Crise do Petróleo em Campos é história pra boi dormir
21/01/2017 | 21h33
Querem saber? Não passa disto. Basta um só exemplo na área da Cultura municipal. Na semana que se encerrou, o jornal Folha da Manhã, trouxe na capa da Folha Dois, no dia 05/03, matéria sobre a "suspensão do atendimento ao público por tempo indeterminado" no Arquivo Público Municipal Waldir Pinto de Carvalho, sediado no Solar do Colégio. Notório é que há exatos 6 anos o Arquivo Público Municipal (APM) não recebe dos cofres municipais qualquer investimento que assim possa ser chamado. Pelo contrário, no afã de mostrar à opinião pública campista do grande interesse com a Cultura, terminaram (fizeram o projeto pelo meio, mas, reconheço, pelo menos terminaram o principal) as obras de restauração da antiga sede da Biblioteca Municipal - que também fora a sede da prefeitura e ainda a sede dos Bombeiros -, e instalaram o Museu Histórico de Campos, na Praça São Salvador. Por debaixo dos panos (aí é que foi evidenciado o desprezo com a cultura local), esvaziaram todos os demais órgãos que compunham o aparato cultural municipal. Para abrir de qualquer jeito o Museu Histórico, a prefeitura de Campos canibalizou todos os demais. De cada um transferiu o seu acervo, esvaziando-os em suas finalidades. Me refiro ao mobiliário da Biblioteca Municipal Nilo Peçanha, às obras de artes plásticas que constam (ao menos constavam) do patrimônio restaurado e devidamente arrolado da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, às tantas outras peças do Museu Olavo Cardoso (como, por exemplo, o conjunto do Museu da Ferrovia),  à equipe de servidores e técnicos do Arquivo Público Municipal. Abriram o Museu Histórico e fecharam o Museu Olavo Cardoso ( que por falta de funcionalidade e abandono está lá escorado, desmoronando). Abriram o Museu Histórico e deixaram de mão o órgão mais técnico, menos político, do setor cultural local: o Arquivo Público Municipal. Agora, querem vir com esse discurso Ctrl c Ctrl v de que a queda na arrecadação dos royalties é a vilã. Ora, como, se rolaram (e rolam) por anos os royalties bilionários sem que a população pudesse perceber o seu investimento em bem estar social? Senti sincero constrangimento ao ler na matéria, a explicação do respeitável museólogo e diretor Carlos Freitas: "Tem que combinar comigo. Se uma pessoa vem de emergência, a gente atende. As pessoas têm que combinar para fazer a pesquisa porque, em alguns documentos, apenas eu mexo, senão pode complicar a arrumação", explicou Freitas. ???? Para uma instituição voltada à memória e à pesquisa que já contou com dois museólogos, um arquivista, alguns historiadores, quase duas dezenas de estagiários em convênio com a UENF, Fenorte e Uniflu, pessoal de apoio, segurança, jardinagem e limpeza, é der dar dó. Inclusive dó do próprio diretor, jogado às feras ao ter que se espremer neste tipo de esclarecimento. Inventem outra desculpa de ocasião; quem sabe cola?! [caption id="attachment_8796" align="aligncenter" width="410"]museu olavo ft folha Foto Folha da Manhã[/caption]   [caption id="attachment_8798" align="aligncenter" width="410"]apm genilson pessanha Ft. Genilson Pessanha[/caption]        
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QUEM É QUE AGUENTA?
21/01/2017 | 21h33
Quem anda pelo centro da cidade, encontra muita poeira, obras que há 6 anos se arrastam, postes na faixa dos deficientes visuais, um emaranhado - sem fim de fios - pendurado e o comércio visivelmente prejudicado. É isso, sem tirar nem pôr. Assim fiz, ontem, meus registros em necessária circulação pela área central de Campos, conhecida como Centro Histórico. De cara, me assustou a quase totalidade de lojas comerciais que fecharam as portas nos últimos meses. Me refiro ao trecho da Rua João Pessoa, entre as ruas Sete de Setembro e Andradas. Chocante! Seguindo pela mesma Rua João Pessoa, depois de ultrapassar esse cemitério de estabelecimentos