Porque voto em Garotinho
21/01/2017 | 23h35
À primeira vista parece óbvio: faço parte do governo Rosinha. Digo que “também” por isso, é claro. Afinal, estou há seis anos participando de seu grupo político e ajudando a administrar nossa cidade. Se não acreditasse no propósito sério desta administração não estaria fazendo parte dele. Mas, é mais do que isso. De todos os candidatos que se apresentaram, Garotinho é o que tem mais experiência político-administrativa. Em que pese o seu estilo de fazer política, amado por uns e odiado por tantos outros, acompanhei, pela imprensa ou internet, todos os debates e, principalmente, as sabatinas setoriais das quais os candidatos participaram. O que vi foi uma discussão centrada quase que exclusivamente no município do Rio de Janeiro e em sua região metropolitana, esquecendo-se de que temos a maior parte dos municípios do estado no interior. À exceção de Garotinho, não vi por parte de nenhum candidato uma preocupação maior com o interior, com projetos efetivos e factíveis. Além disso, sou bairrista. Sim! Apesar de não ser natural de Campos, posso afirmar que sou campista de corpo e alma, pois aqui estou há mais de 30 anos e aqui constituí minha vida empresarial e familiar. Se tenho a oportunidade de votar em alguém de minha cidade, que ainda por cima tem estreita ligação com o governo municipal, seria um contra-senso votar em outro. Pense na possibilidade de termos aqui grandes investimentos do governo do Estado nos próximos anos. Certamente afetará positivamente a vida de todos nós, campistas. Apesar de nesses seis anos de governo pouco ter estado com ele pessoalmente (talvez não mais do que seis ou sete vezes), pude notar seu amadurecimento político. O momento pelo qual passa nosso país é delicado e precisa de pessoas experientes no comando dos governos para que possamos voltar a crescer. Tenho absoluta certeza que, com a experiência adquirida ao longos dos anos e dos sucessivos mandatos, esta sua nova gestão terá tudo para levar o Estado do Rio de Janeiro ao patamar de outrora, quando puxava o desenvolvimento nacional. Por isso, amanhã, dia 05 de outubro, voto 22 para Governador! Aproveito para declarar meus outros votos: Presidente: 45 – Aécio Governador – 22 – Garotinho Deputado Federal: 2288 – Feijó Deputado Estadual: 22000 - Gil Vianna Senador: 255 - César Maia  
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Profissionais de TI estão entre os mais caros do Brasil
21/01/2017 | 23h35

Profissionais das áreas de finanças, engenharia, TI e vendas estão em falta no Brasil, segundo uma pesquisa realizada pelo ManpowerGroup. "São áreas com forte apelo técnico", comenta Márcia Almström, diretora de recursos humanos da empresa responsável pelo levantamento, cuja versão global entrevistou mais de 37 mil empregadores.

