A vida é uma insegurança
21/01/2017 | 19h20
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=8sRXK-K2kmU[/youtube]O feriado da Páscoa no ano passado deixou um triste saldo de mais de 100 mortos e quase 1.500 feridos em acidentes somente nas rodovias federais do país. Este ano, mal começou o feriadão e já tem tragédia ocupando as manchetes. Precisamos mudar essa história, recheada de casos de imprudência.
O vídeo acima, um institucional sobre segurança nas estradas, é nada menos que chocante. Mas às vezes é preciso chocar mesmo para mudar uma realidade tão cruel, como as estatísticas de mortes por acidentes no Brasil.
A vida vale muito. A nossa, as dos que amamos e dos desconhecidos que cruzam nosso caminho.
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Dia de bronca no PR
21/01/2017 | 19h20
Depois da punição a Iranildo Campos, que foi suspenso por um ano e perdeu a liderança do partido, o conselho de ética do PR- RJ vai julgar nesta segunda-feira os deputados Roberto Henriques, Samuel Malafaia, Samuquinha, Fábio Silva, Edino Fonseca, Altineu Cortes e Miguel Jeovani. Eles respondem a processo de infração disciplinar por terem se aliado ao governador Sérgio Cabral (PMDB).
A informação é do blog do Garotinho.
Vascão é só alegria!
21/01/2017 | 19h18
Valeu, Gigante da Colina!
Ah, e não vamos esquecer do grande momento do domingo:
Valeu também, Ronaldinho Gaúcho! E como valeu!
Momento nostalgia
21/01/2017 | 19h18
Todo respeito à geração funk-pagode-axé, mas quem vos escreve já passou dos 40 e teve o privilégio de curtir a época mágica das discotecas.
E só porque hoje é sábado o brinde vai especialmente para o encontro de duas das mais afinadas vozes da música pop: a norte-americana Donna Summer e a australiana Tina Arena.
À boa música! Aos bons tempos!
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=EE96yIPZy3A[/youtube]
Padre Francisco anuncia apoio a Betinho Dauaire
O padre Francisco de Assis Soares Cravo não é mais pré-candidato a prefeito de São João da Barra. Ele acaba de anunciar que abre mão da candidatura para apoiar o ex-prefeito Betinho Dauaire. Padre Francisco, que em novembro do ano passado revelou a intenção de governar o município em entrevista ao blog, aceitou o convite do vice-presidente do PR sanjoanense, Bruno Dauaire, e vai se filiar ao partido nas próximas semanas. Por enquanto estão definidos o apoio e a filiação. O padre agora vai pedir autorização ao bispo Dom Roberto Guimarães para ser candidato a vereador no ano que vem.
— Estou abrindo mão da candidatura porque reconheço que três forças vão atrapalhar. E meu posicionamento é estar ao lado de quem sempre apoiei. Betinho foi um bom prefeito, gostei da forma como administrou, e é quem considero com capacidade para governar São João da Barra na era do porto, proporcionando ao município o progresso merecido — disse.
Padre Francisco foi pároco de São João da Barra durante 11 anos. Atualmente está deixando a função de vigário paroquial na paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Custodópolis, para assumir o mesmo cargo em Dores de Macabu.
21/01/2017 | 19h18
O padre Francisco de Assis Soares Cravo não é mais pré-candidato a prefeito de São João da Barra. Ele acaba de anunciar que abre mão da candidatura para apoiar o ex-prefeito Betinho Dauaire. Padre Francisco, que em novembro do ano passado revelou a intenção de governar o município em entrevista ao blog, aceitou o convite do vice-presidente do PR sanjoanense, Bruno Dauaire, e vai se filiar ao partido nas próximas semanas. Por enquanto estão definidos o apoio e a filiação. O padre agora vai pedir autorização ao bispo Dom Roberto Guimarães para ser candidato a vereador no ano que vem.
— Estou abrindo mão da candidatura porque reconheço que três forças vão atrapalhar. E meu posicionamento é estar ao lado de quem sempre apoiei. Betinho foi um bom prefeito, gostei da forma como administrou, e é quem considero com capacidade para governar São João da Barra na era do porto, proporcionando ao município o progresso merecido — disse.
Padre Francisco foi pároco de São João da Barra durante 11 anos. Atualmente está deixando a função de vigário paroquial na paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Custodópolis, para assumir o mesmo cargo em Dores de Macabu.
Somos politizados?
