O Boticário mandou bem no filme publicitário para os dias dos namorados!!
Muito bacana!!!
https://www.youtube.com/watch?v=p4b8BMnolDI
Olho por olho
21/01/2017 | 20h20
Joel Satore que fotografa para National Geographic juntamente com outros colegas resolveram fazer um ensaio coletivo de olhos dos mais diversos animais do planeta, o resultado não teve como ser diferente , uma descoberta de muitas cores, texturas e muitos grafismos interessantes.
http://www.joelsartore.com/
Picasso, o mais caro do mundo
Leilão durou 11 minutos. O valor da tela foi US$ 160 milhões, mas o preço final inclui a comissão, de cerca de 12%
Uma obra de Picasso tornou-se o quadro mais caro já leiloado na história ao ser arrematado por US$ 179,3 milhões (cerca de R$ 537 milhões). O quadro, As Mulheres de Argel, foi leiloado na casa Christie’s, em Nova York, e teve o preço inicial de US$ 140 milhões. Os compradores optaram por permanecer anônimos.
A pintura a óleo faz um retrato vibrante e cubista de cortesãs nuas; ela faz parte de uma série de 15 obras criada pelo espanhol em 1954 e 1955 e designadas pelas letras A a O.
O leilão durou 11 minutos. O valor da tela foi US$ 160 milhões, mas o preço final inclui a comissão, de cerca de 12%. Para se ter uma ideia do valor excepcional dado à pintura, saiba o que é possível comprar com US$ 179,3 milhões:
O site IG mostra o que seria possível comprar com o valor do quadro, rsrsrs!!!
Ferrari
Seria possível comprar 560 modelos Ferrari Berlinetta – cada uma ao valor de US$ 320 mil, segundo o site The Car Connection.
Apartamento luxuoso no Leblon
O valor compra cerca de 17 apartamentos luxuosos de R$ 30 milhões cada no Leblon, que possui um dos metros quadrados mais caros do Brasil.
Neymar
O valor conseguiria comprar apenas um Neymar: a polêmica transferência do atacante brasileiro para o Barcelona teria custado mais de 86 milhões de euros (cerca de US$ 96 milhões em valores atuais).
iPhone 6
Com esse montante, compra-se mais de 116.000 aparelhos iPhone 6 ao preço de R$ 4.699 cada (cerca de US$ 1.564).
http://economia.ig.com.br/2015-05-12/quadro-de-picasso-bate-recorde-o-que-e-possivel-comprar-com-us-179-mi.html
21/01/2017 | 20h20
Leilão durou 11 minutos. O valor da tela foi US$ 160 milhões, mas o preço final inclui a comissão, de cerca de 12%
Uma obra de Picasso tornou-se o quadro mais caro já leiloado na história ao ser arrematado por US$ 179,3 milhões (cerca de R$ 537 milhões). O quadro, As Mulheres de Argel, foi leiloado na casa Christie’s, em Nova York, e teve o preço inicial de US$ 140 milhões. Os compradores optaram por permanecer anônimos.
A pintura a óleo faz um retrato vibrante e cubista de cortesãs nuas; ela faz parte de uma série de 15 obras criada pelo espanhol em 1954 e 1955 e designadas pelas letras A a O.
O leilão durou 11 minutos. O valor da tela foi US$ 160 milhões, mas o preço final inclui a comissão, de cerca de 12%. Para se ter uma ideia do valor excepcional dado à pintura, saiba o que é possível comprar com US$ 179,3 milhões:
O site IG mostra o que seria possível comprar com o valor do quadro, rsrsrs!!!
Ferrari
Seria possível comprar 560 modelos Ferrari Berlinetta – cada uma ao valor de US$ 320 mil, segundo o site The Car Connection.
Apartamento luxuoso no Leblon
O valor compra cerca de 17 apartamentos luxuosos de R$ 30 milhões cada no Leblon, que possui um dos metros quadrados mais caros do Brasil.
