E já se vão quase 25 anos de lida, iniciada lá nos tempos da máquina de escrever, antes da “mágica” de poder deletar e redigir de novo e muito antes da chegada da internet. Este delicioso desafio da vida de jornalista continua me ensinando todos os dias, da arte de apurar, escrever e editar ao relacionamento de confiança com as fontes e aos bons modos da ética profissional. Ainda me surpreendo muito, no cotidiano do jornalismo, para o bem e para o mal, mas depois de certo tempo a gente adquire uma espécie de feeling capaz de traçar um filtro mais preciso tanto das boas pautas quanto das boas fontes. Ainda erramos, claro, mas, sem pretensão, talvez um pouco menos, principalmente na capacidade de identificar quem são as pessoas de fato.
Neste um quarto de século venho dividindo parte do tempo entre a rotina da redação de jornal e o trabalho de assessoria de imprensa. Gosto dos dois. E em algumas oportunidades dei conta das duas tarefas ao mesmo tempo. Na assessoria conheci muita gente bacana e tive assessorados que se tornaram amigos — justamente talvez, por entre outras coisas de afinidade mesmo, nunca confundirem amizade com o profissionalismo necessário na relação de trabalho.
Sem desmerecer todos os clientes a quem atendi, seja na atividade privada, seja no serviço público, um deles destaco muito especialmente: foi importante demais, marcante e enriquecedor para mim, profissional e pessoalmente, ter sido assessora e secretária no governo do prefeito da minha cidade, Betinho Dauaire. E tenho lembranças muita vivas em minha mente dos dois pequenos meninos a quem ele jamais negligenciou na função de pai, mesmo com uma rotina tão pesada e estressante. Bruno e Bebeto cresceram e se tornaram seres humanos fantásticos. O mais velho deles formou-se advogado, especializou-se, ainda novo destacou-se na profissão e, muito antes, na militância do movimento estudantil, já mostrava que a política faria parte da sua trajetória.
Amanhã Bruno estreia em alto estilo, assumindo uma das 70 cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado do Rio — onde por tantos mandatos atuou seu avô Alberto Dauaire. O jovem de 35.645 votos, a mais representativa performance nas urnas de todo o Norte e Noroeste Fluminense em 2014, sabe que carrega consigo a responsabilidade de, nestes próximos quatro anos, honrar o nome Dauaire. E vai conseguir. Nele se vê uma empolgação — não aquela dos confetes da juventude, mas de maneira responsável e madura — por promover mudanças na forma de pensar e fazer política. Tem muitas ideias e sabe que nem todas poderão ser concretizadas, ao menos tal como concebidas. Em parte porque no tabuleiro do parlamento acabam se tornando inviáveis ou adaptáveis, em parte porque um mandato não é algo fechado. A vida é dinâmica, as demandas da população são dinâmicas, o exercício do mandato é dinâmico. É preciso estar aberto aos novos desafios e não engessar o mandato com projetos estáticos como se fossem receita de bolo. É preciso estar antenado e receptível ao desafio de tentar de novo, de ouvir o povo, de dialogar com seus pares, de agregar ideias, com firmeza de opinião e ao mesmo tempo humildade.
Tive algumas poucas boas conversas com Bruno durante a campanha e depois da eleição. Aprendi muito com ele. Sabe o que quer, sabe o que povo precisa e sabe adaptar seus sonhos à realidade nova que surge a cada dia. Aquele menino, filho do prefeito para quem por anos trabalhei, cresceu, construiu uma trajetória e virou deputado.
Mais que parabéns, Bruninho, desejo a você cada vez mais discernimento, sabedoria e disposição para manter um canal aberto permanente de diálogo com o povo do Norte e Noroeste e com todo o povo fluminense, que tanto almeja por representatividade de qualidade na vida pública.
Que tenha um mandato produtivo, uma vida feliz e uma carreira política digna, justa, ética, honesta e de sucesso!
