Google divulga detalhes do Glass e anuncia primeiros apps
21/01/2017 | 23h31

O Google deu novos detalhes sobre o Glass durante o festival SXSW, que acontece em Austin, no Texas. Segundo Timothy Jordan, desenvolvedor da empresa, o Glass terá um touchpad em uma das hastes para poder acessar os apps.

Ele também deu detalhes para que desenvolvedores possam desenvolver aplicativos para os óculos. São quatro princípios básicos: seguir o design do Glass, não ficar no caminho dos usuários atrapalhando a visão e a usabilidade, usar notificações com cautela e evitar surpresas, deixando bem claro as funcionalidades do app. Segundo Jordan, o New York Times, Gmail, Path e o Evernote serão alguns dos apps pioneiros do Glass. A previsão de chegada é no final do ano com preço previsto de US$ 1.500.
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Apple e Gradiente tentam acordo sobre uso da marca "iPhone" no Brasil
21/01/2017 | 23h31

A Apple e a IGB Eletrônica, ex-Gradiente, negociam um acordo na disputa da marca “iPhone” no Brasil. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com a publicação, os advogados das empresas entraram com um pedido na Justiça do RJ para suspender a ação da Apple contra a Gradiente para acabar parcialmente com o reigstro da marca “gradiente iphone”, usada em um smartphone da empresa brasileira lançado no final de 2012. Além disso, o jornal afirma que uma fonte “com conhecimento do assunto que pediu para não ser identificada” confirmou a negociação entre as empresas. Para quem não lembra, a Gradiente anunciou seu smartphone G Gradiente iPhone em dezembro de 2012. O aparelho custa 600 reais e roda Android, maior rival do iOS, da Apple. No entanto, o smartphone é, na verdade, uma versão com outro nome do aparelho Neo One, lançado pela empresa brasileira em agosto do ano passado. Vale lembrar que em 2002 a Gradiente cedeu a marca PlayStation para a Sony após uma disputa judicial que terminou em um acordo entre as duas companhias. A marca da famosa linha de consoles da empresa japonesa havia sido comprada pela Gradiente em 1999 da empresa nacional Lismar – o PlayStation original, da Sony, foi lançado alguns anos antes, em 1994. Fonte: Site  Computerworld  
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Óculos do Google poderão identificar pessoas pela roupa
21/01/2017 | 23h31

Os óculos do Google são um dos dispositivos mais aguardados do ano, mesmo que ainda sejam desconhecidas as suas configurações.

Mas conforme seu lançamento se aproxima – o Google Glass está previsto para o final deste ano -, mais informações sobre o dispositivo começam a surgir e sugerem diversas características que poderão ser encontradas nos óculos. E o relatório mais recente, publicado pela revista New Scientist, afirma que o Google desenvolveu uma nova aplicação, específica para o Glass, chamada de “InSight” e que permitiria identificar pessoas com base na roupa que estão vestindo. O “InSight” foi desenvolvido para identificar uma pessoa com base na sua “impressão digital fashion”, que poderia ajudar a reconhecer alguém caso esta pessoa esteja muito longe do acesso de câmera de reconhecimento facial. Estas “impressões digitais” são construídas com a ajuda de um aplicativo para smartphone que captura diversas fotos da pessoa e cria um arquivo conhecido como “spatiogram”, responsável por identificar as cores, texturas e padrões das roupas que estiver vestindo. As informações seriam então utilizadas pelo Google Glass para identificar o usuário. E a “impressão digital” mudaria toda vez que a pessoa mudasse de roupa. Segundo as informações do relatório, em testes com 15 voluntários o software se mostrou bastante preciso, tendo identificado as pessoas em 93% das oportunidades, mesmo quando o usuário se encontrava de costas. Recentemente o Google Glass teve seus pedidos de pré-venda ampliados e espera-se que o dispositivo seja lançado até o final deste ano pelo preço de 1.500 dólares. Fonte: Site Exame  
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TI deve ajudar a redefinir modelo educacional
21/01/2017 | 23h31

Responda rápido: você acredita que os métodos de ensino dos dias de hoje estão em conformidade com as novas gerações de estudantes? Twitter, Facebook, Wikipedia, Google+, YouTube, tablets, smartphones. Quantos itens podem ser inseridos no dia a dia para ampliar a capacidade de aprendizado dos alunos, entregando aulas mais interativas e condizentes com a realidade que o mundo vive com a evolução dos métodos de relacionamento e socialização? Certamente, muitos.

