Sem acesso
21/01/2017 | 18h38

A Lei da Biodiversidade, sancionada em maio, prevê que comunidades tradicionais, povos indígenas e agricultores familiares possam negar o acesso de pesquisadores e representantes de indústrias ao conhecimento e a elementos da biodiversidade brasileira. De acordo com o gerente de projetos do Departamento de Patrimônio Genético do Ministério do Meio Ambiente, Henry Novion, o consentimento prévio informado será o instrumento usado para condicionar os acessos e no documento constarão todas as regras a serem seguidas pelos setores acadêmicos e produtivos. — A lei reconhece quem vai dizer como determinado conhecimento vai ser usado e não é o governo, não é universidade, não é a empresa. A lei diz que quem vai dizer como, segundo usos, costumes e tradições, o conhecimento pode ou não ser usado é o povo que detém aquele conhecimento. É o povo que dá o consentimento — explicou Novion. O gerente acrescentou que, na regulamentação da lei, estará previsto o responsável legal por dar esse consentimento, se será uma associação local, por exemplo, ou uma organização ou federação que represente as comunidades e povos. A regulamentação tem prazo de 180 dias para ficar pronta, a partir da sanção da lei. O procurador da República no Distrito Federal Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, representante do Ministério Público no Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (Cgen), destaca que a regulamentação da lei deve garantir a paridade na composição do conselho, a conformação do comitê gestor do Fundo de Repartição de Benefícios. Entretanto, segundo ele, o conceito de consentimento prévio informado deve ser muito bem apropriado pelos povos e comunidades tradicionais.

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Internet 5G
21/01/2017 | 18h38

Responsável pelos estudos que resultarão na internet banda larga de quinta geração (5G) da empresa Huawei, o engenheiro chefe e vice-presidente de Wireless Network da empresa, Mohamed Madkour, disse hoje que a nova tecnologia começará a funcionar em 2020. Antes disso, já em 2016, haverá dispositivos móveis operando com a chamada geração 4.5. — O 4.5G será possível com algumas alterações da quarta geração (4G), a partir de uma cesta de softwares M2M [termo que se refere à comunicação entre máquinas] e de uma estação de base que desenvolvemos — disse Madkour à Agência Brasil, após participar, em Brasília, do seminário Huawei Innovation Day. Segundo Madkour, para se ter uma ideia do que essa tecnologia trará em termos de velocidade para o tráfego de dados via internet, a 4G funciona a uma velocidade entre 100 e 200 megabits por segundo (Mbps). “Algumas tecnologias já conseguem aumentar essa velocidade para algo próximo a 500 Mbps. Em 2016, com pequenas adaptações na nossa estação de base, chegaremos a 1 gigabite por segundo (Gbps), o que corresponde a 1 mil Mbps”, explicou o expert da Huawei. “Testaremos na Copa do Mundo da Rússia a [banda larga] 5G, a uma velocidade de 10Gbps”, adiantou Madkour. Segundo ele, em um primeiro momento a tecnologia não será disponibilizada em larga escala. “A princípio, tamanha velocidade não será necessária para pessoas normais. Sua utilidade certamente estará dirigida a novos modelos de negócio e de indústria, que ainda estão por vir e precisarão de maior automação. Claro que, dependendo, por exemplo, dos videogames que nossos filhos terão, a internet 5G pode ter uma alcance maior que o imaginado”, acrescentou. Como exemplo prático dessa tecnologia, Mohamed Madkour citou a possibilidade de carros se locomoverem sem motoristas.

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Coletânea
21/01/2017 | 18h38

Foi lançada em 19 de dezembro de 2014, na Casa de Cultura Villa Maria, a coletânea “Resgate da memória sonora de Campos”, resultado do Projeto de mesmo nome levado a efeito pelo Orfeão de Santa Cecília desde 2008, através de recitais e gravações de importantes partituras referentes a compositores e intérpretes campistas, em vários gêneros de música. Trata-se de importante registro histórico que reafirma o talento musical produzido pela planície goitacá durante mais de um século de atividades. Composto de 05 Cds de música (com mais de 80 peças) e um DVD de dados (com fotos, vídeos e uma versão digital do livro “Recortes da memória musical de Campos”), e acompanhado de livreto explicativo, o trabalho (em forma de box) está sendo distribuído gratuitamente a instituições e pessoas físicas interessadas na cultura da cidade, sendo sua comercialização terminantemente proibida. Os interessados em obtê-lo, indicando a finalidade do pedido, deverão dirigir-se por e-mail ao Orfeão, acionando no site www.orfeaodesantacecilia.org a opção “Contato”.

