Alguém, de alma generosa, colocou, para doar, mudas e sementes de plantas e fruteiras junto a um poste na rua Conselheiro Thomáz Coelho com a antiga Linha Férrea da Leopoldina.
O amigo Fábio Martins da Cruz fez o registro fotográfico e tomo licença para registrar aqui, aplaudindo a atitude do doador anônimo.
Até porque, ressalta Fábio, em uma cidade em que as poucas árvores são cortadas tal atitude merece ser louvada.
Fábio estava passando de carro pelo local, parou e pegou uma muda de jaqueira e flamboyant, e dois pacotes de sementes de mamão.
E ainda tinham outras mudas e sementes para quem quisesse pegar.
O transporte público em Campos nunca esteve tão decadente. Falta ônibus para atender a população nas áreas urbana e rural. A Prefeitura, agora com Frederico Paes à frente, precisa agir o quanto antes.
As vans, que já foram tão combatidas pelo poder público, aliviam o problema para a população. Mas não são prestigiadas. As que acolhem a população da Baixada Campista não têm sequer um terminal digno para atender os passageiros.
A indiferença do poder público ganhou as redes sociais. O jornalista Luiz Cândido Tinoco fez um relato do que presenciou ao passar pelas imediações da Rodoviária Roberto Silveira, à noite, em que dezenas de pessoas aguardavam a chegada de vans.
O que disse Luiz Cândido: "Na quarta-feira, (03), passei, de carro, pela Praça da República, saindo da Barão do Amazonas. Um grande número de pessoas, que utilizam as vans com destino às localidades da Baixada, se aglomerava no local".
Segundo Luiz Cândido, mais de 250 pessoas ali se encontravam em meio a escuridão. "A Praça, às escuras, e apenas os faróis dos veículos e letreiros de algumas lojas proporcionavam um pouco de claridade".
Luiz Cândido diz ter visto pessoas de todas as idades, inclusive em cadeiras de rodas, ou se apoiando em bengalas. "Fiquei imaginando o sofrimento daquela gente após um dia de trabalho e tendo ainda que enfrentar viagens em veículos lotados".
No local de ponto de chegada e partida das vans, revela Luiz Cândido, não existe bancos nem coberturas para serem utilizados pelos pobres usuários em noites de chuva. "Quem quiser comprovar basta passar pelo local, após às 18 horas", diz ele.
Luiz Cândido revela que pelo número absurdo de pessoas na área parece que vai acontecer algum evento. "Estão de brincadeira com a população", opina. A postagem alcançou grande repercussão, com muitas críticas à Prefeitura.
Na Rua Marechal Floriano, a antiga Ouvidor, um pouco antes da Rua Ipiranga, junto à faixa de pedestres, um buraco fundo no asfalto coloca em risco de queda quem utiliza motos e passa ali.
O buraco fica em cima do sinal luminoso. O que aumenta o perigo porque motoqueiros, no afã de avançar com a luz verde, podem desgovernar o veículo ao bater no buraco.
Os carros também se expõem a prejuízo. A Prefeitura precisa agir o quanto antes. Que não espere a ocorrência de acidentes para tapar o buraco. É obra barata...
A transferência das Escolas Agrícolas e Técnicas Antônio Sarlo para o âmbito da Universidade Estadual Norte Fluminense (UENF) mereceu moção de aplausos na Assembleia Legislativa conferida pelo deputado Jari Oliveira (PSB), que tem base eleitoral no sul fluminense.
Decretada pelo governo do Estado, por meio do decreto nº 50.294, a transferência integra a estrutura física, administrativa, acadêmica e patrimonial das unidades — anteriormente vinculadas à Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) — à UENF.
Com a incorporação, a UENF passa a contar com mais um campus, o que, na avaliação da reitora Rosana Rodrigues, representa a consolidação de um passo altamente estratégico para o crescimento institucional.
A nova estrutura, revela Rosana, viabilizará a expansão da UENF por meio da oferta de novos cursos de graduação e pós-graduação, além do fortalecimento de projetos de pesquisa e inovação.
A área integrada compreende o Parque Tecnológico Agropecuário da UENF, já em funcionamento, e também áreas experimentais existentes no local, potencializando o desenvolvimento científico e regional.