Escolas e universidades se encontram num novo momento de negócio. O objetivo fim é a educação, mas os meios para alcançar a meta evoluíram. E, além de toda a atenção que as novas tecnologias demandam, trata-se de um setor em plena consolidação, o que traz um desafio ainda maior. Gestores de TI precisam estudar tendências, atender aos pedidos de alunos e docentes e, ainda, trabalhar na integração de instituições que, geralmente, têm culturas diferenciadas. De acordo com Anderson Figueiredo, líder da área de serviços da IDC Brasil, os departamentos de TI das instituições de ensino mais tradicionais e que têm alunos de maior poder aquisitivo estão bem estruturados e, em geral, têm preferência por adquirir produtos e soluções diretamente dos provedores. Mas é sabido que, no geral, esse é um setor que ainda tem muito a evoluir. Pensando em serviços, por exemplo, já se observa uma evolução. Dados da IDC mostram que, desde 2010, o investimento do segmento educacional em serviços de TI vem crescendo e até superou a média geral, saindo de um avanço de 8,28%, em 2010, para 12,31%, em 2011, quando o índice geral do mercado foi de 12,19%. Dentro deste cenário, Figueiredo destaca alguns pontos como: - Cada vez mais os professores utilizam recursos de TI (equipamentos, software, aplicações) para o desenvolvimento de seu planejamento pedagógico/didático (elaboração de aulas, conteúdos, provas, etc); - Wireless é uma realidade em grande número dessas instituições; - Enquanto lousas digitais se espalharam, são poucas as escolas com bibliotecas virtuais; - Consumerização (professores e/ou alunos trazendo seus próprios dispositivos para o ambiente escolar) avança rapidamente; Entraves na visão do CIO Dentro deste cenário, Willians A. Coan, CIO da Associação Santa Marcelina, avalia que a tecnologia educacional tem hoje o claro objetivo de unificar o conhecimento pedagógico do professor às novas formas de consumo e criação de conteúdo promovido pela popularização das atividades online, principalmente, entre as novas gerações. “A tecnologia é condutora da informação, um mecanismo para que o aluno absorva melhor a didática. Seja uma lousa digital com recursos diversos, envio das informações das aulas diárias para os e-mails dos estudantes, gestão dos dispositivos móveis para fornecer internet e acesso a sites externos que ampliem o sentido da aula, entre outros.” Na mesma linha de raciocínio segue o CIO do Colégio Dante Alighieri, Eduardo Lucas Pinto. Para ele, não adianta querer utilizar metodologias antigas com uma nova geração, que nasce conectada com tablets e smartphones nas mãos. Além disso, a forma de relacionamento dos estudantes não está apenas condicionada ao mundo físico. Na verdade, como afirma o CIO, as relações estão alicerçadas no contato digital, e, tendo isso em mente, é necessário que as instituições de ensino criem braços capazes de alcançar essa realidade. Mobilidade e conectividade são peças fundamentais dentro do novo momento do segmento educacional. O produto da soma dessas duas realidades raramente fica fora das margens das mídias sociais. “A sociedade está sofrendo uma revolução tão grande quanto a da energia elétrica. O casamento entre as comunicações e a tecnologia gerou uma nova sociedade. E é esse o contexto da educação hoje”, observa Davi Nelson Betts, CIO da Metodista, que também acredita que o contexto social proposto pelos relacionamentos online deve ser absorvido para construir o ambiente educacional. Para Betts, hoje existe a clara diferenciação entre informação e conhecimento, sendo o primeiro obtido em sites como a Wikipedia, e o segundo embasado nas instituições de ensino. “Muita gente pensa que informação é conhecimento, mas isso não é verdade. Se assim fosse, as empresas não abririam suas universidades corporativas, pois todos saberiam como executar o que veem e leem na internet. A tecnologia está encarregada de conectar esses pontos, numa lacuna aberta de forma drástica nas escolas e universidades, que reflete no mercado de trabalho”, avalia o CIO. Porém, se as novas gerações demandam ações rápidas e diferenciadas, nota-se, aí, um grande problema numa peça chave dentro da sala de aula: o professor. Se o sistema de ensino não evoluiu tanto quanto a tecnologia, temos no educador um grande trabalho a ser feito, visto que muitos ainda não estão preparados para receber essa carga de atualizações na mesma velocidade que os alunos, avalia Coan, do Santa Marcelina. “Percebo que os cursos de pedagogia não estão aptos a passar esse tipo de cultura para o professor. Isso é muito mais latente para os profissionais da educação para o ensino fundamental e médio”, ressalta, avaliando que os professores universitários estão mais bem preparados para lidar com tecnologia dentro da sala de aula. Mas se é verdade que os docentes precisam de atualização, o CIO do Colégio Dante Alighieri acredita que o processo de renovação da forma de ensino não deve ser apenas concentrado no professor, mas em todo o sistema educacional. “O professor é reflexo do direcionamento da instituição”, lembra. Além dessa dificuldade, que passa por investimento em treinamentos e um forte trabalho de mudança cultural, todos os CIOs pontuaram que os fornecedores de tecnologia também representam uma barreira para a adoção de plataformas e soluções que tragam às instituições de ensino o requinte de tecnologia necessário para atender às necessidades dos estudantes. “Assim como todo mercado, em educação há particularidades, mas que são amplificadas. No ensino fundamental e médio, por exemplo, estamos lidando com adolescentes que não querem seguir regras. Transformar a TI em algo transparente para eles é essencial. Nenhum aluno pode se sentir travado. Os fornecedores devem entender algumas necessidades das instituições de ensino para que os sistemas fluam de forma controlada e natural, assim como o aprendizado”, pondera o CIO do Dante. Fonte: Site Information Week  
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6 tecnologias que vão mudar comportamentos nos próximos anos
21/01/2017 | 23h31

