Pare de usar o Internet Explorer, recomenda governo dos EUA
O departamento do governo americano responsável pela segurança na internet recomendou que os usuários do Internet Explorer deixem de utilizar o navegador até que a vulnerabilidade anunciada no sábado seja consertada.
A brecha é grave e afeta todas as versões do software - 6, 7, 8, 9, 10 e 11. Por meio dela, é possível executar um código remotamente através do navegador. "A vulnerabilidade existe na forma como o Internet Explorer acessa um objeto na memória que foi excluído ou não tenha sido devidamente alocado", explica a MS.
Segundo a empresa, o invasor pode hospedar um site especificamente criado para explorar a falha e convencer o usuário a acessá-lo através de links por e-mail ou comunicadores instantâneos.
Em nota a Microsoft diz estar "consciente das limitações e possíveis problemas" e encoraja os clientes a seguir as orientações descritas no comunicado de segurança (em inglês) divulgado por ela para "amenizar eventuais ocorrências".
Alternativas
Nesta lista do Olhar Digital você encontra sete opções para substituir o navegador da Microsoft, desde os concorrentes mais populares, como Google Chrome e Mozilla, a plataformas menos conhecidas. Porém, se quiser continuar utilizando o IE, consulte as dicas elaboradas pela empresa de segurança FireEye.
De acordo com a consultoria StatCounter, o IE é o segundo browser mais popular no Brasil, utilizado por 16% das pessoas com acesso à internet.
Microsoft terá sistema Windows para carros
A Microsoft apresentou na Build, conferência voltada para desenvolvedores da empresa, que terminou na última semana, uma versão do sistema Windows para carros.
Trata-se de uma versão do Windows Phone que se comunica diretamente com um display no painel do veículo. Será preciso um smartphone compatível para poder utilizar o sistema. Sony, Nokia, LG, Samsung e HTC fazem parte do time de interessados nesse produto.
Segundo o site The Verge, alguns fabricantes já estão realizando testes nesse sistema. O layout será parecido com o visual Modern (ou Metro) do Windows 8 e também com o Windows Phone. O padrão de conectividade escolhido será o
MirrorLink, que estará presente em carros da Wolkswagen, Toyota e Honda, entre outras.
O MirrorLink é um padrão concorrente ao CarPlay, sistema para carros apresentado pela Apple mês passado. O Google também anunciou ano passado que lançará um serviço para veículos, o que indica que este será um dos campos mais acirrados na tecnologia esse ano.
Encontro regional do PSDB em Campos
Acontece amanhã, na sede da ACIC, das 9:00h ao meio-dia, o Encontro Regional do PSDB, que envolve os diretórios municipais do Norte e do Noroeste Fluminense. Este encontro contará com a presença do Deputado Estadual Luiz Paulo Correa, da Secretária-Geral do PSDB, Lurdinha Henriques e demais companheiros do Diretório Estadual.
Na pauta, organização dos diretórios municipais; mobilização dos filiados e orientação sobre as candidaturas para o pleito deste ano, dentre outras.
É a largada para as eleições deste ano.
Convoco aos tucanos de plantão a prestigiar este encontro.
Estarei lá.
Saudações Tucanas.
Consumo recorde de dados na Copa do Mundo deve comprometer internet móvel
As empresas de telecomunicações estão correndo contra o tempo para garantirem uma infraestrutura eficaz para fornecimento da internet de qualidade durante a Copa do Mundo, evento esportivo global mais aguardado nos últimos anos. Entretanto, especialistas alertam que a transmissão de dados no megaevento pode apresentar falhas. Com base no levantamento da Frost & Sullivan’s e Cisco, a expectativa é que sejam consumidos cerca de 19,2 bilhões de gigabytes (GB) em 2014. O número representa um crescimento de 65,09% do consumo em relação ao ano passado.
O especialista em tecnologia e diretor da empresa Ledcorp, José Lúcio Balbi de Mello, afirma que há possibilidades da internet apresentar falhas ou ficar lenta durante os jogos.
Recentemente, as cinco operadoras móveis - Oi, Vivo, TIM, Claro e Nextel – criaram um consórcio para montarem a infraestrutura dos estádios que receberão os jogos da Copa. Para isso, realizaram um investimento de R$ 200 milhões, abrangendo compra de antenas, cabos e roteadores nos estádios, que devem ficar prontos em abril, com dois meses de antecedência dos jogos. “A preparação pode não ser o suficiente para atender todo o público esperado. A demanda elevada na Copa deverá criar um congestionamento na rede de dados e, consequentemente, falhas na conexão. Para isso não acontecer, é preciso mais investimentos, como o uso de antenas emergenciais nos locais de maior concentração de pessoas”, alerta o especialista.
