Sob um El Niño com força recorde, começa o verão no Brasil
21/01/2017 | 19h33
Começa nesta terça-feira (22) o verão do hemisfério Sul sob um El Niño – o superaquecimento das águas do Pacífico – em intensidade máxima. No Brasil, a perspectiva é que ao menos quatro das cinco regiões do país devem ter temperaturas além do normal de janeiro a março.
No mês de novembro, o El Niño já tinha feito com que as temperaturas no leste e no centro do Pacífico já estivessem 4°C mais quentes em média, sinalizando a fase madura do fenômeno, que deve durar pelo menos até o início de janeiro. No meio de dezembro, anomalias de até 5°C estavam sendo registradas.
Esse ápice deve influenciar as temperaturas nos meses subsequentes no Brasil, afirma o CPTEC (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), ligado ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Segundo climatologistas, apenas a região Sul do país não está em perspectiva de calor anômalo para o verão.
Do Rio Grande do Sul até o Vale do Ribeira, em São Paulo, porém, há perspectiva de chuvas além do normal no período. Já as regiões Norte e Nordeste têm uma perspectiva de trimestre mais seco do que o normal.
Tanto as anomalias de temperatura quanto as de pluviometria são sinais do El Niño, que em novembro atingiu seu pico e já era o mais forte de todo o registro histórico, empatando com o de 1997/1998.
No contexto que leva em conta o planeta inteiro, o ano de 2015 já havia batido por antecipação o recorde histórico de temperaturas, ainda em novembro, superando 2014. A marca se deve tanto ao El Niño quanto ao aquecimento global, afirmou a OMM (Organização Meteorológica Mundial).
Nos primeiros vinte dias de dezembro, as temperaturas máximas estiveram acima da média em quase todo o país, especialmente no Semi-Árido (norte de Minas Gerais e interior da Região Nordeste) que registrou áreas com 4°C a 5°C acima do habitual. Apenas na região Sul as temperaturas ficaram dentro da média histórica.
Fonte: G1
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Porto do Açu conclui montagem de guindastes para operar no T-MULT
O Porto do Açu concluiu neste mês a montagem de dois guindastes MHCs para o Terminal Multicargas (T-MULT). Inicialmente, os guindastes estão em fase de comissionamento movimentando bauxita, mas poderão ser utilizados para todo tipo de carga e operação. A montagem levou cerca de um mês. Fabricados na Alemanha pela empresa Terex/Gottwald, os guindastes foram adquiridos pela Prumo no final do ano passado. O investimento total foi de R$ 26 milhões.
Os equipamentos estão sendo utilizados no 3º carregamento de bauxita no terminal, que foi iniciado ontem. Nesta fase, estão sendo verificados os processos e realizados os ajustes necessários no software do equipamento junto a fábrica na Alemanha.
Os guindastes são utilizados para elevação e movimentação de cargas dos navios e pátios de armazenagem por meio de uso de caçambas próprias para movimentação de granel sólido. Também podem operar para carga geral e contêineres e possuem gancho para movimentação de carga de projeto com condição de ser rotacionado para maior flexibilidade nas operações.
Os guindastes pesam, juntos, cerca de 800 toneladas e possuem um alcance de lança de 46 metros cada. A capacidade de içamento de carga do guindaste é de até 100 toneladas. Com a utilização dos guindastes, a capacidade de movimentação de carga entre o pátio de estocagem do T-MULT e o navio será ampliada em, no mínimo, 30%.
Sobre o T-MULT
Com 2 berços instalados em 500 metros de cais, o T-MULT tem capacidade para movimentar 4 milhões de toneladas por ano (entre granéis sólidos e carga geral). Com 14,5 metros de profundidade, o terminal pode receber navios Panamax.
O parque de equipamentos do terminal contará com 2 guindastes MHC, 2 empilhadeiras de pátio, 2 moegas com capacidade nominal de 360 toneladas por hora cada e 2 balanças rodoviárias.
O Porto do Açu possui contrato com a Votorantim Metais, que prevê a movimentação de 300 mil toneladas por ano de bauxita e coque. No total, o T-MULT deve movimentar 2 milhões de toneladas de bauxita por ano.
Com possibilidade de expansão para 1.200 metros de cais, o T-MULT também irá operar carvão, clinquer, fertilizantes, rochas ornamentais, contêineres e veículos, além de contar com acesso ferroviário no futuro.