O futurólogo Michell Zappa, que se define como “meio sueco, meio brasileiro”, faz previsões sobre a evolução da tecnologia para clientes espalhados pelo mundo. Em entrevista a EXAME.com, ele falou de cinco tendências que, na sua visão, vão causar transformações nos próximos anos. À lista foi acrescentada uma sexta tendência, que ele discutiu num encontro sobre tecnologia na educação da empresa Webcasters, nesta semana. Veja as seis nas próximas páginas.

1 — Hyperscreening Tendência: Cresce a quantidade de dispositivos que possuem acesso à internet e tela para exibir informações – smartphones, tablets, TVs, painéis de carro e muitos outros. Zappa chama essa abundância de telas conectadas de “hyperscreening” (algo como “hipertelas”). Consequência: O tipo de conhecimento que as pessoas acumulam na memória tende a mudar. Saber onde encontrar determinadas informações torna-se mais importante do que ter essas informações na cabeça. Quando: Já está acontecendo. 2 — Computação para vestir Tendência: A computação tende a se incorporar ao vestuário. Alguns exemplos ainda incipientes são relógios inteligentes, a Nike Fuel Band; e os óculos Google Glass. Consequência: A pessoa fica ainda mais conectada. Como muitos desses dispositivos possuem sensores e registram o que acontece, ela também se torna mais consciente dos seus hábitos. “É algo sutil, mas que altera profundamente o comportamento”, diz Zappa. Quando: Está começando agora. Vai ganhar força nos próximos anos. 3 — Tecnologias Calmas Tendência: Zappa chama de tecnologias “calmas” aquelas que agem sem que o usuário precise lhes dar atenção. Elas “pensam” por ele. Um exemplo é o Google Now, recurso do sistema Android que pode, por exemplo, cruzar horários de voo, informações de trânsito e mapas para avisar quando é hora de sair de casa para ir ao aeroporto pegar o avião. Consequência: A tecnologia vai se tornar mais útil e menos complicada. A expressão “assistente digital” poderá ser entendida ao pé da letra. Quando: As tecnologias calmas ainda são primitivas. Mas vão amadurecer nos próximos anos. 4 — Fabricação digital Tendência: O conceito de impressora 3D, que fabrica objetos de forma automática, poderá, no futuro, ser estendido a uma máquina capaz de produzir dispositivos inteligentes, em vez de apenas peças inertes. Consequência: Em vez de enviar um produto ao outro lado do mundo, será possível enviar apenas o projeto digital. A fabricação será feita lá. E estaremos perto de criar o robô que se autorreproduz. Quando: Há projetos como o do robozinho Maki(na foto), com partes plásticas que podem ser fabricadas numa impressora 3D. Mas vai demorar mais de uma década até que componentes complexos possam ser produzidos de forma similar. 5 — Matternet Tendência: O conceito dos robôs que organizam armazéns (como os da Kiva) poderá ser estendido a todo o planeta. Um exemplo disso seria uma frota de robôs voadores transportando pacotes. Consequência: A movimentação de objetos poderá ser feita de forma similar ao tráfego de dados na internet. Todas as atividades ligadas ao transporte de carga serão afetadas. Quando: Os robôs da Kiva são um começo. A empresa americana Matternet quer montar um serviço de transporte baseado nesse conceito. Mas alguns anos ainda serão necessários para tornar o sistema adequado ao uso em espaços públicos. 6 — Educação P2P Tendência: Novas ferramentas permitem que uma pessoa ensine a outras o que sabe e aprenda outras coisas com elas. Assim, o aluno é também professor. Consequência: O ensino tradicional, em que um professor transmite o que sabe a um grupo de alunos, perde importância. Quando: A educação P2P é usada pelos programadores, que trocam ideias em fóruns como o Stack Overflow. “O fórum ensina mais sobre programação do que uma universidade”, diz Zappa. O processo também é usado em sites de ensino de idiomas como o Livemocha(na imagem). Com o tempo, deve se estender a mais assuntos. Fonte: Site Exame  
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Brasil é o terceiro país com mais pessoas ativas na internet
21/01/2017 | 23h31

