foto peru.com[/caption]
Fonte. Le Figaro
TODO TEMPO EM PERIGO
21/01/2017 | 21h34
No dia 24 de março assistimos consternados à queda do Airbus voo 9525 da Germanwings. A Germanwings é uma dessas empresas de aviação que as grandes companhias aéreas mantêm como de segunda linha, no caso esta pertence à alemã Lufthansa. Até aqui pensávamos que de segunda linha, significasse voos mais baratos, com ainda menos serviços e conforto, operando em linhas de curta distância, mas, com todos os procedimentos de segurança em dia.
Bom, hoje (06) saiu finalmente o resultado final da perícia das caixas pretas do desastre que matou 150 passageiros e todos os tripulantes. O suicídio (assassinato) foi premeditado. A aeronave espatifou-se contra os Alpes.
Quem estava no momento da queda no comando era o copiloto de 27 anos Andreas Lubitz. O piloto tinha se ausentado da cabine, ido ao banheiro, quando quis retornar encontrou a porta da cabine travada por dentro, certamente pressentiu a desgraça, pois esmurrou a porta. Trancada estava e trancada ficou por decisão do copiloto (o dispositivo de segurança só permite o destravamento por dentro) que em um ato suicida resolveu tirar a sua vida e junto levar a de todos os demais. Loucura total, assassinato em massa.
E o quê as investigações descobriram e concluíram? Que Lubitz (o copiloto deprimido, sofria de transtornos psiquiátricos) ensaiara, no mesmo dia, em outro voo, manobras injustificáveis de descida até 100 pés (pouco mais de 30 metros) sobre o nível do mar. Que Lubitz pesquisara dias antes sobre o funcionamento de portas de cabine, sobre formas de suicídio e mesmo sobre laxantes.
Teria sido repentina a dor de barriga do piloto Patrick Sonderheimer, obrigado a ir ao banheiro e se retirar da cabine, provocada por medicamento deste tipo? Poucas dúvidas restam.
E a absoluta convicção desta blogueira quanto à falha monumental da Lufthansa, ao não supervisionar de perto a saúde mental dos pilotos e copilotos. Reduzir gastos naquilo que é essencial à preservação da vida dos passageiros é de algum modo ser corresponsável pela morte dos mesmos, como foi o que aconteceu.
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foto peru.com[/caption]
Fonte. Le Figaro
foto peru.com[/caption]
Fonte. Le Figaro
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Aos que veladamente "condenaram" o humor do Charlie Hebdo
21/01/2017 | 21h34
No domingo passado (03), dois homens armados abriram fogo contra um centro de conferência onde se realizava um concurso de caricaturas sobre o Maomé, em Garland, subúrbio de Dallas. Tudo indica que pela primeira vez o grupo terrorista Estado Islâmico seja o responsável pelo ataque nos Estados Unidos, no qual os dois terroristas saíram fuzilados por agentes policiais do Texas (antes, os dois haviam ferido um guarda).
[caption id="attachment_8908" align="aligncenter" width="400"]
Foto divulgada dos dois terroristas mortos pela polícia norte americana[/caption]
Oficialmente, em seu canal de rádio nesta terça-feira (05), o Estado Islâmico (EI) reivindicou o ataque em solo americano, mas, a Casa Branca acha cedo para confirmar se o atentado foi mesmo do EI ou se pegaram carona em busca de popularidade. “Nós avisamos a América: ataques futuros serão maiores e mais amargos. Vocês assistirão a coisas horríveis por parte dos soldados do Estado Islâmico com a graça de Deus”, ameaçou o grupo djhadista.
Se os americanos pensavam ainda que atentados tipo “Charlie Hebdo” ficariam reservados a uma Europa incapaz de integrar os seus muçulmanos, o episódio veio comprovar o oposto.
Para aqueles que de forma velada culparam os jornalistas e chargistas do Charlie Hebdo, por "provocarem" (como se a função social do Humor não fosse exatamente a de provocar) a sociedade - de forma ampla, geral e irrestrita -, fica o alerta de que ceder à censura nunca será a solução, mesmo em tempos de intolerância religiosa.
O fato serve para o Brasil tomar todas as providências de segurança para as Olimpíadas de 2016.
