Dora Paula Paes
07/10/2026 12:11 - Atualizado em 07/10/2026 12:14
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A movimentação nas escolas na semana que antecede o Dia das Crianças é grande. É tempo de corre-corre, programação especial e do famoso Dia do Cabelo Maluco, que ganhou espaço entre as atividades realizadas pelas instituições de ensino. A influenciadora campista da área de Educação, Clara França, com sua peruca azul, expõe o que pensa sobre a brincadeira: os pais devem participar e, dentro das possibilidades de cada família, não deixar os filhos de fora da diversão coletiva.
Em tom de brincadeira, a professora deixa uma mensagem séria: “Todo ano tem família que finge que não conhece o Dia do Cabelo Maluco e manda a criança de uniforme, sem nenhum tipo de penteado no cabelo. Aí, a professora tem que se virar”, disse.
Clara ressaltou que entende que nem todo mundo tem condições de criar um penteado superelaborado, mas destacou que qualquer detalhe feito para a ocasião já pode deixar a criança feliz e orgulhosa.
No caso do Cabelo Maluco, a proposta permite que os alunos explorem a criatividade por meio de penteados, acessórios e estilos diferentes. A atividade também pode contribuir para o estímulo visual e para a expressão da criatividade. A brincadeira não é uma invenção recente. Ela surgiu na década de 1990, em escolas dos Estados Unidos e do Canadá. No Brasil, ganhou força a partir de 2023 e passou a integrar a programação de algumas creches e escolas.
Miguel e sua meia maluca
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Divulgação
Pais entram na brincadeira
A jornalista e advogada, Virna Alencar, mãe de Miguel de 2 anos, conta que se jogou na brincadeira e aprova. "O colégio organizou uma semana de programações. Teve meia maluca, mochilas malucas e, nesta na quinta-feira (8), será a vez do cabelo maluco. É o primeiro ano de Miguel na escola, eu e meu esposo estamos sempre engajados no desenvolvimento do nosso filho. Por isso, nos dedicamos muito na produção da mochila maluca, com a participação dele", conta. O tema escolhido foi uma urna eletrônica, com Miguel candidato a presidente.
Ainda segundo ela, é interessante essa iniciativa das escolas, pois desperta a criatividade das crianças. "Elas aprendem de maneira prática e divertida sobre cores, formas, texturas, também ajuda na coordenação motora, sem contar a interação entre família, o que é muito importante e marca significativamente a vida dos nossos filhos", conclui.