Vai ter desfile em SJB
21/01/2017 | 19h16
A chuva deu uma trégua e Chinês e Congos desfilam hoje.
Compartilhe
Hoje tem bloco do Vascão!
O movimento pode não estar lá essas coisas, porque a chuva anda insistente, mas o carnaval de São João da Barra continua um charme. A turma se diverte de qualquer jeito e pelo menos até agora não rolou nenhum toró. Só aquela chuvinha fina que atrapalha, mas não chega a parar a festa.
Neste momento já está chovendo de novo, mas tomara que o tempo melhore logo mais. Tem desfile das escolas de samba e é uma pena ver a água destruir o trabalho de tantos meses.
Que tudo dê certo e Congos e Chinês possam fazer bonito mais uma vez na avenida. Não vejo a hora de estar na arquibancada cantando juntinho com a galera o samba do meu Congos do coração. Mas soube agora cedo que, como a previsão é de chuva, talvez só aconteçam os desfiles na terça-feira. Ainda não há confirmação.
E hoje também é dia de bloco do Vascão na avenida. Vai ser bom demais!
A rua está beleza, mas como quero reviver o clima dos bons tempos dos bailes de salão amanhã meu destino é o Grussaí Praia Clube. Estive lá ontem à tarde e vi o pessoal finalizando a decoração. Está muito bonito!
Bom carnaval, pessoal!
21/01/2017 | 19h16
O movimento pode não estar lá essas coisas, porque a chuva anda insistente, mas o carnaval de São João da Barra continua um charme. A turma se diverte de qualquer jeito e pelo menos até agora não rolou nenhum toró. Só aquela chuvinha fina que atrapalha, mas não chega a parar a festa.
Neste momento já está chovendo de novo, mas tomara que o tempo melhore logo mais. Tem desfile das escolas de samba e é uma pena ver a água destruir o trabalho de tantos meses.
Que tudo dê certo e Congos e Chinês possam fazer bonito mais uma vez na avenida. Não vejo a hora de estar na arquibancada cantando juntinho com a galera o samba do meu Congos do coração. Mas soube agora cedo que, como a previsão é de chuva, talvez só aconteçam os desfiles na terça-feira. Ainda não há confirmação.
E hoje também é dia de bloco do Vascão na avenida. Vai ser bom demais!
A rua está beleza, mas como quero reviver o clima dos bons tempos dos bailes de salão amanhã meu destino é o Grussaí Praia Clube. Estive lá ontem à tarde e vi o pessoal finalizando a decoração. Está muito bonito!
Bom carnaval, pessoal!
Piadinha
21/01/2017 | 19h16
A turma não perde a oportunidade. Olhem só o papo que rolou hoje cedo no café do Boller:
— Rapaz, pelo jeito o carnaval vai ser com chuva.
— Pois é, uma sacanagem. Esses vereadores do G-5 estão pintando com São João da Barra. Não é que agora cortaram o sol do orçamento?
Salve!
21/01/2017 | 19h16
Eu sei que o clima é de carnaval e os sons que embalam a folia são outros, mas hoje é meu dia e o brinde vem no ritmo afinado dos acordes de quatro grandes feras do blues: BB King, Buddy Guy, Eric Clapton e Jimmie Vaughan.
À boa música!
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=F4OXrmxDp44&feature=related[/youtube]
A difícil missão de liderar a minoria
O vereador Aluizio Siqueira (PTB), que exerce seu primeiro mandato, cumpre uma missão espinhosa: defender o governo em uma arena onde tem desvantagem numérica e encaminhar votações que quase nunca passam na Câmara. São João da Barra é um dos poucos municípios da região em que o governo não conta com o apoio da maioria dos vereadores. São cinco a quatro. E o papel de Aluizio como líder do governo, na tribuna onde os debates costumam ser intensos, é marcar posição.
Legislador com perfil de executivo, ele é chamado por muita gente, como crítica ou elogio, de fiscal. Acompanha obras de perto, conversa com as pessoas o tempo todo, descobre demandas e tenta resolvê-las. Talvez por isso seu nome já tenha sido citado entre os prováveis candidatos à sucessão da prefeita Carla Machado (PMDB). Ele próprio prefere contemporizar e não admite nem descarta a possibilidade, mas não esconde o desejo de um dia governar o município. Não necessariamente a partir de 2013.
A Câmara engessou a Prefeitura?
Inviabilizou muitas coisas que estavam em andamento, retirando recursos do orçamento que vão provocar a paralisação de serviços importantes, como a melhoria de estradas. O que começou pode não continuar. Com as emendas, foram tirados R$ 10 milhões da secretaria de Obras. Isso afeta a iluminação pública, operações tapa-buracos e muitas outras coisas.
