Termina fase de preparação para os testes de segurança da urna eletrônica
21/01/2017 | 23h28
Nesta quinta-feira (08/03) foi finalizada a fase de preparação dos testes públicos de segurança do sistema eletrônico de votação, promovidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os participantes tiveram a chance de se inteirar sobre o funcionamento de todos os sistemas que envolvem a votação eletrônica, podendo, inclusive, visualizar o código-fonte da urna e fazer pesquisas na Internet. Durante esta etapa, os investigadores assistiram a uma palestra do secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, que apresentou uma visão geral do processo eletrônico e sua evolução. Depois da palestra, os participantes puderam dar início à elaboração das suas propostas de "ataques" à urna eletrônica. O integrante da Comissão Disciplinadora dos testes, Luís Augusto Consularo, explica que esta etapa permitiu aos investigadores "tatear ou sondar possíveis vulnerabilidades" do sistema eletrônico de votação. "A partir dessas vulnerabilidades que os investigadores tatearam ou sondaram, será possível implementar um plano de testes talvez mais efetivo e detectar alguma coisa que talvez a gente não tenha visto", explicou. Segundo Consularo, durante a fase de preparação, os investigadores desmontaram urnas eletrônicas, visualizaram o código-fonte, esclareceram dúvidas com a Comissão e a equipe de apoio e até visualizaram os esquemas elétricos das urnas. "Com essas informações, eles estão fazendo sugestões e verificando se há alguma possibilidade de 'ataque' ao sistema. Percebemos que a fase de preparação foi uma etapa bastante positiva", disse. "Muitos chegaram aqui imaginando que a urna seria um equipamento bastante simples e sairão daqui percebendo a complexidade da urna e do próprio sistema eleitoral", completou. Diego de Freitas Aranha, doutor em Ciência da Computação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), professor da UnB e integrante do Grupo 1, conta que a equipe se interessou em participar dos testes porque trabalha com as áreas de pesquisa em criptografia e segurança computacional. "Nós exercemos atividades de segurança no dia a dia, então uma oportunidade dessas é muito interessante para a gente colocar em prática o que a gente trabalha, estuda e pesquisa", contou. De acordo com Diego, o objetivo da equipe ao participar dos testes é contribuir, de alguma forma, para melhorar a segurança do sistema eletrônico de votação. "A iniciativa do TSE é muito positiva. Essa demanda por transparência é antiga, pelo menos na comunidade acadêmica já existe há um bom tempo. Portanto, os testes estão satisfazendo a um anseio antigo, e eu fico muito feliz por estar participando dessa iniciativa", ressaltou o professor da UnB. Os resultados e as conclusões dos testes serão apresentados em audiência pública no dia 29 de março, às 10h, também na sede do TSE. Os investigadores que efetivamente tiverem participado do evento receberão certificados de participação. As sugestões de melhorias encontradas poderão ser implementadas futuramente no sistema.   Fonte: Site Olhar Digital
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Eduardo Azeredo (PSBD-MG) assume Comissão de Ciência e Tecnologia
21/01/2017 | 23h28
O deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) foi eleito no dia 07/03 novo presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Ele afirmou que, já na semana que vem, vai apresentar um requerimento para ouvir o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp, sobre a situação atual do setor. Engenheiro com especialização em informática, Azeredo foi vice-prefeito e prefeito de Belo Horizonte (1990-1992), governador de Minas Gerais (1995-1998) e senador (2003-2011). O deputado é filiado ao PSDB desde 1988. Na Câmara, o parlamentar foi titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e suplente na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, no qual foi relator do polêmico projeto que tipifica crimes cibernéticos, conhecido desde então como PL do Azeredo. Segundo Azeredo, as prioridades da sua gestão serão o marco civil da Internet, o preço da banda larga e a qualidade da telefonia celular.  
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Hackers tentam fraudar urna com apoio do TSE
21/01/2017 | 23h28
Tribunal Superior Eleitoral dará código fonte para especialistas procurarem falhas no sistema… …grupo inclui gente de universidades, técnicos da Marinha e peritos da PF. Na próxima semana, de 3ª  a 5ª feira (6 a 8.mar.2012), o TSE explicará o funcionamento das urnas eletrônicas para 24 hackers. Eles foram selecionados pelo tribunal para tentar fraudar a urna eletrônica. Com o teste, a Justiça Eleitoral espera encontrar possíveis falhas no sistema de votação. Além das instruções, entregará aos hackers o código fonte do programa da urna (o código é o texto em linguagem de computação que faz a urna funcionar). As tentativas de fraude ocorrerão de 20 a 22 de março na sede do TSE em Brasília. Observadores acompanharão o experimento. O TSE informou que hoje (2.mar.2012) 20 embaixadas já haviam confirmado presença. Partidos políticos, Ministério Público, OAB e outras entidades interessadas foram convidadas a acompanhar o experimento. Os 24 selecionados estão divididos em 9 grupos com especialistas das seguintes instituições: Marinha, Polícia Federal, Instituto Sapientia, Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Estadual do Ceará, Universidade Federal de Uberlândia, Universidade de Taubaté e Universidade de Brasília. Os brasilienses entraram com 2 grupos. Essa é a 2ª vez que o TSE organiza um ataque experimental ao próprio sistema. A 1ª foi em 2009, quando nenhum participante conseguiu fraudar a urna. Na ocasião, no entanto, um participante recebeu destaque por ter identificado diferenças entre o som emitido por cada tecla da urna (cada uma representa um número). Isso poderia quebrar o segredo do voto e facilitar a coação de eleitores.  Segundo A Justiça Eleitoral, o teste foi usado para aprimorar o sistema de votação.  