Fonte: Prumo
21/01/2017 | 19h33
O Porto do Açu concluiu neste mês a montagem de dois guindastes MHCs para o Terminal Multicargas (T-MULT). Inicialmente, os guindastes estão em fase de comissionamento movimentando bauxita, mas poderão ser utilizados para todo tipo de carga e operação. A montagem levou cerca de um mês. Fabricados na Alemanha pela empresa Terex/Gottwald, os guindastes foram adquiridos pela Prumo no final do ano passado. O investimento total foi de R$ 26 milhões.
Os equipamentos estão sendo utilizados no 3º carregamento de bauxita no terminal, que foi iniciado ontem. Nesta fase, estão sendo verificados os processos e realizados os ajustes necessários no software do equipamento junto a fábrica na Alemanha.
Os guindastes são utilizados para elevação e movimentação de cargas dos navios e pátios de armazenagem por meio de uso de caçambas próprias para movimentação de granel sólido. Também podem operar para carga geral e contêineres e possuem gancho para movimentação de carga de projeto com condição de ser rotacionado para maior flexibilidade nas operações.
Os guindastes pesam, juntos, cerca de 800 toneladas e possuem um alcance de lança de 46 metros cada. A capacidade de içamento de carga do guindaste é de até 100 toneladas. Com a utilização dos guindastes, a capacidade de movimentação de carga entre o pátio de estocagem do T-MULT e o navio será ampliada em, no mínimo, 30%.
Sobre o T-MULT
Com 2 berços instalados em 500 metros de cais, o T-MULT tem capacidade para movimentar 4 milhões de toneladas por ano (entre granéis sólidos e carga geral). Com 14,5 metros de profundidade, o terminal pode receber navios Panamax.
O parque de equipamentos do terminal contará com 2 guindastes MHC, 2 empilhadeiras de pátio, 2 moegas com capacidade nominal de 360 toneladas por hora cada e 2 balanças rodoviárias.
O Porto do Açu possui contrato com a Votorantim Metais, que prevê a movimentação de 300 mil toneladas por ano de bauxita e coque. No total, o T-MULT deve movimentar 2 milhões de toneladas de bauxita por ano.
Com possibilidade de expansão para 1.200 metros de cais, o T-MULT também irá operar carvão, clinquer, fertilizantes, rochas ornamentais, contêineres e veículos, além de contar com acesso ferroviário no futuro.
Fonte: Prumo
Levy sinaliza saída do cargo em reunião do Conselho Monetário Nacional
21/01/2017 | 19h33
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deve deixar o cargo nos próximos dias. Interlocutores do Planalto afirmaram que a saída foi acertada com a presidente Dilma Rousseff no último domingo numa conversa no Palácio da Alvorada. Segundo essas fontes, Dilma não teria pedido nada ao ministro, o que foi visto como um sinal verde para que ele pudesse sair a qualquer momento.
Levy participou, nesta quinta-feira, de reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). Segundo um dos participantes, no final, o ministro fez uma espécie de discurso de despedida, indicando que não estará no próximo encontro do colegiado, que ocorrerá em janeiro.
— Ele disse que talvez não estivesse na próxima reunião, agradeceu o trabalho do grupo feito ao longo do ano e desejou boas festas — disse um dos presentes.
Como o governo sabe que é difícil encontrar pessoas no mercado financeiro que estejam dispostas a assumir a missão, as principais apostas estão em nomes de dentro do próprio governo, como o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, o que agradaria ao PT. A ministra Katia Abreu, da Agricultura, que é muito próxima de Dilma, também sondou o senador Romero Jucá (PMDB-RR), sobre essa possibilidade mas ouviu uma negativa do parlamentar.
Fonte: O Globo
Bolsa Família é destaque em relatório da ONU
21/01/2017 | 19h33
Num momento em que o Congresso discute grande corte no orçamento do Bolsa Família para ajustar as contas públicas, a Organização das Nações Unidas usa a experiência brasileira como exemplo mundial de redução da pobreza. O programa de distribuição de renda foi citado três vezes no Relatório de Desenvolvimento Humano 2015. A elogiada engenharia nacional para erradicar a miséria teve efeito diretamente na queda do indicador chamado de pobreza multidimensional (que considera não apenas a renda, mas também condições de saúde, educação e domicílio) nos últimos anos.
