Candidatos à Presidência cumprem agenda política no Rio
Dora Paula Paes - Atualizado em 21/08/2026 15:16
Nesta sexta-feira no Rio: Flávio e Douglas
Nesta sexta-feira no Rio: Flávio e Douglas / Divulgação assessoria
Candidatos à Presidência da República cumprem agenda com pajelança no Rio.
Nesta sexta-feira (21), ao lado de Douglas Ruas, Flávio Bolsonaro, ambos do PL, direcionou seu discurso ao combate à criminalidade. Já neste sábado (22), será a vez de Eduardo Paes (PSD), candidato ao governo do Estado, receber o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição.

Em Nova Iguaçu, durante o ato que reuniu apoiadores e lideranças políticas, os candidatos do PL prometeram endurecer o combate ao crime organizado e afirmaram que criminosos terão de enfrentar a prisão ou ações das forças de segurança.

“Metam o pé até o final do ano, enquanto vocês têm um presidente que passa a mão na cabeça de vocês, porque vocês serão presos ou neutralizados”, afirmou Flávio Bolsonaro.

Os dois candidatos também defenderam que criminosos trabalhem dentro do sistema prisional, contribuindo para custear a própria manutenção durante o cumprimento da pena.

Douglas Ruas disse que o Brasil e o Rio de Janeiro precisam entrar em uma nova fase de sua história.

— Bolsonaro acreditou em mim para que seja feita uma renovação no RJ. Assim como nós, ele quer um novo caminho. Por isso, vamos para as ruas gritar: fora, Lula; e vá com Paes!

Lula no Rio

Neste sábado (22), a campanha de Lula pela reeleição fará seu primeiro comício no Rio de Janeiro, a partir das 10h, no estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho, mais conhecido como Moça Bonita, em Bangu, na Zona Oeste da capital.

Ao lado de Lula também estarão Eduardo Paes (PSD) e os candidatos da chapa no estado, Benedita da Silva (PT) e Pedro Paulo (PSD).
Lançamento da campanha de Lula em São Bernardo do Campo
Lançamento da campanha de Lula em São Bernardo do Campo / Divulgação assessoria do PT


O presidente iniciou sua campanha no último domingo (16), em um comício em São Bernardo do Campo, onde se tornou líder sindical e comandou as principais greves do período de redemocratização.


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