Quem desejar se lembrar do ataque terrorista à redação do jornal/revista Charlie Hebdo, ver aqui e aqui.
Foto divulgada dos dois terroristas mortos pela polícia norte americana[/caption]
Oficialmente, em seu canal de rádio nesta terça-feira (05), o Estado Islâmico (EI) reivindicou o ataque em solo americano, mas, a Casa Branca acha cedo para confirmar se o atentado foi mesmo do EI ou se pegaram carona em busca de popularidade. “Nós avisamos a América: ataques futuros serão maiores e mais amargos. Vocês assistirão a coisas horríveis por parte dos soldados do Estado Islâmico com a graça de Deus”, ameaçou o grupo djhadista.
Se os americanos pensavam ainda que atentados tipo “Charlie Hebdo” ficariam reservados a uma Europa incapaz de integrar os seus muçulmanos, o episódio veio comprovar o oposto.
Para aqueles que de forma velada culparam os jornalistas e chargistas do Charlie Hebdo, por "provocarem" (como se a função social do Humor não fosse exatamente a de provocar) a sociedade - de forma ampla, geral e irrestrita -, fica o alerta de que ceder à censura nunca será a solução, mesmo em tempos de intolerância religiosa.
O fato serve para o Brasil tomar todas as providências de segurança para as Olimpíadas de 2016.
Quem desejar se lembrar do ataque terrorista à redação do jornal/revista Charlie Hebdo, ver aqui e aqui.
INDIGESTÃO
O ponto da ganância
LUIS FERNANDO VERISSIMO
21/01/2017 | 21h34
O ponto da ganância 
LUIS FERNANDO VERISSIMO
Desde que o capitalismo e a moral burguesa nasceram, ao mesmo tempo, vivem brigando. Só conseguem viver juntos com a hipocrisia
Tudo pode ser reduzido a uma metáfora culinária. Comparamos mulheres com frutas e revoluções com omeletes e dizemos que as pessoas envelhecem como o vinho — ou ficam melhores ou azedam. E já ouvi dizerem de uma mulher que lembrava um vinho da Borgonha. Nada a ver com sabor ou personalidade, e sim com o formato da garrafa (pescoço longo e ancas largas).
O capitalismo triunfante também evoca uma questão de cozinha, a do ponto. Qual é o ponto em que a ganância humana deixa de ser um propulsor econômico e volta a ser pecado? Da Margaret Thatcher diziam que ela queria o impossível: devolver à Inglaterra os valores morais da Era Vitoriana ao mesmo tempo em que desencadeava a era do egoísmo sem remorso e declarava que sociedade não existia, só existia o indivíduo e suas fomes. Dilema antigo. Desde que o capitalismo e a moral burguesa nasceram, ao mesmo tempo, vivem brigando. Só conseguem viver juntos com a hipocrisia, que teve uma das suas apoteoses na era vitoriana invocada pela Sra. Thatcher.
No Brasil de tantos escândalos, cabe a pergunta: qual é o ponto da ganância? Quando é que a mistura desanda, o molho queima e o que era para ser um pudim vira uma vergonha? Há quem diga que o mercado sabe quando e como intervir para salvar a moral burguesa. Digo, o pudim. Claro que, para isso funcionar, é preciso confiar que todas as pessoas sejam, no fundo, social-democratas, ou capitalistas só até o ponto certo do cozimento. Ou acreditar que a ganância pode destruir a ideia de sociedade e ao mesmo tempo esperar que a ideia sobreviva nas pessoas, como uma espécie de nostálgica produção caseira.
O capital financeiro que hoje domina o mundo nasceu da usura, que era punida pela Igreja Medieval. A história da sua lenta transformação, de pecado em atividade respeitável, culminando com sua adoção pela própria Igreja, é a história da hipocrisia humana. A Inquisição mandava os usuários para a fogueira, onde... Mas é melhor parar com as metáforas culinárias, antes de começar a falar nos grelhados.