comerciais, é um canteiro de obra por mais três quadras, até a Rua Treze de Maio. Apesar de tumultuar a vida de todos transeuntes e lojistas não dá pinta de em breve terminar. São 6 anos que o Centro assim se encontra. A retirada da fiação, um dos objetivos anunciados pela PMCG, quando do início da intervenção naquela área, não aconteceu, continua lá, do mesmo jeito, mesmo em logradouros por onde as obras findaram há mais de 2 anos. A sensação que fica é de que os atuais ocupantes da prefeitura devem estar fazendo contas de mais um mandato eletivo (seriam então 12 anos), para finalmente entregar à população aquilo que, se tivessem vontade política, poderia ter sido feito no primeiro mandato, ou seja, em 4 anos. Obra pública suada em conta gotas, cara, responsável pela quebradeira de muitos comerciantes, mas, o que isso importa para quem não tem que correr atrás do pão nosso de cada dia?! Uma vergonha. Ou melhor, mais uma. obra centro 1                                                                      obra centro 5                 obra centro 3                                                                       obra centro 4               centro quebra 1                                  obra centro 8                   IMG_4983(1)
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Cinema em Campos, um elogio: merece registro
21/01/2017 | 21h33
Fomos, ontem assistir ao filme "Birdman", vencedor de quatro estatuetas do Oscar. Está em cartaz em Campos, em uma das cinco salas de projeção do Kinoplex - sala vip -, Shopping Avenida 28. Até que enfim, passamos a contar com uma sala à altura do porte da cidade. Som perfeito, ar na medida, ampla tela de projeção -  afastada dos olhos, na altura ideal -, imagem de qualidade e cadeiras especiais no quesito conforto. Um luxo! O filme é bom, fotografia das boas. Com o famoso ator Michael Keaton, foi vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor com o mexicano Gonzalez Iñárritu, melhor roteiro original e melhor fotografia. Programa bom, daqueles que faziam falta. Filme com um enredo ágil. Apesar de não se pretender "cabeça", não deixa de evidenciar as contradições e expectativas humanas frustradas, as disputas de ego, as vaidades e culpas que nos afetam a todos na sociedade atual. E os sonhos. Para os que curtem um palco de teatro, os bastidores estão lá, ainda que um pouco estereotipados, estão lá. Destaque à percussão (no filme são duas baterias com o mesmo baterista em locais distintos) que dá o clima e o anticlímax do personagem principal. Aos empresários que apostaram na vinda do Kinoplex a Campos, parabéns! Sucesso que desejamos duradouro. Vale a conferida! birdman
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Sobre o Horto: a população fala
21/01/2017 | 21h33
Recebi em forma de comentário a proposta abaixo, vem de um leitor vizinho à área. A proposta visa o futuro de Campos, é séria. Imagino que qualquer governo que queira o bem, o simples bem da sua cidade,  a adotaria em prol da preservação dos cada vez mais exíguos espaços verdes no espaço urbano. O blog apoia, apesar de descrer da sinceridade da atual administração pública de Campos. Agradeço a colaboração. Vamos para a torcida! Luciana Não basta retirar a EMEC do Horto. É preciso haver um projeto de recuperação da flora do Horto Municipal após anos de descaso do poder público. O ideal seria que um governo realmente comprometido com a preservação do meio ambiente ampliasse a atual área do Horto para incluir a área de vegetação situada entre os bairros do Flamboyant e do Horto (Parque Califórnia) antes que a especulação imobiliária avance sobre esta que é uma das últimas áreas verdes urbanas de Campos. Consta que o terreno pertence a sra.Laíse Cardoso, que seria então devidamente indenizada pela cessão do terreno. A área seria um belo oásis urbano.
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Moradores do Horto inconformados
21/01/2017 | 21h33

