O brasileiro anda tão calejado de escândalos políticos que já nem se indigna tanto, pelo menos quanto deveria. Mas quando os Correios vão parar nas manchetes e por motivos nada honrosos a sensação é de que o caldo está entornando de vez.
Não é exatamente a estreia da empresa — até bem pouco tempo a de maior confiabilidade, disparado, entre as instituições públicas — em imbróglios envolvendo figuras do poder e suas empreitadas desonestas. E o serviço, antes tão eficiente, também não anda lá essas coisas e não é de hoje. Sinal de que os rumos de excelência e credibilidade da estatal já vinham sendo desvirtuados. Só que agora a coisa parece ser bem pior.
Uma pena. Até onde vamos chegar?
O brasileiro anda tão calejado de escândalos políticos que já nem se indigna tanto, pelo menos quanto deveria. Mas quando os Correios vão parar nas manchetes e por motivos nada honrosos a sensação é de que o caldo está entornando de vez.
Não é exatamente a estreia da empresa — até bem pouco tempo a de maior confiabilidade, disparado, entre as instituições públicas — em imbróglios envolvendo figuras do poder e suas empreitadas desonestas. E o serviço, antes tão eficiente, também não anda lá essas coisas e não é de hoje. Sinal de que os rumos de excelência e credibilidade da estatal já vinham sendo desvirtuados. Só que agora a coisa parece ser bem pior.
Uma pena. Até onde vamos chegar?