Publicado hoje no O Globo
Fuga em massa
21/01/2017 | 21h34
Somente neste fim de semana, foram resgatados quase 6000 imigrantes nas águas do mar Mediterrâneo, em operações de salvamento conduzidas pela Itália e França. Este total é um dos mais altos realizado em apenas 24 horas. Foram 17 embarcações salvas na costa da Líbia (segundo o jornal francês Le Figaro), número que poderá ser ainda maior, visto que as operações de resgate continuam em curso. Os corpos sem vida de sete pessoas também foram encontrados em dois barcos infláveis.
[caption id="attachment_8897" align="aligncenter" width="600"]
(AP Photo/Daniele La Monaca, File) Europe Migrants The Boats[/caption]
A nacionalidade dos imigrantes não foi oficialmente divulgada ainda que se saiba que a maioria é africana e que há sírios em grande quantidade. Todos foram conduzidos a Itália.
Nos primeiros quatro meses de 2015, mais de 1750 pessoas morreram ao tentar atravessar o mediterrâneo, sem conseguirem chegar a solo europeu. O número assusta. É 20 vezes maior se comparado ao período equivalente em 2014. No ano passado, segundo a ONU, através de sua agência de refugiados, foram 3.419 imigrantes que perderam a vida tentando fazer a travessia. De acordo com as projeções divulgadas pela Organização Internacional para as Migrações, 30 mil imigrantes poderão morrer este ano no Mediterrâneo.
Para um mar que já foi berço de civilizações humanas a continuar assim se transformará em cemitério de refugiados.
Fonte. Le Figaro
(AP Photo/Daniele La Monaca, File) Europe Migrants The Boats[/caption]
A nacionalidade dos imigrantes não foi oficialmente divulgada ainda que se saiba que a maioria é africana e que há sírios em grande quantidade. Todos foram conduzidos a Itália.
Nos primeiros quatro meses de 2015, mais de 1750 pessoas morreram ao tentar atravessar o mediterrâneo, sem conseguirem chegar a solo europeu. O número assusta. É 20 vezes maior se comparado ao período equivalente em 2014. No ano passado, segundo a ONU, através de sua agência de refugiados, foram 3.419 imigrantes que perderam a vida tentando fazer a travessia. De acordo com as projeções divulgadas pela Organização Internacional para as Migrações, 30 mil imigrantes poderão morrer este ano no Mediterrâneo.
Para um mar que já foi berço de civilizações humanas a continuar assim se transformará em cemitério de refugiados.
Fonte. Le Figaro
Em respeito ao leitor
21/01/2017 | 21h34
A gente que lida com blog estabelece limites mínimos para uma convivência civilizada. Não dá para usar o espaço virtual e descer o nível das críticas, nem das minhas nem tampouco dos comentários. Tenho convicção de que verborragia, gracinhas nada engraçadas, piadinhas de mau gosto, incitações levianas de golpe e provocações baratas, não devem ser liberadas aos demais. É o modus vivendi exigido a aqueles que defendem a Democracia, sem democratismos.
Ser enfático - apresentar argumentos e se propor ao necessário contraditório - difere do xingamento fácil, ofensa e difamação.
Amanhã é o Dia do Trabalhador. É feriado em grande parte dos países. Pontualmente, no Brasil, sem muito o quê comemorar, a não ser o fato de que vivos estamos; de longe viemos e haveremos - se soubermos manter os princípios democráticos que nos norteiam - de superar os entraves da crise ética, política e econômica que abate a moral da sociedade brasileira. É quase que uma declaração de fé.
Bom descanso a todos!
Quando o divórcio na política é feio...
21/01/2017 | 21h34
... só não rola disputa de grana.
O anunciado divórcio político finalmente aconteceu. A senadora Marta Suplicy, depois de um "casamento político" de 35 anos com o Partido dos Trabalhadores, chegou ao fim no dia de ontem (terça-feira, 28) e de um jeito nada elegante. Marta, vinha sinalizando o seu descontentamento com a legenda que deu luz à sua carreira política. "Por décadas, acreditei e dei o melhor de mim na perseguição de ideais que, com seus acertos e erros, não se distanciavam de um norte ético indiscutível e intransigente. Hoje, entretanto, não me sinto mais em condições de cooperar com o que não faz mais sentido a mim e a milhões de brasileiros", afirmou a senadora.