Neymar
O valor conseguiria comprar apenas um Neymar: a polêmica transferência do atacante brasileiro para o Barcelona teria custado mais de 86 milhões de euros (cerca de US$ 96 milhões em valores atuais).
iPhone 6
Com esse montante, compra-se mais de 116.000 aparelhos iPhone 6 ao preço de R$ 4.699 cada (cerca de US$ 1.564).
http://economia.ig.com.br/2015-05-12/quadro-de-picasso-bate-recorde-o-que-e-possivel-comprar-com-us-179-mi.html
Encontraram o Machado
A fotografia poderá ser vista em uma resolução maior no link abaixo
http://arte.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/05/19/machado-na-missa-pela-abolicao/
A Brasiliana Fotográfica divulgou no último domingo ter descoberto um registro fotográfico inédito de Machado de Assis (1839-1908).
O site de fotografias brasileiras do século 19 e do começo do 20 identificou a presença do escritor em uma imagem sobre o fim da escravidão. Em 17 de maio de 1888, quatro dias depois da assinatura da Lei Áurea, uma missa campal foi celebrada em São Cristóvão, no Rio, em homenagem à abolição da escravatura.
Cerca de 30 mil pessoas estiveram presentes. A missa foi retratada pelo fotógrafo Antonio Luiz Ferreira. De uma posição um pouco acima do nível do chão, ele fez uma tomada panorâmica que contemplou uma larga extensão do Campo de São Cristóvão. Na imagem se misturaram negros recém-libertos, jornalistas, intelectuais, representantes do império e da igreja. O escritor Lima Barreto, então com sete anos, também esteve na missa. No canto esquerdo, está a princesa Isabel e seu marido, o conde D’Eu.
Agora os pesquisadores da Brasiliana Fotográfica notaram a presença de Machado, próximo ao casal real. A fotografia da missa, ainda hoje pouco divulgada, integra a coleção do IMS (Instituto Moreira Salles), instituição que, em parceria com a Biblioteca Nacional, abastece a Brasiliana Fotográfica. A equipe do portal, lançado há um mês, digitalizou a fotografia em alta resolução e se dedicou a examinar os detalhes da cena.
O palco em que aparece a princesa Isabel foi ampliado 15 vezes, o que revelou um homem bastante semelhante ao escritor. Segundo o site, especialistas na obra do autor de “Dom Casmurro”, como Eduardo Assis Duarte e Ubiratan Machado, confirmaram tratar-se realmente de Machado.
É possível ver apenas uma parte do rosto do escritor, atrás de um senhor de barba branca, não identificado. “A foto é uma representação muito importante do contexto da época, e ainda demonstra que Machado estava próximo da questão abolicionista”, diz Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS. Ao site da Brasiliana Fotográfica, Ubiratan Machado, autor de “Dicionário de Machado de Assis”; e um dos principais estudiosos da documentação machadiana, diz que a presença do escritor na missa era “fato até hoje desconhecido pelos biógrafos”.
Machado, contudo, escreveu ao menos duas crônicas sobre a missa, em que satiriza a classe política da época. Nas primeiras décadas do século 20, Machado, mulato bisneto de escravos alforriados, foi criticado por ser omisso em relação à escravidão. Estudos posteriores, no entanto, mostraram que ele retratou com argúcia as contradições sociais do país no século 19, a escravidão entre elas.
Desde os anos 1870 Machado escreveu diversas crônicas contra a escravidão na imprensa da época. “Não bato o martelo de que é o Machado, mas realmente parece muito com ele”, diz Valentim Facioli, professor aposentado da USP, dono da editora Nankin e pesquisador de Machado há 50 anos.
“Se for realmente ele, é mais uma prova para desqualificar as bobagens de que Machado era indiferente à escravidão. Sempre foi um abolicionista, mas à moda dele, sem militar em grupos ou comícios.” “Parece realmente o Machado daquele período”, diz o inglês John Gledson, outro estudioso do autor.
“Me surpreende que ele estivesse tão perto da princesa. Ele não era exatamente membro da elite, embora já fosse famoso na época”.
Texto compartilhado do link do Jornal Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/05/1630720-pesquisa-identifica-machado-de-assis-em-foto-historica-sobre-abolicao.shtml
21/01/2017 | 20h20
A fotografia poderá ser vista em uma resolução maior no link abaixo
http://arte.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/05/19/machado-na-missa-pela-abolicao/
A Brasiliana Fotográfica divulgou no último domingo ter descoberto um registro fotográfico inédito de Machado de Assis (1839-1908).
