Ricardo Couto nomeia irmã de presidente do TCE-RJ para Secretaria da Mulher
Em meio a mais uma rodada de exonerações, o governador em exercício, Ricardo Couto, nomeou, nesta segunda-feira (11), Bia Pacheco na recém-criada Secretaria da Mulher e Políticas Inclusivas. A nova secretária é irmã do presidente do TCE (Tribunal de Contas) do Rio, Márcio Pacheco, e do deputado estadual Fred Pacheco. De acordo com a colunista Berenice Seara, do Tempo Real RJ, houve um rompimento entre Castro e família Pacheco.
Ainda de acordo com Berenice, a relação em entre o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, e Márcio é de longa data, inclusive iniciaram juntos a vida pública. Além disso, o ex-governador foi um dos pilares para a campanha de Fred à Assembleia do Rio, como também nomeou a própria Bia na subsecretaria de Políticas Inclusivas, em sua gestão.
Contudo, a relação já estava deteriorando mesmo antes da renúncia de Castro ao governo estadual e a partir de agora tomam rumos diferentes, disse a colunista carioca.
Investigação de nepotismo
Em 2023, Bia Pacheco chegou a ser investigada por nepotismo durante sua passagem pela subsecretaria estadual. À época, o seu marido, Victor Bressan, foi nomeado para o cargo, e sua cunhada, Fabiulla Bressan, estava na Casa Civil. Após anúncio de investigação pelo Ministério Público do Rio (MPRJ), o grupo foi exonerado, contudo, Bia retornou ao cargo ainda em 2023.
Relação Couto e TCE-RJ
Além de Bia, Ricardo Couto nomeou o procurador Flávio Willeman como chefe da Casa Civil, em 14 de abril deste ano. Ele é marido da conselheira do TCE-RJ Marianna Montebello Willeman. Neste período, a pasta sofreu modificações, ganhou espaço na gestão do desembargador e passou a gerir integralmente programas de assistência, como o “Empoderadas”, voltado a mulheres vítimas de violência, e o Programa Trabalho Protegido na Adolescência (PTPA).
Além de Bia, Ricardo Couto nomeou o procurador Flávio Willeman como chefe da Casa Civil, em 14 de abril deste ano. Ele é marido da conselheira do TCE-RJ Marianna Montebello Willeman. Neste período, a pasta sofreu modificações, ganhou espaço na gestão do desembargador e passou a gerir integralmente programas de assistência, como o “Empoderadas”, voltado a mulheres vítimas de violência, e o Programa Trabalho Protegido na Adolescência (PTPA).
Nesta segunda, o governo estadual exonerou mais 116 servidores. Na Casa Civil, comandada por Willeman, foram 64 baixas, além da Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Gabinete do Governador, Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e Instituto Estadual de Engenharia e Arquitetura (Ieea).
Com informações de Berenice Seara e Tempo Real RJ