Tudo como dantes no quartel de Abrantes
Depois de alguns dias sem postar por conta da agenda apertada de compromissos profissionais, cá estou de volta, à véspera do dia D, com todos os trocadilhos. Finalzinho de campanha insosso, como convém a dois candidatos insossos. E se não houver uma surpresa relevante, vai dar Dilma. Inclusive, aliás, com meu voto. Não vai desta vez, certamente, o mesmo entusiasmo com que votei em Lula sempre, de 1989 pra cá, mas ainda é 13, e ainda deixo na conta da ideologia.
No mais, nada de grandes surpresas. Rosinha (ainda) não voltou, o difícil consenso entre os nativos do quinto distrito sanjoanense e os investidores do porto do Açu degringolou de vez, o meu querido Vasco cansou de empatar e perdeu feio, os religiosos continuam metendo o bedelho no Estado laico, a Campostur continua achando que meu ouvido é penico e as obras da Rodoviária Roberto Silveira estão lá, naquela lerdeza.
Mas é vida que segue, e vamos que vamos. Amanhã volto para contar como foi a movimentação nas seções eleitorais de cá das bandas da terra de Narcisa Amália.