Das imobilidades do campista
21/01/2017 | 21h32
No deslocamento urbano cotidiano.

E....

No Ideb, quando nos arrastamos com tremendo sacrifício do último para o antepenúltimo município colocado no Estado do Rio de Janeiro. Ufa!
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Reflexões do dia
21/01/2017 | 21h32
Em Campos Abrir buraco é mole, fechar buraco é duro. Cercar de tapume é rapidinho, iniciar a obra custa. Concluir, são outros 500.  
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"PRA FRENTE BRASIL"
21/01/2017 | 21h32
É o filme que apresento amanhã (quarta-feira - 3/09), às 19h, no Cine Clube Goitacá. O filme é um dos quatro que integram o ciclo intitulado 'Golpe'. Convido a todos, é bem interessante. O Cine Clube fica no  Ed. Medical Center - Rua 13 de Maio,286, sala 507. Nos encontramos por lá!

"Uma viagem desagradável a um passado bem conhecido. Assim foi novamente assistir ao filme “Pra Frente Brasil” de Roberto Farias, Prêmio do Festival de Gramado, em 1982. Com música de Egberto Gismonti e, Reginaldo Faria, Natália do Valle, Antônio Fagundes e Elizabeth Savalla, no elenco. Retornamos à realidade brasileira de 44 anos atrás. Era 1970, anos de chumbo e do milagre econômico. O Brasil eufórico com a Copa do Mundo sendo disputada no México, onde fomos Tricampeões. Tempo do infame bordão “Brasil, ame-o ou deixe-o”, do General Médici, dos 70 milhões em ação, salve a Seleção. Ainda que tenha sido lançado em 1982, ou seja, depois da Anistia, portanto, da “Abertura, Lenta e Gradual” do último milico no poder, o General Figueiredo; nem a volta dos exilados políticos, nem as eleições gerais, nem o fim do imposto bipartidarismo, foram capazes de impedir que no dia seguinte ao seu lançamento, o filme tenha sido proibido de circular em território nacional, curto e grosso: censurado. A trama começa simples. Jofre Godoi da Fonseca é um cidadão apolítico de classe média. É casado com Marta, tem dois filhos. Miguel, seu irmão, também um cidadão comum, apesar de amar Mariana, uma guerrilheira de esquerda. Quando Jofre divide um táxi com um militante de esquerda, é tido como "perigoso subversivo" pelos órgãos de repressão. É ilegalmente preso, desaparece para ser submetido a sucessivas sessões de tortura. Daí em diante, na tentativa de encontrá-lo, Miguel e Marta encaram todo tipo de intimidação; se surpreendem ao descobrir a relação entre a repressão política e empresários que a patrocinam. Para os órgãos de repressão do regime militar, os dois (e todos os que com eles se relacionam) passam a ser ‘colaboradores comunistas’. O final é dramático. Incomoda".  Luciana Portinho
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DO CANAVIAL AO PORTO
21/01/2017 | 21h32
   
