Governo Federal antecipa pagamentos do Bolsa Família para antes do 2º turno
O governo federal antecipará o pagamento do Bolsa Família para que todos os beneficiários recebam os valores do programa até quarta-feira (21). A medida fará com que as famílias sejam beneficiadas antes do segundo turno das eleições presidenciais. No calendário anterior, os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com finais 6, 7, 8, 9 e 0 teriam o pagamento efetuado somente depois do pleito. A medida seguirá para os meses de novembro e dezembro. O ministério alega que ação é para mitigar efeitos do super El Niño.
O governo federal começou a transferir o valor do programa, já reajustado ao valor médio de R$ 691, aos beneficiários nesta segunda-feira (19). Em 17 de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou o aumento do programa.
O governo federal começou a transferir o valor do programa, já reajustado ao valor médio de R$ 691, aos beneficiários nesta segunda-feira (19). Em 17 de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou o aumento do programa.
Em nota, a pasta reforçou que o formato de pagamento unificado valerá também para os meses de novembro e dezembro, considerados períodos críticos do El Niño.
Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome indicam que, nos meses de agosto e setembro de 2026, foram registrados 518 reconhecimentos federais de situação de emergência e estado de calamidade pública – mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado (253).
A alta, segundo a Secom, foi causada, sobretudo, pelas tempestades no Sul: chuva, granizo, vendaval e inundações foram responsáveis por 272 reconhecimentos este ano, contra 81 em 2025. O aumento também foi percebido no semiárido, onde reconhecimentos por estiagem e seca saltaram de 172 para 239.
A unificação de pagamentos do Bolsa Família já ocorreu em outros momentos emergenciais, como nas enchentes registradas no Rio Grande do Sul em 2024. À época, o pagamento foi unificado para 497 municípios gaúchos, que puderam acessar o benefício no primeiro dia do calendário.
“A unificação do calendário amplia a capacidade das famílias beneficiárias de se prepararem para os efeitos da seca, da escassez hídrica, das inundações e das interrupções no abastecimento”, avaliou a Secom no comunicado, citando a medida como “instrumento de proteção social adaptativa”.
Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome indicam que, nos meses de agosto e setembro de 2026, foram registrados 518 reconhecimentos federais de situação de emergência e estado de calamidade pública – mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado (253).
A alta, segundo a Secom, foi causada, sobretudo, pelas tempestades no Sul: chuva, granizo, vendaval e inundações foram responsáveis por 272 reconhecimentos este ano, contra 81 em 2025. O aumento também foi percebido no semiárido, onde reconhecimentos por estiagem e seca saltaram de 172 para 239.
A unificação de pagamentos do Bolsa Família já ocorreu em outros momentos emergenciais, como nas enchentes registradas no Rio Grande do Sul em 2024. À época, o pagamento foi unificado para 497 municípios gaúchos, que puderam acessar o benefício no primeiro dia do calendário.
“A unificação do calendário amplia a capacidade das famílias beneficiárias de se prepararem para os efeitos da seca, da escassez hídrica, das inundações e das interrupções no abastecimento”, avaliou a Secom no comunicado, citando a medida como “instrumento de proteção social adaptativa”.