O senhor disse, na sessão que derrubou os vetos, que havia erros técnicos nas emendas e que a Prefeitura iria tentar derrubá-las na Justiça. Isso é fato?
Pelo que sei vai entrar na Justiça sim, se é que já não entrou, para ver se reverte as emendas, a maioria delas, por ferir a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Além disso, há fraudes legislativas em algumas emendas, tanto aditivas quanto modificativas, porque o que foi enviado à Prefeitura tem o texto diferente do aprovado no plenário.
Mas e quanto ao verão? O G-5 disse que aprovou quase R$ 2 milhões de suplementação em 2010 para a secretaria de Turismo, mais R$ 4,5 milhões no orçamento deste ano? O valor não tornaria a programação viável?
Eu acho inviável. No ano passado a Câmara aprovou para o Turismo R$ 9,3 milhões. No primeiro pedido de suplementação, no final do ano, havia R$ 47 mil em caixa.
A oposição diz que há outras prioridades.
Mas é certo tirar recursos de um município turístico? Dentro de um orçamento de mais de R$ 384 milhões foi pedido o valor de R$ 9,5 milhões, apenas R$ 200 mil a mais que no ano passado. Todos estão vendo que há uma coerência no que é proposto no orçamento.
A oposição diz que é só pedir mais que suplementa, se comprovar a necessidade. Por que o governo não aceita desta forma?
Porque não deram as suplementações pedidas. A gente fica com as barbas de molho. Eu ouvi de Alexandre (Rosa, ex-presidente da Câmara) que era só mandar o pedido da festa da Penha, fazer a festa e mandar o pedido do circuito junino que liberava, fazer o circuito e por aí vai. Querem fazer o papel do executivo? Falam tanto em cassar a prefeita, mas não dão nem a oportunidade de ela errar. Você não pode dar alface ao cabrito e cercar a horta, que ele não vai comer. Querem fiscalizar, mas como fiscalizar o que não pode ser feito?
O G-5 aprovou que a Prefeitura só pode remanejar 5% do orçamento sem ter que pedir à Câmara. Isso é engessar o governo?
Esse percentual já foi de 50%, no ano passado reduziram para 25% e agora 5%. Se a intenção for engessar é uma maneira errada de fazer política, porque quem sofre é o povo. No orçamento o valor para a limpeza pública caiu de R$ 15 milhões para R$ 8,5 milhões. O município está diminuindo? Não é isso que estamos vendo. Muito pelo contrário. E é um recurso para limpeza urbana e rural. Nós temos coleta no quinto distrito, o que não havia. Teremos agora um convênio com outros municípios da região para levar o lixo que não pode ser aproveitado até Quissamã. É um projeto com parceria da LLX. Tudo isso gera despesa. Agora, mexem no orçamento, limitam a flexibilidade para 5%. Por outro lado, eles aprovaram que a Câmara pode abrir créditos adicionais suplementares através de decreto legislativo.
O senhor, como líder do governo, faz a sustentação do posicionamento da bancada, encaminha o voto e invariavelmente perde. Não é uma missão frustrante?
Realmente isso incomoda. A gente fica falando e parece estar batendo no nada. Mas é o papel. Sabe aquela história? Posso não concordar com o que você diz, mas vou lutar pelo seu direito de dizê-lo. Se eu aceitei essa missão foi por nada além de acreditar no governo que represento.
O senhor acha que o G-5 se dissolve? O senhor espera que aconteça?
Eu não vi, até agora, nenhuma vontade de dissolver o grupo. Mas eu espero, peço que reflitam. O município tem que avançar. Isso não atrasa o governo, atrasa o município.
É comum ouvir de aliados do governo, depois do episódio do verão, que o G-5 está morto politicamente. Essa é também sua opinião?
Acho que eles têm o papel deles. Não vou dizer que estão mortos. Digo que eles passam por um momento de desentendimento com o povo. Mas no final é o povo que julga.
A oposição não tem ainda um nome fechado para a sucessão municipal. Só na Câmara são dois postulantes, Alexandre e Gersinho. O senhor arriscaria um palpite?
Espero que surjam ainda mais nomes. Quanto mais nomes, melhor. Assim o povo terá mais condições de escolher. Muita gente critica, mas não coloca o nome para o público. Tem que participar do processo.
Se a oposição não tem um nome, o governo também não fechou questão. A prefeita já declarou sua preferência por Neco, mas há vários outros nomes cogitados, inclusive o seu. Como isso tem sido costurado no grupo governista?
A prefeita disse, como você falou, que particularmente gostaria que fosse Neco. Mas deixou em aberto, não é uma imposição. O nome vai surgir dentro do grupo e o povo e o grupo têm que aceitar.
O nome de Neco tem sido aceito pelo povo e pelo grupo?
Na minha opinião sim. Mas como eu disse está em aberto.