Já sabemos que o público brasileiro atualmente passa muito tempo conectado na internet, mas agora uma pesquisa feita pelo Ibope vem para provar isso. Segundo eles, o Brasil está em terceiro lugar entre os países com o maior número de pessoas acessando a web.

Os dados também mostram que a diferença de acessos entre nós e o Japão, o segundo colocado no ranking, é relativamente pequena: enquanto o Brasil tem um total de 52,5 milhões de pessoas, o Japão chega à marca de 60 milhões. Já os Estados unidos, o primeiro colocado, mantêm-se distante, com nada menos que 198 milhões. Em compensação, a pesquisa também revelou que somos o país com o maior tempo de acesso de cada internauta. Usando como referência dezembro de 2012, tivemos um “gasto” mensal de 43 horas e 57 minutos, enquanto a França, em segundo lugar, teve 39 horas e 23 minutos, e a Alemanha, em terceiro, teve 37 horas e 23 minutos.  
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Campos Cidade Digital Criativa
21/01/2017 | 23h31

O Programa Campos Cidade Digital Criativa, da Prefeitura de Campos, através do Centro de Informação e Dados de Campos (Cidac), começa a dar frutos. Após a implantação de 50 km de fibra ótica nos principais pontos do município, disponibilizando internet gratuita em 14 praças digitais, a meta agora é, primeiramente, interligar todas as universidades públicas e privadas, criando a Infovia do Saber, projeto pioneiro no país.

De acordo com o gerente do Cidac, Ranulfo Vidigal, a missão do poder público é facilitar o acesso à informação para o grande público.

– A inovação, a ciência e a tecnologia ganharam autonomia neste mundo moderno e o nosso principal objetivo é oferecer ferramentas para que toda a população de Campos tenha acesso às possibilidades, gerando uma externalidade positiva – disse. Segundo dados da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro, Campos é 5ª cidade onde mais se criam novas empresas. “Nos últimos dois anos, 5846 novas fontes de trabalho foram abertas em Campos, uma média de 12 por dia. Com a implantação do projeto Campos Cidade Digital Criativa, esse número deve crescer ainda mais, já que as ferramentas estarão literalmente nas mãos do povo”. Ranulfo disse ainda que até o final do governo, mais de 200 km de fibra ótica serão implantados.

Na manhã desta terça-feira (19), o diretor de tecnologia do Cidac, Robson Colla, se reuniu com representantes de diversas universidades e membros do Fórum Interinstitucional dos Dirigentes de Ensino Superior de Campos (Fidesc), para discutir quais serão os primeiros passos para a concretização da Infovia do Saber. “Campos é um polo universitário e, em breve, será a primeira cidade do país onde 100% das universidades estarão interligadas”, conta.

Atualmente, a rede de fibra ótica implantada no ano passado já passa pelo Instituto Federal Fluminense (IFF) Campus Centro, Centro Universitário Fluminense, Universidade Cândido Mendes, IseCensa, Faculdade de Medicina de Campos (FMC), Universidade Estácio de Sá e Universo. O próximo passo é garantir que a Universidade Estadual Norte Fluminense (Uenf), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e o IFF Campus Guarus também sejam contemplados, o que deve acontecer até agosto deste ano.

