Foto Folha da Manhã[/caption]
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Ft. Genilson Pessanha[/caption]
Campos dos Goytacazes, 01/04/2026 00:45
Foto Folha da Manhã[/caption]
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Ft. Genilson Pessanha[/caption]
Recebi por e-mail, antes por telefone a reclamação abaixo dos moradores do Horto. Há mais de um mês se organizam em debates, registram com fotografias aquilo que eles titulam como "Empresa privada ocupa e degrada terreno do Horto Municipal". O fato os incomoda, procuraram a imprensa e blogs, colocam a boca no trombone. Vamos ler?!
" Os moradores do bairro do Horto desejam levar ao conhecimento da comunidade campista o que está acontecendo em um dos seus mais preciosos bens, o Horto Municipal. Solicitamos a imprensa e aos cidadãos conscientes que divulguem ao máximo a situação surpreendente e revoltante que está ocorrendo escondida da opinião pública.
A Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes, através da Secretaria de Meio Ambiente, cedeu à empresa EMEC Service, para uso como base operacional em Campos, uma área superior a 6.000 metros quadrados situada no interior do Horto, na parte dos fundos, tendo a referida empresa construído no local um grande galpão para abrigar seus escritórios, demais acomodações e necessidades. A EMEC atualmente presta serviços a Prefeitura de Campos, no cuidado de praças e jardins. Já o Horto Municipal possui seus próprios funcionários efetivos.
Esta cessão levanta imediatamente a questão da legalidade de uma empresa privada utilizar um bem público sem que haja um real benefício para a comunidade. Só este aspecto já bastaria para gerar uma séria discussão na Câmara Municipal, mas a controvérsia não acaba aí, como descrito a seguir.
A empresa também transferiu para o mesmo terreno cerca de dezenove veículos de grande porte, incluindo caminhões-pipa e de transporte de terra, ônibus, além de ruidosas retro-escavadeiras. Para executar as tarefas diárias fora do Horto, a frota de veículos pesados precisa percorrer um caminho de centenas de metros ao longo de toda a extensão do Horto Municipal, passando ao lado de residências vizinhas e de um playground situado na parte da frente do Horto, expondo crianças ao risco de atropelamento e à enorme poeira levantada. A empresa EMEC, já tendo conhecimento das críticas que vínhamos fazendo sobre o risco de morte a que as crianças estavam submetidas, acabou de construir uma cerca de proteção, neste final de março. Mas continua a exposição à poeira e à poluição dos veículos.
Os moradores das residências próximas também vêm sofrendo com o excesso de poeira no ar e com a poluição gerada pela combustão de óleo diesel. São diversos os relatos de problemas de saúde, principalmente de ordem respiratória e oftalmológica. Será que a solução da empresa vai ser asfaltar boa parte do Horto? As queixas também se referem ao ruído dos veículos e ao surgimento de rachaduras nas casas, com a movimentação de veículos de grande porte.
A área atualmente ocupada pela EMEC é mencionada em uma página divulgação oficial da Prefeitura, em 23 de maio de 2011 (ver anexo), como sendo um local (dentro do Horto) onde os visitantes poderiam ter contato com canteiros de hortaliças, leguminosas e plantas medicinais. Na verdade, estes canteiros passaram por processo de deterioração nos últimos anos.
A comunidade tinha a expectativa da implementação de um projeto de recuperação da flora naquela parte do terreno do Horto, para usufruto pela população, fosse para lazer, projetos educacionais, ou como parte de uma reserva ecológica. Ao invés disto, o que se viu nos últimos anos, foi a contínua degradação da área, inclusive com a aplicação de herbicidas em larga escala, culminando agora com a devastação da maior parte da flora para possibilitar a construção do enorme galpão da empresa e a transformação de grande parte do referido espaço em uma garagem de veículos pesados.
São incluídas fotos que mostram os danos causados ao Horto com a vinda da empresa EMEC. Dentre estas, algumas indicam que a empresa estaria despejando dejetos in natura provenientes dos banheiros químicos e dos banheiros do galpão. Neste caso, será inevitável a contaminação do lençol freático.Os moradores estão revoltados e procurando todas as formas de denunciar este descalabro, e, desde já, se colocam à disposição da imprensa para uma reunião, inclusive como forma de facilitar a visualização da região afetada, já que a esta parte do Horto só é permitido o acesso com autorização da EMEC. O espaço público antes acessível à comunidade foi efetivamente “privatizado”."