O senhor tem demonstrado ser um vereador com perfil executivo. Está em campanha para prefeito?
Estou trabalhando. Quando me propus a ser vereador, disse que viria para servir e vim. Eu não vou aparecer de quatro em quatro anos. Vão ter que me engolir, mas de omissão não vão me acusar. Um vereador tem que ter atitude pública, tem que estar em todos os lugares, participar.
Mas não sonha em ser prefeito?
Acho que é o sonho de qualquer político que ama o que faz. Para mim tem sido muito prazeroso estar ajudando a escrever a história local.
21/01/2017 | 19h16
O vereador Aluizio Siqueira (PTB), que exerce seu primeiro mandato, cumpre uma missão espinhosa: defender o governo em uma arena onde tem desvantagem numérica e encaminhar votações que quase nunca passam na Câmara. São João da Barra é um dos poucos municípios da região em que o governo não conta com o apoio da maioria dos vereadores. São cinco a quatro. E o papel de Aluizio como líder do governo, na tribuna onde os debates costumam ser intensos, é marcar posição.
Legislador com perfil de executivo, ele é chamado por muita gente, como crítica ou elogio, de fiscal. Acompanha obras de perto, conversa com as pessoas o tempo todo, descobre demandas e tenta resolvê-las. Talvez por isso seu nome já tenha sido citado entre os prováveis candidatos à sucessão da prefeita Carla Machado (PMDB). Ele próprio prefere contemporizar e não admite nem descarta a possibilidade, mas não esconde o desejo de um dia governar o município. Não necessariamente a partir de 2013.
A Câmara engessou a Prefeitura?
Inviabilizou muitas coisas que estavam em andamento, retirando recursos do orçamento que vão provocar a paralisação de serviços importantes, como a melhoria de estradas. O que começou pode não continuar. Com as emendas, foram tirados R$ 10 milhões da secretaria de Obras. Isso afeta a iluminação pública, operações tapa-buracos e muitas outras coisas.
O senhor disse, na sessão que derrubou os vetos, que havia erros técnicos nas emendas e que a Prefeitura iria tentar derrubá-las na Justiça. Isso é fato?
Pelo que sei vai entrar na Justiça sim, se é que já não entrou, para ver se reverte as emendas, a maioria delas, por ferir a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Além disso, há fraudes legislativas em algumas emendas, tanto aditivas quanto modificativas, porque o que foi enviado à Prefeitura tem o texto diferente do aprovado no plenário.
Mas e quanto ao verão? O G-5 disse que aprovou quase R$ 2 milhões de suplementação em 2010 para a secretaria de Turismo, mais R$ 4,5 milhões no orçamento deste ano? O valor não tornaria a programação viável?
Eu acho inviável. No ano passado a Câmara aprovou para o Turismo R$ 9,3 milhões. No primeiro pedido de suplementação, no final do ano, havia R$ 47 mil em caixa.
A oposição diz que há outras prioridades.
Mas é certo tirar recursos de um município turístico? Dentro de um orçamento de mais de R$ 384 milhões foi pedido o valor de R$ 9,5 milhões, apenas R$ 200 mil a mais que no ano passado. Todos estão vendo que há uma coerência no que é proposto no orçamento.
A oposição diz que é só pedir mais que suplementa, se comprovar a necessidade. Por que o governo não aceita desta forma?
Porque não deram as suplementações pedidas. A gente fica com as barbas de molho. Eu ouvi de Alexandre (Rosa, ex-presidente da Câmara) que era só mandar o pedido da festa da Penha, fazer a festa e mandar o pedido do circuito junino que liberava, fazer o circuito e por aí vai. Querem fazer o papel do executivo? Falam tanto em cassar a prefeita, mas não dão nem a oportunidade de ela errar. Você não pode dar alface ao cabrito e cercar a horta, que ele não vai comer. Querem fiscalizar, mas como fiscalizar o que não pode ser feito?
O G-5 aprovou que a Prefeitura só pode remanejar 5% do orçamento sem ter que pedir à Câmara. Isso é engessar o governo?
Esse percentual já foi de 50%, no ano passado reduziram para 25% e agora 5%. Se a intenção for engessar é uma maneira errada de fazer política, porque quem sofre é o povo. No orçamento o valor para a limpeza pública caiu de R$ 15 milhões para R$ 8,5 milhões. O município está diminuindo? Não é isso que estamos vendo. Muito pelo contrário. E é um recurso para limpeza urbana e rural. Nós temos coleta no quinto distrito, o que não havia. Teremos agora um convênio com outros municípios da região para levar o lixo que não pode ser aproveitado até Quissamã. É um projeto com parceria da LLX. Tudo isso gera despesa. Agora, mexem no orçamento, limitam a flexibilidade para 5%. Por outro lado, eles aprovaram que a Câmara pode abrir créditos adicionais suplementares através de decreto legislativo.