Ele explica que esses problemas refletem também na falta de organização da Anatel por não ter liberado, com antecedência, uma frequência que não interferisse na implantação do 4G. “As operadoras ainda não possuem estruturas adequadas para oferecerem o serviço de internet com qualidade, o que vale tanto para a internet 3G, quanto para o 4G. Para ser ter uma dimensão dessa falha, a rede 3G disponível no Brasil alcança a velocidade máxima de 7 Mbps, enquanto a internet 4G, utilizada nos EUA, na Ásia e Europa, pode atingir até 100 Mbps. As empresas de telefonia esqueceram que, além de implantarem o 4G, é necessário cuidarem da qualidade dos serviços já prestados. É importante investir no 3G para oferecer o mínimo de qualidade para a conversação e para a voz”, analisa o especialista.
Fonte: Site Administradores
Copa deve render mais R$ 500 milhões a pequenos negócios
Há menos de cinco meses para a Copa do Mundo da FIFA 2014, o evento esportivo já rendeu cerca de R$ 280 milhões em negócios para micro e pequenas empresas. Até o final do mundial, a expectativa é que o faturamento chegue a R$ 500 milhões, segundo levantamento realizado pelo Sebrae com base nas rodadas de negociações promovidas nas 12 sedes do evento no Brasil.
“Quem mais vai faturar com a Copa são as empresas que se prepararam antes e que estão pensando no pós-evento, no legado que ele vai deixar para a competitividade dos pequenos negócios”, explica o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
É o caso de setores como o da Construção Civil, que vêm aproveitando as oportunidades geradas em obras nas arenas, ou de madeira e móveis que, além de atender às demandas dos hotéis, têm expandido suas atuações também no exterior. "Nosso trabalho é mobilizar os empresários para aproveitar as oportunidades, não apenas identificando potenciais mercados, mas também dando todo o suporte para a adequação às exigências desses mercados”, completa Barretto.
A Fantastic Brindes (SP) é uma das empresas que têm apostado nessas oportunidades. A empresa investiu 80% de seus investimentos no Kit Torcedor. Nele, itens como corneta, caneca, apitos, copo, vuvuzela, zumbina e mochila já estão levando aos fãs de futebol um diferencial na hora de torcer pelo Brasil. Só no início deste ano, a Fanstatic Brindes já fechou orçamentos de aproximadamente 100 mil kits para grandes empresas, o que equivale à venda de mais de 400 mil produtos. O faturamento que era de R$ 150 mil em junho de 2013 saltou para R$ 380 mil no final do ano passado. O empresário estima triplicar as vendas com a demanda gerada pela Copa.
“Os pequenos negócios que se prepararam e planejaram para aproveitar as oportunidades geradas pela Copa irão aumentar não só o faturamento como poderão se consolidar tanto no mercado interno quanto externo, uma vez que passarão a atender dentro dos padrões internacionais exigidos a todos que atuarem durante o mundial”, ressalta o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
Um exemplo é o escritório de arquitetura de interiores Saad Larcipretti, de São Paulo, que tem como meta atender o público potencial que visitará a capital paulista para assistir aos jogos da Copa do Mundo. O trabalho da Saad já pode ser encontrado nos móveis, pisos, quartos de hotéis que atenderão aos turistas brasileiros e estrangeiros durante o campeonato de futebol.
Alguns móveis, contidos nas suítes dos hotéis, localizados em São Paulo e na Ilha de Comandatubra (BA), foram remodelados por meio dos projetos da empresa.
Para a diretora da rede Rosângela Larcipretti, o evento esportivo é uma oportunidade de divulgação das atividades realizadas pelos profissionais das empresas, inclusive para os estrangeiros. Prova disso é que os trabalhos da Saad Larcipretti já alcançaram visibilidade internacional: duas redes hoteleiras estrangeiras já estão em negociação com o escritório.
Sebrae 2014
As empresas que ainda buscam oportunidades para a Copa do Mundo podem acessar no portal
www.sebrae2014.com.br as ações de abertura de mercado promovidas pelo Sebrae, buscar atendimento presencial nas unidades espalhadas pelo Brasil, pela internet
www.sebrae.com.brou pelo telefone (0800 570 0800).
Fonte: Site Exame
5 formas de conseguir dinheiro para começar um negócio
Dinheiro é essencial para começar um negócio. Não adianta ter uma ótima ideia sem disponibilidade de capital mínimo para começar a operar. “Dinheiro é fundamental para a criação de um novo negócio. É oxigênio na criação e manutenção de uma empresa”, defende Edison Kalaf, professor da Business School São Paulo (BSP).
