Rio de Janeiro tem resultado positivo na geração de empregos em março
21/01/2017 | 19h28
O Estado do Rio de Janeiro apresentou saldo positivo de 4.118 postos de trabalho no mês de março, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta quinta-feira. Foram 156.934 admissões, ante 152.816 desligamentos. Segundo o levantamento do trabalho formal, o mês de março registrou estabilidade no saldo de empregos no Brasil –com uma pequena variação positiva de 0,05% em relação a fevereiro. O mês registrou acréscimo de 19.282 vagas, saldo que resulta de 1.719.219 admissões e 1.699.937 desligamentos.
Tiveram destaque no país em termos de geração de vagas os setores de Serviços (+53.778 postos ou +0,31%), saldo superior ao registrado no mesmo mês em 2014 (+37.453 postos); Administração Pública (+3.012 postos ou +0,33%); Comércio (+2.684 postos ou +0,03%), saldo positivo após três meses de queda e superior a março de 2014 (-26.251 postos).
Fonte: MTE
Compartilhe
RJ: 35,5 mil beneficiários do Bolsa Família melhoraram de vida
21/01/2017 | 19h28
O ciclo de revisão cadastral 2014 do Bolsa Família mostrou que as pessoas de baixa renda continuam melhorando de vida no país. Das 97,1 mil famílias fluminenses beneficiárias que deviam participar do processo de atualização de dados do Cadastro Único no estado, 35,5 mil informaram um aumento de renda. Em todo o país, 436,2 mil famílias tiveram a mesma situação registrada.
Deste total no Rio de Janeiro, 19,1 mil famílias superaram o valor mensal de R$ 154 por pessoa, que dá direito ao Bolsa Família. Isto significa que elas saíram da pobreza e, por isso, não receberão mais o benefício, de R$ 170 em média. As demais 16,4 mil declararam ganhos acima da faixa da extrema pobreza, caracterizada por renda mensal de até R$ 77 por pessoa da família. Nesse caso, começarão a receber um valor menor do Bolsa Família.
A revisão cadastral de 2014 teve a maior participação histórica entre os beneficiários. Cerca de 72,5 mil famílias – 74,7% do total que precisava atualizar seus dados – compareceram nos Centros de Referência da Assistência Social e nos postos de atendimento do Bolsa Família nas cidades fluminenses, durante o ano de 2014 até o dia 20 de março último.
As 24,6 mil famílias que não fizeram a atualização terão o benefício cancelado já a partir deste mês. Muitas não atualizam as informações no Cadastro Único porque também melhoraram de vida e não precisam mais do Bolsa Família. No entanto, caso voltem a precisar do complemento de renda e estejam enquadradas nos limites de renda do programa, elas têm 180 dias a partir da data do cancelamento para pedir a reversão às prefeituras.
A revisão cadastral é um processo obrigatório e de rotina, realizado todos os anos e voltado para os beneficiários que não atualizam os dados no Cadastro Único há mais de dois anos, o que garante que o benefício seja pago para quem realmente precisa. As famílias são convocadas por meio do recibo de saque do benefício do Bolsa Família.
Revisão Cadastral
O que é: atualização do cadastro das famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família. É um processo obrigatório e de rotina, que ocorre todo ano. As informações devem ser atualizadas ou confirmadas a cada dois anos para que as famílias continuem recebendo seus benefícios.
Objetivo: A Revisão Cadastral garante que as informações declaradas pelas famílias no Cadastro Único estejam atualizadas. Com dados de maior qualidade, é possível avaliar se o beneficiário do Bolsa Família ainda atende às condições necessárias para continuar a fazer parte do programa. E, dependendo das mudanças na situação da família - como, por exemplo, alteração de renda, mortes ou nascimentos -, ela pode ter direito a um valor diferente daquele que recebia antes de atualizar o cadastro.
Quem deve fazer: famílias com mais de dois anos sem nenhuma atualização no Cadastro Único, tendo como base o final do ano anterior. O processo de 2014 envolveu as famílias que não atualizavam seus cadastros desde dezembro de 2011.