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Dia de calor
21/01/2017 | 18h38

Em pleno inverno, o Rio de Janeiro registrou hoje uma temperatura de verão. Ela chegou a 37, 9 graus Celsius (0°C) no bairro de Realengo, zona oeste da cidade. Segundo a meteorologista Marlene Leal, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o que está sendo chamado de “veranico” pelo carioca, deve-se ao fenômeno do El Niño que está no Equador com uma intensidade razoável e provoca temperaturas mais altas. Ela explicou que o ar seco e quente impede a chegada de frente fria para a Região Sudeste. “As frentes frias vão até o Sul do país e de lá se deslocam para o oceano”. Para amanhã de acordo com o Inmet, está prevista a chegada de uma massa de vento pré-frontal seguida de uma frente fria, que mudará o tempo no Rio na parte da noite. A frente fria será rápida e com chuva em áreas isoladas, com o tempo já começando a melhorar de quarta para quinta-feira. O El Niño é um fenômeno climático, de caráter oceânico, caracterizado pelo aquecimento fora do normal das águas superficiais e subsuperficiais do Oceano Pacífico Equatorial. O período de duração do El Niño varia entre 10 e 18 meses e acontece de forma irregular, em intervalos de 2 a 7 anos.

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Livros didáticos
21/01/2017 | 18h38
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Conferência global
21/01/2017 | 18h38

A cidade do Rio de Janeiro vai sediar, nos dias 18 e 19 de novembro, a conferência mundial sobre tecnologias emergentes, conhecida como EmTech. O evento reunirá especialistas brasileiros e estrangeiros que debaterão as mudanças tecnológicas com cerca de 800 cientistas, empresários, empreendedores, inovadores e pesquisadores. O EmTech, organizado pela MIT Technology Review, publicação do Massachusetts Institute of Technology, ocorre também nos Estados Unidos, no México, na Colômbia, no Equador, na Espanha, em Cingapura e Hong Kong. Ao lançar hoje a capital fluminense como sede da primeira edição da conferência no Brasil, o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Luís Fernandes, disse que a EmTech tem um simbolismo importante, porque a construção do futuro pede políticas públicas de longa duração, que possam gerar resultados para a sociedade brasileira e que concebam a inovação em todo o espectro. De acordo com Luís Fernandes, as tecnologias emergentes e os empreendedores jovens são a combinação do futuro, porque enfrentamos o “desafio da inovação, em um país que ainda tem baixa propensão à inovação e ao risco, e tende a optar por soluções fáceis e conservadoras e, por isso, não são efetivas alavancas da construção do futuro”. Para o presidente da Finep, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) traz uma referência global de reflexão sobre tecnologias emergentes, ao mesmo tempo em que é um “partícipe ativo da construção de ecossistemas de inovação, antenados com a visão de construção de futuro”. Já o vice-presidente do MIT, Israel Ruiz, disse, sobre a importância de se investir em capital humano e em projetos inovadores locais, que “a tecnologia pode transformar vidas". Segundo Ruiz, a tecnologia gerou mudanças essenciais em todas as indústrias e chegou a hora de priorizar as mudanças na educação de qualidade em todo o mundo. Ao falar sobre a conferência, a diretora da EmTech Brasil e da MIT Technology Review, Cecilia Nicolini, destacou que a EmTech pretende ser um espaço para criar e para pensar. Segundo ela, as pessoas, por meio da tecnologia, podem resolver problemas que ainda não têm solução. A diretora lembrou que um dos programas do MIT, voltado para a criação de uma comunidade global que cria e usa tecnologia para desenvolver soluções para problemas mundiais, ocorreu no ano passado no Brasil. “Foram incríveis os projetos que recebemos. O sistema de empreendedores e inovação que vocês têm aqui no Brasil é ótimo”, disse.

