Complexo Farol-Barra do Furado
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César Ferreira - Secom Campos
Os prefeitos de Campos e de Quissamã, Wladimir Garotinho e Marcelo Batista, visitaram neste domingo (22) o local das obras de construção do Complexo Logístico e Industrial Farol-Barra do Furado. A retomada do empreendimento está prevista para o primeiro semestre de 2026, segundo anúncio feito por Wladimir no último dia 18. O prefeito de Campos informou que o projeto receberá cerca de R$ 900 milhões em investimentos 100% privados e deverá gerar mais de mil empregos qualificados durante a operação.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Wladimir destacou a importância da parceria entre os municípios para viabilizar o empreendimento. "Tudo que as prefeituras puderem fazer em conjunto, em parceria, para ajudar os empresários — lembrando que o investimento é privado, de 900 milhões de reais — as prefeituras estarão de mãos dadas, pelo bem do nosso povo e pelo bem da nossa região", disse.
Já o prefeito de Quissamã ressaltou a relevância da obra para toda a região. 'Essa obra é esperada há mais de 30 anos, e agora estamos vendo os empresários realizando esse trabalho, enquanto a gestão municipal dá o apoio necessário. Com certeza, esse empreendimento vai acontecer e transformar a nossa região", afirmou Marcelo Batista.
Ao anunciar a retomada das obras no último dia 18, Wladimir também lembrou as dificuldades enfrentadas para a liberação ambiental e enfatizou as oportunidades de emprego que serão geradas. "Sempre se falou muito da industrialização da nossa cidade e eu sempre afirmei que a nossa última grande chance é o Complexo Logístico e Industrial Farol/Barra do Furado. Lutei durante muito tempo para conseguir as liberações ambientais necessárias para que esse empreendimento se tornasse realidade. Com investimentos 100% privados, R$ 900 milhões serão aplicados no complexo, gerando mais de mil empregos qualificados na operação", declarou.
O Complexo Logístico e Industrial Farol-Barra do Furado envolve os municípios de Campos e Quissamã, com apoio dos governos estadual e federal, e tem como objetivo atrair empresas do setor de óleo e gás. Em dezembro de 2024, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico de Campos informou que já havia licença ambiental para a obra, iniciada em 2012, mas posteriormente paralisada. Com a interrupção, a licença expirou, sendo necessário um novo pedido para a retomada do projeto, considerado estratégico para a economia dos dois municípios.