Como funciona: Anualmente, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) envia às prefeituras a lista das famílias que precisam atualizar os dados naquele ano. As prefeituras, por meio da coordenação local do Bolsa Família, são responsáveis por organizar o processo e garantir quer todas as famílias participem do processo. Para apoiar o trabalho das gestões municipais, o MDS repassa recursos a elas por meio do Índice de Gestão descentralizada (IGD).
Como as famílias são informadas: As famílias são convocadas por meio de informações nos extratos de saque dos benefícios. Muitas prefeituras também fazem convocações locais.
Documentos necessários:
• Para o responsável pela família (titular do cartão Bolsa Família) – Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou Título de Eleitor. Já os responsáveis por famílias indígenas e quilombolas podem apresentar qualquer outro documento de identificação de validade nacional.
• Para as demais pessoas da família – Pelo menos um dos seguintes documentos: Certidão de Nascimento, Certidão de Casamento, Certidão Administrativa de Nascimento do Indígena (Rani), CPF, Carteira de Identidade; Carteira de Trabalho e Previdência Social ou Título de Eleitor.
• Outros documentos – Além da documentação obrigatória, as famílias podem levar outros documentos que ajudem a melhorar a qualidade das informações do Cadastro, como comprovante de residência, conta de energia elétrica, comprovante de matrícula das crianças e adolescentes na escola e carteia de Trabalho e Previdência Social.
Legislação: disciplinada pelo Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007 e pela Portaria GM/MDS nº 376, de 16 de outubro de 2008.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
“A Montanha dos 7 Abutres” no Cine Jornalismo deste sábado
21/01/2017 | 19h27
Produção norte-americana da década de 50, o filme “A Montanha dos 7 Abutres” estará em cartaz no Cine Jornalismo AIC deste sábado (25). A trama conta a história do repórter Charles Tatum (Kirk Douglas), que foi despedido de 11 jornais por razões diversas. A exibição começa às 16h, na sede da Associação de Imprensa Campista, e termina com um bate-papo com o jornalista Alexandro Florentino.
Sem dinheiro, Charles Tatum pede a Jacob Q. Boot (Porter Hall), o dono do jornal local, que lhe dê um emprego. Seu plano era trabalhar ali no máximo dois meses, até que algo melhor aparecesse. Entediado e sem motivação, recebe ordem para cobrir uma corrida de cascavéis.
Ele parte para o local com Herbie Cook (auxiliar, motorista e fotógrafo) e, no caminho, ao parar para abastecer o carro, descobre que Leo Minosa ficou preso em uma mina quando procurava por "relíquias indígenas". Tatum vê que essa reportagem pode ser a chance que ele esperava e que precisa ter controle da situação. Ele transforma o resgate de Leo em um assunto nacional, além de forçar Lorraine (a mulher de Leo), a se fazer passar como uma esposa arrasada.
Na verdade, ela ia abandonar Leo nesse trágico momento, mas Tatum a fez ver que ela iria ganhar um bom dinheiro na sua lanchonete quando as pessoas chegassem para ver o acontecia. Para prolongar o circo, o repórter reduz a velocidade do resgate de Leo, pois o ideal é que ele pareça estar preso por seis dias e não apenas por algumas horas.
Em sua sétima temporada, o Cine Jornalismo visa discutir o papel da imprensa, a ética jornalística e os impactos da comunicação social. As sessões são abertas não só aos profissionais de comunicação, mas a qualquer pessoa interessada no assunto. A entrada é franca e, para estudantes de jornalismo do Uniflu, a frequência é válida como horas acadêmicas.
Fonte: AIC
Falar de impeachment é 'impensável', diz Michel Temer
21/01/2017 | 19h27
O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), disse nesta segunda-feira, 20, em Lisboa que é "impensável" discutir o impeachment da presidente Dilma Rousseff. "Eu acho impensável, porque nós temos que ter tranquilidade institucional no nosso país", disse o peemedebista. "Não podemos abalar as nossas instituições democráticas falando desse assunto. Volto a dizer: é matéria impensável". Temer fez as declarações após encerrar o Seminário Empresarial Brasil-Portugal, em que participaram empresários dos dois países.