O site de fotografias brasileiras do século 19 e do começo do 20 identificou a presença do escritor em uma imagem sobre o fim da escravidão. Em 17 de maio de 1888, quatro dias depois da assinatura da Lei Áurea, uma missa campal foi celebrada em São Cristóvão, no Rio, em homenagem à abolição da escravatura.
Cerca de 30 mil pessoas estiveram presentes. A missa foi retratada pelo fotógrafo Antonio Luiz Ferreira. De uma posição um pouco acima do nível do chão, ele fez uma tomada panorâmica que contemplou uma larga extensão do Campo de São Cristóvão. Na imagem se misturaram negros recém-libertos, jornalistas, intelectuais, representantes do império e da igreja. O escritor Lima Barreto, então com sete anos, também esteve na missa. No canto esquerdo, está a princesa Isabel e seu marido, o conde D’Eu.
Agora os pesquisadores da Brasiliana Fotográfica notaram a presença de Machado, próximo ao casal real. A fotografia da missa, ainda hoje pouco divulgada, integra a coleção do IMS (Instituto Moreira Salles), instituição que, em parceria com a Biblioteca Nacional, abastece a Brasiliana Fotográfica. A equipe do portal, lançado há um mês, digitalizou a fotografia em alta resolução e se dedicou a examinar os detalhes da cena.
O palco em que aparece a princesa Isabel foi ampliado 15 vezes, o que revelou um homem bastante semelhante ao escritor. Segundo o site, especialistas na obra do autor de “Dom Casmurro”, como Eduardo Assis Duarte e Ubiratan Machado, confirmaram tratar-se realmente de Machado.
É possível ver apenas uma parte do rosto do escritor, atrás de um senhor de barba branca, não identificado. “A foto é uma representação muito importante do contexto da época, e ainda demonstra que Machado estava próximo da questão abolicionista”, diz Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS. Ao site da Brasiliana Fotográfica, Ubiratan Machado, autor de “Dicionário de Machado de Assis”; e um dos principais estudiosos da documentação machadiana, diz que a presença do escritor na missa era “fato até hoje desconhecido pelos biógrafos”.
Machado, contudo, escreveu ao menos duas crônicas sobre a missa, em que satiriza a classe política da época. Nas primeiras décadas do século 20, Machado, mulato bisneto de escravos alforriados, foi criticado por ser omisso em relação à escravidão. Estudos posteriores, no entanto, mostraram que ele retratou com argúcia as contradições sociais do país no século 19, a escravidão entre elas.
Desde os anos 1870 Machado escreveu diversas crônicas contra a escravidão na imprensa da época. “Não bato o martelo de que é o Machado, mas realmente parece muito com ele”, diz Valentim Facioli, professor aposentado da USP, dono da editora Nankin e pesquisador de Machado há 50 anos.
“Se for realmente ele, é mais uma prova para desqualificar as bobagens de que Machado era indiferente à escravidão. Sempre foi um abolicionista, mas à moda dele, sem militar em grupos ou comícios.” “Parece realmente o Machado daquele período”, diz o inglês John Gledson, outro estudioso do autor.
“Me surpreende que ele estivesse tão perto da princesa. Ele não era exatamente membro da elite, embora já fosse famoso na época”.
Texto compartilhado do link do Jornal Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/05/1630720-pesquisa-identifica-machado-de-assis-em-foto-historica-sobre-abolicao.shtml
Pôr do Sol em Marte é Azul
21/01/2017 | 20h20
Dia das Mães
21/01/2017 | 20h20
Um espaço para valorizar a fotografia autoral
21/01/2017 | 20h20
Rolou na última quarta-feira a abertura da exposição fotográfica "História e matizes " da fotógrafa e ex-aluna Geisa Siqueira, ela inaugura uma espaço bacana no estúdio dedicado aos trabalhos realizados por alunos e ex-alunos, Geisa obrigado pela oportunidade de expor um trabalho tão bacana, suas fotos estão inspiradoras!!!!
Esse será o ano de todos nós!!!
CURSO DE FOTOGRAFIA COM DIOMARCELO PESSANHA
Sobre o autor
Diomarcelo Pessanha
[email protected]
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