Isso quer dizer que é só lidar bem com números e o emprego está garantido? Não é bem assim, segundo a executiva. Almström explica que, associadas a competências técnicas, também estão em falta as chamadas 'soft skills' ou habilidades mais 'brandas', ligadas a gestão e liderança, por exemplo. "Para se dar bem num mercado tão sedento por eles, esses profissionais raros precisam construir sua carreira além do conhecimento técnico e buscar outras qualificações", afirma. Dos 42 países focalizados pela pesquisa, o Brasil é o 4º com maior escassez de talentos, empatando com a Argentina. "Entre outros motivos para essa situação, há um grande aumento da competitividade, avanços tecnológicos e lacunas na formação profissional", explica Almström. Além dos profissionais já citados, no ranking também figuram operários, motoristas, técnicos e trabalhadores de ofício manual. A seguir, veja lista dos 10 profissionais mais buscados no Brasil: 1. Operários São os profissionais que fazem qualquer tipo de trabalho braçal em diversos setores da economia, como indústria, agricultura e comércio. Por que estão em falta: "Está difícil encontrar quem tenha experiência como operário", aponta Márcia Almström, diretora de RH do Manpower Group. De acordo com ela, o mercado está esvaziado pela busca natural dos profissionais por ocupações mais qualificadas e consequente aumento de renda. 2. Técnicos São profissionais formados em cursos com duração habitual de 2 anos. Exercem tanto funções gerenciais quanto operacionais em diversas áreas, como automoção, alimentos ou edificações, por exemplo. Por que estão em falta: Segundo Almström, nos últimos 30 anos, pouco se investiu em cursos para formar técnicos no Brasil. "Hoje, colhemos os frutos de privilegiar o ensino superior, e só colheremos os frutos de programas como o Pronatec daqui a alguns anos", diz. 3. Motoristas Os condutores de veículos mais escassos são os ligados ao transporte de cargas, isto é, os motoristas de caminhão. Por que estão em falta: Ser motorista hoje não é só saber dirigir - e a mão de obra não tem acompanhado as novas exigências. "Pela evolução dos meios de transporte, esse profissional precisa dominar diversas tecnologias, como o GPS, além de painéis e dispositivos cada vez mais sofisticados presentes nos caminhões", explica Almström. 4. Secretários pessoais, assistentes administrativos e auxiliares de escritório São profissionais que exercem funções de apoio à administração, articulando o trabalho cotidiano do escritório e facilitando fluxos. Por que estão em falta: Novamente, faltam competências exigidas pelo mercado atual. Isso porque faz parte do passado a figura da secretária que só atendia telefonemas e anotava recados. "Hoje é preciso dominar idiomas, ter conhecimento em programas como Excel e dominar ferramentas online de teleconferência, por exemplo", explica Almström. 5. Trabalhadores de ofício manual São profissionais autônomos que empregam habilidades específicas, tais como eletricistas, costureiras, sapateiros, pintores e encanadores. Por que estão em falta: A situação se deve à movimentação da força de trabalho na direção de atividades com maior qualificação. "Esses profissionais têm buscado formação para melhorar de vida, e acabam abandonando suas ocupações antigas", diz Almström. 6. Profissionais de TI São aqueles que cuidam da infraestrutura, da gestão de computadores e de todos os processos relacionados a tecnologia da informação. O profissional é disputado tanto por empresas de desenvolvimento de software quanto por bancos e companhias de telefonia celular, por exemplo. Por que estão em falta: As empresas têm apresentado demanda crescente por soluções de TI, mas não há oferta suficiente de mão de obra. "O ritmo de formação de profissionais ainda não acompanha a expectativa dos contratadores", explica a diretora de RH do Manpower Group. 7. Contadores e profissionais de finanças São aqueles que acompanham, medem e garantem a saúde financeira da empresa. Em tempos de exigência por produtividade máxima, cuidam da gestão dos custos e da rentabilidade do negócio. Por que estão em falta: A realidade no mundo dos negócios mudou. Hoje, as empresas não precisam apenas do profissional que registra dados numéricos e faz apontamentos. "É preciso dominar o aspecto técnico das finanças, mas também ter um perfil de influenciador e consultor interno a respeito do negócio", explica Almström. 8. Operadores de máquinas e de produção São profissionais que dominam o manuseio operacional de diversas máquinas na indústria e na agropecuária, por exemplo. Por que estão em falta: A falta de profissionais habilitados para suprir a demanda tem a ver com os avanços tecnológicos em maquinarias. "Hoje, os equipamentos são muito mais complexos do que há 20 anos, e faltam profissionais com competências em dia com essas atualizações", explica Almström. 9. Engenheiros São profissionais que podem ser empregados em praticamente qualquer tipo de indústria. Hoje fazem falta engenheiros para áreas que vão de infra-estrutura e exploração de petróleo até bancos e empresas de telecomunicações. Por que estão em falta: Almström afirma que os cursos de Exatas têm despertado pouco interesse nos jovens, o que explicaria em parte a falta de engenheiros. "Além disso, a demanda por eles cresceu muito nos últimos anos, devido à necessidade de desenvolver a economia", afirma. 10. Gerentes de vendas São profissionais responsáveis pela geração de negócios, muitas vezes em escala global, combinando habilidades de gestão, conhecimentos em finanças e domínio da comunicação. Por que estão em falta: "Ter lucro ficou mais difícil com a nova forma de fazer negócios hoje", diz Almström. Gerir vendas se tornou um papel muito mais complexo do que no passado. "É preciso ser mais criativo, saber lidar com números e ter capacidade de liderar, mas poucos são os profissionais que atendem a todas essas exigências", afirma. Fonte: Site Cidade Verde  
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Gmail, do Google, é invadido em 92% das tentativas
21/01/2017 | 23h35