É comum que os empreendedores não tenham todo o dinheiro que precisam para tirar uma ideia do papel. Por isso, o primeiro passo é fazer um planejamento básico, para saber o que o negócio vai demandar. “O capital próprio é a fonte de recurso mais utilizada, mas nem sempre o empresário usa uma fonte só”, diz Marcelo Nakagawa, professor do Insper. Veja a seguir onde conseguir dinheiro para começar seu negócio.
1. Capital próprio
Para Nakagawa, essa é a melhor forma de investir em uma pequena empresa. Com capital próprio, o empreendedor não contrai dívidas em bancos e tem mais noção de quanto pode gastar. “Às vezes, implica a venda de algum ativo da pessoa ou algum tipo de acordo que faz com o cliente pague antes de receber. Nos Estados Unidos, o termo é bootstrapping, pega dinheiro do cliente e entrega depois o produto”, indica.
O porém desta fonte é que o empreendedor precisa ter acumulado dinheiro ao longo do tempo. Por isso, é mais comum que pessoas mais experientes tenham essa reserva. “Esse é outro tipo de empreendedor, mais velho, e não uma startup”, diz Kalaf.
2. Incubadoras
Para startups, é muito comum que elas comecem a se desenvolver dentro de incubadoras, que são instituições ligadas, geralmente, a universidades que apoiam empreendedores iniciantes. “É uma organização que estimula a criação e o desenvolvimento de pequenas empresas. Dão espaço físico, algum infraestrutura, acesso a internet e assessoria jurídica, por exemplo”, diz Kalaf.
3. Agências de fomento
Outra opção de fonte de capital são as agências de fomento. “Esses recursos são chamados de não-reembolsáveis ou de fundo perdido”, explica Nakagawa. São organizações que trabalham com editais ou chamadas e oferecem linhas de crédito a juros baixíssimos ou nulos. “Os empreendedores tem que conhecer Fapesp, Finep, CNPQ, Senai e agências de amparo à pesquisa”, indica.
4. Empréstimo bancário
O empréstimo bancário é mais indicado para quem pensa em abrir uma franquia. “É comum bancos terem linhas de crédito espetaculares para abrir uma franquia”, indica Kalaf. “É muito difícil para quem está começando do zero, mas o empreendedor tem que prestar atenção em alguns bancos que tem financiamento para franquias”, reforça Nakagawa.
Neste tipo de crédito, é preciso ter cuidado com as taxas de juros. “No Brasil, as taxas são muito altas e é comum exigir, por exemplo, uma garantia real”, afirma Kalaf.
5. Investidores externos
Mais comum também no mercado de startups, o investimento de anjos e fundos de capital semente pode ser conseguido quando o negócio já está mais maduro. “O tipo de empresa que pega esse dinheiro é um número pequeno, são empresas de altíssimo potencial de crescimento”, diz Nakagawa. Nestes casos, o investidor quer ver o negócio concreto. No caso de anjos, investem em média de 80 mil a 100 mil reais.
Fonte: Site Exame
Por que a Campus Party é hoje um evento de empreendedorismo, e não de tecnologia
Ao entrar na Arena Anhembi, na área ampla e abafada com um gigantesco pé direito e espaço de sobra, a primeira coisa que você vê são os pequenos estandes, com uma mesa típica de colégios, duas cadeiras e, normalmente uma ou duas pessoas com aparência convidativa. Cada bloco representa uma pequena empresa, cada pessoa representa uma ideia, e é essa é a principal transformação da Campus Party nos últimos anos: agora as pessoas querem saber como empreender.
A cultura do empreendedorismo é antiga, você já deve ter visto diversos filmes e lido livros sobre histórias de sucesso em diversos países (principalmente nos EUA), mas convenhamos, este espírito nunca foi tão forte como é hoje no Brasil. A dificuldade em fazer vingar um negócio criado do zero, a burocracia e os altos custos sempre fizeram com que boas ideias sequer saíssem das mentes que as geraram. Com a revolução digital, apps e a facilidade em criar muito com pouco, o mundo das startups e aceleradoras invadiu o país nos últimos anos. Se uma equipe de três pessoas pode vender um app de fotos por US$1 bilhão para o Facebook, por que nós não podemos seguir o mesmo caminho?