Segundo o presidente do Fidesc, Dr.Nélio Artiles, o ganho para o município será excepcional. “Através desse projeto, além de interligar todas as universidades, também vamos poder democratizar o saber para os estudantes e professores de todas as universidades de Campos e, com isso, contribuir, tanto para o conhecimento, quanto para as políticas públicas de qualidade”, falou Dr. Nélio.

O primeiro projeto que será implantado dentro da Infovia do Saber é a Biblioteca Digital. O IFF, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), criaram o canal onde, em um futuro próximo, todos os projetos de pesquisa e artigos elaborados dentro das universidades do município de Campos sejam publicados e disponibilizados para a população. “Com a Infovia do Saber, o IFF e outras universidades públicas e particulares, vamos poder colocar em prática e tornar público o conhecimento gerado dentro das instituições”, comemora o diretor do IFF Campus Centro, Jefferson Azevedo.

 
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Supercomputador irá simular o cérebro humano
21/01/2017 | 23h31

Um grupo formado por cientistas de 80 instituições europeias irá desenvolver um supercomputador que vai simular o cérebro humano. E, para conseguir reconstruir a atividade cerebral, formada por 100 bilhões de neurônios conectados por bilhões de sinapses, o sistema do novo supercomputador terá que ser até mil vezes mais poderoso que os computadores similares existentes atualmente.

O objetivo do The Human Brain Project (HBP) será o de compreender o funcionamento do cérebro humano para o desenvolvimento de novos métodos de diagnóstico e também na cura de doenças neurológicas. Para isso, terá que dar conta de uma tarefa nada simples: organizar e processar todo o conhecimento existente sobre o cérebro humano de modo que seja possível simular a sua atividade. Tais informações, explicou o HBP, serão compiladas com o auxílio dos hospitais, que vão oferecer, por exemplo, resultados de milhares de exames neurológicos. Os benefícios do supercomputador, contudo, vão além da área médica e chegam até a computação. Além de estimular a fabricação de novos supercomputadores, o conhecimento cognitivo que o HBP irá oferecer auxiliará no desenvolvimento de novas máquinas. Os chamados “computadores neuromórficos” (Neuromorphic Computers) vão combinar o poder de processamento dos eletrônicos à flexibilidade da inteligência humana, ou seja, poderão ser máquinas ainda mais inteligentes. O projeto envolve cientistas de cerca de 80 instituições europeias, em áreas como neurociência, medicina e computação e tem previsão de durar até dez anos. “Será como construir um enorme telescópio para observar o espaço. Porém conseguiremos olhar dentro do cérebro e fazer perguntas impossíveis de serem respondidas com experimentos e teorias”, explicou o professor Henry Markram, um dos diretores do projeto. Fonte: Exame  
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Torne-se um profissional desejado. Veja 4 dicas
21/01/2017 | 23h31

Zelar por sua marca pessoal e divulgá-la consistentemente e de forma efetiva quando estiver em busca de trabalho é uma estratégia inteligente para atrair a atenção de empregadores e conquistar uma nova posição. Confira quatro táticas para desenvolver sua marca pessoal e torná-lo irresistível para quem estiver buscando talentos.