O senhor, como líder do governo, faz a sustentação do posicionamento da bancada, encaminha o voto e invariavelmente perde. Não é uma missão frustrante?
Realmente isso incomoda. A gente fica falando e parece estar batendo no nada. Mas é o papel. Sabe aquela história? Posso não concordar com o que você diz, mas vou lutar pelo seu direito de dizê-lo. Se eu aceitei essa missão foi por nada além de acreditar no governo que represento.
O senhor acha que o G-5 se dissolve? O senhor espera que aconteça?
Eu não vi, até agora, nenhuma vontade de dissolver o grupo. Mas eu espero, peço que reflitam. O município tem que avançar. Isso não atrasa o governo, atrasa o município.
É comum ouvir de aliados do governo, depois do episódio do verão, que o G-5 está morto politicamente. Essa é também sua opinião?
Acho que eles têm o papel deles. Não vou dizer que estão mortos. Digo que eles passam por um momento de desentendimento com o povo. Mas no final é o povo que julga.
A oposição não tem ainda um nome fechado para a sucessão municipal. Só na Câmara são dois postulantes, Alexandre e Gersinho. O senhor arriscaria um palpite?
Espero que surjam ainda mais nomes. Quanto mais nomes, melhor. Assim o povo terá mais condições de escolher. Muita gente critica, mas não coloca o nome para o público. Tem que participar do processo.
Se a oposição não tem um nome, o governo também não fechou questão. A prefeita já declarou sua preferência por Neco, mas há vários outros nomes cogitados, inclusive o seu. Como isso tem sido costurado no grupo governista?
A prefeita disse, como você falou, que particularmente gostaria que fosse Neco. Mas deixou em aberto, não é uma imposição. O nome vai surgir dentro do grupo e o povo e o grupo têm que aceitar.
O nome de Neco tem sido aceito pelo povo e pelo grupo?
Na minha opinião sim. Mas como eu disse está em aberto.
O senhor tem demonstrado ser um vereador com perfil executivo. Está em campanha para prefeito?
Estou trabalhando. Quando me propus a ser vereador, disse que viria para servir e vim. Eu não vou aparecer de quatro em quatro anos. Vão ter que me engolir, mas de omissão não vão me acusar. Um vereador tem que ter atitude pública, tem que estar em todos os lugares, participar.
Mas não sonha em ser prefeito?
Acho que é o sonho de qualquer político que ama o que faz. Para mim tem sido muito prazeroso estar ajudando a escrever a história local.
Gersinho: "G-5 só se desfaz se um de nós morrer"
A despeito de toda a polêmica envolvendo legislativo e executivo, com suplementações não aprovadas, orçamento emendado e a decisão do governo de patrocinar apenas uma modesta programação de verão, o novo presidente da Câmara de São João da Barra, vereador Gerson Crispim, diz que o relacionamento entre os dois poderes este ano vai ser bom. Ele nega que o G-5 faça uma oposição radical e defende que a postura dos vereadores tem feito o município economizar dinheiro.
Gersinho já foi governo (migrou para a oposição com outro vereador eleito no palanque governista, Alexandre Rosa (PPS), formando o G-5) e continua no PMDB da prefeita Carla Machado. Prefeitável, ele ainda não sabe qual será seu destino partidário e prega a união das lideranças de oposição, mas garante que em 2012 ganha de qualquer candidato que tiver o apoio do governo.
A Câmara engessou a Prefeitura?
Não. O grande problema do governo hoje é que como Dilma foi derrotada em São João da Barra a prefeita antecipou o debate da campanha de 2012. Como a saúde do município está em último lugar e a educação em penúltimo, a única maneira que ela tem de fazer política é mentir sobre o G-5. Veja só: ela não tinha como pagar o abono do funcionalismo e pagou, não tinha como pagar o 14º salário dos professores, que não é favor, é direito, é verba do Fundeb, e pagou. Também não tinha como pagar o salário de janeiro, férias, e vai pagar em fevereiro.
Mas e o verão?
O verão não fez porque não quis. Nós aprovamos R$ 1.950.000 em 2010 para começar, para iniciar a licitação dos shows nacionais, e mais R$ 4,5 milhões para 2011.
O que o senhor espera do relacionamento entre legislativo e executivo este ano?
Vai ser muito bom, maravilhoso.
Mas tendo autorização para remanejar apenas 5% do orçamento o governo não vai ter que ficar a todo momento pedindo autorização? Isso não atrapalha?