O envio de mensagens pela rede social na madrugada por quem gosta de dormir tarde, sem preocupação de acordar cedo, incomoda muito.
“PIM!”, o toque do WhatsApp, transforma-se, muitas vezes, num pesadelo para o destinatário que é acordado do sono.
No Globo, Leo Avessa fez uma ótima crônica sobre o tema. Em meio a críticas aos sem noção que acham que devem perturbar os amigos pela madrugada, Avessa cita que raras são as mensagens que não podem esperar um par de horas pela resposta.
— E cá entre nós, leitor, quando é algo realmente urgente — uma preocupação para quem tem filho adolescente —, as pessoas ligam, não mandam mensagem.
O governador interino do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, faz um trabalho que nenhum dos nomes que passou pelo Palácio Guanabara nos últimos tempos realizou. Ele ocupa a mídia não de forma negativa.
Não se sabe por quanto tempo Ricardo Couto permanecerá no cargo. Mas, em entrevista, garantiu que decidiu agir rapidamente diante da necessidade de manter os serviços públicos funcionando.
Couto detalhou medidas adotadas desde que assumiu o comando do estado em meio à crise política envolvendo a cúpula do governo fluminense. A longa interinidade, segundo ele, exigiu decisões imediatas.
Direto do Tribunal de Justiça, onde prefere continuar despachando, o magistrado afirmou que o cidadão não poderia esperar indefinidamente enquanto o cenário político permanecia indefinido.
Um brasileiro está calmamente tomando o café da manhã em uma padaria quando um americano típico, mascando chicletes, senta-se ao lado dele. O brasileiro ignora o americano que, não se conformando, começa a puxar conversa: - Você come esse pão inteirinho? - Claro. - Nós não. Nós comemos só o miolo, a casca nós vamos juntando num container, depois processamos, transformamos em croissant e vendemos para o Brasil. O brasileiro ouve calado. O Americano insiste: - Você come esta geleia com o pão? - Claro. - Nós, não. Nós comemos frutas frescas no café da manhã, jogamos todas as cascas, sementes e bagaços em containers, depois processamos, transformamos em geleia e vendemos para o Brasil. O brasileiro resolve perguntar: - E o que vocês fazem com as camisinhas depois de usadas? - Jogamos fora, claro! E o brasileiro: - Nós, não. Vamos guardando tudo em containers, processamos, transformamos em chicletes e vendemos para os Estados Unidos.
Repercutiu bem junto à comunidade acadêmica de Campos a decisão da Reitoria da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF) oficializar a transferência da Escola Agrícola Antônio Sarlo para o âmbito da instituição.
A UENF considera que a chegada do novo campus amplia de forma significativa o papel da universidade na região, permitindo promover o ensino profissional e consolidar uma integração real e direta entre a educação básica, o ensino técnico e a educação superior.
O projeto eleitoral de Anthony Garotinho para a eleição deste ano é o de novamente disputar o Palácio Guanabara, com o filho Wladimir buscando um mandato na Câmara dos Deputados. Daí que um vai apoiar o outro.
Garotinho já lançou, no Rio de Janeiro, a sua pré-candidatura, quando reafirmou, para o eleitorado carioca, o desejo de voltar a governar o estado. O problema é que ele não corre sozinho no Republicanos, o seu partido.
Para viabilizar o projeto, antes de passar pelo crivo dos eleitores, Garotinho precisa vencer um embate interno. É que o Republicanos tem um outro pré-candidato ao governo, o André Português.
André Português, ex-prefeito de Miguel Pereira, é conhecido por implementar uma transformação na infra-estrutura e no turismo da cidade serrana, o que o levou a lançar sua pré-candidatura ao Palácio Guanabara.
Uma das principais lideranças do Republicanos, o deputado federal Marcelo Crivella, também ex-prefeito do Rio, defende que o partido está oferecendo uma "aula de democracia ao Brasil".
Crivella sustenta que Garotinho e André Português disputam o reconhecimento do partido através de pesquisas de opinião, mediante sondagem do eleitorado. "Vai levar quem melhor for acolhido nas consultas", diz.
Na disputa do governo, alguns nomes são certos. Pode-se relacionar Eduardo Paes, do PSD, Douglas Ruas, do PL, Willian Siri, do PSOL, Cyro Garcia do PSTU e Juliete Pantoja pela UP.