Valeu, Lula!
21/01/2017 | 19h15
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=tISrU3YcanY&feature=player_embedded[/youtube]
Achei o vídeo no blog do Herval Junior. Nem precisa dizer mais nada, só agradecer:
Valeu, Lula!
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Feliz 2011
21/01/2017 | 19h15
Pra todo mundo muita paz, saúde, prosperidade, amor, conhecimento, esperança, alegria, amizade, justiça, dignidade, respeito, tolerância, cultura, liberdade... Resumindo: um ano novo feliz!
Sonhar não custa nada
21/01/2017 | 19h15
Se eu desaparecer no dia seguinte ao sorteio da mega-sena da virada não precisam se preocupar, caros amigos. Podem apostar que estarei a caminho do paraíso. Cujo endereço é, precisamente, uma ilha fantástica no extremo norte da Europa.
Conhecê-la é um dos meus maiores sonhos de consumo. Confiram só e vejam se a Islândia não é um lugar e tanto para torrar alguns milhões durante as férias.
Prometo postar notícias de lá, ok?
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=yopTgGZSEgc&feature=related[/youtube]
Som alto não é só desrespeito. É contravenção e crime
Meu fim de semana prolongado de Natal tinha tudo para ser agradável do começo ao fim. Família reunida, encontro com amigos queridos e o merecido descanso a que todos nós temos direito. Direito? Tem gente que não tem a menor noção do que signifique essa palavra. E foi exatamente por culpa de pessoas assim que meu domingo terminou na delegacia de polícia, registrando um boletim de ocorrência, depois de horas e horas sendo obrigada a suportar um som absurdamente alto vindo de um carro estacionado na porta da minha casa.
Antes de tomar tal decisão tentei apelar para o bom senso do perturbador do sossego alheio. Aliás, é por isso que existem leis. Se todas as pessoas tivessem bom senso, não precisaríamos delas. Pedi, expliquei, ponderei, mas como normalmente esse tipo de situação ocorre quando há excesso de ingestão de álcool na história — e a falta de noção só aumenta nesses casos — tive que usar da prerrogativa que tenho como cidadã e acionar a polícia para ter meu direito respeitado.
Já suportei incontáveis fins de semana de verdadeira tortura sonora. Fui obrigada a mudar hábitos por isso. Não pude mais levar trabalho para casa, cansei de alugar filmes e devolver à locadora sem assistir, sem condições também de ouvir meu próprio som (baixo, sem incomodar vizinhos, como deve ser), ler, tirar um cochilo ou simplesmente curtir o silêncio, o sossego. Informo que cansei e não vou mais tolerar abuso.
Claro que, quando vivemos em comunidade, é normal que haja ruídos. É razoável que tenhamos compreensão com uma festinha de aniversário, comemorações casuais. Mas a farra do som alto é diferente. É um hábito egoísta e mal educado que, por sinal, tende a crescer consideravelmente com a chegada do verão.
Relato aqui um drama pessoal porque sei que é o drama de muitos. E acho que é hora de todos se conscientizarem: os engraçadinhos sem respeito, que existe lei para isso; as vítimas dos engraçadinhos, que têm todo o direito de exigir que se cumpra a lei.
Bom, então o que diz a lei? Artigo 42 da Lei de Contravenções Penais, no capítulo referente à paz pública: perturbar alguém, o trabalho ou o sossego alheio, com gritaria ou algazarra, abusando de instrumentos sonoros, não pode (o dia todo e não somente após 22h, como muitos pensam) com pena de detenção de 15 dias a três meses ou multa.
Mas não é só isso. A necessidade de se combater a poluição sonora permite que seja aplicado também o artigo 54 da Lei de Crimes Ambientais, que criminaliza o ato de “causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana”. Neste caso a pena é de reclusão de um a quatro anos mais multa. Se for culposo, de seis meses a um ano.
Portanto, senhores perturbadores da paz alheia, tratem de substituir o ditado “os incomodados que se mudem”, que vocês gostam tanto de usar, por outro muito mais civilizado: “nosso direito termina quando começa o do outro”. Enquanto vocês não aprenderem o verdadeiro significado de cidadania, o jeito é resolver na Justiça.
Desculpem o desabafo.
21/01/2017 | 19h15
Meu fim de semana prolongado de Natal tinha tudo para ser agradável do começo ao fim. Família reunida, encontro com amigos queridos e o merecido descanso a que todos nós temos direito. Direito? Tem gente que não tem a menor noção do que signifique essa palavra. E foi exatamente por culpa de pessoas assim que meu domingo terminou na delegacia de polícia, registrando um boletim de ocorrência, depois de horas e horas sendo obrigada a suportar um som absurdamente alto vindo de um carro estacionado na porta da minha casa.
Antes de tomar tal decisão tentei apelar para o bom senso do perturbador do sossego alheio. Aliás, é por isso que existem leis. Se todas as pessoas tivessem bom senso, não precisaríamos delas. Pedi, expliquei, ponderei, mas como normalmente esse tipo de situação ocorre quando há excesso de ingestão de álcool na história — e a falta de noção só aumenta nesses casos — tive que usar da prerrogativa que tenho como cidadã e acionar a polícia para ter meu direito respeitado.