Não vejo desta forma. Em 2010 a prefeita teve o orçamento que pediu. Não adiantou. Desandou a saúde e a educação do município, que tem um orçamento milionário. A suplementação é fácil. Prova que há necessidade e a Câmara vai aprovar o que for interesse da população. O que não pode é a Comunicação ter o mesmo valor que Campos, com um orçamento de quase R$ 2 bilhões. Qualquer analfabeto sabe que isso está errado. A verba do gabinete estava exorbitante. Mas ninguém diz que nós colocamos mais R$ 6 milhões na saúde para atendimento à população.
O G-5 foi formado na composição para a mesa diretora de 2009. Mas o relacionamento com o executivo, se começou tenso, teve um período de harmonia. Depois isso acabou. O que aconteceu?
O orçamento de 2009 nós já pegamos aprovado. Aprovamos o de 2010. Nós fizemos emendas de forma conversada, mas o município não foi atendimento. O principal exemplo foram os R$ 2 milhões para os pescadores. Alexandre, como presidente, buscou o diálogo institucional. Mas Carla não soube administrar. Hoje temos mais prevenção e a experiência que adquirimos.
A Câmara fez 23 emendas ao orçamento. A prefeita Carla Machado vetou e a Câmara derrubou todos os vetos. O líder do governo, Aluizio Siqueira, disse na ocasião que há erros técnicos nas emendas e que o governo anularia tudo na justiça. Houve mesmo erro?
O líder do governo está aprendendo a mentir com a prefeita. Se fosse isso mesmo já teriam tomado as providências. Tem algum processo? Pelo menos até agora não recebemos nada.
O que muda com Gersinho presidente? Se o G-5 permanece, a população pode esperar a mesma postura da gestão de Alexandre Rosa?
A mesma coisa. O legislativo tem que ser mais duro para que o executivo melhore a administração.
O que poderia dissolver o G-5?
O G-5 só se desfaz se um de nós morrer. Os cinco têm o mandato comprometido com a população, têm a missão de fazer a população acreditar na política. Os quatro têm interesse próprio.
Mas não houve prejuízo político para o G-5?
Não é isso que as pesquisas mostram. Não é isso que ouço nas ruas. A não ser de quem esteja na teta da Prefeitura. Esses falam mal sim. Mas no geral o que ouvimos é que estamos no caminho certo. Já parou para pensar quanto o G-5 fez o governo não desperdiçar? Quando a Câmara é a favor de tudo a população só perde. Acontece o contrário quando você tem uma oposição de maioria não radical.
E vocês não formam uma oposição radical?
De jeito nenhum. Se for mandado um pedido de suplementação provando a necessidade nós vamos aprovar.
O senhor declarou, assim que foi eleito presidente da Câmara, que é prefeitável. A intenção está mantida?
Agora mais do que nunca. Porque vejo pesquisas. Sou prefeitável, mas digo que as oposições têm que se unir.
Está falando de Betinho Dauaire?
De Betinho, Alexandre, Kaká.
Mas os vereadores já estão juntos. E Betinho?
Se não tiver vai ter que ficar. Tem que ser no momento certo. Mas o nome vai depender do que as pesquisas apontarem. Sou humilde para apoiar quem tiver que apoiar, mas eu tenho certeza que no momento certo estarei em primeiro lugar nas pesquisas.
O quadro para 2012 ainda não está desenhado?
Vai ser a eleição do século em São João da Barra. O tostão vai ganhar do milhão. Carla governa para o Eike Batista.
Sendo o candidato da oposição, acha que disputará com quem apoiado pela prefeita?
Vou ganhar de qualquer um. Mas acho que é Neco. Tem quem mais? Aluizio? Aluizio não vai aceitar ser comandado por ela. Victor Aquino não vai aceitar ser comandado por ela.
21/01/2017 | 19h16
A despeito de toda a polêmica envolvendo legislativo e executivo, com suplementações não aprovadas, orçamento emendado e a decisão do governo de patrocinar apenas uma modesta programação de verão, o novo presidente da Câmara de São João da Barra, vereador Gerson Crispim, diz que o relacionamento entre os dois poderes este ano vai ser bom. Ele nega que o G-5 faça uma oposição radical e defende que a postura dos vereadores tem feito o município economizar dinheiro.
Gersinho já foi governo (migrou para a oposição com outro vereador eleito no palanque governista, Alexandre Rosa (PPS), formando o G-5) e continua no PMDB da prefeita Carla Machado. Prefeitável, ele ainda não sabe qual será seu destino partidário e prega a união das lideranças de oposição, mas garante que em 2012 ganha de qualquer candidato que tiver o apoio do governo.
A Câmara engessou a Prefeitura?
Não. O grande problema do governo hoje é que como Dilma foi derrotada em São João da Barra a prefeita antecipou o debate da campanha de 2012. Como a saúde do município está em último lugar e a educação em penúltimo, a única maneira que ela tem de fazer política é mentir sobre o G-5. Veja só: ela não tinha como pagar o abono do funcionalismo e pagou, não tinha como pagar o 14º salário dos professores, que não é favor, é direito, é verba do Fundeb, e pagou. Também não tinha como pagar o salário de janeiro, férias, e vai pagar em fevereiro.
