A polêmica sobre a construção do Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop), na avenida Alberto Lamego, foi tema de mais uma entrevista no programa Folha no Ar, na Plena TV, no Grupo Folha da Manhã. Antes de uma reunião que aconteceu no início da noite desta terça-feira, representantes da Associação dos Adquirentes da Vila da Rainha (AADAVIDAR) participaram do programa e denunciaram irregularidades da obra, orçada em R$ 69.384.766,26, que já começaram na área do Grupo Othon. A associação quer o embargo da construção e, para isso, fizeram um pedido no Ministério Público Estadual (MPE), que será analisado em audiência pública no próximo dia 25.
Lutando há 31 anos pela estruturação do loteamento, os adquirentes da Vila da Rainha, contam agora com apoio de outros moradores de condomínios e prédios da área, que também questionam a ausência de um impacto de vizinhança para a construção do Cepop.
— Deixou de ser de uma luta de um grupo e passou a ser de todos aqueles que serão afetados de alguma forma pelo Cepop. São várias irregularidades para que aquela obra não acontecesse ali. Primeiro é que se trata de uma área residencial e não poderia receber um investimento deste porte — disse o presidente da AADAVIDAR, Francisco Roni.
Com um dossiê em mãos, a vice-presidente da associação, Fátima Ribeiro, mostrou no Folha no Ar “as fotos de um sonho, que virou pesadelo”. A primeira imagem de 08 de maio de 1979, mostra o então prefeito da época, Raul Davi Linhares, participando do lançamento do loteamento que prometia figurar uma área nobre da cidade. O mesmo dossiê feito por uma perita, a arquiteta Lídia Martins, a pedido do MPE, traz imagens do abandono do local, que por anos, segundo a associação, serve como lixão e área para prática de crimes.
Segundo Fátima, a luta não se restringe ao embargo do Cepop, mas também a estruturação da área, que deveria ter sido inicialmente dada pelo Grupo Othon — que era responsável pelo loteamento — e depois pela Prefeitura, com compromisso firmado documentalmente em duas ocasiões, uma inclusive quando Anthony Garotinho foi prefeito.
Para ela, a audiência com o MPE pode ser decisiva. “Já recorremos a todos que podíamos. Só queríamos ser consultados e ter o direito de poder construir em um terreno que é nosso, pagamos pela área, que agora pode ficar ainda mais desvalorizada. Ninguém quer morar ao lado de um sambódromo”, finalizou.
A polêmica sobre a construção do Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop), na avenida Alberto Lamego, foi tema de mais uma entrevista no programa Folha no Ar, na Plena TV, no Grupo Folha da Manhã. Antes de uma reunião que aconteceu no início da noite desta terça-feira, representantes da Associação dos Adquirentes da Vila da Rainha (AADAVIDAR) participaram do programa e denunciaram irregularidades da obra, orçada em R$ 69.384.766,26, que já começaram na área do Grupo Othon. A associação quer o embargo da construção e, para isso, fizeram um pedido no Ministério Público Estadual (MPE), que será analisado em audiência pública no próximo dia 25.
Lutando há 31 anos pela estruturação do loteamento, os adquirentes da Vila da Rainha, contam agora com apoio de outros moradores de condomínios e prédios da área, que também questionam a ausência de um impacto de vizinhança para a construção do Cepop.
— Deixou de ser de uma luta de um grupo e passou a ser de todos aqueles que serão afetados de alguma forma pelo Cepop. São várias irregularidades para que aquela obra não acontecesse ali. Primeiro é que se trata de uma área residencial e não poderia receber um investimento deste porte — disse o presidente da AADAVIDAR, Francisco Roni.
Com um dossiê em mãos, a vice-presidente da associação, Fátima Ribeiro, mostrou no Folha no Ar “as fotos de um sonho, que virou pesadelo”. A primeira imagem de 08 de maio de 1979, mostra o então prefeito da época, Raul Davi Linhares, participando do lançamento do loteamento que prometia figurar uma área nobre da cidade. O mesmo dossiê feito por uma perita, a arquiteta Lídia Martins, a pedido do MPE, traz imagens do abandono do local, que por anos, segundo a associação, serve como lixão e área para prática de crimes.
Segundo Fátima, a luta não se restringe ao embargo do Cepop, mas também a estruturação da área, que deveria ter sido inicialmente dada pelo Grupo Othon — que era responsável pelo loteamento — e depois pela Prefeitura, com compromisso firmado documentalmente em duas ocasiões, uma inclusive quando Anthony Garotinho foi prefeito.
Para ela, a audiência com o MPE pode ser decisiva. “Já recorremos a todos que podíamos. Só queríamos ser consultados e ter o direito de poder construir em um terreno que é nosso, pagamos pela área, que agora pode ficar ainda mais desvalorizada. Ninguém quer morar ao lado de um sambódromo”, finalizou.