O vice-presidente disse ainda que suas relações com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), são "as melhores possíveis" e que o correligionário fez uma declaração "extremamente útil" quando disse não cabe a hipótese de impedimento da presidenta da República.
No domingo, ao participar de evento empresarial em Comandatuba, Cunha afirmou que não aceitaria pedido de abertura de processo de impeachment com base em fatos ocorridos no mandato anterior de Dilma.
"Isto (aceitar o pedido de impeachment) é uma tarefa, digamos assim, do PMDB", afirmou Temer. "O PMDB está nessa posição e o Eduardo Cunha está retratando precisamente esta posição."
Sabatina
Questionado se o PMDB está unido em relação à aprovação do jurista Luiz Edson Fachin para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal, Temer disse que ele "é um jurista da melhor qualidade" e que "o Senado estará sensibilizado exatamente para as qualificações jurídicas" de Fachin. Em entrevista publicada pelo jornal Estado de S. Paulo nesta segunda, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), disse não poder garantir previamente a aprovação do nome do jurista na sabatina.
Manifestações
Temer falou ainda sobre as manifestações no país. "O povo, quando vai às ruas, pede melhorias", disse. "O que nós temos de fazer, abertos ao alerta feito pelo povo, é exatamente atender a esses pleitos."
Fonte: Estadão
Vasco derrota o Flamengo e está na final do Carioca
21/01/2017 | 19h27
Vasco e Botafogo farão a final do Campeonato Carioca. Em um Maracanã com 53 mil torcedores, o Vasco bateu o Flamengo por 1 a 0 neste domingo e se classificou para a decisão do Estadual. Gilberto marcou aos 17 minutos do segundo tempo, de pênalti, o gol que colocou o time de Doriva na final. A vitória encerrou um jejum de três anos e 11 jogos sem derrotar o rival.
Fonte: O Globo
Ônibus intermunicipais na mira da fiscalização
21/01/2017 | 19h27
O Detro, vinculado à secretaria estadual de Transportes firmou convênio no final da semana parceria com o Procon estadual para a realização de operações conjuntas em empresas de ônibus intermunicipais. Os dois órgãos vão atuar em conjunto verificando questões referentes às legislações de transporte e do direito do consumidor. As operações conjuntas começam a partir da semana que vem e o cronograma será estabelecido de acordo com as informações apuradas pela inteligência e ouvidoria.
Com informações da Secom / governo estadual
Comissão de Direitos Humanos da Câmara vai ouvir nove “ex-homossexuais”
21/01/2017 | 19h27
Dominada por um grupo de parlamentares considerado mais conservador, a Comissão de Direitos Humanos aprovou na última quarta-feira — por 10 a 6 — audiência pública que irá ouvir nove pessoas que, segundo eles, eram homossexuais e que mudaram a orientação sexual com o tempo. Ainda não há data para ocorrer. A proposta é de autoria do Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que, na justificativa de seu pedido argumenta que os chamados ex-gays são alvos de discriminação e apontados, por seus antigos "pares homossexuais", os companheiros, como fingidores. Segundo o deputado, também as pessoas que sempre foram heterossexuais consideram que os "ex-gays" estão mentindo.
— Assim, os homossexuais e os heterossexuais consideram os ex-LGBTTs mentirosos, dissimulados e até mesmo doentes mentais — justifica Feliciano.
Dos nove convidados, cinco são homens e quatro mulheres. No grupo, há três pastores, um cantor evangélico, uma missionária, uma psicóloga e um estudante de psicologia. Para o deputado, os programas de TV tratam os ex-homossexuais como pessoas caricatas e que enganam a sociedade, sobretudo os cônjuges.
— Esses cônjuges são mostrados como quem estaria embarcando numa aventura, ao se casarem com pessoas que praticariam fraude sentimental, dizendo haver mudado a orientação sexual quando, na verdade, apenas enganam e tripudiam sobre a confiança de terceiros — diz Feliciano.