E já se vão quase 25 anos de lida, iniciada lá nos tempos da máquina de escrever, antes da “mágica” de poder deletar e redigir de novo e muito antes da chegada da internet. Este delicioso desafio da vida de jornalista continua me ensinando todos os dias, da arte de apurar, escrever e editar ao relacionamento de confiança com as fontes e aos bons modos da ética profissional. Ainda me surpreendo muito, no cotidiano do jornalismo, para o bem e para o mal, mas depois de certo tempo a gente adquire uma espécie de feeling capaz de traçar um filtro mais preciso tanto das boas pautas quanto das boas fontes. Ainda erramos, claro, mas, sem pretensão, talvez um pouco menos, principalmente na capacidade de identificar quem são as pessoas de fato.
Neste um quarto de século venho dividindo parte do tempo entre a rotina da redação de jornal e o trabalho de assessoria de imprensa. Gosto dos dois. E em algumas oportunidades dei conta das duas tarefas ao mesmo tempo. Na assessoria conheci muita gente bacana e tive assessorados que se tornaram amigos — justamente talvez, por entre outras coisas de afinidade mesmo, nunca confundirem amizade com o profissionalismo necessário na relação de trabalho.
Sem desmerecer todos os clientes a quem atendi, seja na atividade privada, seja no serviço público, um deles destaco muito especialmente: foi importante demais, marcante e enriquecedor para mim, profissional e pessoalmente, ter sido assessora e secretária no governo do prefeito da minha cidade, Betinho Dauaire. E tenho lembranças muita vivas em minha mente dos dois pequenos meninos a quem ele jamais negligenciou na função de pai, mesmo com uma rotina tão pesada e estressante. Bruno e Bebeto cresceram e se tornaram seres humanos fantásticos. O mais velho deles formou-se advogado, especializou-se, ainda novo destacou-se na profissão e, muito antes, na militância do movimento estudantil, já mostrava que a política faria parte da sua trajetória.
Amanhã Bruno estreia em alto estilo, assumindo uma das 70 cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado do Rio — onde por tantos mandatos atuou seu avô Alberto Dauaire. O jovem de 35.645 votos, a mais representativa performance nas urnas de todo o Norte e Noroeste Fluminense em 2014, sabe que carrega consigo a responsabilidade de, nestes próximos quatro anos, honrar o nome Dauaire. E vai conseguir. Nele se vê uma empolgação — não aquela dos confetes da juventude, mas de maneira responsável e madura — por promover mudanças na forma de pensar e fazer política. Tem muitas ideias e sabe que nem todas poderão ser concretizadas, ao menos tal como concebidas. Em parte porque no tabuleiro do parlamento acabam se tornando inviáveis ou adaptáveis, em parte porque um mandato não é algo fechado. A vida é dinâmica, as demandas da população são dinâmicas, o exercício do mandato é dinâmico. É preciso estar aberto aos novos desafios e não engessar o mandato com projetos estáticos como se fossem receita de bolo. É preciso estar antenado e receptível ao desafio de tentar de novo, de ouvir o povo, de dialogar com seus pares, de agregar ideias, com firmeza de opinião e ao mesmo tempo humildade.
Tive algumas poucas boas conversas com Bruno durante a campanha e depois da eleição. Aprendi muito com ele. Sabe o que quer, sabe o que povo precisa e sabe adaptar seus sonhos à realidade nova que surge a cada dia. Aquele menino, filho do prefeito para quem por anos trabalhei, cresceu, construiu uma trajetória e virou deputado.
Mais que parabéns, Bruninho, desejo a você cada vez mais discernimento, sabedoria e disposição para manter um canal aberto permanente de diálogo com o povo do Norte e Noroeste e com todo o povo fluminense, que tanto almeja por representatividade de qualidade na vida pública.
Que tenha um mandato produtivo, uma vida feliz e uma carreira política digna, justa, ética, honesta e de sucesso!


