Operações da PF estariam distanciando Claúdio Castro de uma candidatura ao Senado em 2026
- Atualizado em 27/05/2026 16:12
Cláudio Castro
Cláudio Castro / Foto: Rafael Campos/ Governo do Estado
As duas operações Complice Zero e Sem Refino, em um intervalo de 11 dias, estariam distanciando o projeto político do ex-governador Cláudio Castro da disputa ao Senado. Dentro do PL, enquanto a vaga segue em aberto, o deputado federal Carlos Jordy começa a ganhar espaço e seu nome já surge como possibilidade da direita.
As operações da PF contra Castro teriam abalado os bastidores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). No momento, o clima é de apreensão entre parlamentares da base aliada de Castro e do presidente da Casa, Douglas Ruas (PL).
Parlamentares já estariam dando como “certa” a derrota política de Castro e consideram praticamente inexistente a possibilidade de uma candidatura ao Senado em 2026.
Nos corredores da Alerj a percepção de um desgaste irreversível de sua imagem e ameaça contaminar projetos eleitorais ligados ao grupo político do PL no estado. O temor maior recai sobre a pré-campanha de Ruas, um dos nomes do partido para a disputa pelo governo estadual em outubro. Segundo deputados da base e do PL, aliados próximos já vêm trabalhando para desvincular a imagem do presidente da Casa da de Castro, diante da avaliação de que o ex-governador se tornou um “ativo político tóxico” após o avanço das investigações sobre aportes do Rioprevidência em fundos ligados ao Banco Master.
Na terça-feira (26), agentes da Polícia Federal estiveram na cobertura do ex-governador. Segundo o advogado de defesa Carlo Luchione, dois celulares foram apreendidos no imóvel.
Com informações do Tempo Real. 
 

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