Mas e o verão?
O verão não fez porque não quis. Nós aprovamos R$ 1.950.000 em 2010 para começar, para iniciar a licitação dos shows nacionais, e mais R$ 4,5 milhões para 2011.
O que o senhor espera do relacionamento entre legislativo e executivo este ano?
Vai ser muito bom, maravilhoso.
Mas tendo autorização para remanejar apenas 5% do orçamento o governo não vai ter que ficar a todo momento pedindo autorização? Isso não atrapalha?
Não vejo desta forma. Em 2010 a prefeita teve o orçamento que pediu. Não adiantou. Desandou a saúde e a educação do município, que tem um orçamento milionário. A suplementação é fácil. Prova que há necessidade e a Câmara vai aprovar o que for interesse da população. O que não pode é a Comunicação ter o mesmo valor que Campos, com um orçamento de quase R$ 2 bilhões. Qualquer analfabeto sabe que isso está errado. A verba do gabinete estava exorbitante. Mas ninguém diz que nós colocamos mais R$ 6 milhões na saúde para atendimento à população.
O G-5 foi formado na composição para a mesa diretora de 2009. Mas o relacionamento com o executivo, se começou tenso, teve um período de harmonia. Depois isso acabou. O que aconteceu?
O orçamento de 2009 nós já pegamos aprovado. Aprovamos o de 2010. Nós fizemos emendas de forma conversada, mas o município não foi atendimento. O principal exemplo foram os R$ 2 milhões para os pescadores. Alexandre, como presidente, buscou o diálogo institucional. Mas Carla não soube administrar. Hoje temos mais prevenção e a experiência que adquirimos.
A Câmara fez 23 emendas ao orçamento. A prefeita Carla Machado vetou e a Câmara derrubou todos os vetos. O líder do governo, Aluizio Siqueira, disse na ocasião que há erros técnicos nas emendas e que o governo anularia tudo na justiça. Houve mesmo erro?
O líder do governo está aprendendo a mentir com a prefeita. Se fosse isso mesmo já teriam tomado as providências. Tem algum processo? Pelo menos até agora não recebemos nada.
O que muda com Gersinho presidente? Se o G-5 permanece, a população pode esperar a mesma postura da gestão de Alexandre Rosa?
A mesma coisa. O legislativo tem que ser mais duro para que o executivo melhore a administração.
O que poderia dissolver o G-5?
O G-5 só se desfaz se um de nós morrer. Os cinco têm o mandato comprometido com a população, têm a missão de fazer a população acreditar na política. Os quatro têm interesse próprio.
Mas não houve prejuízo político para o G-5?
Não é isso que as pesquisas mostram. Não é isso que ouço nas ruas. A não ser de quem esteja na teta da Prefeitura. Esses falam mal sim. Mas no geral o que ouvimos é que estamos no caminho certo. Já parou para pensar quanto o G-5 fez o governo não desperdiçar? Quando a Câmara é a favor de tudo a população só perde. Acontece o contrário quando você tem uma oposição de maioria não radical.
E vocês não formam uma oposição radical?
De jeito nenhum. Se for mandado um pedido de suplementação provando a necessidade nós vamos aprovar.
O senhor declarou, assim que foi eleito presidente da Câmara, que é prefeitável. A intenção está mantida?
Agora mais do que nunca. Porque vejo pesquisas. Sou prefeitável, mas digo que as oposições têm que se unir.
Está falando de Betinho Dauaire?
De Betinho, Alexandre, Kaká.
Mas os vereadores já estão juntos. E Betinho?
Se não tiver vai ter que ficar. Tem que ser no momento certo. Mas o nome vai depender do que as pesquisas apontarem. Sou humilde para apoiar quem tiver que apoiar, mas eu tenho certeza que no momento certo estarei em primeiro lugar nas pesquisas.
O quadro para 2012 ainda não está desenhado?
Vai ser a eleição do século em São João da Barra. O tostão vai ganhar do milhão. Carla governa para o Eike Batista.
Sendo o candidato da oposição, acha que disputará com quem apoiado pela prefeita?
Vou ganhar de qualquer um. Mas acho que é Neco. Tem quem mais? Aluizio? Aluizio não vai aceitar ser comandado por ela. Victor Aquino não vai aceitar ser comandado por ela.
Só notícia boa, não fosse mais uma da Vivo
21/01/2017 | 19h16
Fim de semana bombando, um sol daqueles lá fora e toda aquela agitação típica do clima de carnaval. Tudo muito bom, não fosse a Vivo morrer no fim de semana em São João da Barra. O sinal caiu desde o final da tarde de sexta-feira e até agora nada. Ninguém merece.
