Programa de Vigilância em Saúde da Hipertensão e Diabetes
O superintendente de Saúde Coletiva, Charbell Kury, participou do Folha no Ar desta qurta-feira e informou que o programa de Vigilância em Saúde da Hipertensão e Diabetes já conta com a contribuição de 92 agentes comunitários que estão fazendo o mapeamento de hipertensos e diabéticos, para saber, por exemplo, quantos são os portadores dessas doenças numa determinada rua, bairro, entre outros.
Em Campos, dos quatro mil óbitos registrados, em média, anualmente, pelo menos mil estão diretamente relacionados a doenças cardiovasculares. Para mudar esse quadro e reforçar o trabalho de prevenção dessas doenças.
Os agentes já cadastram hipertensos e diabéticos para visitas domiciliares, com aferição de pressão e acompanhamento do uso de medicamentos pelos usuários, entre outras medidas.
A ação será desenvolvida inicialmente por profissionais do Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS), que vão cadastrar hipertensos e diabéticos para visitas domiciliares, com aferição de pressão e acompanhamento do uso de medicamentos pelos usuários, entre outras medidas.
— O objetivo é, a partir do cadastro de pacientes do Hiperdia, conseguirmos mapear outras pessoas que portam essas doenças, para que elas também sejam tratadas e acompanhadas. Essa vigilância é fundamental, porque a hipertensão e o diabetes são doenças que levam a complicações e que, associadas a outras, avançam para comobidades — diz o superintendente de Saúde Coletiva, Charbell Kury.