Pesquisadores americanos alegam ter sido capazes de invadir vários aplicativos móveis em smartphones, depois que disfarçaram um malware como app e a partir daí exploraram vulnerabilidades na memória dos aparelhos. Um dos mais “fáceis”, segundo eles, foi o Gmail, invadido em 92% das tentativas. O mais difícil teria sido o app da Amazon.com, que teve taxa de sucesso de 48%.

A experiência foi apresentada por pesquisadores das universidades da Michigan e da Califórnia, nos Estados Unidos, em um evento sobre segurança cibernética na cidade de San Diego. Também houve sucesso em invadir outros aplicativos como do Chase Bank e Hotels.com. A invasão envolve o acesso à memória compartilhada de um smartphone através do software malicioso disfarçado como um app inofensivo, como um ‘papel de parede’. A memória compartilhada é usada por todos os apps e pela análise de seu uso permitiu acesso a logins e senhas. “Sempre se assumiu que os aplicativos não conseguem interferir facilmente uns com os outros. Mostramos que essa concepção está errada e que um app pode impactar significativamente com consequências prejudiciais para o usuário”, afirmou o professor assistente da Universidade da Califórnia Zhiyun Qian. A experiência foi feita em um aparelho com sistema Android, mas os pesquisadores sustentam que ela também funcionaria em smartphones da Apple ou nos com Windows porque nesses os aplicativos compartilham dados da mesma maneira. * Da BBC  
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Auditores fiscais explicam Nota Fiscal de Consumidor eletrônica
21/01/2017 | 23h35

Auditores fiscais do Estado do Rio de Janeiro começam road show em todo o Estado para explicar aos contribuintes recolhedores de ICMS os benefícios e procedimentos para a implantação da Nota Fiscal de Consumidor eletrônica – NFC-e. Na última quinta-feira (17/07) o encontro aconteceu em Teresópolis com cerca de 200 profissionais da região reunidos na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). O auditor fiscal João Carlos do Nascimento Silva frisou que a NFC-e faz a transmissão em tempo real de documentos fiscais para o banco de dados da Receita. A medida dá segurança aos contribuintes quanto à validade e autenticidade da transação comercial, assim como praticamente elimina a circulação de papéis impressos em notas e cupons fiscais hoje utilizados, reduzindo custos e desperdício de papel. A NFC-e é um documento eletrônico (arquivo de computador) que substituirá as notas ¬ fiscais de venda ao consumidor, modelo 2, e o cupom ¬fiscal emitido por emissores de cupons fiscais, os chamados ECF. Após ser preenchida e assinada eletronicamente, a NFC-e é transmitida pela internet para a Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro (SEFAZ/RJ). Em fração de segundos os computadores da Secretaria veri?cam a autenticidade do documento e a consistência das informações. Se não houver erro, o contribuinte recebe de volta, em seu programa, o número de Autorização de Uso. A partir desse momento, a NFC-e tem validade e pode acobertar a venda. A resolução SEFAZ nº 759/14, publicada recentemente, estabelece cronograma de implantação da NFC-e no Estado do Rio de Janeiro. De acordo com suas disposições, na primeira etapa, que se inicia em oito de agosto deste ano, será aberta aos contribuintes a possibilidade de emissão em ambiente de testes. Nesse ambiente, a NFC-e não possui valor fiscal. Já em primeiro de outubro, os contribuintes poderão aderir voluntariamente ao novo documento, emitindo-o em ambiente de produção. Neste, o documento possui valor fiscal e substitui o Cupom Fiscal emitido por ECF e a Nota Fiscal de Consumidor, modelo 2. Também em primeiro de outubro passam a estar obrigados a NFC-e os contribuintes sujeitos a uso de ECF que não solicitaram à SEFAZ autorização de uso do equipamento. Em julho de 2015, o cronograma alcança os contribuintes enquadrados no regime normal de apuração do imposto e os que requererem inscrição estadual. A partir daí, temos mais três datas: - Primeiro de janeiro de 2016, contribuintes optantes: a) pelo Simples Nacional com receita bruta anual auferida no ano-base 2014 superior a R$ 1.800.000,00; b) por demais regimes de apuração distintos do regime de confronto entre débitos e créditos, inclusive os previstos no Livro V do RICMS/00 (Decreto nº 27.4247/00), independentemente da receita bruta anual auferida; - Primeiro de julho de 2016, contribuintes optantes pelo Simples Nacional com receita bruta anual auferida no ano-base 2014 superior a R$ 360.000,00; - Primeiro de janeiro de 2017, demais contribuintes. A norma também estabeleceu uma fase de transição entre o ECF e a NFC-e, possibilitando que o contribuinte que possua ECF autorizado pela SEFAZ continue a utilizá-lo por até dois anos. Fonte: SEFAZ RJ  
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Mais empresas desistem de candidatos por postagens em redes
21/01/2017 | 23h35

