Tem muita coisa ruim na tv aberta brasileira, mas o “Pânico na TV” consegue se superar. Há poucos dias li em algum lugar que um tal "impostor", personagem do programa de humor sem graça, conseguiu infiltrar-se no funeral de Amy Winehouse. Achei patético. Agora minha opinião é reforçada ao ler a crítica que a colunista de tv de O Globo, Patrícia Kogut, postou hoje em seu blog. Está irretocável. Com a precisão e a competência habituais dos textos da jornalista, mostra a inutilidade e o péssimo gosto da empreitada dos “comediantes”, devidamente exaltada por outra pérola da RedeTV!, o “TV Fama”:
A RedeTV! anunciou a última “proeza” de Daniel Zuckerman, o Impostor do “Pânico na TV”: ele penetrou no funeral de Amy Winehouse. A exibição da reportagem completa está prevista para o domingo que vem, mas o “TV fama” já mostrou uma prévia. Sua apresentadora, Flávia Noronha, anunciou assim o que chamou de “façanha”: “A dupla (Zukerman foi acompanhado de André Machado, editor do ‘Pânico’). estava de preto e até de quipá (o solidéu usado por judeus). Eles encenaram estar muito emocionados. Foram tão convincentes que acabaram sendo entrevistados por uma televisão alemã”. A apresentadora encerrou qualificando Machado de “comparsa” de Zukerman. Imagina-se que, para o “TV fama”, “comparsa” seja algo positivo, talvez até imprescindível para a realização de “façanhas”.
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