Novos tempos
21/01/2017 | 23h19
Os tempos mudaram. As campanhas também. Em pleno século XXI e com a rigidez da justiça eleitoral, que limitou em muito as ações de campanha, temos que fazer campanhas cada vez mais criativas e direcionadas. O uso das redes sociais (MSN, Orkut, Facebook, Twitter etc) é cada vez maior e vem ganhando mais importância a cada novo pleito. A campanha eleitoral do Barack Obama nos mostrou a importância que o uso da internet tem tido e terá cada vez mais nas futuras eleições. O próprio 1º turno das eleições presidenciais do Brasil nos deu exemplos claros disso, com o uso de mensagens que se espalhavam rapidamente pelos quatro cantos do país, a favor ou contra um ou outro candidato. Entretanto, em que pese a importância da internet, as articulações com grandes lideranças políticas é, também, fator preponderante para o sucesso de uma campanha, pois eles têm a capilarização necessária para atingir aos mais recônditos locais através de seus cabos eleitorais. É isso que temos buscado fazer. Uma campanha com mais inteligência e menos utilização de mão-de-obra contratada, para serviços que, muitas vezes, beira a humilhação; ou você acha que, por mais digno que seja qualquer tipo de trabalho, não é muitas vezes desumano colocar pessoas, muitas delas idosas, em esquinas segurando placas de candidatos sob sol ou chuva? É isso que muitas pessoas chamam de militância. Para mim, não! Vejamos as campanhas recentes de Sérgio Diniz, a Deputado Federal, e de Genásio, a Deputado Estadual. Foram feitas com base em um trabalho silencioso e sem alarde. Sem pessoas nas ruas, sem exploração de mão-de-obra. Conclusão: foram mais bem votados dos que muitos que se utilizaram desse expediente. De nossa parte, temos feito contato e buscado apoio de diversos vereadores, dos mais diversos partidos, que já colocaram seus cabos eleitorais em campanha para nosso candidato, Serra. Além dos vereadores, estamos em contato direto com alguns dos maiores empresários de nossa cidade, que não só declararam seus votos em Serra, como ainda estão ajudando a campanha, fazendo um trabalho junto aos seus funcionários, buscando esclarecer suas dúvidas e fazendo distribuição de material de campanha para aqueles que se mostram simpáticos ao nosso candidato. Por fim, entendo que a campanha tem que ser feita de forma mais inteligente. Não enxergar essa nova realidade é se atrelar ao passado e aos costumes mais atrasados que não queremos ver voltar. O modelo tradicional, com militância na rua, sujeira de papéis e plásticos espalhados pelas ruas está condenado ao passado. Com esse modelo, sem omissão, mas com muito trabalho, acredito que vamos inverter os números do 1º turno em Campos e vencer as eleições em nossa cidade, sem sujeira, sem humilhação às pessoas, só debatendo idéias e ideais.
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Manifesto em defesa da Democracia
21/01/2017 | 23h19

Reproduzo abaixo o manifesto que está assinado por políticos e intelectuais brasileiros, entre eles Ferreira Gullar, Hélio Bicudo, Nelson Ascher e Paulo Brossard.

"Numa democracia, nenhum dos Poderes é soberano. Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.

Acima dos políticos estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil,  inconformados com a democracia representativa se organizam no governo para solapar o regime democrático. É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais. É inaceitável  que militantes  partidários  tenham convertido  órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos. É lamentável que o Presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle. É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais em  valorizar a honestidade. É constrangedor que o Presidente não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas vinte e quatro horas do dia. Não há “depois do expediente” para um Chefe de Estado. É constrangedor também que ele não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder político e de uso da máquina oficial em favor de uma candidatura. Ele não vê no “outro” um adversário que deve ser vencido segundo regras, mas um inimigo que tem de ser eliminado. É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e de empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses. É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo. É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. É deplorável que o mesmo Presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Poder Judiciário. Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para  ignorar a Constituição e as leis. Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las. É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo. Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade. Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos" Quem quiser saber mais sobre o Manifesto, acesse: www.defesadademocracia.com.br.
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Uma verdade inconveniente.
