PR cancela convenção
21/01/2017 | 19h10
O PR acaba de informar o cancelamento da convenção que aconteceria no próximo domingo, no Rio Centro, quando seriam homologadas as candidaturas do partido às eleições de outubro.
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Parabéns, São João da Barra!
21/01/2017 | 19h10
Deixemos de lado nossas rivalidades. Pelo menos neste 17 de junho. Nada de abelhas e marimbondos, Congos e Chinês ou o que mais valha um bom debate. O momento é de celebrar. As diferenças ficam para amanhã. Hoje não, que é dia de festa. Um brinde, portanto, à nossa história. Cheia de sonhos e frustrações, mas de incontáveis alegrias. E, no final das contas, quem de nós não morre de amores por este lugar? Feliz aniversário, São João da Barra!
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Tem que multar
21/01/2017 | 19h10
Essa história de educação no trânsito, conscientização dos motoristas e coisa e tal é muito bonitinha, mas já deu. Motorista que não respeita as regras tem que sentir no bolso. Não respeitou a faixa de pedestres? Fez a calçada de estacionamento? É simples: paga multa. O que não pode é a Guarda Municipal, com tantos problemas para resolver no tumultuado trânsito de Campos, deslocar um homem para a função de orientar motoristas, onde há faixa, a dar preferência aos pedestres. Isso não educa. Se tem que colocar um guarda ali, que o municie, em vez do apito, com bloquinho e caneta. Chega, né?
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Brasil sil sil!
21/01/2017 | 19h10
De volta à rotina depois de uma gripe lamparona, daquelas de arriar os pneus. Deve ser este outono maluco, que nos acorda de manhãzinha com 12 graus e no início da tarde já alcança os 28. Apesar de ainda meio baqueada, algo como se centenas de vuvuzelas tivessem gritado nos meus ouvidos uma partida inteira, já estou de pé para torcer pela Seleção logo mais. Vamos ver, afinal, como se sai o time de Dunga. Com a fraca Coréia do Norte na estreia, é grande a expectativa de vitória. Que se confirme então. De uma só tacada espanto o restinho da gripe e grito gol para variar, o que tenho feito muito pouco, quase nada, com meu querido Vasco da Gama.
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Bebida e cigarro
21/01/2017 | 19h10
Estreia pífia da seleção canarinho na Copa, mais uma noite de muito frio e a gripe que pensei curada me pegando de jeito de novo. Mas vamos nessa que é vida que segue. Amanhã é dia de labuta, que termina, aliás, com alvoroço na Lapa. Hoje foi meio feriado no Brasil varonil do futebol. Muita festa nas ruas desde cedo, mas preferi o sossego de casa para assistir ao jogo. Recusei dois convites de amigos queridos para torcer em grupo porque ia rolar muita bebida, que já conheço o eleitorado, e como não bebo fico um tanto deslocada e sem tolerância, admito, para os excessos nos xingamentos e comemorações — no caso de hoje, mais xingamentos que comemorações, com certeza. Fiquei então na companhia da dupla cafezinho e cigarro, sem ninguém por perto para reclamar da fumaça do meu Hollywood. Enquanto via o time de Dunga rolar, naquela lerdeza, a jabulani pelo gramado, voltei a matutar sobre o assunto: por que fumar tornou-se um hábito tão politicamente incorreto enquanto beber continua sinal de alegria e até sociabilidade? Lembro do tempo em que se fumava em todos os lugares, nos ônibus, restaurantes, lojas, sem nenhum constrangimento. Era horrível, claro. Ninguém reclamava porque fumar era sinal de status. Os mocinhos dos filmes e novelas fumavam. A indústria do tabaco patrocinava tudo, até esporte. Quem não se lembra do Ayrton Senna pilotando o carro preto patrocinado pelo John Player Special, que chegou a liderar as vendas da Souza Cruz no Brasil? Pois vieram as leis, a mega campanha contra o tabaco — aliás, não voto no Serra, tampouco gosto dos tucanos, mas este é um mérito do então ministro da Saúde — e todas as leis protegendo quem não estava a fim de fumar por tabela o cigarro alheio. Palmas para a iniciativa. O cigarro provoca muitas doenças, mata pessoas e os fumantes passivos também adoecem. Mas e a bebida? Não mata? Quantos assassinatos cometidos por pessoas sob efeito do álcool, quanta violência doméstica, quantos acidentes de trânsito? Quando não chega a tanto, quantas brigas, situações inconvenientes, incidentes desnecessários? O ato de beber, no entanto, de longe enfrenta o bombardeio que o ato de fumar tem provocado nas pessoas. Quantos jovens ganham dos pais, aos 18 anos, o direito ao porre como ritual de chegada à maioridade? Às vezes bem antes disso, contrariando a lei. Nos filmes e novelas, lá estão o whisky, a cerveja, a cachaça. Só abordam como problema quando o caso é de alcoolismo. Mas o porre eventual é aceito é até encarado como divertido. Será que o lobby da indústria da bebida é mais forte que o da indústria do tabaco? O álcool não é, afinal, um problema de saúde pública? Da minha parte, parar de fumar é uma meta que ainda pretendo alcançar. Mas enquanto não chego lá tenho pelo menos a consciência de que faço mal só a mim, a partir do momento em que respeito os espaços fechados, lógico. Além disso, o cigarro não me tira a lucidez. Já quanto aos bêbados, haja paciência...
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Economia do Norte Fluminense
21/01/2017 | 19h10
O economista Alcimar Chagas Ribeiro lança logo mais, às 17h, no Palácio Cultural Carlos Martins, em São João da Barra, o livro “A Economia do Norte Fluminense: análise da conjuntura e perspectivas”. A edição, viabilizada pela parceria entre o Cidac e a Uenf, traça uma competente radiografia do cenário econômico dos municípios da região. A programação do lançamento inclui palestra sobre o novo ciclo econômico regional em função do complexo portuário do Açu.
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Sem folga
21/01/2017 | 19h10
Enquanto os bancos reduzem o expediente por conta da Copa, os parlamentares já pensam no recesso e os governantes mergulham na campanha eleitoral, o Aedes Aegypt continua trabalhando firme.
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PR marca convenção para o dia 27
21/01/2017 | 19h10
O PR agendou para o próximo dia 27, no Rio Centro, a convenção que vai homologar a candidatura de Anthony Garotinho ao governo estadual. Também vai ser oficializado o nome do pastor Manoel Ferreira para o Senado.
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A beleza do mangue
21/01/2017 | 19h10

O manguezal da foz do rio Paraíba do Sul é um dos mais encantadores ecossistemas da região. Neste espaço de vida abundante entre o rio e o mar, o destaque fica com o Riacho dos Macacos, um recanto de beleza indescritível.

Contam os antigos que os macacos desciam as siribeiras para catar caranguejos com as mãos. Há muito tempo eles desapareceram, mas o local ainda pode ser considerado um santuário da natureza.

O trajeto de barco, a partir do cais de São João da Barra, leva poucos minutos. Vale a pena conhecer e preservar.

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Faixas invisíveis
21/01/2017 | 19h10
Deve estar faltando dinheiro público também para comprar tinta. Praticamente todas as faixas de pedestres do Centro desapareceram de tão desgastadas. Os motoristas de Campos já não têm o hábito de respeitar as faixas, mesmo quando conseguem enxergá-las. Com esta situação então, é mais um problema para o complicado trânsito da cidade.
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Sobre o autor

Júlia Maria de Assis

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