Fonte: Agência Brasil

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Despedida
21/01/2017 | 18h38

Faleceu hoje de complicações cardiorrespiratórias, o ex-colega na Rádio 89 FM e Tv Norte Fluminense, empresas da antiga Organização Alair Ferreira, entre os anos 80 e 96, o radialista e jornalista Luis Mauricio de Souza e Silva, aos 52 anos. Ele teria passado mal hoje pela manhã, após inalar fumaça oriunda de um incêndio na casa de um vizinho, no Turfe Clube, sendo socorrido para o Hospital Ferreira Machado (HFM), onde não resistiu. Luis Maurício começou na imprensa, como locutor da Rádio 97 FM e no final dos anos 80, passou a trabalhar na Rádio 89 FM, seguindo carreira depois na Tv, como repórter de externa quando cursou Comunicação Social , na Faculdade de Filosofia de Campos. Com a mudança de sinal da Globo para Bandeirantes, ele permaneceu como repórter por alguns meses da Tv Norte/Band, tendo chegado à coordenação de jornalismo no ano seguinte. O velório está acontecendo na capela do cemitério parque Campo da Paz e o sepultamento será nesta quarta-feira às 11h, no mesmo local.

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Prazo prorrogado
21/01/2017 | 18h38

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou o prazo para que os estudantes pré-selecionados para a segunda edição de 2015 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) concluam a inscrição na internet, no SisFies. A conclusão da inscrição poderá ser feita até amanhã (25). O prazo inicial tinha se encerrado no domingo (23). Ao acessar o site, o estudante deve clicar na opção Conclua sua inscrição. Após a conclusão no SisFies, o estudante precisa validar as informações na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento da instituição de ensino em até dez dias, contados a partir do dia seguinte ao da conclusão da inscrição. Por fim, deve comparecer a um agente financeiro do Fies em até dez dias, contados a partir do terceiro dia útil seguinte à data da validação das informações pela Comissão de Supervisão e Acompanhamento. O Fies financia cursos superiores em instituições privadas de ensino superior. Os estudantes têm até três anos depois de formados para quitar o empréstimo. Ao todo, serão ofertadas 61,5 mil vagas. Ao longo do curso, os alunos pagam parte da mensalidade de acordo com a faixa de renda familiar. Todos os beneficiados pelo Fies têm 5% de desconto nas mensalidades dos cursos.

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Consumo de café
21/01/2017 | 18h38

O consumo habitual de café poderia aumentar as possibilidades de sobreviver ao câncer de intestino e proteger os pacientes de reincidências, informa estudo divulgado pela publicação britânica Journal of the Clinical Oncology. Um grupo de cientistas descobriu que os pacientes que recebiam tratamento e que consumiam altas doses de café, quatro ou mais xícaras por dia, tinham cerca de 42% menos possibilidades de registrar reincidência da doença que aqueles que não consumiam a bebida. O estudo também mostrou como os pacientes que bebiam café tinham 33% menos possibilidades de morrer de câncer que os demais pacientes. O médico Charles Fuchs, diretor do Centro de Câncer Gastrointestinal de Boston, nos Estados Unidos, afirmou ter comprovado que “os consumidores de café têm um risco menor de desenvolver câncer, além de que a sobrevivência e as possibilidades de cura aumentam consideravelmente”. Apesar dos resultados do estudo, Fuchs mostrou-se cauteloso com os potenciais benefícios do café como tratamento alternativo para os doentes de câncer de intestino. “Se bebe café habitualmente e está sendo tratado de câncer do intestino, não deixe de beber, mas se não é um consumidor habitual e se pergunta se deve começar, primeiro consulte o seu médico”, declarou o pesquisador. Ainda que seja a primeira vez que um estudo relaciona o consumo de café à redução do risco de reincidência de câncer, investigações prévias indicaram que a bebida poderia proteger contra vários tipos de tumores malignos, incluindo os melanomas, o câncer de fígado e o de próstata avançado.

Fonte: Agência Brasil

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Economia anual
21/01/2017 | 18h38

O Ministério da Educação (MEC) deverá economizar R$ 2,4 milhões anuais com a redução de impressões em papel. O valor é uma previsão inicial. A pasta aderiu hoje (17) ao Processo Eletrônico Nacional (PEN), assinando um acordo com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Os processos passarão a tramitar eletronicamente a partir de novembro. O Ministério do Planejamento considera a adesão do MEC ao PEN relevante em função do volume de processos e da quantidade de órgãos vinculados, como as universidades federais e os institutos federais de educação, ciência e tecnologia. O anúncio da economia é feito em um momento de corte de gastos. Com um dos maiores orçamento da Esplanada aprovado para 2015, a Educação está também entre os maiores contingenciamentos feitos pelo governo federal. Ao todo, cerca de R$ 10,6 bilhões foram bloqueados este ano. O chamado Sistema Eletrônico de Informações (SEI), que passará a ser usado pelo MEC, padroniza o modelo de troca de documentos eletrônicos. Atualmente, 13 órgãos já usam o sistema e 103 estão em implantação.

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