21/01/2017 | 19h18
Quando a gente é nativo de um lugar, e daqueles nativos que têm mesmo, assumidamente, o umbigo enterrado ali, rola um comportamento meio que de pai para filho ou de irmão para irmão: eu posso até criticar quando achar que devo, mas não vem de fora fazer isso não, que eu me armo logo para defender.
Minha relação com São João da Barra é mais ou menos assim. Acho que de mais um monte de nativos também. O que amo na minha cidade é a beleza natural, o charme do espaço urbano, a história, o clima gostoso das ruas, o bate-papo na esquina e uma espécie de aura boa, uma coisa subjetiva, que alimenta toda essa nossa paixão pela terra de Narcisa Amália. O que não gosto: desordem urbana, fofoca, bairrismo exagerado (que às vezes beira a xenofobia) e radicalismo político.
Não é uma generalização, mas apenas uma visão — que não pretende ser única e inquestionável, claro — das características que mais saltam, na minha opinião, ao olhar de quem é de dentro, digamos assim.
Pois bem, voltando ao assunto que abriu esta reflexão, há poucos dias fugi à regra e refutei um elogio que ouvi de alguém “de fora” ao comportamento político do sanjoanense. Um amigo campista chamou meu povo de politizado. E eu, olha que coisa feia, que traição, discordei.
O fato é que mais uma vez o clima político no município anda preocupante. Não é novidade para ninguém que São João da Barra respira política o tempo todo, todos os dias, seja ou não período eleitoral. Mas há momentos em que a coisa fica mais séria, mais tensa, como agora.
O ano de 2010, especialmente o finzinho dele, já foi bem conturbado, por causa dos embates seguidos entre a Câmara, então de maioria oposicionista, e o governo. Clima que pesou ainda mais nos primeiros meses de 2011, com a polêmica do verão. O povo foi às ruas defender seus pontos de vista e até aí tudo bem, mas infelizmente não ficou só nisso. Houve excessos que culminaram em denuncismos, insultos, provocações, ridicularizações, retaliações e até comportamentos preconceituosos. Um horror.
Agora que mudou o cenário da correlação de forças entre legislativo e executivo, com a decisão do vereador Alexandre Rosa (PPS) em deixar o G-5 — seja para se tornar independente ou voltar a caminhar com a antiga aliada Carla Machado (PMDB) —, o discurso de cada personagem muda antagonicamente, mas os excessos permanecem.
E mais uma vez São João da Barra perde a oportunidade de buscar o amadurecimento democrático ao substituir o debate das ideias pelo julgamento das pessoas. Ora, cada um sabe de si e cada um haverá de dar conta das suas decisões, seja pela repercussão popular ou pela justiça, se for desonesto com o dinheiro público. O que não podemos é fazer do exercício da cidadania e da vigilância necessária sobre os atos dos homens públicos desculpa para perseguir e afrontar.
Não estou defendendo Alexandre Rosa. Ao contrário, acho uma pena que tenha deixado a bancada. Lamentável mesmo. Não por qualquer motivação partidária, mas porque a oposição é necessária para equilibrar o jogo, tornar público o que acontece na relação entre as figuras do poder, mesmo que essa oposição não seja o sonho perfeito da moralidade pública. Quando os vereadores negam suplementação ou emendam um orçamento estão agindo legitimamente, de acordo com suas prerrogativas. As pessoas podem concordar ou discordar, mas não fomentar um pensamento coletivo de que tal atitude seja ilegítima, porque não é. Por outro lado, uma Câmara amável com a Prefeitura causa prejuízos severos ao mais importante em relação ao manuseio do dinheiro público, que é a transparência.
Se Alexandre errou ou acertou é da opinião de cada um, mas não por influência de posicionamentos partidários ou versões das “lideranças” e sim pelo que é e pelo que não é considerado ético na política. Se houve um acordão eleitoral e/ou financeiro na decisão isso virá à tona e ele terá de arcar com o desgaste, com as conseqüências. Quem, se for o caso, o tenha cooptado, também. Afinal, ninguém acha barganha uma coisa decente. Mas é preciso ter cuidado com pré-julgamentos e, sobretudo, respeitar as pessoas.
O que acontece é que em São João da Barra, salvo raras exceções, contra é contra mesmo que não seja justo ser e aliado é aliado mesmo que o político em questão erre feio. É por causa desse radicalismo que muita gente anda pagando mico. Quem xingava Alexandre agora chama de bonito e quem elogiova agora o considera a pior criatura do planeta.