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Google pagará até US$ 1 milhão por detecção de falhas no Chrome
21/01/2017 | 23h28
O Google anunciou que neste ano não vai patrocinar a competição Pwn2Own –disputa realizada desde 2007 que paga participantes por cada falha nova encontrada em sistemas atualizados e seguros. Em vez disso, a empresa fará um “torneio” próprio na CanSecWest, a conferência no Canadá onde ocorre a Pwn2Own, pagando US$ 60 mil para cada defeito grave que for explorado no seu navegador, o Chrome. Os valores totais pagos poderão ser de até US$ 1 milhão, de acordo com o Google. O nome Pwn2Own é um trocadilho com a palavra "possuir" ("own", em inglês), que, quando escrita como "pwn" pode ser usada no contexto de "invadir um sistema". Além do prêmio em dinheiro, os competidores que exploram as brechas nos sistemas ganham os computadores usados – daí o nome da competição. O Google foi um patrocinador da edição anterior da Pwn2Own, sendo o encarregado por pagar os participantes que descobrissem uma falha no Chrome. Em 2011, apesar dos prêmios, nenhuma falha foi explorada no navegador. Isso poderia se repetir neste ano, já que uma mudança na regra da edição de 2012 desobriga os pesquisadores a revelarem a falha usada aos fabricantes de software se o erro não for explorado com sucesso. Com isso, o Google não ficaria sabendo da falha, o que a empresa disse ser "preocupante". A resposta do Google foi organizar uma competição própria. Há três categorias: US$ 60 mil para falhas exploradas no Chrome, US$ 40 mil por ataques que dependem de falhas no Chrome e também de falhas no Windows ou no WebKit (software usado pelo Chrome) e US$ 20 mil em ataques que dependem só de falhas de terceiros, como Flash e Windows, mas que são exploradas a partir do Chrome. Os participantes que conseguirem comprometer o navegador também ganharão um Chromebook, o notebook do Google que usa o sistema ChromeOS. O Google já tem um programa que recompensa quem acha falhas em sites ou softwares da companhia, mas os valores são menores. A diferença é que, para participar na competição realizada na CanSecWest, a brecha precisa ser usada com sucesso para um ataque, o que é mais difícil. Normalmente, o Google paga apenas pela informação sobre a falha, não como explorá-la. A CanSecWest ocorre nos dias 7 a 9 de março em Vancouver, e contará tanto com a Pwn2Own, organizado pela TippingPoint, da HP, e a competição do Google.  
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Programa do IR não poderá ser baixado em “tablets”e “smartphones”
21/01/2017 | 23h28
Segundo o Fisco, há diferenças nos 'drives' em relação aos computadores. O programa do Imposto de Renda 2012, ano-base 2011, que será disponibilizado nesta sexta-feira (24) a partir das 8h, por meio da página da Receita Federal na Internet, não poderá ser baixado em "tablets" ou "smartphones", segundo informou o Fisco. A Receita Federal explicou que há, nestes aparelhos, diferenças nos "drives", o que demandaria ajustes no programa do IR para que o "download" fosse possível em "tablets" e em "smartphones". "Se for viável, vamos fazer isso em um momento futuro", disse Zayda Manatta, secretária-adjunta do órgão. O Fisco também informou que ainda está avaliando se valeria a pena utilizar recursos do contribuinte para fazer alterações no programa do IR para que ele seja, nos próximos anos, compatível com "tablets" e "smartphones". "A gente ainda têm dúvidas sobre a utilidade disto. O programa do IR é usado uma vez por ano. A gente está em processo de avaliação", informou o supervisor nacional do Imposto de Renda da Receita Federal, Joaquim Adir. Regras do IR Apesar de o programa do IR estar disponível para "download" na página do Fisco a partir desta sexta-feira (24), a entrega formal da declaração do IR de 2012 começa somente no dia 1º de março, quinta-feira da próxima semana, a partir também das 8h. A declaração poderá ser enviada pela Internet, por meio da utilização do programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), ou via disquete, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, durante o seu horário de expediente. A entrega do documento, via formulário, foi extinta em 2010. A expectativa do Fisco é de receber cerca de 25 milhões de documentos neste ano, volume acima dos 24,37 milhões de declarações recebidas em 2011. Estão obrigadas a apresentar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 23.499,15 em 2011 (ano-base para a declaração do IR de 2012). Fonte: Site G1  
