Por 10 votos a 7, o Conselho de Ética da Câmara não aceitou, nesta quarta-feira, a admissibilidade do processo contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) por quebra de decoro parlamentar. Embora o deputado federal Sérgio Brito (PSC-BA), relator do processo disciplinar contra Bolsonaro, tenha elaborado um parecer que pede a continuidade da investigação, o documento foi rejeitado.
Antes da votação, Bolsonaro declarou ter certeza de que seria absolvido.
- O que está em questão é minha prerrogativa de manifestar minha opinião - afirmou, completando: - Se eu estivesse errado, a presidente Dilma (Rousseff) não teria mandado recolher ao armário o kit gay.
O processo foi provocado por uma representação do PSOL, que acusa Bolsonaro de abusar das prerrogativas de parlamentar ao disseminar preconceito e estimular violência com declarações contra negros e homossexuais. A representação cita declarações do parlamentar e uma discussão entre ele e a senadora Marinor Brito (PSOL- PA) em maio, durante debate sobre o projeto que criminaliza a homofobia que tramita no Senado.
Fonte: O Globo Online
Por 10 votos a 7, o Conselho de Ética da Câmara não aceitou, nesta quarta-feira, a admissibilidade do processo contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) por quebra de decoro parlamentar. Embora o deputado federal Sérgio Brito (PSC-BA), relator do processo disciplinar contra Bolsonaro, tenha elaborado um parecer que pede a continuidade da investigação, o documento foi rejeitado.
Antes da votação, Bolsonaro declarou ter certeza de que seria absolvido.
- O que está em questão é minha prerrogativa de manifestar minha opinião - afirmou, completando: - Se eu estivesse errado, a presidente Dilma (Rousseff) não teria mandado recolher ao armário o kit gay.
O processo foi provocado por uma representação do PSOL, que acusa Bolsonaro de abusar das prerrogativas de parlamentar ao disseminar preconceito e estimular violência com declarações contra negros e homossexuais. A representação cita declarações do parlamentar e uma discussão entre ele e a senadora Marinor Brito (PSOL- PA) em maio, durante debate sobre o projeto que criminaliza a homofobia que tramita no Senado.
Fonte: O Globo Online


