Em São Gonçalo, Eduardo Paes sobe o tom, ataca Castro, Ruas e Thiago Rangel
Hevertton Luna - Atualizado em 13/06/2026 15:49
Eduardo Paes, pré-candidato a governador, em São Gonçalo
Eduardo Paes, pré-candidato a governador, em São Gonçalo / Reprodução/Redes sociais
Eduardo Paes (PSD), pré-candidato a governador, em visita a São Gonçalo, neste sábado (13), partiu para o ataque contra Douglas Ruas (PL), possível rival na disputa de outubro, o ex-governador Cláudio Castro (PL) e ao deputado estadual Thiago Rangel (Avante).
Com a proximidade do pleito, o ex-prefeito do Rio tem mudado o alvo de seus ataques para o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). “Não era secretário das Cidades, era secretário de uma cidade”, disse Eduardo, fazendo referência a São Gonçalo, cidade que Capitão Nelson, pai de Ruas, é prefeito.
Ele ainda relembrou que o candidato do PL para o governo estadual seria Rodrigo Bacellar (União Brasil), mas que foi preso pela Policia Federal (PF), na Operação “Unha e Carne”. Ele também criticou a gestão de Castro à frente do estado.
“Nós estamos sendo governados por um desembargador que não foi eleito. Essa crise político-institucional que a gente vive, ela é a mãe de todas as crises. Por quê que não é o presidente da Alerj hoje para governador do estado? Por um motivo simples: porque foi preso por ligações com o Comando Vermelho. Com nome e sobrenome, Rodrigo Bacellar, o candidato do senhor Claudio Castro, o candidato do PL no Rio de Janeiro, o candidato do senhor Douglas Ruas, do Altineu. Não ia ser o Douglas, ia ser Rodrigo Bacellar”, disse Paes.
Com a língua afiada, Paes criticou a suposta relação entre políticos e organizações criminosas e acusou Thiago Rangel.
“Agora vou fazer uma frase de efeito: tudo tchutchucha do Comando Vermelho. É isso que eles são. Estavam lá apoiando um candidato a governador que foi e permanece preso por ligações com o Comando Vermelho. Mas não bastou isso não, três meses depois prenderam outro deputado na base dessa gente que tomava conta da educação do Norte e do Noroeste fluminense. E ele foi preso não só porque estava roubando,mas porque também trocava a “zap” com o chefe do tráfico de drogas e do Comando Vermelho em Campos dos Goytacazes. E dava emprego na Secretaria de Educação do estado, onde nossos filhos são educados”, destacou Paes.
Diante da grande plateia e de políticos apoiadores, como o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), de Maricá, Washington Quaquá (PT), de Areal, Gutinho (PP), e o de Três Rios, Jonas Dico (Podemos), clima no palanque reforçou o peso do encontro no tabuleiro político do estado.
Com informações do Tempo Real RJ

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