Em fala sobre investigação da PF no caso Master, Marquinho Bacellar comenta situação de Rodrigo em presídio federal
O vereador Marquinhos Bacellar (União), durante seu discurso no Plenário da Câmara de Campos, nesta quarta-feira (2), comparou a situação de seu irmão e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Rodrigo Bacellar (União), com o suposto envolvimento do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e o procurador geral da República, Paulo Gonet, com o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
O parlamentar comparou a situação de seu irmão e do desembargador Macário Júdice Neto com a de Moraes e Gonet.
“O crime se assemelha, o de vazamento de informação. Mas, Rodrigo não tinha o dever de ter a informação de uma operação policial. Quem tinha o dever da função da operação era o Macário, que também está preso, só que em um presídio comum”, explicou o vereador.
Mais adiante, ele denunciou a situação de Rodrigo no presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. O ex-presidente foi transferido, em julho deste ano, por conta de um suposto acesso a aparelho celular.
“Até hoje a gente não pode visitar Rodrigo. Ele ainda continua sem banho de sol há mais de um mês. Então são dois pesos de duas medidas”, frisou Marquinho.
Por fim, Marquinho questionou se Moraes terá o mesmo destino de Rodrigo.
“Se essa suspeita for verídica, vocês acham que vai acontecer o quê? Você acha que ele pode vir a parar em algum presídio? Você acha que pode acontecer alguma coisa com ele?”, indagou o parlamentar campista.