Dos 243 casos que foram confirmados de dengue em Campos, 22% teriam sido “importados” de outras cidades. Pelo menos é o que aponta um levantamento que foi realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município. Às vésperas de iniciar mais mutirão contra a dengue nos bairros que apresentam índice de infestação pelo mosquito vetor da doença, o aedes aegypti, — o que deve acontecer ainda este mês — o diretor do CCZ, César Salles, esteve ontem à tarde no programa “Folha no Ar” e confirmou que o mês de abril demanda uma atenção redobrada por parte da população para evitar que a dengue volte a ser uma ameaça.
O levantamento feito pelo órgão tem como base os relatórios preenchidos pelos pacientes que tiveram a confirmação da doença. “Temos uma equipe só para ir até a casa dessas pessoas”, informou ontem à tarde Salles.
No formulário, o paciente informa dados como a presença de mosquitos no trabalho, casa ou durante uma viagem e o local provável onde a pessoa acredita que a dengue foi contraída. O município de São João da Barra contabiliza a maioria dos 54 casos “importados” para Campos, sendo apontada por 23 pessoas como a cidade onde a dengue teria sido contraída. A secretaria de Saúde sanjoanense entrou em contato com o CCZ e planeja a intensificação do combate aos mosquitos também naquele município.
Segundo César, o índice de infestação em Campos é de 2,9% a cada 100 casas, o que é considerado de médio risco.
— O clima de hoje (ontem) é uma prévia do que teremos no mês de abril, com alternância de chuva e sol. Esse tempo é perfeito para a proliferação do mosquito. Mas, apesar do mu-tirão que vamos começar, somente com a ajuda da população nós poderemos controlar a proliferação — explicou.
O CCZ conta com cinco novos carros-fumacê, terceiri-zados, além de uma máquina para ser instalada em pontos estratégicos visando combater os mosquitos que transmitem a doença. A principal orientação é para que a população continue colaborando, evitando criar ambientes que sejam favoráveis à proliferação dos mosquitos. (Com informações de Juliana Mérida)
Dos 243 casos que foram confirmados de dengue em Campos, 22% teriam sido “importados” de outras cidades. Pelo menos é o que aponta um levantamento que foi realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município. Às vésperas de iniciar mais mutirão contra a dengue nos bairros que apresentam índice de infestação pelo mosquito vetor da doença, o aedes aegypti, — o que deve acontecer ainda este mês — o diretor do CCZ, César Salles, esteve ontem à tarde no programa “Folha no Ar” e confirmou que o mês de abril demanda uma atenção redobrada por parte da população para evitar que a dengue volte a ser uma ameaça.
O levantamento feito pelo órgão tem como base os relatórios preenchidos pelos pacientes que tiveram a confirmação da doença. “Temos uma equipe só para ir até a casa dessas pessoas”, informou ontem à tarde Salles.
No formulário, o paciente informa dados como a presença de mosquitos no trabalho, casa ou durante uma viagem e o local provável onde a pessoa acredita que a dengue foi contraída. O município de São João da Barra contabiliza a maioria dos 54 casos “importados” para Campos, sendo apontada por 23 pessoas como a cidade onde a dengue teria sido contraída. A secretaria de Saúde sanjoanense entrou em contato com o CCZ e planeja a intensificação do combate aos mosquitos também naquele município.
Segundo César, o índice de infestação em Campos é de 2,9% a cada 100 casas, o que é considerado de médio risco.
— O clima de hoje (ontem) é uma prévia do que teremos no mês de abril, com alternância de chuva e sol. Esse tempo é perfeito para a proliferação do mosquito. Mas, apesar do mu-tirão que vamos começar, somente com a ajuda da população nós poderemos controlar a proliferação — explicou.
O CCZ conta com cinco novos carros-fumacê, terceiri-zados, além de uma máquina para ser instalada em pontos estratégicos visando combater os mosquitos que transmitem a doença. A principal orientação é para que a população continue colaborando, evitando criar ambientes que sejam favoráveis à proliferação dos mosquitos. (Com informações de Juliana Mérida)