Parlamentares do PT, do PSB e do PSDB, cientes da derrota na votação, apelaram para que a proposta não fosse votada. O presidente da comissão, Paulo Pimenta (PT-RS), afirmou que um debate desse vai expor as pessoas e será um "atrativo para a mídia".
Fonte: O Globo
Em dois meses, brasileiros pagaram R$ 1,2 bi com taxa extra na conta de luz
21/01/2017 | 19h27
Os consumidores brasileiros pagaram, em apenas dois meses, R$ 1,237 bilhão a mais nas contas de luz devido à taxa das bandeiras tarifárias, que começou a vigorar em 2015. Entretanto, apesar de grande, esse volume de recursos não foi suficiente para cobrir as despesas extras das distribuidoras no período. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram arrecadados R$ 413,9 milhões via bandeiras tarifárias em janeiro. Com esse valor, foi possível quitar apenas 28,7% dos custos do mês, que somaram R$ 1,443 bilhão. Em fevereiro, a arrecadação quase dobrou, chegando a R$ 823,1 milhões. Mesmo assim, não foi suficiente para pagar as despesas atreladas de R$ 1,147 bilhão.
De acordo com o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, o “descasamento” já era esperado pois, em janeiro e fevereiro, o valor cobrado pelas bandeiras foi menor – R$ 3 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) de energia consumidos no caso da bandeira vermelha, que vigorou durante todo o período.
A partir de março, houve aumento da taxa, que passou para R$ 5,50 a cada R$ 100 kWh usados, também na bandeira vermelha. O reajuste foi adotado justamente para arrecadar os recursos que vão financiar parte dos gastos extras do setor elétrico ao longo de 2015. “[O déficit de janeiro e fevereiro] não é nenhuma frustração. Esses valores eram esperados porque a primeira versão das bandeiras tinha uma concepção de arrecadação menor. Em março, os recursos já devem cobrir a conta do mês”, disse Rufino.
A diferença de R$ 1,353 bilhão registrada nos dois primeiros meses do ano está sendo paga, a princípio, pelas próprias distribuidoras. Entretanto, elas vão ser compensadas ao longo do ano, já que com o aumento no valor da taxa a arrecadação com as bandeiras vai aumentar. Em todo o ano de 2015, a Aneel espera que os consumidores paguem cerca de R$ 17 bilhões apenas via bandeiras tarifárias.
Realismo tarifário
O sistema de bandeiras foi criado para sinalizar aos consumidores o real custo de produção da energia no país, o que é feito por meio da cor da bandeira impresso nos boletos das contas de luz. Se a cor é verde, a situação está normal e não há cobrança de taxa. Amarela, cobra-se R$ 2,50 para cada 100 kWh de energia consumidos. Se vermelha, a taxa sobe para R$ 5,50 para cada 100 kWh.
A bandeira vermelha está em vigor desde o início do ano, devido à falta de chuvas que reduziu o volume dos reservatórios das principais hidrelétricas do país. Essa situação vem obrigando o governo a manter ligadas todas as termelétricas disponíveis.
Termelétricas são usinas que geram energia por meio da queima de combustíveis como óleo e gás. Elas ajudam a poupar água dos reservatórios das hidrelétricas, mas o custo de produzir eletricidade com elas é muito maior.
A custo de operação das termelétricas é um dos itens cobertos pelas bandeiras tarifárias. Outro é a compra, por algumas distribuidoras, de energia no mercado à vista. Essas concessionárias recorrem ao mercado à vista quando precisam de mais eletricidade para atender aos seus consumidores do que aquela que têm sob contratos. O problema é que, no mercado à vista, a energia também é mais cara.
Vantagem
O governo e a Aneel alegam que a aplicação da taxa das bandeiras tarifárias, inclusive reajustada, é vantajosa para os consumidores, que pagariam a conta extra do setor de qualquer maneira. Com as bandeiras, porém, evita-se que as distribuidoras assumam esses custos bilionários agora para depois serem ressarcidas, com juros, no próximo reajuste das contas de luz.