Como meu celular é Vivo e minha internet também, tem sido um transtorno e tanto. Agora, usando a Velox de um amigo, venho aqui para contar sobre a iniciativa mais que bacana do colega Bruno Costa, que criou o I Concurso de Marchinhas Carnavalescas de São João da Barra – Prêmio Jack Azevedo. A final foi sexta-feira, no Cine Teatro São João. Clima ótimo, mas o local pequeno para tanta gente. A próxima, Bruno, vai ter que rolar no palco da Joaquim Thomaz.
A grande vencedora foi “Amor de carnaval”. Composição, arranjo e interpretação da sanjoanense Janine Gaia (foto abaixo). Prometo conseguir depois o vídeo para postar aqui.
Ontem também rolou a 9ª Paella do Esdras no Grussaí Praia Clube. E na cidade podemos dizer que já é carnaval. Ontem à noite a turma da rua Professor Aluizio Faria (antiga rua das Flores) fez bonito com a segunda edição do bloco “Concentra mas não sai”.
De resto, é contagem regressiva para ver os Congos na avenida!
Adiada inauguração da Caixa em SJB
21/01/2017 | 19h16
O projeto ainda está de pé e o processo parece mesmo irreversível, mas a Caixa Econômica Federal teve que rever a projeção inicial de abrir sua agência em São João da Barra ainda durante o verão. Motivo: a tragédia das chuvas na Região Serrana.
É que a superintendência regional do banco, sediada em Campos, que abrange o Norte e Noroeste, mais Lagos até Rio das Ostras e Serrana até Nova Friburgo, totalizando 33 municípios, teve que deslocar atenção, estrutura e pessoal para atender as vítimas. O trabalho, que consiste basicamente em liberação do FGTS e concessão de crédito para empresários, deve durar até abril. Mas não se sabe que a agência sanjoanense sai antes ou depois. Desta vez, a Caixa prefere não divulgar prazos.
De qualquer forma, está mantida a intenção de alugar o imóvel já escolhido na rua Joaquim Thomaz de Aquino Filho, como o blog noticiou aqui em janeiro. A fase atual é de análise jurídica e de engenharia para fechamento do contrato.
Foi dada a largada da folia
21/01/2017 | 19h16
A festa está começando! Tamborins nos trinques, correria final nos barracões, venda de abadás bombando e se a chuva der trégua então, vai ser uma beleza.
Que todos se divirtam como puderem e quiserem, mas não esqueçam da palavrinha mágica chamada respeito. Isso vai para os bebuns inconvenientes, pitboys brigões e aquela turma abusada que faz do carro trio elétrico pelas ruas da cidade, perturbando o pouco tempo de descanso que o carnaval permite.
O resto é só alegria e a contagem regressiva para curtir a emoção do carnaval dos Congos.
Falando em Congos, sabe aqueles sambas-enredo que ficam na memória da gente para sempre? Pois o mundo zodiacal de 1984, composto por Zeca Ribeiro, está de volta no enredo de Elder Amaral, que ganha forma no talento dos carnavalescos Geraldo Lopes (Branco) e José Renato.
Regravado na voz de Bruno Ribas, intérprete da Unidos da Tijuca, com participação do próprio Zeca, o samba está na boca da galera e promete agitar ainda mais a torcida e os 600 componentes que estarão na passarela do samba no domingo e na terça de carnaval.
Valeu, presidente Flávio! A gente vai estar lá na arquibancada, aplaudindo de pé!
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=VPe2d3Pzf88[/youtube]
Controle Social em SJB
21/01/2017 | 19h16
Com o aval de dois projetos de extensão da Uenf — o Capacitar, coordenado pelo professor Alcimar Chagas e o Controle Social de Governos, do professor Hamilton Garcia — um grupo de sanjoanenses decidiu criar o Movimento Nossa São João da Barra, para discutir os rumos do município na perspectiva de crescimento que chega com o Complexo Portuário do Açu. O primeiro passo vai ser dado nesta quinta-feira, dia 24, na I Conferência Local de Controle Social, que acontece no auditório do clube União dos Operários, às 17h.
A ideia é conhecer a experiência do projeto que deu origem ao Movimento Nossa Campos e ao Observatório de Controle do Setor Público. O primeiro tem como objetivo contribuir para a melhoria das políticas públicas e o segundo se propõe a acompanhar todo o processo de licitação e orçamentário do município.
