Greve dos Correios chega ao fim após 15 dias
Após 15 dias de paralisação, a greve dos Correios chegou ao fim. Em assembleia na noite desta quinta-feira (24), trabalhadores aprovaram o encerramento da greve e retornaram às atividades às 22h, conforme a determinação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). O tribunal considerou a greve não abusiva, determinou a compensação dos dias parados e definiu reajuste salarial de 4,09%.
O TST retomou na quinta-feira o julgamento do dissídio coletivo dos trabalhadores dos Correios. A sessão havia sido suspensa na segunda-feira (21), após o ministro Vieira de Mello Filho, que presidia o julgamento, determinar prazo de 48 horas para que as entidades sindicais analisassem os documentos apresentados pela empresa.
Na decisão, o tribunal concluiu que a paralisação não foi abusiva. O entendimento contrariou a posição dos Correios, que haviam pedido à Justiça que a greve fosse considerada abusiva e que fosse aplicada multa de R$ 100 mil às entidades representativas dos trabalhadores. A decisão estabeleceu ainda a manutenção de 73 cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho, segundo o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de São Paulo (Sintect-SP).
Com adesão de sindicatos de todos os estados do país, a paralisação começou no dia 10 de setembro, após trabalhadores rejeitarem a proposta apresentada pelos Correios nas negociações do acordo coletivo. O principal ponto de divergência era o plano de saúde oferecido a funcionários, aposentados e dependentes.
Os trabalhadores defendiam a manutenção do modelo atual, no qual os Correios atuam como mantenedores do benefício. A Federação Interestadual dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Findect) afirmou que as negociações haviam avançado nos pontos do acordo e que o plano de saúde era o principal impasse para a conclusão das tratativas.
De acordo com a entidade, uma eventual mudança no modelo poderia aumentar os gastos das famílias com o benefício. O tema também foi analisado pelo TST no julgamento do dissídio. A redação aprovada pelo tribunal, porém, ainda não estava disponível até a publicação do comunicado do sindicato.
O TST retomou na quinta-feira o julgamento do dissídio coletivo dos trabalhadores dos Correios. A sessão havia sido suspensa na segunda-feira (21), após o ministro Vieira de Mello Filho, que presidia o julgamento, determinar prazo de 48 horas para que as entidades sindicais analisassem os documentos apresentados pela empresa.
Na decisão, o tribunal concluiu que a paralisação não foi abusiva. O entendimento contrariou a posição dos Correios, que haviam pedido à Justiça que a greve fosse considerada abusiva e que fosse aplicada multa de R$ 100 mil às entidades representativas dos trabalhadores. A decisão estabeleceu ainda a manutenção de 73 cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho, segundo o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de São Paulo (Sintect-SP).
Com adesão de sindicatos de todos os estados do país, a paralisação começou no dia 10 de setembro, após trabalhadores rejeitarem a proposta apresentada pelos Correios nas negociações do acordo coletivo. O principal ponto de divergência era o plano de saúde oferecido a funcionários, aposentados e dependentes.
Os trabalhadores defendiam a manutenção do modelo atual, no qual os Correios atuam como mantenedores do benefício. A Federação Interestadual dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Findect) afirmou que as negociações haviam avançado nos pontos do acordo e que o plano de saúde era o principal impasse para a conclusão das tratativas.
De acordo com a entidade, uma eventual mudança no modelo poderia aumentar os gastos das famílias com o benefício. O tema também foi analisado pelo TST no julgamento do dissídio. A redação aprovada pelo tribunal, porém, ainda não estava disponível até a publicação do comunicado do sindicato.