Na nota divulgada ontem, o PT por sua vez se disse "indignado" com os termos da desfiliação divulgados por Marta: “O PT recebe com indignação a carta da senadora Marta Suplicy oficializando sua desfiliação do PT. Apesar dos motivos enunciados, entendemos que as razões reais da saída se devem à ambição eleitoral da senadora e a um personalismo desmedido que não pôde mais ser satisfeito dentro de nossas fileiras. Por isso, resolveu buscar espaços em outros partidos”, diz o texto do PT.
Na carta de desfiliação, a ex-petista também se queixa de falta de espaço e de cerceamento.
“Ao contrário de suas alegações, nunca o PT cerceou suas atividades partidárias ou parlamentares. Sucessivamente prestigiada, com o apoio da militância e das direções, Marta Suplicy foi deputada federal, prefeita, senadora e duas vezes ministra" e conclui o texto assinado pelos dirigentes petistas, “Ao renegar a própria história e desonrar o mandato, Marta Suplicy desrespeita a militância que sempre a apoiou e destila ódio por não ter sido indicada candidata à Prefeitura de São Paulo em 2012. Finalmente, é triste ver que a senadora jogue fora a coerência cultivada como militante do PT e passe a se alinhar, de forma oportunista, com aqueles que sempre combateu e que sempre a atacaram”.
Ficam duas curiosidades:
- A quem pertence o mandato, ao PT ou a senadora?
- Por acaso, a senadora se elegeu com doações partidárias, dessas que serviram a muitos e vieram no rastro do escândalo da Lava Jato?
Fica uma certeza: cuspir no prato em que se comeu por 35 anos é grosseiro. Teria feito melhor se afastar de leve e seguir sua carreira política.
Dólar continua em queda
21/01/2017 | 21h34
Em queda pelo sexto dia consecutivo, o dólar atingiu hoje a menor cotação: R$ 2,88. Resta esperar que os preços dos produtos importados (varejo e atacado) caiam na mesma medida em que dispararam quando, há alguns meses, a mídia alardeou a alta.
Em um país com forte "cultura indexatória" para a elevação dos preços em geral, quero ver.
[caption id="attachment_8878" align="aligncenter" width="550"]
foto estadão.com.br[/caption]
Atualização: O dólar comercial se recuperou no final da tarde desta terça-feira, após atingir a mínima de R$ 2,883 perto do meio-dia. A moeda americana fechou cotada a R$ 2,942 para compra e a R$ 2,944 para venda, alta de 0,75% ante o real, após cinco quedas consecutivas. (fonte: O Globo)
foto estadão.com.br[/caption]
Atualização: O dólar comercial se recuperou no final da tarde desta terça-feira, após atingir a mínima de R$ 2,883 perto do meio-dia. A moeda americana fechou cotada a R$ 2,942 para compra e a R$ 2,944 para venda, alta de 0,75% ante o real, após cinco quedas consecutivas. (fonte: O Globo)
É da Vida (e de morte). Não dá para calar
21/01/2017 | 21h34
Ontem, morreu Inês Etienne Romeu, aos 72 anos, de insuficiência respiratória. A ex-guerrilheira, única sobrevivente da Casa da Morte - espaço macabro clandestino de torturas, execução e desaparecimento montado pela ditadura militar, no início anos anos 1970, em Petrópolis -, morreu da morte desejada por todos: em casa dormindo. Inês foi a última presa política a ser libertada no Brasil. A única prisioneira a sair viva da Casa da Morte após atravessar 96 dias de tortura. Ela foi importante na construção do direito à memória e à verdade da nossa frágil democracia: só a partir de um depoimento escrito por ela no hospital, em 1971, e entregue à OAB em 1979, quando terminou de cumprir pena, foi possível localizar a casa e identificar parte dos agentes que atuavam no local — entre eles o colaborador dos torturadores, o médico Amílcar Lobo.
— Ela se foi em paz, com tranquilidade, disse um dos irmãos, o jornalista Paulo Romeu.