No ano passado, de eleições presidenciais, o governo optou por fazer empréstimos bancários para cobrir os mesmos gastos extras do setor elétrico, já afetado pela falta de chuvas e queda no nível dos reservatórios das hidrelétricas. Com essa medida, o governo adiou o repasse desses gastos para as contas de luz. Entretanto, a conta vai sair bem mais cara. O governo tomou R$ 21,176 bilhões dos bancos, que ao final do pagamento, previsto para 2020, vão receber, agora dos consumidores, R$ 34,015 bilhões. Serão R$ 12,838 bilhões, ou 37,7% do valor total da operação, apenas de juros.
Fonte: G1
SJB: rolo compressor governista derrota a saúde e a educação
21/01/2017 | 19h27
Finalmente teve fim por algum tempo (porque ainda há trâmites a cumprir) a novela sobre a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) na Câmara de São João da Barra, com vitória para o Executivo, que (ainda) tem maioria que o sustenta, mantendo até agora bancada governista majoritária. O projeto rendeu muitas reuniões, discussões e sessões extraordinárias durante o recesso. É que, além de bater na tecla da necessidade de mudança em um erro técnico na redação do projeto enviado à Casa, alguns vereadores não concordavam em aumentar de 10% para 50% o percentual que daria liberdade à Prefeitura de fazer modificações no orçamento por decreto, criando créditos suplementares sem ter que passar pela aprovação dos vereadores.
Na sessão extraordinária dessa sexta-feira o projeto passou, porque o prefeito Neco controla a maioria dos vereadores. Mas teve a reprovação do vereador Ronaldo, abstenção do vereador Alex e o presidente da Casa, Aluízio Siqueira, como não houve empate, usou da prerrogativa de não votar.
Era caso perdido mesmo, mas com um saldo positivo político ao final. Parte da Câmara cansou (e nem precisa listar os motivos, porque este texto viraria um relatório de incontáveis laudas) e anda botando a boca no trombone, argumentando, discutindo, divergindo, ponderando. Não é formalmente uma bancada de oposição por enquanto (o é de fato, certamente), mas já tem dado muita dor de cabeça a um prefeito que todos aguardaram pacientemente, durante tempo até demais, dando todo o apoio, para que ele finalmente conseguisse acertar o rumo de sua atrapalhada gestão. Não teve jeito, então a hora foi de cobrar e tentar fazer, nas prerrogativas que cabem ao Legislativo, a gestão pública funcionar melhor.
O projeto estava sob análise das comissões de Justiça e Redação e de Finanças e Orçamento e recebeu proposta de emenda aditiva, feita pelos vereadores Alex Firme e Ronaldo Gomes, para não permitir o remanejamento do que já estava destinado às áreas de saúde e educação, garantindo esses recursos na lei. O objetivo, que acabou não sendo alcançado, é que não fossem retirados recursos orçamentários de dois setores prioritários que, por sinal, não vão nada bem.
Aluízio Siqueira explicou que foi a favor da emenda aditiva e que está cumprindo seu papel legítimo de questionar o erro de redação feito pelo Executivo do projeto da LOA. A emenda de Ronaldo e Alex, caso aprovada, impediria o remanejamento e transferência no orçamento para outros setores que já estivessem destinados à saúde e à educação.
— Fico feliz, de certo modo, porque a população participou, compareceu, debateu — disse Aluízio em seu perfil no Facebook.
Mas lamentou a reprovação da emenda, afirmando serem a saúde a educação fundamentais na administração do projeto de avanço para qualquer município.
— Quer mexer, remexer, que seja em outras áreas. Mas na saúde e educação? Que fique claro: não sou a favor do atual clima de tensão imperado entre nós! Ressalto: Regimento Interno e Lei Orgânica devem ser fundamentados! Contra fatos, não existem argumentos! Vamos garantir o recurso para as prioridades! — ressaltou.