Faz tempo que as redes sociais deixaram de ser só uma ferramenta para se comunicar com os amigos e se tornaram uma espécie de portfólio. Se por um lado o que se compartilha na internet pode levar alguém ao sucesso instantâneo, por outro, pode queimar o filme. E isso também vale para o mundo corporativo.

Uma pesquisa do site de anúncios de empregos CarrerBuilder divulgada nesta segunda-feira mostra que o número de companhias que eliminam candidatos de processos seletivos por conta de postagens na internet tem crescido nos últimos três anos. Em 2012, 34% dos empregadores que pesquisam os perfis de aspirantes a funcionários em redes sociais disseram ter encontrado conteúdos que os fizeram desistir de contratá-los. Em 2013, esse índice subiu para 43% e chegou a mais da metade (51%) deles este ano. Entre os principais motivos que fizeram as empresas dispensarem os candidatos estão a divulgação de fotos provocativas ou inapropriadas (46% dos casos), de imagens em que eles aparecem bebendo ou usando drogas (41%) e postagens em que eles falam mal de outras organizações e funcionários (36%). Lado bom Uma em cada três companhias disse ter encontrado nas redes sociais atividades que influenciaram positivamente na contratação de uncionários. Entre elas estão postagens que indicam senso de adequação cultural (46%), que reforçam qualificações (45%) e passam uma imagem profissional (43%). O CarrerBuilder trabalha com mais de mil empresas parceiras ao redor do mundo. Fonte: Site Exame  
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Redes sociais encostam em jornais online como principal fonte de informação
21/01/2017 | 23h35

Que as pessoas têm a Internet como fonte de informação fundamental e de forma crescente, parece óbvio. Menos evidente, no entanto, é o movimento medido pelo Reuters Institute em seu ‘Digital News Report 2014’, divulgado nesta semana: as redes sociais, em particular o Facebook, vão se tornando a grande plataforma para o consumo de notícias.

No Brasil esse movimento é o mais notável entre os 10 países pesquisados. Por aqui, o Facebook não só é a rede mais usada – por 80% dos entrevistados – como é a principal fonte de notícias para 67%, seguida pelo YouTube (33%); G+ (14%) e Twitter (13%). Particularmente, quando perguntados sobre como se informaram na semana passada, 54% dos brasileiros entrevistados indicaram “redes sociais”, contra 55% que buscaram “veículos tradicionais”, como os sites de jornais. É o maior percentual entre os 10 países, com a Itália em segundo (51%). Curiosamente, Brasil e Itália são os dois pesquisados onde o acesso à Internet é menor. A penetração no Brasil foi indicada em 46% (Brasil Urbano, segundo o estudo) e, na Itália, 58%. Nos demais – EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Dinamarca, Finlândia, Espanha e Japão – a penetração é acima de 80%. O mesmo estudo (www.digitalnewsreport.org) coloca os brasileiros como os mais interessados em notícias (87%) e aqueles que têm a Internet como a principal fonte de informações – 37% , ao lado da Finlândia. Entre quem tem 18 a 24 anos, não importa o país: 49% acessam informações prioritariamente online. O Brasil também aparece como o país pesquisado onde os internautas mais compartilham notícias em redes sociais ou por e-mail – 54% dos entrevistados; seguido da Itália, 44%; Espanha, 40%; EUA, 35%; e Finlândia, 24%. Finalmente, o Brasil aparece ainda como o país onde mais se aceita pagar pelas notícias – 22% dos entrevistados pagaram pelo menos por um artigo ou mantinham assinaturas digitais em 2013, contra uma média de 11% quando agregados os 10 países avaliados. Fonte: Site Convergência Digital  
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Chromecast da Google chega ao Brasil vendido por R$ 199
21/01/2017 | 23h35