Isso não é uma guerra de mocinhos contra bandidos. Não tem santo nessa história. Tampouco há verdade absoluta em política. Há bom senso. Eu posso não ser partidária do governo e mesmo assim enxergar coisas boas na gestão. Posso admirar a conduta da oposição e mesmo assim discordar de muitas das suas posturas. O que a gente faz é colocar tudo isso na balança, pesar prós e contras e procurar fazer a melhor escolha. Aliás, aproveitando a carona, acho que se o governo sanjoanense fosse tão bom com o arroz com feijão quanto é com o caviar o povo estaria melhor servido.
A questão é que o radicalismo cega e, como consequência, a sociedade — tão politizada como disse meu amigo campista — erra o foco e esquece de cobrar políticas públicas eficientes, independente do posicionamento político que externe. Ser politizado é estar em um patamar de consciência republicana que faça o povo compreender que é ele que banca não só os salários dessa turma toda, como tudo o que é executado de serviço público. Ser politizado não é contar ganhos e perdas eleitorais, pensando no próximo embate das urnas. Esse jogo político pequeno e egoísta é deles. A nós cabe cobrar, fiscalizar, questionar. Ou seja, escolher pelo voto sem dar cheque em branco. O resto é politicagem.
Pânico na TV: R$ 100 mil por jogar baratas em mulher
21/01/2017 | 19h17
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o grupo TV Ômega (Rede TV!) pague R$ 100 mil em indenização a uma mulher, vítima de uma brincadeira feita pelo programa Pânico na TV. Um dos humoristas do programa jogou baratas vivas sobre uma mulher que passava na rua. A decisão é da Quarta Turma do STJ, que entendeu que a suposta brincadeira foi um ato de ignorância e despreparo e que a indenização deve reparar não só os danos morais, mas também a veiculação de imagens sem autorização.
O relator citou trechos da decisão do desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) Caetano Lagrasta, que assinalou que a liberdade de imprensa não pode ser confundida com despreparo e ignorância, nem com agressividade e desrespeito, não só com quem assiste ao programa, mas com o cidadão comum. Na avaliação de Lagrasta, as emissoras costumam apresentar vídeos deste tipo, em total desrespeito com aos direitos humanos. "Protegidos pelo poder da divulgação e pressão do veículo, fazem com que os telespectadores façam parte de um espetáculo de palhaçadas", afirmou.
O TJ-SP havia estabelecido indenização no valor de 500 salários mínimos pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), ou R$ 272.500. O relator do processo no STJ, ministro Aldir Passarinho Junior, considerou a quantia era elevada e reduziu o valor, mas ressaltou que o ato merece reprovação, quer pelo dano psíquico sofrido pela parte quanto pela ridicularização imposta à mulher. No processo, a vítima da agressão disse que a "brincadeira" foi além de um mero transtorno e se transformou em desgosto. Sob o impacto do terror repentino, ela alegou que não conseguiu trabalhar por determinado período. "Brincadeiras não se confundem com as das características analisadas, causadoras de dano moral em elevado grau, onde incluído o dano à imagem e à privacidade", afirmou o magistrado.
O constrangimento não se desfaz, para o ministro, com o uso de mosaicos na imagem veiculada, pois a vítima sofreu abalo quando da realização da brincadeira.
O Globo Online
Conselho de Eike para os jovens: estresse e disciplina
21/01/2017 | 19h17
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=55pzpZb6OW0[/youtube]
Vocabulário regional
21/01/2017 | 19h17
Cabrunco, enxugador, íngua, lamparão, pilorda, pocar, tisgo. São palavras que a gente só ouve por aqui, no eixo Campos-São João da Barra. A tal da globalização anda levando algumas delas à extinção, é verdade, mas muito desse curioso e simpático vocabulário regional resiste bravamente e há de sobreviver até ao sotaque chinês que começa a atracar pelas bandas do Açu.
Como não custa nada dar uma força para manter viva a linguagem que é parte da nossa história, a dica é ajudar a montar o dicionário campistês-sanjoanês. Quem lança a ideia é o blog literário do mestre Carlos AA de Sá.
Controle social em SJB
21/01/2017 | 19h17
O comitê executivo do Movimento Nossa São João da Barra promove reunião daqui a pouco, às 17h, no Clube União dos Operários, a fim de discutir a data e a pauta da II Conferência Local de Controle Social, que terá como tema as políticas compensatórias do complexo do Açu. A reunião é aberta ao público.
Sobre o autor
Júlia Maria de Assis
[email protected]
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