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Telemarketing ilícito contra Lindberg e Crivella suspenso pelo TRE-RJ
21/01/2017 | 21h32
TRE-RJ suspende atividades ilícitas de telemarketing contra Lindberg Farias e Marcelo Crivella
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro determinou nesta sexta-feira, 29, que as empresas IPCorp Serviços Empresariais S.A., Falkland Tecnologia em Telecomunicações S.A., Talk Telecom Corp Informática Ltda e FFFX Participações S.A suspendam, imediatamente, a realização de qualquer atividade de telemarketing contra Lindberg Farias e Marcelo Crivella. A decisão é do corregedor do TRE-RJ, Alexandre de Carvalho Mesquita, e foi tomada após ação ajuizada pelos dois candidatos ao Governo do Estado e pela coligação Frente Popular (PT-PV-PSB-PCdoB), alegando que diversas ligações a eleitores estariam sendo realizadas com o objetivo de denegrir a imagem dos políticos.
Segundo a decisão, as ligações devem ser interrompidas, assim como está proibido qualquer tipo de abordagem via telemarketing contra os candidatos, como forma de evitar a perpetuação da conduta abusiva lesiva à lisura e equilíbrio do pleito eleitoral. Caso contrário, será aplicada multa diária de R$ 100 mil aos sócios das empresas. A decisão também determina que as empresas apresentem, no prazo de 48 horas, a cópia dos contratos de telemarketing, os dados completos dos contratantes e a relação dos números telefônicos contatados, com a reprodução das mensagens que mencionam os candidatos. Se as empresas não cumprirem a determinação, será feita busca e apreensão dos dados e informações.
O caso
Com a intenção de difamar os candidatos, foram realizadas em todo o estado do Rio de Janeiro, com maior ênfase para o fim de semana do dia 8 a 10 de agosto, ligações para fazer propaganda negativa. A ação foi retomada a partir do dia 22 de agosto, quando as ligações passaram a ter conteúdos mais agressivos que os primeiros, com o claro objetivo de prejudicar o candidato Lindberg Farias. Segundo a ação proposta, o esquema de ligações é “um aparato robusto e organizado, realizado por profissionais e por empresa especializada, com evidente conotação de abuso de poder econômico a interferir, com veemência, nessas eleições”. Ainda segundo a ação, as ligações foram feitas após as divulgações das pesquisas de intenção de voto para governador feitas pelo Datafolha e pelo Ibope.
A ação também cita diversos eleitores que teriam recebido tais ligações. Segundo o relato de uma eleitora, que recebeu a ligação no dia 23 de agosto, a gravação seria para fazer uma pesquisa sobre a entrevista de Lindberg Farias a uma emissora de TV. Segundo o relato da eleitora, a gravação perguntava o que mais tinha chamado a atenção na entrevista e, entre as opções, todas eram negativas e contra Lindberg Farias. Contra o candidato Marcelo Crivella, a mensagem das gravações citava que o eleitor tinha sido selecionado para responder a uma importante pesquisa e as opções de resposta também denegriam o candidato.
“Essas empresas operacionalizam milhares de ligações, geralmente pelo sistema VOIP (internet), o que dificulta a sua localização presencial, visto que a maioria de seus equipamentos está alocada fora do território nacional. Mas atuam de maneira conjunta e coordenada, dentro de um sistema societário imbricado e confuso, justamente para dificultar o rastreamento de suas ações”, destaca a ação.
*ver integra da ação do TRE-RJ aqui.
Ascom Lindberg Farias
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EM CAMPOS, TOCAR É LUTAR!
21/01/2017 | 21h32
Na quarta-feira passada (27/08) a Ong Orquestrando a Vida, reuniu em sua sede, os pais e alunos, para uma conversa. Mais uma vez, o assunto foi o convênio não renovado com a Prefeitura de Campos, que fez com que a Orquestra Sinfônica Municipal de Campos e o Coro Municipal tivessem suas atividades interrompidas. O ano de 2014 , tem sido até aqui, um tempo de muita aflição e de dificuldades materiais para a entidade. Também tem sido de tristeza. Ao ser alvo de acusação pública pelo poder público municipal local, à direção da Ong não restou outra opção do que se defender, também publicamente. Ao fazê-lo da forma irresponsável como tem feito, a municipalidade usa do expediente surrado de desmerecer a história da Ong, de tentar  em vão incompatibilizá-la com a sociedade campista. Em uma cidade constantemente envolta em imoralidades, em suspeições de todo tipo e espécie, é pura maldade. É aquela tentativa da mentira repetida, mais do que manjada, de jogar pro limbo do descrédito, todo um trabalho social calcado na música erudita, na construção de orquestras de jovens músicos. O que garante, no dia a dia, a sobrevivência da Ong Orquestrando a Vida, é o resultado. É o reconhecimento da sociedade. É a consciência de fazer o certo. É a certeza da importância da sua existência junto aos jovens carentes de Campos. Por isso, são combativos e tem como lema: “Tocar e Lutar”. Não por acaso, sempre que despudoradamente atacada - por aqueles que querem porque querem, em tudo, dividendos políticos de curto prazo – vozes de todos os cantos do mundo se levantam em apoio. Não por acaso, o governo do Estado do Rio de Janeiro, há dois anos, cedeu o imóvel onde foi instalada a linda sede do projeto. Todos que lidam com a Cultura no interior, não com o entretenimento, sabem da situação que é andar de pires na mão, atrás de recursos. Enfim, parece que uma luz se acendeu no horizonte. Vamos torcer!
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Tudo perseguição e falta de sensibilidade
21/01/2017 | 21h32
Enquanto o campista assistiu de camarote, no dia de ontem (25/08), com audiência nacional, o fechamento do generoso  Centro Cultural Antony Garotinho, pelos fiscais imbatíveis do TRE-RJ - ali, distribuição de kits enxovais, reuniões de orientação, distribuições de cartilhas da Paz, misturam-se com a preservação (sic) da memória do patriarca do casal que no garrote financeiro domina a cidade -,  para o contrato de ambulâncias findado jorram nada menos do que R$ 600 mil, do também generoso cofre da prefeitura de Campos.  Afinal, entramos no segundo turno do próspero Carnaval de Campos, tempo de bois pintadinhos desfilando no Cepop. E tome campanha eleitoral! A família e agregados entraram de corpo e alma na tarefa de serem reconduzidos ao Palácio Guanabara. [caption id="attachment_8396" align="alignleft" width="300" caption="Fiscais do TRE fecharam Centro Cultural Anthony Garotinho, em Campos - Pedro Kirilos / Agência O Globo Read more: http://oglobo.globo.com/brasil/tre-fecha-centro-cultural-de-garotinho-em-campos-13721866#ixzz3BVkmuB9s"][/caption] Para que se tenha ideia da mão de obra que foi lacrar o CCAG, o Corpo do Bombeiro teve que ser acionado, 18 entradas fechadas, nome de servidores municipais foram arrolados no assistencialismo cultural. Grávidas carentes, na fila de recebimento, declararam que souberam da existência dos kits em Centros Sociais da Prefeitura. Uma explosiva mistura do interesse público e privado. Tudo em favor dos menos favorecidos, tudo em nome da Paz de Deus. Para não variar, o candidato se disse surpreso, desconhecia que no CCAG, em pleno período eleitoral, tivessem desobedecido a sua expressa orientação de suspender as doações. Enfim, mais uma historinha de faz de conta. E ainda faltam mais de 40 dias para as eleições. Ver íntegra da matéria no Blog do Bastos (aqui) e no Globo (aqui)  
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Um alento para o transitar do campista
21/01/2017 | 21h30