RIO — Lançado em julho de 2013 nos EUA, o Chromecast, aparelho da Google que permite carregar conteúdo da empresa e de apps terceiros em TVs, sem a necessidade de que elas sejam de modelos smart, começou a ser vendido nesta quarta-feira no Brasil. Encontrado por enquanto somente em lojas online de varejo, o dispositivo é vendido por R$ 199 — preço elevado se comparado com os US$ 35 (cerca de R$ 84) cobrados nos EUA, e que é resultado dos impostos brasileiros (o aparelho ainda não é fabricado aqui). Semelhante a um pen drive robusto, o Chromecast deve ser conectado às portas HDMI e USB da TV do usuário para funcionar. Com ele, é possível que vídeos e músicas acessados em computadores, smartphones e tablets sejam visualizados diretamente na televisão, com o toque de apenas um botão, de maneira fácil e prática. Além dos serviços da própria Google — YouTube, a loja virtual Play Store e o navegador Chrome — o aparelho também é compatível com aplicativos de outras empresas, como o Netlifx, Crackle, Rdio e Vevo. No site da plataforma em português é possível conferir a lista completa de serviço, que a Google promete que deve aumentar constantemente. O que esperar do aparelho Tendo como concorrente direto no país a Apple TV (vendida por aqui a R$ 399), o Chromecast tem na sua grande vantagem a facilidade de uso: após plugar o aparelho, basta conectá-lo à sua rede Wi-Fi e instalar o seu aplicativo nos dispositivos desejados para que a sincronização entre as diferentes plataformas seja feita automaticamente. O processo leva poucos minutos. Como funciona em segundo plano, o Chromecast permite, por exemplo, que o usuário transmita um vídeo do Netflix para a TV a partir do seu tablet, sem que seja necessário ficar com o aplicativo do serviço aberto nele. Além de usar o seu tablet ou smartphone como o controle remoto do aparelho, o usuário também pode transmitir suas coleções de fotos na TV diretamente deles, facilitando o trabalho na hora de mostrar as imagens de uma viagem para a família, por exemplo. O único ponto negativo do Chromecast, ao menos no Brasil, ainda é a pouca quantidade de serviços de terceiros compatíveis com ele, principalmente se comparado com os EUA. O serviço HBO Go, do popular canal de filmes e séries, por exemplo, ainda não funciona no território brasileiro, ao contrário do que acontece no EUA. Mas a Google promete que isso deve mudar em breve: de acordo com a empresa, existem mais de 3 mil desenvolvedores criando novos usos e serviços para o produto, o que significa que o número de apps compatíveis deve aumentar rapidamente. Fonte: Site O Globo  
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Google vai virar montadora e fabricar carro que dirige sozinho
21/01/2017 | 23h35