Fotos recebidas junto ao email cujas identidades estão preservadas, mas, arquivadas.
Assim descreveu Luz - um dos poucos caricaturistas que sobreviveu à matança aos jornalistas da então pequena publicação satírica francesa Charlie Hebdo - autor da nova capa do exemplar que foi às bancas, hoje, quarta-feira, 25/02. No desenho, um cãozinho com o jornal entre os dentes perseguido por uma matilha furiosa representada, entre outros, por um cardeal, um jhadista com um fuzil entre os dentes, pelo representante da extrema direita francesa Le Pen, pelo ex-presidente francês Nicolas Sarkozy, por um banqueiro e pelo microfone da rede televisiva BFM-TV.
Após uma parada de seis semanas terá tiragem de 2,5 milhões de exemplares. "C'est reparti!", ou "Aqui estamos de volta", brada o hebdomadário. " Estou contente de ter feito algo alegre", disse Luz, autor também da capa "Tudo está perdoado" editado logo após o massacre que trucidou a redação do Charlie Hebdo, por terroristas islâmicos no mês de janeiro , ver aqui e aqui. O desenhista se disse radiante de ter desenhado animais, sobretudo cachorros: são animais irresponsáveis e submissos. Irresponsável é o Charlie. Submissos são todos os demais que correm atrás dele", descreveu Luz em entrevista à imprensa francesa.
A equipe de redação sobrevivente quis demonstrar que a vida retoma seu curso e promete após está interrupção de seis semanas a retomada do ritmo normal com o reforço, inclusive, de dois novos caricaturistas. Para um jornal que antes do massacre, colocava nas bancas 50 mil exemplares e que agora atinge nada menos do que 200 mil assinantes, o ofício de expor a realidade com absoluta irreverência, livre do tradicional puxa-saquismo da grande imprensa tem que continuar.
Não é muito, também não é pouco, a Mesquita de Córdoba - Andaluzia, Espanha -, é uma das mais belas construções muçulmanas ao longo de séculos, destaque arquitetônico do Ocidente. Um verdadeiro deslumbre aos olhos com seus milhares de arcos e colunas que fascinam milhões de visitantes. Construída em mármore e pedra no século VIII, quando do domínio árabe na Península Ibérica por quase 800 anos , a mesquita nos dias de hoje (há nove anos) é propriedade da Diocese de Córdoba, ou seja, da Igreja Católica que a nomeia de Catedral de Córdoba e está sendo acusada pelos muçulmanos de querer apagar a sua história.
Considerada até o século XVI como a segunda maior mesquita do mundo, só batida pela Grande Mesquita de Meca, passou a ser a terceira com a construção da Mesquita Azul, em Istambul; é arrolada como Patrimônio Mundial da Unesco.
Como o momento histórico é de uma renovada escalada religiosa beligerante, parece que por conta desta, mistura-se o anti-jihadismo na "disputa" ao tentar apagar a memória islâmica deste monumento. Os guias turísticos oficiais da prefeitura da Córdoba, a descrevem como uma fugaz intervenção islâmica. O fato tem causado polêmica entre historiadores e intelectuais e está no Tribunal Cordobês.
— Seria importantíssimo que, através da mesquita de Córdoba, os visitantes pudessem conhecer, de primeira mão, informações fundamentadas sobre a História e a configuração do Islã em Al-andalus, em Córdoba, entre os séculos VIII e X. Esta é uma ferramenta excelente para combater a ignorância, o fanatismo e a intolerância - afirma Eduardo Manzano Moreno, historiador medieval e autor do livro “Conquistadores, emires e califas. Os Omeyas e a formação de al-Andalus”.
Os escritores uruguaio Eduardo Galeano e irlandês Ian Ginson são alguns dos que, junto com os espanhóis Antonio Gala, José Manuel Caballero Bonald, Antonio Muñoz Molina, Rosa Montero e Javier Reverte, se uniram à campanha “Mesquita-catedral de Córdoba: patrimônio de todos”, que conta com mais de 400 mil assinaturas. O arquiteto britânico Norman Foster, os guitarristas de flamenco Manolo Sanlúcar e Vicente Amigo, e o cineasta Benito Zambrano também se juntaram.
Tempos pobres. Tempo infame.
Fonte: O Globo


Ver também: Comprovante de pagamento descarte de esgoto,
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Fonte: O Globo e redes sociais