Dora Paula Paes
25/02/2026 16:43 - Atualizado em 25/02/2026 16:43
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O senador Carlos Portinho (PL-RJ) foi tomado de surpresa com a decisão da cúpula do PL ao definir nomes para outubro. No caso das pré-candidaturas ao Senado, para amarrar a aliança PL-União e PP, o nome de Portinho ficou de fora das prioridades - na política significa "rifado". Em nota divulgada por sua assessoria, o senador expressa: "O Partido Liberal, para minha infelicidade, definiu outros nomes para a disputa ao Senado pelo Rio... Recebo a decisão com serenidade e maturidade política."
Porém, Portinho explicita sua preocupação. "Não traio minha coerência nem minha honestidade. Minha gratidão será maior do que a eventual frustração com a decisão do nosso pré-candidato, Flávio Bolsonaro. Preocupa-me, mas respeito. E sei que posso contribuir para a vitória que tanto precisamos, onde quer que eu esteja."
Ele ainda reforça que são seis anos no Senado, além do tempo em que esteve liderando a bancada do Governo Bolsonaro. Todo o seu trabalho, de acordo com ele, o credibiliza a continuar. E pontua: "Não desistirei do nosso Brasil e peço a todos que acreditem: venceremos, apesar de todas as adversidades que surgirão pelo caminho!".
Em 2025, Portinho cumpriu uma série de agendas oficiais em Campos. Desde a posse de vereador do PL na Câmara Municipal - quando Beto Abençoado assumiu a cadeira de Nildo Cardoso. Também levantou bandeira contra o veto do governo do PT, ao projeto que reconheceria o Norte Fluminense como região semiárida — proposta sustentada por estudos da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e já aprovada pelo Congresso Nacional.