O Google vai começar a fabricar seus próprios carros que dirigem sozinhos, em vez de adaptar veículos fabricados por outras montadoras. O carro, com capacidade para apenas duas pessoas, não terá volante ou pedais, contando apenas com um botão de partida e parada. Fotos divulgadas pelo Google mostram o protótipo do pequeno veículo, que tem uma "cara amigável" com o objetivo de convencer as pessoas a aceitarem mais facilmente a tecnologia da direção autônoma. O co-fundador da gigante de tecnologia, Sergey Brin, revelou os planos da empresa em uma conferência na Califórnia. "Estamos muito animados com esse carro. É algo que vai nos permitir ampliar as capacidades da direção autônoma e entender suas limitações", afirmou Chris Urmson, diretor do projeto de autodireção do Google. Ele acredita que os carros vão "melhorar a vida das pessoas ao transformar a mobilidade". Mas alguns pesquisadores que atuam nesta área estão investigando os potenciais malefícios deste tipo de tecnologia. Eles acreditam que os veículos podem piorar o trânsito das cidades à medida que as pessoas decidem fazer longos trajetos de carro porque não terão de dirigir. Para-brisas flexíveis A BBC obteve acesso a detalhes do projeto e ao protótipo do veículo. O design do carro se assemelha ao de um desenho animado, não tem capô na frente e as rodas são mais afastadas para os lados. Conta com propulsão elétrica e atinge a velocidade máxima de 40km/h. A característica mais importante do design é o fato de não haver controles, à exceção de um botão de partida e parada. Segundo o Google, sistemas adicionais serão instalados na fase inicial de testes para que o motorista possa assumir o controle do veículo caso haja um problema. A dianteira do carro é concebida para oferecer mais segurança aos pedestres, com um material macio semelhante a uma espuma no lugar do tradicional amortecedor, e um para-brisas mais flexível, que pode ajudar a reduzir lesões em caso de acidentes. Para guiar sozinho, o veículo vai usar uma combinação de sensores de laser e radar, além dos dados captados por uma câmera instalada no teto do veículo. Nas ruas em 1 ano O Google anunciou recentemente que seus carros já percorreram 700 mil milhas de vias públicas no modo autônomo, e que agora se preparam para enfrentar o trânsito das ruas movimentadas da cidade. A empresa planeja construir uma frota de cerca de 200 carros autônomos em Detroit, com o objetivo de utilizá-los como uma base de teste para a tecnologia autônoma. "Vamos ver estes veículos nas ruas dentro de um ano", diz Urmson. Defensores do projeto afirmam que carros autônomos têm o potencial de revolucionar o transporte, tornando as estradas mais seguras, eliminando ruídos elétricos, e diminuindo o congestionamento e a poluição. Mas Sven Beiker, diretor-executivo do Centro de Pesquisa Automotiva da Universidade de Stanford, adverte que carros sem motoristas ainda podem requerer intervenção humana em situações extremas e que as pessoas podem esquecer como operar seus veículos se não o fizerem regularmente. Isso pode ser particularmente perigoso em uma situação de emergência em que o computador não sabe como reagir, e pede intervenção de um ser humano que pode não ter prestado atenção, alertou. "Você não vai poder perder tempo procurando o manual de instruções no porta-luvas que você nunca olhou antes", disse ele. Ele compara essa situação à de pessoas que passam a dirigir carros automáticos e depois esquecem como conduzir os com câmbio manual. Fonte: Site IG  
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Copa do Mundo: só seis estádios assinaram contrato para oferecer Wi-Fi
21/01/2017 | 23h35

O ministro das Comunicações (Minicom), Paulo Bernardo, afirmou que o governo federal não vai interferir nas negociações entre as operadoras de telefonia e os administradores das arenas da Copa do Mundo 2014 para a instalação de antenas Wi-Fi dentro dos estádios.

Segundo Bernardo, esta é uma "negociação privada entre as teles e os estádios". "Como vamos falar quanto tem que pagar? O Maracanã é administrado por uma empresa privada; nós vamos fazer lobby pra quem? Para as teles ou para os estádios? Para nenhuma delas", afirmou o ministro. A instalação de antenas Wi-Fi melhora a qualidade do tráfego de dados, ao desafogar as redes 3G e 4G em lugares de grandes aglomerações temporárias. O ministro acrescentou que apenas seis dos 12 estádios que sediarão as partidas de futebol fecharam contratos para oferecer Wi-Fi para os torcedores: Porto Alegre, Brasília, Manaus, Cuiabá, Salvador e Rio de Janeiro. Os demais não chegaram a um acordo com as operadoras de telefonia. Bernardo garantiu que foi integralmente cumprida a responsabilidade do governo com a FIFA, que é a instalação de uma rede de fibra óptica para a transmissão dos jogos. A rede ficou pronta em 2013 nas seis cidades sede da Copa das Confederações e nas demais cidades, em abril de 2014. Segundo Bernardo, a demora na entrega de alguns estádios atrapalhou a instalação de infraestrutura, mas acrescentou que as dificuldades foram superadas e a Telebras está realizando os últimos testes de capacidade da fibra e de dupla abordagem já dentro dos estádios. O ministro voltou a afirmar que as obrigações contidas no edital de venda da faixa de 2,5 GHz para a implantação do 4G foram uma decisão de governo, sem relação com a FIFA. "As obrigações do 4G foram estabelecidas para todo o território nacional, de acordo com um cronograma previamente definido, começando pelas cidades da Copa, antecipando investimentos que já estavam previstos de serem realizados", destacou. Será?!?!
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5 sinais de que você não sabe lidar com seus clientes
21/01/2017 | 23h35