Recebi por e-mail, antes por telefone a reclamação abaixo dos moradores do Horto. Há mais de um mês se organizam em debates, registram com fotografias aquilo que eles titulam como "Empresa privada ocupa e degrada terreno do Horto Municipal". O fato os incomoda, procuraram a imprensa e blogs, colocam a boca no trombone. Vamos ler?!

" Os moradores do bairro do Horto desejam levar ao conhecimento da comunidade campista o que está acontecendo em um dos seus mais preciosos bens, o Horto Municipal. Solicitamos a imprensa e aos cidadãos conscientes que divulguem ao máximo a situação surpreendente e revoltante que está ocorrendo escondida da opinião pública.

A Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes, através da Secretaria de Meio Ambiente, cedeu à empresa EMEC Service, para uso como base operacional em Campos, uma área superior a 6.000 metros quadrados situada no interior do Horto, na parte dos fundos, tendo a referida empresa construído no local um grande galpão para abrigar seus escritórios, demais acomodações e necessidades. A EMEC atualmente presta serviços a Prefeitura de Campos, no cuidado de praças e jardins. Já o Horto Municipal possui seus próprios funcionários efetivos.

Esta cessão levanta imediatamente a questão da legalidade de uma empresa privada utilizar um bem público sem que haja um real benefício para a comunidade. Só este aspecto já bastaria para gerar uma séria discussão na Câmara Municipal, mas a controvérsia não acaba aí, como descrito a seguir.

 A empresa também transferiu para o mesmo terreno cerca de dezenove veículos de grande porte, incluindo caminhões-pipa e de transporte de terra, ônibus, além de ruidosas retro-escavadeiras. Para executar as tarefas diárias fora do Horto, a frota de veículos pesados precisa percorrer um caminho de centenas de metros ao longo de toda a extensão do Horto Municipal, passando ao lado de residências vizinhas e de um playground situado na parte da frente do Horto, expondo crianças ao risco de atropelamento e à enorme poeira levantada. A empresa EMEC, já tendo conhecimento das críticas que vínhamos fazendo sobre o risco de morte a que as crianças estavam submetidas, acabou de construir uma cerca de proteção, neste final de março. Mas continua a exposição à poeira e à poluição dos veículos.

 Os moradores das residências próximas também vêm sofrendo com o excesso de poeira no ar e com a poluição gerada pela combustão de óleo diesel. São diversos os relatos de problemas de saúde, principalmente de ordem respiratória e oftalmológica. Será que a solução da empresa vai ser asfaltar boa parte do Horto? As queixas também se referem ao ruído dos veículos e ao surgimento de rachaduras nas casas, com a movimentação de veículos de grande porte.

 A área atualmente ocupada pela EMEC é mencionada em uma página divulgação oficial da Prefeitura, em 23 de maio de 2011 (ver anexo), como sendo um local (dentro do Horto) onde os visitantes poderiam ter contato com canteiros de hortaliças, leguminosas e plantas medicinais. Na verdade, estes canteiros passaram por processo de deterioração nos últimos anos.

 A comunidade tinha a expectativa da implementação de um projeto de recuperação da flora naquela parte do terreno do Horto, para usufruto pela população, fosse para lazer, projetos educacionais, ou como parte de uma reserva ecológica. Ao invés disto, o que se viu nos últimos anos, foi a contínua degradação da área, inclusive com a aplicação de herbicidas em larga escala, culminando agora com a devastação da maior parte da flora para possibilitar a construção do enorme galpão da empresa e a transformação de grande parte do referido espaço em uma garagem de veículos pesados.

 São incluídas fotos que mostram os danos causados ao Horto com a vinda da empresa EMEC. Dentre estas, algumas indicam que a empresa estaria despejando dejetos in natura provenientes dos banheiros químicos e dos banheiros do galpão. Neste caso, será inevitável a contaminação do lençol freático.Os moradores estão revoltados e procurando todas as formas de denunciar  este descalabro, e, desde já, se colocam à disposição da imprensa para uma reunião, inclusive como forma de facilitar a visualização da região afetada, já que a esta parte do Horto só é permitido o acesso com autorização da EMEC. O espaço público antes acessível à comunidade foi efetivamente “privatizado”."

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 Fotos recebidas junto ao email cujas identidades estão preservadas, mas, arquivadas.

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IRRESPONSÁVEL E SUBMISSOS
21/01/2017 | 21h33

Assim descreveu Luz - um dos poucos caricaturistas que sobreviveu à matança aos jornalistas da então pequena publicação satírica francesa Charlie Hebdo -  autor da nova capa do exemplar que foi às bancas, hoje, quarta-feira, 25/02. No desenho, um cãozinho com o jornal entre os dentes perseguido por uma matilha furiosa representada, entre outros, por um cardeal, um jhadista com um fuzil entre os dentes, pelo representante da extrema direita francesa Le Pen, pelo ex-presidente francês Nicolas Sarkozy, por um banqueiro e pelo microfone da rede televisiva BFM-TV.