Nas contas das Nações Unidas, 2,9% da população brasileira ainda vivem na pobreza. O número já foi bem maior: 4% em 2006. No ano passado, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou que esse percentual tinha caído para 3,1%. O cálculo é muito mais sofisticado que os usuais. Além de levar em conta a renda, o Pnud entende que a pobreza deve ser medida por privações que afetam a qualidade de vida. Analisa se há condições decentes de vida, por exemplo, se o indivíduo tem água, luz, saneamento, escola e saúde. Considera ainda itens como alimentação, energia para cozinhar, saneamento, água, eletricidade, moradia digna e renda. Perto do limiar de pobreza estão 7,2% dos brasileiros, ou seja, estão vulneráveis a sair da classe média. Na miséria extrema, há 0,4% dos brasileiros. Dados melhores que no passado, que confirmam o sucesso das políticas no país.
Principal responsável pela melhora, o Bolsa Família teve destaque num box de meia página no relatório das Nações Unidas. O texto diz que, desde que o programa foi lançado, cinco milhões de brasileiros saíram da pobreza extrema.O Pnud diz ainda que o Bolsa Família venceu as preocupações iniciais de que as transferências de dinheiro para pobres podiam diminuir a oferta de trabalho. “O Bolsa Família tem permitido um aumento na taxa de emprego da população economicamente ativa, uma redução de inatividade e taxas de informalidade, aumento da proporção de trabalhadores contribuindo para o desenvolvimento social e um aumento no salário médio”, afirma a ONU.
— O relatório reconhece a importância dos programas sociais, justamente, porque eles proveem um piso de proteção social que funciona nestes momentos de acidentes de percursos e de crise — explica a coordenadora do relatório do Brasil, Andréa Bolzon.
Com índice 0,011, o Brasil está melhor em termos de pobreza que a maior parte da América Latina. Ficou à frente de países como Argentina, México, Colômbia e Peru, por exemplo.
Fonte: O Globo
Guillain-Barré cresce em ao menos seis estados
21/01/2017 | 19h33
Especialistas veem uma “forte evidência” de que o aumento de casos da síndrome de Guillain-Barré em algumas regiões tem relação com a chegada do zika vírus ao Brasil. A síndrome afeta o sistema nervoso e pode provocar fraqueza muscular e paralisia – geralmente temporária – dos membros. Até o momento, porém, o Ministério da Saúde não confirma a correlação. O ministério está estudando a situação e deve divulgar as conclusões sobre o assunto em breve.
Pelo menos seis estados observaram um aumento significativo de ocorrências da síndrome este ano.
Em Pernambuco, foram 130 casos de Guillain-Barré em 2015. No ano passado, tinham sido só 9. O Rio Grande do Norte teve um aumento de 23 para 33 casos de 2014 para 2015. No Piauí, houve 42 casos em 2015, contra 23 casos em 2014. Sergipe registou 28 casos este ano, número expressivo já que nos anos anteriores não há registro de nenhum caso. Maranhão teve 32 casos suspeitos; no ano passado, foram 10. Na Bahia, há 64 casos registrados em 2015. Apesar de não haver dados disponíveis sobre anos anteriores, o número mais do que dobrou em apenas 5 meses: em julho, havia 29 casos confirmados.
“Neste momento, temos que encarar que existe um indício forte de relação entre o zika e a síndrome de Guillain-Barré, mas para ter certeza absoluta precisamos de mais elementos e avaliar com mais profundidade os pacientes que desenvolveram a síndrome”, diz o médico Marcondes Cavalcante França Junior, coordenador do Departamento Científico de Neurogenética da Academia Brasileira de Neurologia (ABNeuro).
O zika vírus foi identificado pela primeira vez no Brasil em abril e sua relação com a microcefalia já foi confirmada pelo Ministério da Saúde.
O G1 contatou as secretarias de saúde de 24 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Com exceção dos seis estados já citados, os outros não constataram aumento significativo de Guillain-Barré ou não tinham dados disponíveis. A doença não é de notificação compulsória, ou seja, não é obrigatória a comunicação de casos individuais às autoridades sanitárias.
Saiba quais são os sintomas e tratamentos da síndrome de Guillain-Barré e entenda o que já se sabe sobre a possível relação com o zika vírus.