1 - Apresente-se em uma frase Marcas de sucesso são definidas de forma sucinta e competitiva em uma única frase, que deve informa o que ela tem de diferente e por que isso importa. O mesmo serve para você. A frase deve ser curta o suficiente para ser escrita no verso de um cartão de visitas e tem de ser definitiva o suficiente para descrever seu perfil. Ou, no caso de uma marca, o seu propósito. Google, por exemplo, se apresenta até hoje como motor de busca: "O Google organiza a informação do mundo e torna-a acessível e útil de forma universal". Quando estiver preparando sua frase, pense em como você pode se posicionar ou se rotular de modos diferentes. Por exemplo, mais do que me definir como um coach, como outros o fazem, me classifico como um "estrategista de marcas pessoais", e continuo: "Uso os princípios e as estratégias comerciais para trabalhar a marca mais importante: você". Um profissional de TI  criou a seguinte frase: John Doe, um pioneiro da tecnologia, desenvolvendo novas fontes de receita por meio da tecnologia no mundo convergente de Hollywood, Vale do Silício e Wall Street. 2 - Aproveite os minutos no elevador para obter feedbacks sobre o seu discurso Marcas contratam experts para desenvolver suas propagandas, para, depois, testá-las e obter feedback. Existe uma forma fácil para você obter feedbacks: pegue uma câmera e grave sua resposta a uma pergunta comum em entrevistas, fale-me sobre você. Em seguida, avalie o seu desempenho. A única maneira de obter um bom resultado é praticar, fazendo vídeos e classificando sua performance. Seu anúncio pessoal deve ser elaborado a partir da sua resposta, mas de forma interessante. Pegue outra página do manual das marcas campeãs e inclua uma frase memorável que resuma o propósito da sua marca, como um slogan publicitário faz por uma marca. Tente uma analogia. Coloque juntas duas ideias diferentes que expressem quem você é. 3 - Desenvolva materiais de marketing pessoal Toda marca tem materiais de divulgação, como anúncios, cartões de visita, sites e brochuras. Eles são criados para transmitir uma mensagem elegante e de que aquela marca específica é a melhor de todas as marcas. Você deve fazer o mesmo. Seus materiais de marketing são, essencialmente, seu cartão de visitas, sua carta de apresentação, o endereço de e-mail, o currículo e a mensagem da caixa postal. Posteriormente, você pode incluir nessa lista seu perfil em redes sociais, um blog e um site. Certifique-se de que todo o seu material de marketing seja similar (utilize as mesmas cores e fontes, por exemplo) e conte a melhor história que puder. Você também pode usar testemunhos de "celebridades" do mercado para reforçar seu material de marketing pessoal. Essas pessoas seriam um ex-chefe ou cliente que possa contar sobre um projeto no qual você desempenhou um importante papel, por exemplo. Use um adendo no seu currículo que indique projetos-chave apresentando problemas, soluções e resultados. Neste espaço, informe as declarações que você coletar no mercado, abrindo cada estudo de caso. Também é válido usar essas indicações na carta de apresentação, no seu perfil do Linkedin e no seu site. 4 - Crie campanhas de impacto via e-mail A âncora da rede de TV CNBC, Erin Burnett, começou sua carreira em televisão ao escrever o que ela chama de uma "carta insistente", dirigida ao âncora Willow Bay. E-mails e cartas inteligentes, dirigidas a empresas e contratantes podem apresentar você como alguém com iniciativa, fazendo com que você seja notado.
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Nova política do Instagram começou a valer neste sábado. Saiba o que mudou!
21/01/2017 | 23h31

Os novos termos de uso e política de privacidade do Instagram, aplicativo de fotos do Facebook, começaram a valer a partir do último sábado (19). As mudanças anunciadas em dezembro geraram confusão entre os usuários, que acharam que as fotos poderiam ser vendidas pelo Instagram, sem nenhuma remuneração ao fotógrafo.