Enquanto isso, o avanço na postura fiscalizadora e questionadora de parte minoritária da bancada que levou de volta à Câmara o debate (tão necessário para o esclarecimento da população) gerou mais interesse da sociedade sobre o que o Executivo anda querendo fazer. E o que o Legislativo está dizendo é que assim não está certo. Bom para a democracia, para o aumento da participação popular na política e, tomara, para São João da Barra melhorar uma coisinha que seja na sua gestão pública. Porque hoje está é feio demais.
De fato, o clima está tenso. Mas isso nem sempre significa que as coisas vão mal. Pode ser o início, a partir da postura de parte do Legislativo, de mais cobrança, com conhecimento e de forma organizada e centrada, por parte da sociedade. Afinal, o governo pertence à sociedade.
Dólar ultrapassa R$ 2,88, nova cotação máxima em uma década
21/01/2017 | 19h27
Depois de passar a maior parte da manhã operando em baixa, o dólar mudou de direção e fechou em alta frente ao real nesta quinta-feira (26), batendo nova cotação máxima em mais de 10 anos.
A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 2,8852 para venda, em alta de 0,59%. É a maior cotação desde setembro de 2004. Desde o início de janeiro, o dólar acumula alta de 8,51%.
A mudança de rumo veio depois de uma rodada de dados sobre os EUA sugerirem que o Federal Reserve pode começar a elevar a taxa de juros em meados deste ano, apesar de declarações cautelosas da chair do banco central norte-americano, Janet Yellen.
Apesar da queda dos preços ao consumidor dos EUA em janeiro e do resultado maior que o esperado dos pedidos de auxílio-desemprego na semana passada, as encomendas de bens duráveis avançaram no mês passado, recuperando-se após quatro meses de queda.
"Na margem, eu diria que os dados mantêm o Fed em vias de elevar os juros entre junho e setembro", disse à Reuters o economista da 4Cast Pedro Tuesta.
Alguns operadores acreditavam que o dólar pode chegar a níveis relativamente equilibrados no curto prazo, enquanto investidores aguardam sinais que indiquem se o aperto fiscal promovido pelo governo está dando resultados.
"Nesses últimos dias, o dólar tem feito esses movimentos: busca níveis mais altos, depois volta. O mercado está dando um tempo antes de voltar a ficar tomador", disse à Reuters o operador da corretora Walpires José Carlos Amado, ressaltando, contudo, que a moeda norte-americana ainda tem "potencial" para se apreciar.
O Banco Central deu continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio nesta manhã, ofertando até 2 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólar, com vencimentos em 1º de dezembro de 2015 e 1º de fevereiro de 2016.
O BC fez ainda mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 2 de março, que equivalem a 10,438 bilhões de dólares, com oferta de até 13 mil contratos. Até agora, a autoridade monetária já rolou cerca de 91% do lote total.
Na véspera, a moeda norte-americana avançou 1,22%, a R$ 2,8681 na venda.