Quais são os sintomas da síndrome de Guillain-Barré?
A síndrome de Guillain-Barré - que pode afetar pessoas de qualquer idade, especialmente adultos mais velhos - começa a se manifestar por formigamento nos pés e pernas. A sensação tem caráter ascendente, ou seja, vai subindo para os joelhos, coxas, mãos e braços.
O formigamento e a alteração da sensibilidade dos membros vêm acompanhado de fraqueza nos músculos e paralisia. Os sintomas podem atingir os músculos da face e da respiração, o que faz com que o paciente precise ser tratado em unidades de terapia intensiva (UTI).
Quais são as causas da doença?
A síndrome de Guillain-Barré ocorre, na maioria das vezes, algumas semanas após uma infecção por vírus ou bactéria. O que ocorre é que o organismo do paciente desenvolve uma reação imunológica para combater a infecção e destruir os vírus ou bactérias. Mas existem estruturas nos vírus e bactérias que são muito parecidas com a bainha de mielina, estrutura que reveste as células nervosas.
“O sistema de defesa, de uma hora para outra, passa a ter como alvo a capa que reveste o nervo, chamada mielina, que é um isolante elétrico que faz com que o impulso nervoso seja conduzido mais rápido. A bainha de mielina é acometida e o impulso elétrico passa a não ser mais conduzido”, explica o médico Tarso Adoni, membro da ABNeuro e neurologista do Hospital Sírio-Libanês. É por isso que a síndrome pode ser considerada uma doença autoimune.
Algumas infecções que já foram associadas ao desenvolvimento de Guillain-Barré são as infecções por citomegalovírus, vírus da gripe, da dengue, da hepatite, além de bactérias como a Campylobacter jejuni.
Há evidências de que o aumento de casos tenha relação com o zika vírus?
Considerando o aumento expressivo do número de casos de Guillain-Barré em regiões onde também se constatou a presença do zika vírus, especialistas consideram que existem fortes indícios de correlação. Até o momento, porém, o Ministério da Saúde não confirma a existência desse vínculo, está analisando a situação e deve divulgar resultados em breve.
Instituições como o Hospital da Restauração, no Recife (PE), que já atendeu um número excepcional de casos de Guillain-Barré este ano, também desenvolvem estudos para confirmar a possível correlação.
O médico Érico Arruda, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), pondera que é mais difícil confirmar a correlação entre o zika e a síndrome de Guillain-Barré do que foi em relação à microcefalia. “Na maioria dos casos, a síndrome de Guillain-Barré ocorre após a conclusão da viremia. O vírus vai embora e depois vem o Guillain-Barré. Por isso seria mais difícil encontrar o vírus nesses pacientes.”
Como é o tratamento?
A doença pode regredir de maneira espontânea, mas existem dois tratamentos que aceleram a recuperação. Um deles é a plasmaférese, procedimento que lembra a hemodiálise, em que o sangue é filtrado para remover os anticorpos que estão lesando os nervos do paciente. O tratamento exige uma estrutura hospitalar complexa e uma equipe com experiência em hemoterapia.
O outro é a injeção de imunoglobulina humana, que faz com que os anticorpos deixem de atacar os próprios nervos. O tratamento de um único paciente com essa estratégia pode custar entre R$ 30 e 40 mil. Segundo o neurologista Marcondes Cavalcante França Junior, da ABNeuro, os dois tratamentos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), porém nem todos os hospitais têm a estrutura necessária para aplicá-los.
Além disso, é importante que o paciente fique internado durante a doença porque, caso a paralisia afete os músculos respiratórios, ele precisa ser submetido à ventilação mecânica. Mesmo pacientes com sintomas mais leves devem ser internados, pois a doença pode evoluir rapidamente.
Há risco de o paciente ficar com sequelas?
A síndrome de Guillain-Barré é considerada uma doença de prognóstico favorável pelos médicos. Em 85% dos casos, há uma recuperação praticamente completa que pode levar de dois a quatro meses. Em 15% dos casos, pode haver sequelas, desde as mais leves, como fraqueza nos pés ou dormência, até as mais significativas, em que os pacientes podem perder a capacidade de andar.
Fonte: G1
Carta pela legalidade
21/01/2017 | 19h33
Governadores de 15 estados, mais o Distrito Federal, divulgaram na noite desta terça-feira a Carta pela Legalidade, em apoio à presidente Dilma e contra o impeachment.
