Lula estará em campanha no Rio no dia 23 com a presença de artistas
Dora Paula Paes 15/09/2026 15:09 - Atualizado em 15/09/2026 17:31
Lula na Convenção Nacional do PT 2026
Lula na Convenção Nacional do PT 2026 / Ricardo Stuckert/Divulgação
O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, terá mais um ato de campanha no Rio de Janeiro antes da eleição, em 4 de outubro. No dia 23 de setembro, será realizado um evento com artistas na Fundição Progresso, na Lapa, informa o DCM. Entre os nomes previstos para o encontro estão algumas das grandes estrelas da música, entre elas Chico Buarque, Caetano Veloso e Maria Bethânia.

A presença dos três artistas deve colocar o evento entre as principais mobilizações do setor cultural em apoio à campanha pela reeleição de Lula. O encontro também reforça a mobilização eleitoral do presidente no Rio de Janeiro na reta final de setembro, aproximando a campanha de representantes da música e da cultura.

O diretório local do Partido dos Trabalhadores, em Campos, já havia informado que o presidente faria mais um evento no Rio.
Quaquá defende encontro de Lula com evangélicos e diz que reunião com Chico Buarque e Caetano é "pouco eficaz"
O coordenador da campanha à reeleição Lula no Rio, Washington Quaquá, criticou a estratégia do partido. Em vídeo publicado no Instagram, ele afirmou que uma eventual reunião do presidente com Chico Buarque e Caetano Veloso, na Fundição Progresso, seria pouco eficaz quando o momento é de ampliar o eleitorado.

“Eu acho bacana, lindo, maravilhoso. São figuras extraordinárias do Brasil, que eu amo, inclusive. Mas é pregar para convertidos. É falar para quem já praticamente vota na gente, para o nosso universo”, disse o prefeito de Maricá.

Quaquá também reclamou de estar à margem das decisões da campanha nacional.

Entre as estratégias defendidas por Quaquá em vídeo direcionado aos seus seguidores, está uma aproximação maior de Lula com o eleitorado evangélico. “Não foi o Bolsonaro que fez o dia do evangélico, não foi o Bolsonaro que sancionou a marcha para Jesus, que garantiu isenção para os templos religiosos. Ninguém garantiu mais direitos para os templos religiosos, para os evangélicos, do que o Lula”, disse.

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