Já suportei incontáveis fins de semana de verdadeira tortura sonora. Fui obrigada a mudar hábitos por isso. Não pude mais levar trabalho para casa, cansei de alugar filmes e devolver à locadora sem assistir, sem condições também de ouvir meu próprio som (baixo, sem incomodar vizinhos, como deve ser), ler, tirar um cochilo ou simplesmente curtir o silêncio, o sossego. Informo que cansei e não vou mais tolerar abuso.
Claro que, quando vivemos em comunidade, é normal que haja ruídos. É razoável que tenhamos compreensão com uma festinha de aniversário, comemorações casuais. Mas a farra do som alto é diferente. É um hábito egoísta e mal educado que, por sinal, tende a crescer consideravelmente com a chegada do verão.
Relato aqui um drama pessoal porque sei que é o drama de muitos. E acho que é hora de todos se conscientizarem: os engraçadinhos sem respeito, que existe lei para isso; as vítimas dos engraçadinhos, que têm todo o direito de exigir que se cumpra a lei.
Bom, então o que diz a lei? Artigo 42 da Lei de Contravenções Penais, no capítulo referente à paz pública: perturbar alguém, o trabalho ou o sossego alheio, com gritaria ou algazarra, abusando de instrumentos sonoros, não pode (o dia todo e não somente após 22h, como muitos pensam) com pena de detenção de 15 dias a três meses ou multa.
Mas não é só isso. A necessidade de se combater a poluição sonora permite que seja aplicado também o artigo 54 da Lei de Crimes Ambientais, que criminaliza o ato de “causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana”. Neste caso a pena é de reclusão de um a quatro anos mais multa. Se for culposo, de seis meses a um ano.
Portanto, senhores perturbadores da paz alheia, tratem de substituir o ditado “os incomodados que se mudem”, que vocês gostam tanto de usar, por outro muito mais civilizado: “nosso direito termina quando começa o do outro”. Enquanto vocês não aprenderem o verdadeiro significado de cidadania, o jeito é resolver na Justiça.
Desculpem o desabafo.
Então é Natal
21/01/2017 | 19h15
Não sou exatamente uma fã de Natal. Para ser sincera, me aborreço com a febre consumista, não gosto da combinação de verde e vermelho, pisca-pisca me deixa tonta, acho muito bregas as músicas natalinas de Simone, às vezes sinto cheiro de hipocrisia e não tenho motivação religiosa, digamos assim, para justificar a importância da data.
Mas como todo esse clima acaba contaminando mesmo e o discurso de paz é sempre bem vindo, me rendo ao apelo do Papai Noel.
Já que não vou fugir da festa — porque a da minha família é de arromba e eu curto um bocado — e pra que minha estagiária Gislanne não me chame de rusguenta, então aí vai:
Feliz Natal para todo mundo!
Empresa de Eike Batista construirá porto no Chile
O empresário Eike Batista construirá um porto no Chile que demandará investimento de 300 milhões de dólares, após conseguir na quarta-feira a aprovação do regulador ambiental, trâmite que estava pendente.
O porto ficará no interior da Hacienda Castilla, norte do país e na mesma região onde o homem mais rico do Brasil tenta conseguir aprovação ambiental para desenvolver um complexo termelétrico milionário que é rejeitado por comunidades locais.
O terminal Castilla considera um período de construção de 24 meses e será operado pela OMX Operações Marítimas, filial do grupo EBX, de Eike Batista. "O projeto consiste na construção e operação de um porto multipropósito privado de uso público com três locais de atraque", disse a OMX em comunicado.
Pelo novo terminal se poderá embarcar e desembarcar carga geral, granéis sólidos
e combustíveis.
(Por Antonio de la Jara - Reuters)
Fonte: O Globo Online
21/01/2017 | 19h15
O empresário Eike Batista construirá um porto no Chile que demandará investimento de 300 milhões de dólares, após conseguir na quarta-feira a aprovação do regulador ambiental, trâmite que estava pendente.
O porto ficará no interior da Hacienda Castilla, norte do país e na mesma região onde o homem mais rico do Brasil tenta conseguir aprovação ambiental para desenvolver um complexo termelétrico milionário que é rejeitado por comunidades locais.
O terminal Castilla considera um período de construção de 24 meses e será operado pela OMX Operações Marítimas, filial do grupo EBX, de Eike Batista. "O projeto consiste na construção e operação de um porto multipropósito privado de uso público com três locais de atraque", disse a OMX em comunicado.
Pelo novo terminal se poderá embarcar e desembarcar carga geral, granéis sólidos
e combustíveis.