Diante das reações negativas dos usuários, um dos criadores do aplicativo, o americano Kevin Systrom, pediu desculpas pela linguagem usada no texto e anunciou que houve uma revisão. Veja perguntas e respostas sobre os novos termos de uso do Instagram. O Instagram pode vender minhas fotos? Não, diz o Instagram. Ao contrário do que o texto inicial do Instagram dava a entender, as fotos colocadas pelos usuários na rede social não poderão ser vendidas pela empresa. O aplicativo diz que não tem a intenção de fazer esse comércio ou de funcionar como uma agência de venda de fotos. Kevin Systrom, um dos criadores do Instagram, explica que os usuários "são donos de seu conteúdo e o Instagram não quer nenhum direito sobre as fotos". Apesar disso, o usuário irá licenciar seu conteúdo sob condições específicas ao Instagram. Os documentos não deixam claro como essa licença será feita, apenas dizem que ela não é exclusiva, é válida em todo o mundo e não envolve o pagamento de direitos autorais. Minha conta é fechada só para meus amigos. Isso muda com as novas regras? Segundo o Instagram, “nada muda sobre a propriedade das fotos ou quem as vê”. Assim, quem tem seu perfil fechado continuará com suas fotos expostas apenas ao grupo seleto que autorizar. O meu Instagram ficará cheio de anúncios e banners? O aplicativo foi criado para ser um negócio e, por isso, precisa gerar renda, explica Systrom. Mas ele conta que o Instagram quer evitar colocar banners no feed de fotos que o usuário vê quando abre o programa. Para gerar receita de outras maneiras, o “app” conta que quer “experimentar com anúncios inovadores que sejam apropriados ao Instagram” --nenhum exemplo de publicidade inovadora foi fornecido pelo site. Systrom conta que, no futuro, os usuários e empresas que estão presentes no Instagram poderão “promover suas fotos e contas para aumentar o engajamento”. Esse tipo de ação poderia gerar receita para o aplicativo, mas não ficou claro como seria esse processo. Ao concordar com os novos termos, o usuário do “app” “concorda que o Instagram pode colocar anúncios e promoções no serviço”. As políticas de privacidade dão conta de que o programa está autorizado a trazer "conteúdo personalizado e informações aos usuários, que podem incluir anúncios on-line e outras formas de marketing". O Instagram vai passar minhas informações para outras empresas? Sim, o aplicativo está autorizado a fazer isso. As políticas de privacidade do site dão conta de que o Instagram pode compartilhar dados de navegação do usuário com empresas de publicidade. "Essa informação vai permitir que as empresas externas ao Instagram possam trazer anúncios focados, que elas acreditam que possam ser mais interessantes para você", diz o texto do aplicativo. Na mesma seção das políticas de privacidade, o Instagram diz que poderá "remover parte dessas informações que podem identificá-lo" e compartilhar dados anônimos com as empresas externas. O programa também está autorizado a combinar as informações de vários usuários, para que certos dados não estejam associados a indivíduos específicos. Vou virar “garoto-propaganda” das empresas que pagarem para o Instagram? Talvez. Um dos exemplos de modelo para gerar receita para o Instagram é justamente usar algumas informações básicas do usuário (como a foto do perfil e as pessoas que ele segue) para divulgar empresas que paguem para isso. Assim, o Instagram pode, por exemplo, divulgar para seus amigos que você segue uma determinada empresa, tentando influenciá-los a segui-la também. Um sistema parecido já está em prática no Facebook. Eu vou sempre saber quando estou olhando para um anúncio? Segundo o Instagram, não. Em suas novas regras, o Instagram se dá o direito de nem sempre identificar conteúdos patrocinados ou anúncios de outros tipos. Perdi meu direito de entrar com uma ação de classe, com um grupo de pessoas, contra o Instagram? Sim, diz o a equipe do aplicativo. Ao concordar com os novos termos, o usuário “concorda que disputas entre ele e o Instagram serão resolvidas em ações individuais”. Ao continuar usando o aplicativo, o usuário “abre mão do direito de participar em ações judicias de classe [coletivas]”. Muda alguma coisa no uso da minha conta? Sim. A partir de agora, o Instagram especifica que o usuário não pode vender, transferir ou licenciar sua conta, seus seguidores, seu nome de usuário ou outros direitos. Os novos termos também deixam claro que o usuário não pode criar contas para outras pessoas, a não ser que tenha autorização expressa de representar seus clientes no site. Não gostei da atitude de outro usuário do site. Posso processar o Instagram? Não, diz o site. Em suas novas regras, o Instagram deixa claro que “não é responsável tampouco pode ser responsabilizado judicialmente pela conduta de outro usuário” do aplicativo. O Instagram se coloca no direito, "e não na obrigação", de monitorar e se envolver em disputas entre seus usuários. Como o Instagram foi comprado pelo Facebook haverá integração entre as duas contas? As novas regras facilitam o compartilhamento de dados entre o Facebook e o Instagram, que foi comprado pela rede social de Mark Zuckerberg em abril do ano passado. "Nós podemos compartilhar informações de usuários com outras empresas que fazem parte do mesmo grupo que o Instagram", diz o texto de políticas de privacidade do site, em uma referência do Facebook. Kevin Systrom conta que a ideia da junção dos dados dos dois serviços é facilitar a remoção de spams, detectar problemas mais rápido e construir funções melhores para os usuários. Não gostei das novas regras. O que posso fazer? As novas regras do Instagram deixam claro que “ao acessar ou usar” o Instagram, pelo navegador do computador ou pelo aplicativo móvel, o usuário concorda com os termos propostos. Por isso, quem não quer se sujeitar às novas regras deve fechar sua conta e parar de acessar o serviço. Como nos termos de serviço antigos, o Instagram está autorizado a fechar as contas de quem viola as regras do site. Deletei minha conta. Minhas fotos foram completamente excluídas? Pelos novos termos de uso, se o usuário fechar sua conta no Instagram, parte do seu conteúdo pode continuar aparecendo no site. Isso acontece, por exemplo, em casos em que o conteúdo foi republicado por outros usuários. A empresa também pode guardar informações para arquivos e possíveis auditorias. Fonte: Site G1  
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Robson Colla

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