Após uma parada de seis semanas terá tiragem de 2,5 milhões de exemplares. "C'est reparti!", ou "Aqui estamos de volta", brada o hebdomadário. " Estou contente de ter feito algo alegre", disse Luz, autor também da capa "Tudo está perdoado" editado logo após o massacre que trucidou a redação do Charlie Hebdo, por terroristas islâmicos no mês de janeiro , ver aqui e aqui. O desenhista se disse radiante de ter desenhado animais, sobretudo cachorros:  são animais irresponsáveis e submissos. Irresponsável é o Charlie. Submissos são todos os demais que correm atrás dele", descreveu Luz em entrevista à imprensa francesa.

A equipe de redação sobrevivente quis demonstrar que a vida retoma seu curso e promete após está interrupção de seis semanas a retomada do ritmo normal com o reforço, inclusive, de dois novos caricaturistas. Para um jornal que antes do massacre, colocava nas bancas 50 mil exemplares e que agora atinge nada menos do que 200 mil assinantes, o ofício de expor a realidade com absoluta irreverência, livre do tradicional puxa-saquismo da grande imprensa tem que continuar.

Da Chacina, relembre.
O ataque à redação do "Charlie Hebdo" no dia 7 de janeiro deixou 12 mortos, entre eles os cartunistas Stéphane Charbonnier, conhecido como Charb, e o lendário Georges Wolinski. Dois policiais também morreram, um deles alvejado na rua durante a fuga dos atiradores, identificados como os irmãos franceses descendentes de argelinos Chérif e Said Kouachi. Ambos disseram "vingar o profeta Maomé", por uma caricatura publicada do Maomé.
[caption id="attachment_8735" align="aligncenter" width="401"]nova_charlie_hebdo Capa da nova edição do Charlie Hebdo, nas bancas hoje, 25/02.[/caption] Fonte: Le Figaro
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Voltando
21/01/2017 | 21h33
Volto de leve, nem tão leve..., meio pesada como tem sido a realidade. Falávamos no sado-masoquismo, ontem, em uma conversa descompromissada em volta da mesa de domingo. Quem é o sádico, quem é o masoquista nas relações? Mulheres que gostam de apanhar, homens que ao bater sentem o prazer; tudo meio confuso, tudo conturbado. Aí me vem este afinado artigo abaixo. Curto, perspicaz, fino como é de sua lavra ao refletir os meandros da nossa contemporaneidade finita. Do imortal Veríssimo, boa leitura!

Sadomasoquismo

Uma vez imaginei uma visita do Sacher-Masoch, escritor austríaco cujos gostos deram origem ao termo ‘masoquismo’, ao Marques de Sade