Confira o texto divulgado pelo governo federal:
Os Governadores estaduais vêm, por meio desta nota, manifestar-se contrariamente ao acolhimento do pedido de abertura de processo de impeachment contra a Presidenta da República.
A história brasileira ressente-se das diversas rupturas autoritárias e golpes de estado que impediram a consolidação da nossa democracia de forma mais duradoura. Tanto é assim que este é o período mais longo de normalidade institucional de nossa história, conquistado após a luta de amplos setores da sociedade. Nesse sentido, é dever de todos zelar pelo respeito à Constituição e ao Estado Democrático de Direito.
Entendemos que o mecanismo de impeachment, previsto no nosso ordenamento jurídico, é um recurso de extrema gravidade que só deve ser empregado quando houver comprovação clara e inquestionável de atos praticados dolosamente pelo chefe de governo que atentem contra a Constituição.
O processo de impeachment, aberto na última quarta-feira, 02/12, carece desta fundamentação. Não está configurado qualquer ato da Presidenta da República que possa ser tipificado como crime de responsabilidade.
Compreendemos as dificuldades pelas quais o país atravessa e lutamos para superá-las. Todavia, acreditamos que as saídas para a crise não podem passar ao largo das nossas instituições e do respeito à legalidade. Por isso, ciosos do nosso papel institucional, conclamamos o país ao diálogo e à construção conjunta de alternativas para que o Brasil possa retomar o crescimento econômico com distribuição de renda.
Brasília, 08 de dezembro de 2015.
Distrito Federal
Estado do Acre
Estado das Alagoas
Estado do Amapá
Estado da Bahia
Estado do Ceará
Estado do Maranhão
Estado das Minas Gerais
Estado da Paraíba
Estado de Pernambuco
Estado do Piauí
Estado do Rio Grande do Norte
Estado do Rio de Janeiro
Estado de Roraima
Estado de Santa Catarina
Estado do Sergipe
O avanço assustador do zika vírus
Reportagem da revista Época mostra quando e como os médicos descobriram a relação do zika com a microcefalia e explica os desafios para o combate à epidemia do vírus no Brasil, que já é a maior do mundo. Confira aqui.
21/01/2017 | 19h33
Reportagem da revista Época mostra quando e como os médicos descobriram a relação do zika com a microcefalia e explica os desafios para o combate à epidemia do vírus no Brasil, que já é a maior do mundo. Confira aqui.
PMDB do RJ vira pilar da presidente contra impeachment
21/01/2017 | 19h33
O PMDB do Rio é o principal pilar da presidente Dilma Rousseff em um partido que oferece sinais dúbios sobre o processo de impeachment — como mostrou o pedido de demissão apresentado pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha.
Na manhã seguinte à decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, o prefeito Eduardo Paes e o governador Luiz Fernando Pezão se manifestaram contra a medida. Paes disse que o ato era um “escárnio”, e Pezão, que se diz amigo de Dilma, chamou a ação de “lamentável”. O governador conversou com a presidente por telefone e, mais tarde, recebeu o ex-presidente Lula.
Cunha, também do PMDB do Rio, integra o comando regional do partido, mas é voz isolada. O presidente estadual da sigla, Jorge Picciani, apoiou Aécio Neves na eleição presidencial, mas migrou para o lado do governo este ano. O líder do partido na Câmara é um de seus filhos, Leonardo Picciani, um dos principais interlocutores de Dilma na reforma ministerial. As mudanças reservaram uma vaga para a bancada do estado: Celso Pansera assumiu a pasta de Ciência e Tecnologia.
A maior bancada do PMDB na Câmara é a do Rio, com nove deputados, incluindo Cunha. Em duas votações recentes e importantes para o governo, os deputados mostraram fidelidade: a meta fiscal teve o apoio de sete parlamentares — um se absteve, e Cunha não vota por presidir a Casa. Também não houve votos contrários ao governo no projeto que facilita a repatriação de recursos. O governo conta com a influência de Pezão, de Paes e da família Picciani para que não haja surpresas no curso do impeachment.
