extensão é o diálogo e a troca com a comunidade.
— Essa troca permite não só que a gente leve nossos trabalhos para fora, mas também que a gente traga a visão externa, os questionamentos da sociedade.
Ela observou que a visão da universidade funcionando apenas em suas salas de aula e laboratórios está ultrapassada. Segundo afirmou, já faz tempo que a universidade teve que sair de suas paredes. Hoje as pesquisas e atividades acadêmicas são realizadas também em outras formas de laboratório, que levam em conta a interação com outras esferas da sociedade.
— A gente aprende muito quando entra em contato com outras visões de mundo. A formação cidadã é muito importante e ela se dá através da extensão — disse.
A Mostra chega à 18ª edição depois de uma trajetória de crescimento. Até agora, a edição de 2026 tem 2.615 inscritos, número que ainda deve crescer até a data do evento, e 400 projetos submetidos.
Uma rede inteira de mulheres
O tema da Mostra acompanha, todos os anos, o da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que em 2026 é “Ciência delas”. Para a pró-reitora, falar de protagonismo feminino exige olhar para além das pesquisadoras e enxergar estudantes, técnicas, professoras, gestoras e extensionistas.
— A gente precisa de toda essa malha de pessoas, de mulheres participando de todo o processo, para que haja a pesquisa, para que haja educação, para que haja a extensão — afirmou.
Ela citou também os técnicos-administrativos e as profissionais terceirizadas, lembrando que um laboratório de pesquisa não funcionaria sem quem cuida da limpeza e da organização.