Dizem que era a piada favorita do Freud. Mulher para marido: — Querido, se um de nós morrer antes do outro, eu juro que não caso outra vez. Freud talvez também gostasse da piada que se tornou atual e relevante com a nova moda de relações sexuais sadomasoquistas, popularizada nos livros e na adaptação para o cinema dos tais “50 tons de cinza”. O sádico casou com uma masoquista e os dois passam o tempo todo brigando. A masoquista: — Me bate. O sádico: — Não bato. A masoquista: — Me bate. O sádico: — Não bato. — Por favor, me bate! — Não bato. E assim pelo resto da vida. Uma vez imaginei uma visita do Sacher-Masoch, escritor austríaco cujos gostos deram origem ao termo “masoquismo”, ao Marquês de Sade, o escritor francês que deu nome ao sadismo. Uma visita impossível de acontecer na vida real, já que os dois não foram contemporâneos. Mas na arte, ou pelo menos nas piadas, tudo é permitido. De Sade oferece a Masoch: — Chá? Está fervendo. — Aceito, obrigado. — Vou lhe dar uma xícara. — Não precisa. Pode ser na mão mesmo. — Hmmm — diz de Sade. — Sinto que este pode ser o começo de uma bela amizade. Falando em sadismo, não quero assustar ninguém, mas já se deram conta que, se o golpismo que anda à solta conseguir empixar a Dilma, só um Michel Temer nos separará do Eduardo Cunha na Presidência da Republica? A saúde do Michel Temer passará a ser a principal preocupação da nação. Um espirro do Michel Temer, uma palidez extemporânea, um leve enjoo pós-prandial colocarão o país em alerta. O perigo, se acontecer o pior, é a gente sucumbir à ideia de que o Eduardo Cunha na Presidência não é mais do que este país merece. Uma espécie de masoquismo fatalista.
Artigo publicado, ontem, no jornal O Globo, domingo 22/02: ler aqui
Sadomasoquismo
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Do que eu conheço...
21/01/2017 | 21h33
mesquitaNão é muito, também não é pouco,  a Mesquita de Córdoba - Andaluzia, Espanha -, é uma das mais belas construções muçulmanas ao longo de séculos, destaque arquitetônico do Ocidente. Um verdadeiro deslumbre aos olhos com seus milhares de arcos e colunas que fascinam milhões de visitantes. Construída em mármore e pedra no século VIII, quando do domínio árabe na Península Ibérica por quase 800 anos , a mesquita nos dias de hoje (há nove anos) é propriedade da Diocese de Córdoba, ou seja, da Igreja Católica que a nomeia de Catedral de Córdoba e está sendo acusada pelos muçulmanos de querer apagar a sua história. Considerada até o século XVI como a segunda maior mesquita do mundo, só batida pela Grande Mesquita de Meca, passou a ser a terceira com a construção da Mesquita Azul, em Istambul; é arrolada como Patrimônio Mundial da Unesco. Como o momento histórico é de uma renovada escalada religiosa beligerante, parece que por conta desta, mistura-se o anti-jihadismo na "disputa" ao tentar apagar a memória islâmica deste monumento. Os guias turísticos oficiais da prefeitura da Córdoba, a descrevem como uma fugaz intervenção islâmica. O fato tem causado polêmica entre historiadores e intelectuais e está no Tribunal Cordobês. — Seria importantíssimo que, através da mesquita de Córdoba, os visitantes pudessem conhecer, de primeira mão, informações fundamentadas sobre a História e a configuração do Islã em Al-andalus, em Córdoba, entre os séculos VIII e X. Esta é uma ferramenta excelente para combater a ignorância, o fanatismo e a intolerância - afirma Eduardo Manzano Moreno, historiador medieval e autor do livro “Conquistadores, emires e califas. Os Omeyas e a formação de al-Andalus”. Os escritores uruguaio Eduardo Galeano e irlandês Ian Ginson são alguns dos que, junto com os espanhóis Antonio Gala, José Manuel Caballero Bonald, Antonio Muñoz Molina, Rosa Montero e Javier Reverte, se uniram à campanha “Mesquita-catedral de Córdoba: patrimônio de todos”, que conta com mais de 400 mil assinaturas. O arquiteto britânico Norman Foster, os guitarristas de flamenco Manolo Sanlúcar e Vicente Amigo, e o cineasta Benito Zambrano também se juntaram. Tempos pobres. Tempo infame. Fonte: O Globo
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Cocô Legal
21/01/2017 | 21h33
Ontem, recebemos por e-mail os documentos que evidenciam a legalidade do recolhimento e depósito dos dejetos coletados pelos banheiros químicos na estação de tratamento da Chatuba, operada pela Águas do Paraíba. Este serviço é feito em Campos pela empresa WORKING, vencedora da licitação. Em contato anterior por telefone, nos comprometemos a publicá-los no blog, como forma de esclarecimento final e reparação da injustiça. Cartas na mesa, agradeço a confiança na elucidação da dúvida lançada: o assunto se encerra. inea_1inea_2inea_3 Ver também: Comprovante de pagamento descarte de esgoto,          
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Antes ficassem quietos
21/01/2017 | 21h33
Em tempo de internet e redes sociais foi burrada um advogado ligado à família de Nestor Cerveró ter feito uma ligação amigável à fábrica de máscaras de carnaval, a Condal, de São Gonçalo, para impedir a confecção do rosto do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras. "Deviam levar na brincadeira", afirmou Olga Valles dona da Condal. Os disfarces de Cerveró caíram nas redes, prontos para serem impressos e usados pelos foliões. Quanto a Condal, o jeito foi produzir no lugar máscaras da ex-presidente da Petrobrás, Graça Foster. No Facebook já foram criadas dezenas de eventos que ironizam a ameaça de processo contra a tradicional fábrica de artigos carnavalescos. Aqui, perto de Campos, na vizinha Itaperuna, o povo bem humorado, não deixou barato. Estampou a programação do Carnaval Itaperunense. A brincadeira pelo país promete com marchinhas irônicas. Quem se sentir afetado é mais inteligente fazer cara de paisagem e entrar na folia popular. [caption id="attachment_8708" align="aligncenter" width="400"]mascara_graca Revista Época[/caption] [caption id="attachment_8709" align="aligncenter" width="553"]10961706_10204564998459918_1996676405_n Facebook[/caption]   Fonte: O Globo e redes sociais  
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Luciana Portinho

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