21/01/2017 | 23h19
Recebi este e-mail e gostaria de reproduzi-lo aqui para reflexão dos leitores: "Quais as reformas que o PT promoveu no Brasil para mudar o que os seus antecessores deixaram? Por favor, verifique se há alguma mentira abaixo. 1985 - O PT é contra a eleição de Tancredo Neves e expulsa os deputados que votaram nele. 1988 - O PT vota contra a Nova Constituição que mudou o rumo do Brasil. 1989 - O PT defende o não pagamento da dívida brasileira, o que transformaria o Brasil num caloteiro mundial. 1993 - Itamar Franco convoca todos os partidos para um governo de coalizão pelo bem do país. O PT foi contra e não participou. 1994 - O PT vota contra o Plano Real e diz que a medida é eleitoreira. 1996 - O PT vota contra a reeleição. Hoje defende. 1998 - O PT vota contra a privatização da telefonia, medida que hoje nos permite ter acesso a internet e mais de 150 milhões de linhas telefônicas. 1999 - O PT vota contra a adoção do câmbio flutuante. 1999 - O PT vota contra a adoção das metas de inflação. 2000 - O PT luta ferozmente contra a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal, que obriga os governantes a gastarem apenas o que arrecadarem, ou seja, o óbvio que não era feito no Brasil. 2001 - O PT vota contra a criação dos programas sociais no governo Fernando Henrique: Bolsa Escola, Vale Alimentação, Vale Gás, PETI e outras bolsas são classificadas como esmolas eleitoreiras e insuficientes. Quase toda atual estrutura sócio-econômica do Brasil foi construída no período listado acima. O PT foi contra tudo e contra todos. Hoje roubam todos os avanços que os outros partidos promoveram e posam como os únicos construtores de um país democrático e igualitário. Já que o PT foi contra tudo e contra todos desde a sua fundação, fica uma pergunta para que os leitores respondam: em 8 anos de governo, quais as reformas que o PT promoveu no Brasil para mudar o que os seus antecessores deixaram? É muito bom receber os frutos plantados por outros!" É ou não é um texto para nos levar à reflexão?
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Reunião do PSDB
21/01/2017 | 23h19
Só corrigindo: a data da reunião do PSDB não foi dia 13 como postei anteriormente e sim ontem, dia 14.
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Reunião do PSDB
21/01/2017 | 23h19
Com a casa cheia de lideranças tucanas, começou pontualmente às 10:00h de ontem, dia 13, a reunião do PSDB no hotel Rio's Presidente, para orientação dos diretórios municipais quanto a montagem de uma agenda para o segundo turno da eleição presidencial. Contando com as principais lideranças estaduais como Zito, Presidente do PSDB estadual e prefeito de Duque de Caxias, Deputados Federais, Estaduais e Vereadores, a reunião transcorreu com muita animação por parte dos militantes e chegou ao ápice quando veio o anúncio do resultado da pesquisa do Sensus/CNT, com os novos números da pesquisa, dando um empate técnico entre os candidatos. Foi comemorada como um gol em final de copa do mundo. Todas as lideranças discursaram e procuraram dar motivação adicional aos militantes. Como disse o Deputado Federal Otávio Leite: "a vitória depende de nossa garra, nossa luta e nossa determinação". Sem contar com qualquer tipo de apoio e com toda a pressão exercida pela máquina estadual em nossa cidade, ainda assim Serra teve, em Campos,  cerca de 32% dos votos contra cerca de 38% de Dilma e toda a máquina. No segundo turno, nossa expectativa é mudar esse quadro.
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Tucanos em ação
21/01/2017 | 23h19
Reunião do PSDB na quinta-feira, dia 14 de outubro, às 10 h, no Hotel RIO's Presidente, na Rua Pedro I, Nº 19, Praça Tiradentes, ao lado do Teatro Carlos Gomes. Nesta reunião, que contará com lideranças tucanas de todo o Estado do Rio, principalmente os detentores de mandatos, será montada uma agenda comum com o intuito de facilitar a visibilidade da campanha, dentre outras providências. Estarei lá desde amanhã, dia 13, para me antecipar em reuniões com a executiva estadual com vistas a montar uma campanha mais visível do Serra em nossa região.
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Ainda o debate da Band
21/01/2017 | 23h19
Quero pedir desculpas aos leitores, mas estava fora de Campos e tive um problema em meu notebook que só resolvi agora quando cheguei à Campos, por isso não atualizei os posts dobre o debate. Mesmo com o enorme atraso em comentar, tenho a certeza de que o Serra se saiu melhor do que a Dilma no debate da Band. Mostrou porque é o mais talhado para governar o país e colocá-lo no rumo que precisa estar. Claro que chegamos a um ponto da campanha em que a discussão fica mais acalorada e os torcedores de cada candidato irá dizer que o seu foi melhor, mas me permitam reproduzir um comentário de Bolívar Lamounier em seu blog, que se encaixa perfeitamente em minha análise acerca do debate: "No que toca à sua irrealidade como candidata, Dilma se saiu muito bem. Apareceu, enfim, como uma pessoa de carne e osso. E fez  o possível para ocultar Lula atrás de si, em vez  de se esconder  atrás dele, como vinha fazendo desde sempre. Feita essa constatação, que candidata é essa que começamos finalmente a conhecer ? Esta indagação é mais subjetiva : pelo menos num primeiro momento, a resposta vai variar de uma pessoa a outra. Vai depender de nossas avaliações. Em minha avaliação, a emenda saiu bem pior que o soneto.  Sem a máscara de gesso que usou durante toda a campanha, a Dilma de ontem me parece assaz  despreparada para o salto que está tentando dar. Sobre seu despreparo intelectual, não preciso me estender.  E o pior não é o seu permanente litígio com a língua portuguesa . É sua manifesta dificuldade de sustentar um fio de raciocínio sobre qualquer dos assuntos tratados. O contraste com Serra é gritante."