Sobre o autor
Júlia Maria de Assis
[email protected]
Últimos posts
- RJ pagará antes do 10º dia útil apenas segurança e educação
- Projeto de lei orçamentária enviado pelo governo à Alerj prevê déficit de R$ 15,3 bi
- Porto do Açu terá mais cinco Lojas In Company
- Governo quer formalizar jornada diária de até 12 horas de trabalho
- Dilma recorre ao Supremo e pede novo julgamento do impeachment
- Porto do Açu promove campanha de doação de sangue
- TSE contabiliza mais de 503.200 candidatos
- BC: Brasil tem instrumentos para resistência a choques econômicos
- Estado do Rio tem nova plataforma de análise criminal
- Meirelles defende teto de gastos e não descarta aumento de impostos
Arquivos
- Março 2026
- Fevereiro 2026
- Janeiro 2026
- Dezembro 2025
- Novembro 2025
- Outubro 2025
- Setembro 2025
- Agosto 2025
- Julho 2025
- Junho 2025
- Maio 2025
- Abril 2025
- Março 2025
- Fevereiro 2025
- Janeiro 2025
- Dezembro 2024
- Novembro 2024
- Outubro 2024
- Setembro 2024
- Agosto 2024
- Julho 2024
- Junho 2024
- Maio 2024
- Abril 2024
- Março 2024
- Fevereiro 2024
- Janeiro 2024
- Dezembro 2023
- Novembro 2023
- Outubro 2023
- Setembro 2023
- Agosto 2023
- Julho 2023
- Junho 2023
- Maio 2023
- Abril 2023
- Março 2023
- Fevereiro 2023
- Janeiro 2023
- Dezembro 2022
- Novembro 2022
- Outubro 2022
- Setembro 2022
- Agosto 2022
- Julho 2022
- Junho 2022
- Maio 2022
- Abril 2022
- Março 2022
- Fevereiro 2022
- Janeiro 2022
- Dezembro 2021
- Novembro 2021
- Outubro 2021
- Setembro 2021
- Agosto 2021
- Julho 2021
- Junho 2021
- Maio 2021
- Abril 2021
- Março 2021
- Fevereiro 2021
- Janeiro 2021
- Dezembro 2020
- Novembro 2020
- Outubro 2020
- Setembro 2020
- Agosto 2020
- Julho 2020
- Junho 2020
- Maio 2020
- Abril 2020
- Março 2020
- Fevereiro 2020
- Janeiro 2020
- Dezembro 2019
- Novembro 2019
- Outubro 2019
- Setembro 2019
- Agosto 2019
- Julho 2019
- Junho 2019
- Maio 2019
- Abril 2019
- Março 2019
- Fevereiro 2019
- Janeiro 2019
- Dezembro 2018
- Novembro 2018
- Outubro 2018
- Setembro 2018
- Agosto 2018
- Julho 2018
- Junho 2018
- Maio 2018
- Abril 2018
- Março 2018
- Fevereiro 2018
- Janeiro 2018
- Dezembro 2017
- Novembro 2017
- Outubro 2017
- Setembro 2017
- Agosto 2017
- Julho 2017
- Junho 2017
- Maio 2017
- Abril 2017
- Março 2017
- Fevereiro 2017
- Janeiro 2017
- Dezembro 2016
- Novembro 2016
- Outubro 2016
- Setembro 2016
- Agosto 2016
- Julho 2016
- Junho 2016
- Maio 2016
- Abril 2016
- Março 2016
- Fevereiro 2016
- Janeiro 2016
- Dezembro 2015
- Novembro 2015
- Outubro 2015
- Setembro 2015
- Agosto 2015
- Julho 2015
- Junho 2015
- Maio 2015
- Abril 2015
- Março 2015
- Fevereiro 2015
- Janeiro 2015
- Dezembro 2014
- Novembro 2014
- Outubro 2014
- Setembro 2014
- Agosto 2014
- Julho 2014
- Junho 2014
- Maio 2014
- Abril 2014
- Março 2014
- Fevereiro 2014
- Janeiro 2014
- Dezembro 2013
- Novembro 2013
- Outubro 2013
- Setembro 2013
- Agosto 2013
- Julho 2013
- Junho 2013
- Maio 2013
- Abril 2013
- Março 2013
- Fevereiro 2013
- Janeiro 2013
- Dezembro 2012
- Novembro 2012
- Outubro 2012
- Setembro 2012
- Agosto 2012
- Julho 2012
- Junho 2012
- Maio 2012
- Abril 2012
- Março 2012
- Fevereiro 2012
- Janeiro 2012
- Dezembro 2011
- Novembro 2011
- Outubro 2011
- Setembro 2011
- Agosto 2011
- Julho 2011
- Junho 2011
- Maio 2011
- Abril 2011
- Março 2011
- Fevereiro 2011
- Janeiro 2011
- Dezembro 2010
- Novembro 2010
- Outubro 2010
- Setembro 2010
- Agosto 2010
- Julho 2010
- Junho 2010
- Maio 2010
