Cármen Lúcia abre votação no STF para a eleição indireta ao governo do Rio
Dora Paula Paes - Atualizado em 27/03/2026 10:14
 
Ministra Carmén Lúcia
Ministra Carmén Lúcia / Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
No Supremo Tribunal Federal, a ministra Cármen Lúcia abriu divergência parcial no caso da eleição indireta para governador do Rio de Janeiro. No plenário virtual na noite de quinta-feira, ela manteve o prazo de 24 horas para desincompatiblização, como previsto na Lei aprovada pela Alerj, porém acompanhou a decisão do ministro Luiz Fux ao suspender o voto aberto. 
Segundo Cármen Lúcia, por se tratar de uma disputa extraordinária, os prazo podem ser comprimidos sem ofensa automática à Constituição, desde que seja garantida igualdade entre os candidatos. 
Os ministros Nunes Marques e André Mendonça também acompanharam o voto de Cármen Lúcia. O placar agora registra quatro ministros a favor do voto secreto e três pelo prazo-relâmpago de desincompatiblização. 
Neste caso, apenas Fux defendeu que os candidatos deveriam ter deixado os cargos no primeiro escalão do Executivo com seis meses de antecedência, como ocorre em uma eleição regular. 
Fonte: Tempo Real

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