Enfim, saiu no papel o novo traçado que afastará a BR101 da malha viária urbana de Campos. Sexta-feira (15/08), em primeira mão o Blog Ponto de Vista do Crhistiano Abreu Barbosa anunciou aqui e ontem novamente, aqui.

Hoje (19/08), o blog do colega Nino Bellieny, sediado na cidade vizinha de Itaperuna, também levou a notícia à região noroeste, ver aqui.

Agora é esperar que  se cumpra o prazo - três anos- anunciado para conclusão do novo traçado, mas, é um alento e um indicador da irreversibilidade do boom em Campos.

 

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Novo Encontro em favor da Ong Orquestrando a Vida
21/01/2017 | 21h30
 

Quem ama a ARTE e reconhece o trabalho gigantesco e bonito que eleva tantas VIDAS através da música erudita em Campos, um novo momento de luta em defesa desse universo. Que a insensibilidade e os interesses mesquinhos sejam menores, que a gente possa se orgulhar de TODOS os que mantêm, no dia a dia, a garra e a disposição de TOCAR E LUTAR!

 

 

 

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Prefeitura de Campos impõe fim à Orquestra Sinfônica Municipal e ao Coro Municipal.
21/01/2017 | 21h30
Se alguém, ainda no início do ano de 2014,  poderia duvidar de que existia mesmo a intenção de não dar continuidade à Orquestra Sinfônica Municipal e ao Coro Municipal, administrados a partir de Convênio firmado entre a PMCG e a ONG Orquestrando a Vida, creio que agora, no oitavo mês do encerramento de suas atividades, já não duvida mais. Como prática mais do que manjada, a PMCG quer puxar para lama, todo um trabalho musical sério - são anos de dedicação exclusiva -, inclusive reconhecido fora das fronteiras do país. Em um município relacionado a falcatruas amplas, gerais e irrestritas, o mais fácil é tirar de si a responsabilidade e enxovalhar com a moral dos outros. A PMCG tergiversa, não assume publicamente que não tem interesse na manutenção da OSMC e do Coro Municipal. Me aventuro a afirmar que qualquer projeto cultural de longo prazo foge completamente do perfil da administração atual. Aqui se governa aos solavancos eleitorais. A "colheita" só interessa se rende dividendos de dois em dois anos. Bom, mas, aí já é a minha opinião, o que nem vem ao caso. Ontem, a Superintendência Administrativa e Financeira da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (ver blog Na Curva do Rio, aqui) divulgou nota oficial em que culpa a ONG Orquestrando a Vida, pela não renovação do convênio: a ONG não teria entregue a documentação exigida por Lei. Hoje, em resposta a simplória nota da FCJOL, a ONG Orquestrando a Vida rebateu a acusação com dados, datas, protocolos e esclarecimentos reafirmando que toda a documentação exigida foi entregue à prefeitura (ver blog Na Curva do Rio, aqui). Sugiro que leiam as duas notas. Como inteligentes que são, reflitam e concluam. Se desejarem mais embasamento, leiam também aqui e aqui. [caption id="" align="aligncenter" width="620" caption="OSMC, ano de 2013"][/caption]      
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Sobre o autor

Luciana Portinho

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