Fonte: O Globo
Crise faz estado parcelar salários de quase metade dos servidores
O governo estadual decidiu pagar em duas parcelas o salário de quase metade dos servidores da ativa e de aposentados da administração direta, que deveriam ter seus vencimentos depositados entre esta terça e quarta-feiras. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, devido às dificuldades de caixa. Quem ganha até R$ 2 mil líquidos receberá seus vencimentos até esta quarta-feira.
Mas, no caso dos 47% dos funcionários com salários acima desse valor, serão depositados apenas R$ 2 mil. O que passar dessa quantia será pago até o próximo dia 9, segundo promessa do estado. O governo ainda não sabe se poderá liberar a segunda parcela do 13º no próximo dia 17, como previsto.
Crise sem precedentes
A medida não afeta os 90.688 pensionistas, que já receberam integralmente nas datas previstas no calendário, entre 24 e 30 de novembro, de acordo com o número de inscrição. Quanto às pensões alimentícias, elas serão pagas integralmente nesta terça-feira, no caso dos inativos, e nesta quarta-feira, no caso dos servidores da ativa, independentemente do valor.
O estado precisa dispor de cerca de R$ 2,5 bilhões para quitar as folhas de novembro e o 13º. O secretário estadual de Fazenda, Julio Bueno, reafirmou que a data da mudança da folha é uma consequência da queda na arrecadação do estado e da crise econômica:
— Vivemos uma crise sem precedentes no país, que tem a imprevisibilidade como uma das principais e mais perversas características. Prevíamos, no orçamento de 2015, receitas de R$ 38 bilhões. Com a crise, não vamos arrecadar mais do que R$ 32 bilhões. No caso dos royalties, o resultado também ficará R$ 6 bilhões abaixo do previsto. É uma tragédia.
Em meio à crise, o governo conseguiu pagar nesta segunda-feira R$ 166 milhões a empresas prestadoras de serviços. Desse valor, cerca de R$ 87 milhões deveriam ter sido liberados no último dia 17. O atraso no pagamento afetou, por exemplo, a limpeza da Uerj, levando à suspensão das aulas, e a do Hospital Pedro Ernesto, provocando o cancelamento das cirurgias eletivas (não emergenciais). Os outros R$ 79 milhões pagos às empresas teriam que ser quitados nesta segunda-feira mesmo.
Com os repasses, segundo o presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação do Município do Rio, Antônio Carlos da Silva, funcionários da Construir, responsável pela limpeza e pela coleta de lixo na Uerj, no Pedro Ernesto e na Policlínica Piquet Carneiro, já receberam os salários atrasados, referentes a outubro. Nem todos os empregados de firmas terceirizadas, no entanto, foram pagos.
— O clima entre outros funcionários que prestam serviços de limpeza ao estado continua tenso. No Hospital Rocha Faria, por exemplo, alguns já disseram que não vão trabalhar amanhã (terça-feira). Vamos conversar com eles — disse Antônio.
Os funcionários que ameaçam parar são da organização social Pró-Saúde, que administra a maternidade do Rocha Faria. Em nota, a entidade confirmou o repasse dos atrasados e informou que pagará a primeira parcela do 13º salário quando o valor estiver disponível em conta.
De acordo com o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Rio, a dívida do governo estadual com 23 prestadoras de serviços de limpeza ultrapassa R$ 100 milhões.
Fonte: O Globo
21/01/2017 | 19h33
O governo estadual decidiu pagar em duas parcelas o salário de quase metade dos servidores da ativa e de aposentados da administração direta, que deveriam ter seus vencimentos depositados entre esta terça e quarta-feiras. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, devido às dificuldades de caixa. Quem ganha até R$ 2 mil líquidos receberá seus vencimentos até esta quarta-feira.
Mas, no caso dos 47% dos funcionários com salários acima desse valor, serão depositados apenas R$ 2 mil. O que passar dessa quantia será pago até o próximo dia 9, segundo promessa do estado. O governo ainda não sabe se poderá liberar a segunda parcela do 13º no próximo dia 17, como previsto.
Crise sem precedentes
A medida não afeta os 90.688 pensionistas, que já receberam integralmente nas datas previstas no calendário, entre 24 e 30 de novembro, de acordo com o número de inscrição. Quanto às pensões alimentícias, elas serão pagas integralmente nesta terça-feira, no caso dos inativos, e nesta quarta-feira, no caso dos servidores da ativa, independentemente do valor.