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Governo estuda implantação de internet 0800
21/01/2017 | 23h28
Objetivo é ampliar acesso da população a serviços como governo eletrônico, atendimento ao consumidor e operações bancárias online Brasília, 9/2/2012 – O governo está realizando estudos para implementar a chamada tarifação reversa da banda larga móvel. Por meio desse sistema, os provedores de conteúdo (sites) pagariam o acesso dos usuários, realizado a partir de dispositivos móveis (tablets, celulares, smartphones e modems 3G). A informação foi dada esta semana pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, durante a Campus Party Brasil, em São Paulo. “Não temos conhecimento de nenhum modelo internacional parecido. Acho que isso será meio tupiniquim”, afirmou o ministro Paulo Bernardo. Segundo ele, a ideia é que o serviço seja pago pelo site ao qual o internauta vai ser conectado: “Queremos desenvolver uma conexão de internet onde a pessoa entra para fazer reclamação, é atendida em call center, realiza compras e faz operações bancárias sem ter de pagar pela conexão”. A chamada “internet 0800” vai facilitar o acesso das classes mais pobres da população ao conteúdo digital, já que não seria necessário ter um pacote de dados para acessar determinados tipos de conteúdo. Outra vantagem é a aproximação entre o governo e os cidadãos, já que a banda larga reversa pode funcionar como uma plataforma para a prestação de diversos serviços governamentais pela internet, sem que seja necessário para o usuário pagar pelo acesso, como educação, saúde, trabalho e previdência. Para realizar uma conexão a esses serviços de governo, não seria preciso que o usuário tivesse créditos em seu celular pré-pago, por exemplo. A escolha de um modelo de solução técnica para a utilização desse sistema de tarifação ainda depende de discussões entre Ministério das Comunicações, Anatel e operadoras, com participação do Ministério do Planejamento e do CPqD. Projeto-piloto Um projeto-piloto do sistema deverá ser desenvolvido na primeira quinzena de março, na localidade do Varjão, na periferia do Distrito Federal. O MiniCom está em contato com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do DF, que demonstrou interesse em participar do projeto, oferecendo apoio para selecionar as pessoas que testarão o serviço. Governo e operadoras também estão definindo a participação das empresas no projeto-piloto, além de definir quais os sites que poderão ser acessados. Criação de domínio Para implementar a tarifação reversa, está sendo estudada a possibilidade de serem criados domínios específicos na rede mundial de computadores, como “0800.gov.br” ou “0800.com.br”. Fonte: Site Ministério das Comunicações  
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Apple no Brasil: Eike Batista se reúne com Tim Cook
21/01/2017 | 23h28
Desde o final do ano passado, rumores apontam que o empresário brasileiro Eike Batista estaria em negociações com a Apple e a Foxconn para viabilizar a manufatura de iGadgets por aqui. Batista estaria disposto a desembolsar US$ 500 milhões para financiar a construção da fábrica no Brasil, e o acordo entre as partes estaria próximo de ser concretizado. Hoje, por meio de sua conta no Twitter, Eike deu mais indícios de que essa conversa anda caminhando muito bem: "Acabo de encontrar o Tim Cook da Apple! Adorei! Acredito que sob sua liderança a Apple continuará surpreendendo". O empresário também disse que a conversa girou em torno da montagem de produtos da Apple no Brasil para oferecer os gadgets a preços "civilizados".