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Debate da Band
21/01/2017 | 23h19
Arrisco a dizer que a campanha presidencial em seu segundo turno começa hoje com o debate da TV Bandeirantes, logo mais às 22:00h. Acredito que assistiremos a um debate mais acirrado, de ambas as partes, assim como um maior detalhamento das propostas de cada um e não o debate insosso que assistimos no primeiro turno. O acirramento da disputa não pode nos privar de uma maior discussão acerca dos programas de governo de cada um. É o que todos esperamos.
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Voluntariado
21/01/2017 | 23h19
Andando pela cidade hoje cedo e conversando com seus moradores, descobri mais algumas coisas sobre a Festa da Polenta em Venda Nova do Imigrante. Em um município com cerca de 20.000 habitantes, próximo de 1.000 moradores trabalham de forma voluntária para que aconteça o evento. Não há distinção entre eles: são médicos, advogados, empresários, donas de casa e diversos outros moradores das mais diversas profissões e ocupações. E, não só não há qualquer patrocínio da Prefeitura local, como fiquei sabendo que o próprio Prefeito é um voluntário e que inclusive irá, no dia de hoje, trabalhar na festa na função de arrumar as mesas e retirar os pratos e latas que ficam em cima delas. Quer exemplo melhor de humildade, companheirismo e voluntariado? O orgulho com que os moradores falam da festa e seus pedidos para que nós a divulguemos em nossas respectivas cidades chega a impressionar. Vim pensando passar um fim de semana apenas descansando em um local tranqüilo, mas acabei ganhando uma aula de como um grupo de pessoas, pensando de forma comum e sem vaidades pessoais, consegue fazer tão bela festa que atrai pessoas dos mais diversos locais do país e lota as pousadas e hotéis da região. Site da festa: www.festadapolenta.com.br Vale a conferida!
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Festa da Polenta
21/01/2017 | 23h19
Compareci ontem à noite a uma festa da cidade em Venda Nova do Imigrante, no Espírito Santo. É a tradicional Festa da Polenta, que está em sua 32ª edição e acontece entre os dias 08 e 10 deste mês. É um exemplo de organização e carinho para com a cidade, por parte dos seus moradores, que trabalham voluntariamente para manter vivas e expansivas as tradições históricas, culturais e os costumes trazidos pelo imigrante italiano. O objetivo da Festa da Polenta é resgatar e manter viva a cultura do imigrante italiano que colonizou Venda Nova há mais de 100 anos. Um dos ensinamentos deixado pelos imigrantes foi a união e o voluntariado. A família que terminava primeiro o seu serviço na lavoura ajudava a outra e tudo terminava numa grande festa. Assim verdadeiros mutirões tornavam mais leve a árdua luta do dia-a-dia. A força do voluntariado ergueu importantes obras comunitárias e transformou a história do lugar. Para se ter uma idéia da importância que o evento tomou ao longo dos anos, boa parte da classe política do ES esteve presente ontem à abertura da tradicional festa, inclusive o Governador eleito do Estado, o Senador Renato Casagrande (eleito com 82,30% dos votos válidos), que caminhava sozinho e tranqüilo por toda a festa, sem seguranças, cumprimentando a todos, inclusive a mim. Um dado interessante na festa é que não há intervenção do poder público no evento. Foi criada pelos moradores uma associação, a AFEPOL - Associação Festa da Polenta (instituição sem fins lucrativos), que tem o intuito de organizar essa grande festa e manter vivas as tradições italianas. Grande parte dos recursos gerados pelos voluntários, que se mobilizam para fazer a Festa da Polenta acontecer, é distribuído entre importantes entidades beneficentes de Venda Nova: Hospital, Apae, Casa da Cultura, Coral Santa Cecília e outros. Uma parcela serve de fundos para a  AFEPOL promover projetos culturais durante o ano e servir de suporte para impulsionar a próxima Festa da Polenta. Certamente um exemplo para nossa cidade, tão dependente de recursos do poder público para executar qualquer que seja o evento.
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Robson Colla

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