Fonte: G1
Sobre o autor
Júlia Maria de Assis
[email protected]
Últimos posts
- RJ pagará antes do 10º dia útil apenas segurança e educação
- Projeto de lei orçamentária enviado pelo governo à Alerj prevê déficit de R$ 15,3 bi
- Porto do Açu terá mais cinco Lojas In Company
- Governo quer formalizar jornada diária de até 12 horas de trabalho
- Dilma recorre ao Supremo e pede novo julgamento do impeachment
- Porto do Açu promove campanha de doação de sangue
- TSE contabiliza mais de 503.200 candidatos
- BC: Brasil tem instrumentos para resistência a choques econômicos
- Estado do Rio tem nova plataforma de análise criminal
- Meirelles defende teto de gastos e não descarta aumento de impostos
Arquivos
- Março 2026
- Fevereiro 2026
- Janeiro 2026
- Dezembro 2025
- Novembro 2025
- Outubro 2025
- Setembro 2025
- Agosto 2025
- Julho 2025
- Junho 2025
- Maio 2025
- Abril 2025
- Março 2025
- Fevereiro 2025
- Janeiro 2025
- Dezembro 2024
- Novembro 2024
- Outubro 2024
- Setembro 2024
- Agosto 2024
- Julho 2024
- Junho 2024
- Maio 2024
- Abril 2024
- Março 2024
- Fevereiro 2024
- Janeiro 2024
- Dezembro 2023
- Novembro 2023
- Outubro 2023
- Setembro 2023
- Agosto 2023
- Julho 2023
- Junho 2023
- Maio 2023
- Abril 2023
- Março 2023
- Fevereiro 2023
- Janeiro 2023
- Dezembro 2022
- Novembro 2022
- Outubro 2022
- Setembro 2022
- Agosto 2022
- Julho 2022
- Junho 2022
- Maio 2022
- Abril 2022
- Março 2022
- Fevereiro 2022
- Janeiro 2022
- Dezembro 2021
- Novembro 2021
- Outubro 2021
- Setembro 2021
- Agosto 2021
- Julho 2021
- Junho 2021
- Maio 2021
- Abril 2021
- Março 2021
- Fevereiro 2021
- Janeiro 2021
- Dezembro 2020
- Novembro 2020
- Outubro 2020
- Setembro 2020
- Agosto 2020
- Julho 2020
- Junho 2020
- Maio 2020
- Abril 2020
- Março 2020
- Fevereiro 2020
- Janeiro 2020
- Dezembro 2019
- Novembro 2019
- Outubro 2019
- Setembro 2019
- Agosto 2019
- Julho 2019
- Junho 2019
- Maio 2019
- Abril 2019
- Março 2019
- Fevereiro 2019
- Janeiro 2019
- Dezembro 2018
- Novembro 2018
- Outubro 2018
- Setembro 2018
- Agosto 2018
- Julho 2018
- Junho 2018
- Maio 2018
- Abril 2018
- Março 2018
- Fevereiro 2018
- Janeiro 2018
- Dezembro 2017
- Novembro 2017
- Outubro 2017
- Setembro 2017
- Agosto 2017
- Julho 2017
- Junho 2017
- Maio 2017
- Abril 2017
- Março 2017
- Fevereiro 2017
- Janeiro 2017
- Dezembro 2016
- Novembro 2016
- Outubro 2016
- Setembro 2016
- Agosto 2016
- Julho 2016
- Junho 2016
- Maio 2016
- Abril 2016
- Março 2016
- Fevereiro 2016
- Janeiro 2016
- Dezembro 2015
- Novembro 2015
- Outubro 2015
- Setembro 2015
- Agosto 2015
- Julho 2015
- Junho 2015
- Maio 2015
- Abril 2015
- Março 2015
- Fevereiro 2015
- Janeiro 2015
- Dezembro 2014
- Novembro 2014
- Outubro 2014
- Setembro 2014
- Agosto 2014
- Julho 2014
- Junho 2014
- Maio 2014
- Abril 2014
- Março 2014
- Fevereiro 2014
- Janeiro 2014
- Dezembro 2013
- Novembro 2013
- Outubro 2013
- Setembro 2013
- Agosto 2013
- Julho 2013
- Junho 2013
- Maio 2013
- Abril 2013
- Março 2013
- Fevereiro 2013
- Janeiro 2013
- Dezembro 2012
- Novembro 2012
- Outubro 2012
- Setembro 2012
- Agosto 2012
- Julho 2012
- Junho 2012
- Maio 2012
- Abril 2012
- Março 2012
- Fevereiro 2012
- Janeiro 2012
- Dezembro 2011
- Novembro 2011
- Outubro 2011
- Setembro 2011
- Agosto 2011
- Julho 2011
- Junho 2011
- Maio 2011
- Abril 2011
- Março 2011
- Fevereiro 2011
- Janeiro 2011
- Dezembro 2010
- Novembro 2010
- Outubro 2010
- Setembro 2010
- Agosto 2010
- Julho 2010
- Junho 2010
- Maio 2010