Agora todo mundo quer correr atrás dessa mina de ouro e a Campus Party entendeu isso. Não é só o lado de fora que entope sua visão com empreendedorismo. A própria escolha dos palestrantes magistrais indica o caminho. Dos oito nomes, apenas metade é diretamente ligado à tecnologia. Não custa lembrar que o evento já teve nomes como Steve Wozniak e grandes evangelistas de Linux como principais nomes. Neste ano, o nome mais aclamado é o vocalista de uma gigantesca banda de metal e empreendedor no ramo da aviação. Curioso, não?
Para onde vai o empreendedorismo
Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, subiu ao palco ontem para a palestra mais cheia da Campus Party (o número de camisetas pretas indica que muitos estavam ali mais para ver o ídolo do metal do que para ouvir sobre o lado empreendedor de aviões). Como quase toda palestra que envolva a ideia de fazer com que seus projetos se realizem, Dickinson falou pouco de tecnologia e muito sobre autoajuda, a necessidade de pensar fora da caixa, não se contentar com pouco e por aí vai. É o que muitos querem ouvir.
O que os empreendedores não gostam muito de ouvir é que, apesar de a democratização das ferramentas digitais ter criado a possibilidade apps e produtos globais, essa facilidade também causou uma notável queda de qualidade e execução das ideias. Há muita gente produzindo muito conteúdo semelhante, na correria, com receio de que seja tarde demais. Há muitos números bonitos, o mercado parece gigantesco, mas só faz sentido se houver cuidado. E ainda há um mistério: existe tanto dinheiro para bancar tantas ideias? As aceleradoras de startups estão aos montes na Campus Party, mas não é fácil convencê-las a investir.
Se o caso do Instagram virou exemplo (apesar de parecer mais uma exceção do que regra), o Snapchat merece ser analisado da mesma forma. O aplicativo ficou famoso por fazer sucesso com um público que o Facebook não consegue mais atingir, e de repente recusou uma oferta de US$ 3 bilhões vinda de Mark Zuckerberg. Mas, apesar do hype, nem os próprios criadores do Snapchat sabem o que farão com seu aplicativo. Ele sofreu problemas de segurança no fim do ano, foi avaliado abaixo da oferta do Facebook e ainda não sabe como irá, de fato, ganhar dinheiro com um sistema de troca rápidas de foto (algo extremamente pessoal e privado).
Tudo isso para mostrar que, na verdade, o mundo do empreendedorismo é muito mais complexo do que parece. Ideias precisam ser bem pensadas, e bons planos precisam ser construídos. Mais do que abrir espaço para uma relação mais próxima entre criadores e investidores, a Campus Party tem o dever de mostrar soluções de longo prazo, ensinar planos de negócios inteligentes e preparar esse novo mercado. Ou seja, é preciso misturar a auto-ajuda e o “vamos nessa” com a tecnologia inteligente, aquela que joga a favor do criador.
E a tecnologia?
Há outro motivo para essa mudança de foco por parte da organização da Campus Party: o mundo da internet no Brasil é muito diferente do que era sete anos atrás. A internet ultra-rápida ainda é um dos chamarizes do evento, mas em um país em que a base da banda larga cresceu quase 40% em um ano, esse tipo de diferencial já está perdendo a força.
Além disso, a conexão monstruosa chamava a atenção porque, de forma nada velada, a Campus Party era o evento para aqueles que queriam encher o HD de filmes, seriados e músicas. Mas não foi só a velocidade das conexões em casa que mudaram no Brasil: ter acesso a filmes e músicas legalizadas é cada vez mais fácil e com um preço digno, a nuvem já é mais do que uma realidade e a cultura do HD de 2TB cheio de arquivos tende a diminuir cada vez mais.
Apesar desse distanciamento, o evento ainda traz algumas palestras e workshops interessantes ligados a tecnologia (como os workshops de vídeo, foto, design e games e a área Arquimedes, que trata sobre segurança na rede, assunto que é pauta obrigatória neste ano por causa dos acontecimentos recentes). Mas, acompanhando de perto as cadeiras vazias espalhadas pelas palestras e a quantidade de monitores ligados em jogos, a Campus Party é cada vez mais uma mistura de reunião de empreendedores com encontro da galera.
Fonte: Site Gizmodo
90% dos apps bancários têm falhas de segurança, revela pesquisa
Se existe uma categoria de aplicativos que precisa de segurança mais do que todas as outras é a de apps bancários. Um estudo, no entanto, diz que 90% dos aplicativos de mobile banking contêm falhas graves que comprometem a segurança dos usuários e podem ser exploradas para roubo de dados.
A revelação reflete um problema sério para a indústria bancária e, conforme o uso destes aplicativos aumentar, a tendência é que a situação se agrave.
