A esperteza dos vereadores na Câmara Municipal de Campos
Anos 60. A Câmara Municipal de Campos faz uma sessão extraordinária, à noite, para votar o Orçamento do ano seguinte.
O prazo está no limite, o que força a vota início da votação da proposta orçamentária a qualquer custo, sob pena de não sendo votada haver e repetição do Orçamento para o ano seguinte, como determina a Lei Orgânica do Município.
A sessão vai ser arrastando, por conta de muitas discussões. Quando os vereadores se dão conta de que já se aproxima da meia-noite, alguém, conhecedor do Regimento Interno, faz um alerta.
O que diz o vereador preocupado com o horário:
O prazo está no limite, o que força a vota início da votação da proposta orçamentária a qualquer custo, sob pena de não sendo votada haver e repetição do Orçamento para o ano seguinte, como determina a Lei Orgânica do Município.
A sessão vai ser arrastando, por conta de muitas discussões. Quando os vereadores se dão conta de que já se aproxima da meia-noite, alguém, conhecedor do Regimento Interno, faz um alerta.
O que diz o vereador preocupado com o horário:
— Se o Orçamento não for votado logo terá que ser repetido, porque a sessão não pode invadir nem os primeiros minutos do dia seguinte.
Como, na verdade, os vereadores tinham interesse na aprovação, acolhem uma proposta de Nelson Martins. Daí que o relógio do plenário é atrasado em uma hora, tempo que serve para arrematar as discussões e votar o Orçamento.
Como, na verdade, os vereadores tinham interesse na aprovação, acolhem uma proposta de Nelson Martins. Daí que o relógio do plenário é atrasado em uma hora, tempo que serve para arrematar as discussões e votar o Orçamento.