(Por Antonio de la Jara - Reuters)
Fonte: O Globo Online
Inaugurou, mas falta entregar
21/01/2017 | 19h15
Alguém poderia responder quando, finalmente, vai ser inaugurada a Rodoviária Roberto Silveira? Não estou falando da cerimônia não, que essa eu sei que já teve. A questão é quando de fato a rodoviária vai estar à disposição dos usuários. Porque até agora, tirando meia dúzia de quiosques que já reabriram as portas, o que existe é um elefante branco. Faltam bancos e os ônibus continuam saindo daquele espaço improvisado na Praça da República. Inaugurou pra que, então?
Coisa de doido
21/01/2017 | 19h15
Quem acompanha de perto os embates políticos de São João da Barra sabe que é comum os ânimos se acirrarem mais que o razoável. Mas desta vez a coisa extrapolou. Não é mais uma questão de exercer a democracia, a liberdade de expressão. O que enxergo em algumas pessoas é ódio. E dos dois lados.
Sou obrigada a concordar com uma opinião dentre tantas que andei lendo na rede, que agora não lembro de quem nem onde foi postada: pode ter sido até louvável a decisão dos vereadores de inserir no orçamento a construção de um hospital, mas eles talvez tenham errado na definição do que seja prioridade. A continuar assim o clima, melhor construir um hospício.
Até onde vai isso? É o único questionamento que resta.
Qual é o valor do verão sanjoanense?
21/01/2017 | 19h15
Radicalismos e motivações políticas à parte, o fato é que todo este imbróglio envolvendo o G-5, a Prefeitura e a tão cantada programação de verão pode provocar algumas importantes reflexões acerca do tamanho da participação do dinheiro público no calendário de eventos — e do próprio tamanho do calendário.
Em uma cidade como São João da Barra, onde a política partidária costuma mobilizar muito mais que a política pública, não é de se estranhar que a discussão fique restrita à diferença entre os valores pedidos e os autorizados, se estão na cota da suplementação ou do orçamento do ano seguinte, se a pressão é de A ou B. Tudo isso regado a muito barulho, palavras de ordem e todo o alvoroço típico dos grandes embates políticos da cidade.
Mas a situação precisa ser vista com um pouco mais de complexidade. Não é de hoje que acontece esse processo com o verão sanjoanense. A grande atração não está mais nas praias, na tranqüilidade, na foz do Paraíba, nos prédios históricos, na hospitalidade dos moradores. Os shows não são mais o complemento desse cenário, são o próprio verão.
É a temporada dos eventos e todos integralmente bancados pelos cofres da mãe Prefeitura. O que deveria ser contrapartida para trazer uma ou outra atração — investimento válido e mesmo necessário — se tornou um compromisso de patrocinar cada vez mais opções de entretenimento. Tantas e em tal dimensão que chegamos à lamentável situação como a de agora: impasse na liberação das verbas, contas e mais contas e o verão simplesmente não acontece. Como se nos tivessem tirado a praia, o sol e o vento nordeste.
Houve uma época em que essas eram as principais atrações da temporada. Não tinha trio elétrico, banda de graça nem abadá. E muitos acham que assim era até melhor. Mas tudo bem que as coisas modificam com o tempo e as gerações não se divertem da mesma forma. Portanto, nada contra os shows, mas contra o excesso deles e o nenhum esforço — neste e em governos anteriores, que fique claro — de atrair a iniciativa privada para assumir pelo menos parte desta conta, algo perfeitamente viável porque somos uma boa vitrine.
Assim, o dinheiro público poderia ser destinado de fato para as políticas públicas. Enquanto isso não acontece, o financiamento do lazer em São João da Barra continua este monstro estatal que não para de crescer.
É claro que uma ruptura assim, de forma brusca, gera problemas. Não há dúvidas que reduz oportunidades de geração de renda e causa prejuízos pela interrupção de projetos sem aviso prévio, sem que haja planejamento.
A arrecadação do município cresceu de forma impressionante e as cifras que bancam os dois meses de festa são igualmente extraordinárias. A indústria do verão vem sendo calçada ao longo dos últimos anos totalmente vinculada aos recursos públicos e esse não é um processo que se reverte de uma hora para outra. Mas talvez seja o momento certo de vislumbrar um novo formato, pelo menos de começar a pensar no assunto.
O mais é briga política, tema que anda um bocado chato. Às vezes soa como dois grupos que se digladiam de olho em 2012, feito dois carecas brigando por um pente. E desta vez, ao que parece, entre mortos e feridos ninguém se salvou. Mas só para provocar uma última reflexão: bom seria se houvesse o mesmo engajamento caso o protesto fosse para reivindicar mais investimentos na saúde, na educação, no saneamento básico. Este, sim, seria um exemplo de cidadania bonito de ver.
Carreira de risco
21/01/2017 | 19h15
A coisa está feia mesmo. Agora foi Riverton, em Macaé. Já foi tempo em que ser nomeado para cargo comissionado de Prefeitura era garantia de estabilidade por, pelo menos, quatro anos. Ultimamente tem sido o emprego mais instável do mercado. Acho que só perde para técnico de time de futebol.
Sobre o autor
Júlia Maria de Assis
[email protected]
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