São Paulo – Os clientes são fundamentais para o sucesso de um negócio. Por isso, ter um bom atendimento e investir na capacitação da equipe de vendas pode fazer a diferença na relação da sua empresa com os consumidores.

Américo José da Silva Filho, sócio-diretor da Cherto Atco, explica que alguns empreendedores têm a impressão de que o cliente precisa do seu produto ou serviço. Mas, não é bem assim. “O cliente tem várias opções em termos de mercado. A empresa é só mais uma opção que ele tem e, se o empresário não dá a devida importância para ele, ele vai embora”, explica. André Ortiz, especialista em vendas da Oficina do Sucesso, afirma que o empreendedor não deve se amparar na ideia de que o cliente é fiel e que sempre voltará para a sua empresa. Por isso, cativá-lo sempre é essencial. Para Carlos Cruz, diretor do IBVendas, outra questão comportamental que prejudica a relação de pequenos empresários e clientes é a falta de preparação para negociação. Veja outros sinais que demonstram que você não sabe lidar bem com os seus consumidores. 1. Recebe muita reclamação Ignorar as reclamações dos seus consumidores ou achar que são eles que estão errados não é a maneira mais adequada para lidar com crises no seu negócio. “Cliente fiel não existe, é uma utopia. Cliente só é fiel enquanto você o encanta de verdade”, afirma Ortiz. O próprio empreendedor precisa ter um padrão de atendimento quando ocorrer algum erro ou desentendimento. 2. Não sabe como abordar O primeiro contato é crucial na hora de conquistar um novo cliente, por isso qualquer tipo de abordagem, seja ela presencial ou virtual, deve ser impecável. “O vendedor não pode deixar de oferecer produtos porque julgou o cliente ou porque acha que a pessoa não vai gostar”, afirma Filho. Um deslize é o suficiente para fazer a insatisfação do consumidor chegar muito longe. “O sucesso do empreendedor pode ser medido pelo indicador boca a boca”, resume Ortiz. 3. Ter uma equipe mal treinada A falta de treinamento para a equipe de vendas pode interferir em muito mais que o volume de produtos ou serviços vendidos. “Você pode até ter boas intenções, mas um funcionário pode causar uma má imagem da empresa”, resume Filho. Para Cruz, outro indício de que nem você nem sua equipe sabem lidar com os clientes é não explorar todas as necessidades dele. Às vezes, é um mix de produtos diferenciado que ele espera. “A empresa que deixa de ganhar”, diz. 4. Tratar clientes de maneira diferente Se você tem amigos e familiares que também são clientes da empresa, é preciso se atentar para não dar mais atenção para eles. “Pode pesar a partir do momento que você favorece um cliente só porque ele é seu amigo. Você tem que ser simpático com todo mundo. Atendimento diferenciado em excesso pode ficar ruim para outro cliente que estiver presenciando a cena ”, explica Filho. 5. Deixar o pós-venda de lado Para cativar um cliente no pós-venda é necessário conhecer suas afinidades e o que ele mais gosta do seu produto ou serviço. A fidelização é uma ótima forma de garantir futuras vendas e estreitar a relação com o seu consumidor. Ortiz afirma que o empresário ou vendedor precisa demonstrar, de maneira sincera, suas preocupações em relação ao serviço ou produto que o cliente adquiriu. Se não gostou, tente descobrir a razão. Fonte: Site Exame
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Robson Colla

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