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Professores da rede pública receberão quase 600 mil tablets em 2012
21/01/2017 | 23h28
Governo brasileiro vai gastar mais R$ 150 milhões com os equipamentos; portáteis serão usados em conjunto com lousas digitais. No segundo semestre deste ano, o MEC (Ministério da Educação) deve iniciar a distribuição de quase 600 mil tablets para professores da rede pública de ensino, segundo informações da Agência Brasil. O objetivo é que esse equipamento chegue a 62.230 escolas. Para que isso seja possível, o governo vai desembolsar entre 150 milhões e 180 milhões de reais. A licitação foi iniciada em dezembro de 2011, com o objetivo de adquirir 900 mil aparelhos de fabricação nacional, com telas entre  7 e 10 polegadas. Digibras e Positivo venceram a licitação, mas o contrato só deve ser fechado somente em abril, pois o Inmetro ainda precisa avaliar se os produtos atendem às exigências do edital. O governo pagará quase R$ 300 pelo tablet de 7 polegadas e aproximadamente R$ 470, pelo de 10 polegadas. Segundo o  ministério, o equipamento de 7 polegadas custa cerca de R$ 800, normalmente. O programa vai começar com a distribuição de equipamentos para os professores porque o MEC acredita que o projeto tem mais chances de sucesso se o docente dominar o equipamento, antes do tablet chegar ao aluno. “A inclusão digital tem que começar pelo professor. Se ele não avançar, dificilmente a pedagogia vai avançar”, afirmou o ministro da educação, Aloizio Mercadante, à Agência Brasil. Cursos de capacitação presencial e a distância vão ser oferecidos ao professor. Segundo o ministro, com o tablet o professor poderá preparar as aulas, acessar a Internet e consultar conteúdos como revistas pedagógicas e 60 livros que estarão instalados no equipamento. Estarão disponíveis conteúdos para aulas como física, matemática, biologia e química. As aulas preparadas no tablet serão apresentadas por meio da lousa digital. No ano passado já foram entregues 78 mil desses equipamentos. Depois dos professores do ensino médio, será a vez dos docentes do ensino fundamental. Ainda não há previsão sobre quando os alunos receberão o equipamento. Fonte: Site IDG Now!  
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Empresas querem adiar a inclusão de recurso tecnológico que permite interatividade na TV digital
21/01/2017 | 23h28
Brasília – Os fabricantes de televisores do país estão negociando com o governo federal o adiamento da obrigatoriedade da inclusão do Ginga, uma ferramenta que permite a interatividade na TV digital brasileira, nos aparelhos produzidos no país. Hoje (1º), o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, esteve com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, pedindo que a medida só entre em vigor a partir de outubro. Segundo o representante das empresas, os testes que estão sendo realizados para avaliar o funcionamento do software só ficam prontos no dia 30 de setembro, o que inviabiliza a inclusão do Ginga nos televisores antes desse prazo. O programa, que é um software livre nacional, possibilita que o telespectador consulte informações sobre a programação, faça compras e acesse dados bancários pela televisão. A proposta da indústria é incluir o Ginga a partir de outubro em 10% dos televisores conectados, ou seja, nos aparelhos que já estão preparados para receber o sinal digital. O percentual subiria para 50% no ano que vem e para 95% em 2014, ano da Copa do Mundo. O governo apresentou inicialmente uma proposta de incluir o Ginga no Processo Produtivo Básico (PPB) para pelo menos 75% de todos os televisores com tela de cristal líquido a partir deste ano, mas esse percentual ainda está sendo debatido. A ideia do governo é que o software seja incluído nos televisores a partir de junho. Outro argumento das fabricantes de televisores para adiar a inclusão do Ginga nos aparelhos é que o sinal digital ainda não está presente em todos os municípios brasileiros. “Hoje 48% da população recebem sinal digital. É inócuo fazer 100% [a inclusão do Ginga], cobrar um dinheiro a mais de quem ainda não recebe o sinal”, diz Kiçula. Segundo ele, a inclusão do software deverá encarecer em cerca de R$ 200 o preço dos aparelhos. Kiçula disse que a associação não quer brigar com o governo, mas, se a obrigação da implantação do Ginga for determinada antes de outubro, poderá haver recurso na Justiça para que as empresas não sejam impedidas de fabricar os televisores sem o software. “Se o sistema não estiver aprovado, não poderemos fazer, e as empresas podem ser obrigadas a parar a produção porque não estarão cumprindo o PPB”, disse. Fonte: Site Agência Brasil  
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TI movimentou R$ 74 bilhões no Brasil e cresceu o dobro da média mundial
21/01/2017 | 23h28
O setor brasileiro de TI movimentou mais de R$ 74 bilhões em 2011, sendo 80% representado pelo mercado corporativo e 20% do mercado doméstico. Em cifras isso representa que o setor corporativo movimentou R$ 59,3 bilhões e o doméstico ficou com R$ 14,7 bilhões. É o que aponta a 2ª Pesquisa do Setor, Salarial e Censo de Revendas da Abradisti, Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação. Segundo o levantamento, os investimentos em TI vêm crescendo a uma média de 10% ao ano, o que representa o dobro da média mundial. Ainda de acordo com o relatório, o setor de hardware é o maior responsável por esse volume, representado 43% de toda a movimentação. Somente a venda de PCs alcança mais de R$ 20 bilhões. Já os investimentos em software chegam a R$ 13,4 bilhões, sendo uma fatia de 18% no mercado. O restante dos investimentos no mercado de TI é proveniente de serviços especializados, como suporte, desenvolvimento, entre outros. Para realizar a pesquisa, foram consideradas informações de 86 empresas brasileiras, que juntas representam mais de 95% do mercado, entre elas Agis, Aldo, Alcatéia, Avnet, Ingram, Officer, entre outras. * Fonte: Abradist.  
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Robson Colla

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