População de rua mais vulnerável com o frio
rodrigo 05/07/2011 17:42
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=R2ykm6w827U[/youtube] Com a chegada do inverno, a população de rua sofre com a queda das temperaturas e fica mais vulnerável. Com isso, as marquises das áreas centrais de Campos se tornam pontos estratégicos para o abrigo. Apesar do quadro, a secretária de Família e Assistência Social, Izaura Freire, que participou do Folha no Ar, disse que a procura pelo Abrigo e pela Casa de Cidadania, mantidos pelo governo municipal, ainda é baixa. Segundo ela, ontem havia apenas 8 pessoas na Casa da Cidadania, que tem capacidade para receber até 20 pessoas. Ela explica que o governo não pode obrigar as pessoas a saírem das ruas e, por isso, há um trabalho de credenciamento e abordagem dos desabrigados. “Não podemos forçar um morador de rua a sair de onde está vivendo e colocá-lo compulsoriamente em um abrigo. Temos equipes nas ruas para atuar junto a esta população”, disse. Izaura explica que uma pessoa pode ficar até 14 dias dentro da Casa de Cidadania e depois procurar o abrigo, onde não há tempo determinado para a permanência. Enquanto o morador de rua está na Casa de Cidadania, é feito um levantamento do histórico familiar — uma tentativa de inseri-lo novamente em seu lar. Outro assunto — Também no Folha no Ar, a secretária destacou as dificuldades enfrentadas pelos municípios da região para a execução do Projovem Adolescente. O assunto será tema de debate amanhã, no II Encontro Regional do Programa. O evento será a partir das 8h, no Teatro Trianon, e foi elaborado pela secretaria municipal da Família e Assistência.

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    Rodrigo Gonçalves

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