O pesquisador Ariel Sanchez, da IOActive, aponta que as falhas encontradas permitem a interceptação de dados sensíveis, instalação de malware e até mesmo a tomada de controle total dos aparelhos das vítimas.
Para gerar seu relatório, o pesquisador estudou os apps para iPhone e iPad de 40 dos 60 maiores bancos do mundo. As principais falhas estão descritas logo abaixo:
- Alguns (menos de 20%) não possuíam recursos capazes de reduzir os riscos de ataques por memória corrompida
- 40% dos apps não validavam a autenticidade dos certificados SSL
- 50% estavam vulneráveis a injections de JavaScript por meio de implementações inseguras do UIWebView. Em alguns casos, funcionalidades nativas do iOS foram expostas, permitindo até mesmo o envio de SMS e e-mail a partir do aparelho da vítima
- 90% continham vários links não-criptografados com SSL em seu código, o que possibilita a interceptação do tráfego e a injeção de códigos JavaScript ou HTML.
A importância de delegar tarefas para sua empresa crescer
Escrito por Millor Machado, sócio-fundador da rede social Empreendemia
Uma das coisas que mais ouço quando converso sobre empreendedorismo é a ideia de “não ter patrão”. Porém, é consideravelmente comum ver situações em que o empreendedor se torna o empregado da sua própria empresa, só que com responsabilidades muito maiores e sem os mesmos benefícios de um funcionário com carteira assinada com 13º, férias, FGTS, etc.
Esse caso é comum tanto no varejo, com o empreendedor precisando ficar sempre na boca do caixa, quanto na prestação de serviços em que ele precisa trabalhar diretamente na entrega do serviço.
Por um lado, vemos a importância do dono da empresa estar presente para que o negócio funcione. Por outro, ao se envolver diretamente na operação, ele fica sem tempo para pensar em novas estratégias, formar parcerias e desenvolver novos produtos e serviços.
Como resolvemos então esse dilema? Para lidar com essa situação existe uma palavra mágica: delegar.
Em termos práticos, o ditado “se quer que algo seja bem feito, faça você mesmo” é praticamente uma sentença de que sua empresa ficará estagnada.
Pelo lado matemático, o empreendedor, apesar de todas as suas características especiais, possui apenas 24 horas no dia. Por mais que ele trabalhe muito, chega um momento em que a capacidade de produção da empresa, e consequentemente seu faturamento, ficam limitados a esse tempo do empreendedor.
Ou seja, para o empresário que realmente quer ser seu próprio patrão, o ditado precisa se tornar “se você quer que algo seja bem feito, treine muito bem alguém para fazê-lo”.
Millor Machado é empreendedor, sócio-fundador da rede social Empreendemia e escreve no blog Saia do Lugar.
Fonte: Site Exame
Gigantes de tecnologia valem mais do que países inteiros, diz pesquisa
O Facebook vale 1,21 bilhão de libras esterlinas (cerca de 2 bilhões de dólares) a mais que o valor da Malásia e a IBM está avaliada em 1,81 bilhão de libras esterlinas (2,98 bilhões de dólares) a mais que o valor do México. Isso é o que mostra uma pesquisa divulgada nessa sexta-feira (10) pelo Bank of America Merrill Lynch (BAML).
O estudo, intitulado The Thunderinf World, destaca que a gigante das redes sociais vale 145,75 bilhões de dólares comparados com os 143.74 bilhões de dólares da Malásia, enquanto que a IBM vale 205,05 bilhões de dólares em comparação com os 202 bilhões de dólares do México.
Mas as duas gigantes incluídas no relatório não são as únicas empresas de tecnologia dos Estados Unidos a superarem o valor de mercado de países inteiros.
Na verdade, o Google possui um valor de 381.17 bilhões de dólares e a Apple - a empresa de tecnologia mais rica do mundo, mas não incluída no relatório - tem um valor de mercado de 483,47 bilhões de dólares.
O BAML comparou as ações de nove empresas norte-americanas (incluindo empresas não tecnológicas, como o Starbucks e a Exxon) a nove países e economias de mercados emergentes.
O estrategista-chefe do banco, Michael Hartnett, diz que as comparações mostram que os mercados emergentes parecem baratos: "o valor de mercado do Brasil mal ultrapassa o do Google, e o da Índia é menor do que a do banco Wells Fargo, assim como o da Turquia é praticamente o mesmo que o do Starbucks", disse.
Harnett acrescentou que parece haver uma "greve do comprador" no momento, citando uma pesquisa de mercado estrangeiro realizada com 250 clientes do BAML, que revelou que apenas 7% são compradores de moedas de mercados emergentes.
Fonte: Site IDG Now!