Também ontem foi divulgada, justo ontem, a suspensão pelo STF, através da ministra Rosa Weber, do processo criminal contra o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Ustra foi chefe do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), do II Exército, órgão utilizado para reprimir e torturar opositores do regime de exceção. Na ação suspensa, Ustra é acusado pelo MPF por suposto sequestro e cárcere privado de Edgar de Aquino Duarte, fuzileiro expulso das Forças Armadas e que desapareceu em 1974 após ser preso por outros militares.
Há exatos três anos, em 2012, escrevi o post "Casa da Morte". Como na época afirmei, "De deixar qualquer ser normal enojado". Para que permaneçamos alertas na resistência ao autoritarismo, à repressão e às violações aos direitos humanos, para que nunca mais aconteça, nesse espaço contei, ver aqui.
[caption id="attachment_4152" align="aligncenter" width="550"]
Casa da Morte[/caption]
[caption id="" align="aligncenter" width="552"]
Inês Etienne, presente![/caption]
“O Corpo dela (da cobra) ao se deslocar, arranhou o meu; chegou a sangrar. Mas o maior trauma foi o cheiro que ela exalava, um fedor que custei a esquecer”. Depoimento de Danton Godinho, jornalista mineiro torturado.
Casa da Morte[/caption]
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Inês Etienne, presente![/caption]
“O Corpo dela (da cobra) ao se deslocar, arranhou o meu; chegou a sangrar. Mas o maior trauma foi o cheiro que ela exalava, um fedor que custei a esquecer”. Depoimento de Danton Godinho, jornalista mineiro torturado.
Galeano, nós e o nosso quintal
21/01/2017 | 21h34
Campos: mais denúncias de desrespeito e descaso
21/01/2017 | 21h34
Tomo a liberdade de divulgar o post abaixo, publicado a pouco no mural da rede social Facebook do vereador Rafael Diniz. São denuncias graves que envolvem a Prefeitura de Campos. Lamentável.
"Estivemos hoje, eu e o vereador Fred Machado, visitando a Creche Escola Souza Mota, no Fundão. Mais uma vez foi triste constatar o completo desrespeito e descaso desse "desgoverno" com a nossa educação. Mais triste ainda é saber que isso acontece num dos municípios mais ricos do Brasil... um Município de orçamento bilionário!!!
Abaixo alguns dos graves problemas lá encontrados:
- Casa alugada e sem estrutura para servir como estabelecimento educacional;
- Péssimo refeitório, pois se chove as crianças precisam fazer a refeição em outro lugar;
- Área externa grande, mas com entulho, mato, pedra. Muito perigoso, pois são crianças de até três anos de idade;
- 4 pequenas salas, separadas por divisórias, quando a maior tem 16m2, sem ventilador, quando a professora coloca as crianças sem blusas por causa do calor;
- a professora tem que fazer tudo, pois não tem auxiliar de turma;
- Não tem sala de reunião, não tem computador para os professores, apenas direção, não tem biblioteca, brinquedoteca, não tem área de lazer ou parquinho;
- Tv e DVD comprados pelos próprios professores;
- A pintura da escola foi feita pelos professores no início do ano, com dinheiro arrecadado em festa junina, assim como a reparação de paredes com gesso trazido de casa pelos professores;
- Sala de berçário de 6m2, para 10 crianças, contando com uma aluna portadora de necessidades especiais , não tendo cuidadora especial para ela;
- Apenas colchonetes e um único berço, com péssima ventilação;
- Atividades como xerox, trabalhos e tarefas são pagos pelo próprio professor;
- Todo enfeite e cartaz para ilustrar as salas são trazidos de casa pelos professores;
- Um único banheiro de 1,5x 2,5 para 60 crianças, em péssimo estado;
- como não tem espaço suficiente, as crianças maiores são levadas para tomar banho de mangueira;
- banheiro sem água quente, vive entupido, apenas um sanitário em péssimo estado, sem pia e um único chuveiro completamente desapropriado."
[caption id="attachment_8854" align="aligncenter" width="540"]
Vereadores Fred Machado e Rafael Diniz Foto da página pública do Vereador Rafael Diniz no Facebook[/caption]
Vereadores Fred Machado e Rafael Diniz Foto da página pública do Vereador Rafael Diniz no Facebook[/caption]
Sobre o autor
Luciana Portinho
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