O estado precisa dispor de cerca de R$ 2,5 bilhões para quitar as folhas de novembro e o 13º. O secretário estadual de Fazenda, Julio Bueno, reafirmou que a data da mudança da folha é uma consequência da queda na arrecadação do estado e da crise econômica:
— Vivemos uma crise sem precedentes no país, que tem a imprevisibilidade como uma das principais e mais perversas características. Prevíamos, no orçamento de 2015, receitas de R$ 38 bilhões. Com a crise, não vamos arrecadar mais do que R$ 32 bilhões. No caso dos royalties, o resultado também ficará R$ 6 bilhões abaixo do previsto. É uma tragédia.
Em meio à crise, o governo conseguiu pagar nesta segunda-feira R$ 166 milhões a empresas prestadoras de serviços. Desse valor, cerca de R$ 87 milhões deveriam ter sido liberados no último dia 17. O atraso no pagamento afetou, por exemplo, a limpeza da Uerj, levando à suspensão das aulas, e a do Hospital Pedro Ernesto, provocando o cancelamento das cirurgias eletivas (não emergenciais). Os outros R$ 79 milhões pagos às empresas teriam que ser quitados nesta segunda-feira mesmo.
Com os repasses, segundo o presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação do Município do Rio, Antônio Carlos da Silva, funcionários da Construir, responsável pela limpeza e pela coleta de lixo na Uerj, no Pedro Ernesto e na Policlínica Piquet Carneiro, já receberam os salários atrasados, referentes a outubro. Nem todos os empregados de firmas terceirizadas, no entanto, foram pagos.
— O clima entre outros funcionários que prestam serviços de limpeza ao estado continua tenso. No Hospital Rocha Faria, por exemplo, alguns já disseram que não vão trabalhar amanhã (terça-feira). Vamos conversar com eles — disse Antônio.
Os funcionários que ameaçam parar são da organização social Pró-Saúde, que administra a maternidade do Rocha Faria. Em nota, a entidade confirmou o repasse dos atrasados e informou que pagará a primeira parcela do 13º salário quando o valor estiver disponível em conta.
De acordo com o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Rio, a dívida do governo estadual com 23 prestadoras de serviços de limpeza ultrapassa R$ 100 milhões.
Fonte: O Globo
Secretaria de Saúde investiga caso de microcefalia no Rio
21/01/2017 | 19h33
O subsecretário de Vigilância em Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, confirmou nesta sexta-feira que há um caso de microcefalia sendo investigado no Rio. Segundo Chieppe, o bebê nasceu no Estado e passa por avaliações tanto da secretaria estadual de Saúde quanto da municipal para identificar se a doença teria sido causada pelo Zika vírus.
— Temos nove casos de microcefalia no Estado e este número ainda está dentro da média histórica do Rio. É possível que esteja relacionado ao Zika, mas ainda é precoce afirmar. Estamos investigando — falou Chieppe, que garantiu que não houve ainda casos de microcefalia relacionados ao Zika até o momento no Rio de Janeiro.
— Nossa situação é diferente do Nordeste que vive uma epidemia.
Ontem, o governo do Estado de São Paulo também havia confirmado dois casos de microcefalia na capital paulista, que foram supostamente causados pelo Zika vírus. Embora ainda não esteja comprovada a relação da doença com o vírus, o governo federal avaliou ser necessário investir nos micro trabalhos de prevenção para evitar que os casos, hoje concentrados no Nordeste, se alastrem por todo o país. A partir disso, Planalto decidiu que irá convocar o Exército para atuar no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor do Zika vírus.
As ações devem começar a ser definidas a partir da próxima segunda-feira, quando um grupo de trabalho do ministério da Saúde e da Defesa Civil irá até Pernambuco, unidade da federação com o maior número de registros de microcefalia, avaliar a situação do local com prefeitos de todos os municípios.
Até o momento, o ministério da Saúde já confirmou 739 casos suspeitos de microcefalia no país. Eles foram identificados em 160 municípios de nove estados do Brasil. O estado de Pernambuco apresenta o maior número de casos, com 487 ocorrências. Em seguida, estão os estados da Paraíba (96), Sergipe (54), Rio Grande do Norte (47), Piauí (27), Alagoas (10), Ceará (9), Bahia (8) e Goiás (01).
Fonte: O Globo
Sobre o autor
Júlia Maria de Assis
[email protected]
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