Google confirma: Glass terá sistema de som transmitido pelos ossos, sem fones
21/01/2017 | 23h32

O Google enfim revelou as especificações completas do Google Glass, e com ele uma surpresa ainda inédita no mercado: a gigante das buscas usará um sistema de áudio baseado na transdução por condução. Através das hastes dos óculos, o som será transmitido para o ouvido do usuário por meio de microvibrações em determinados ossos de sua cabeça, sem usar nenhum tipo de alto-falante.

A divulgação aconteceu nesta segunda-feira (15), em conjunto com a produção das primeiras unidades e a disponibilização da documentação da Mirror API para desenvolvedores. Além da surpresa do áudio, a tela montada a frente do olho do usuário também chamou atenção. Serão 640 x 360 pixels de resolução que, em proporção, equivaleria a um monitor de 25 polegadas de alta definição colocado a 2,5 metros de distância do espectador. Junto a isto, os recursos multimídia dos óculos incluem uma câmera de 5 megapixels para fotos, com possibilidade de gravar vídeos em 720p. Já a capacidade de armazenamento total é de 16 GB, dos quais 12 GB serão utilizáveis e sincronizados com o serviço de nuvem da Google. Para se conectar a Internet, ele usará o padrão 802.11 b/g ou o Bluetooth pareado a outros dispositivos. Segundo o Google, os óculos será compatível com qualquer celular que possua Bluetooth, mas seu funcionamento pode variar de acordo com cada aparelho. Os recursos de SMS e GPS, por exemplo, só serão possíveis através do aplicativo "MyGlass Companion", que requer Android 4.0.3 ou superior. Para sustentar todos estes recursos, a bateria terá duração de um dia “de uso típico”, segundo o Google. A companhia lembra, nessa especificação, que recursos como Hangouts e gravação de vídeos podem pedir um uso mais intenso da bateria, que será recarregada via cabo microUSB. Fonte : Site Tech Tudo  
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Vírus manipula boletos online e desvia pagamentos
21/01/2017 | 23h32

Um novo vírus está circulando pela Internet e, dessa vez, ele atinge os boletos bancários acessados online. Divulgado nesta manhã (15/04) pelo "Linha Defensiva", site especializado em segurança na web, o vírus - que está ativo há pelo menos três semanas - é capaz de detectar quando um boleto é visualizado no navegador e alterar a numeração da linha digitável para desviar o destino do pagamento.

Mas engana-se quem pensa que só aqueles que visualizam as contas online podem ser vítimas do golpe. Caso o usuário imprima o boleto, por exemplo, a numeração continuará incorreta e o valor pago será destinado a uma outra conta, diferente da que deveria receber o dinheiro. O vírus é tão bem planejado que os valores e datas de vencimentos das contas não são alteradas, o que dificulta a percepção da fraude de forma simples. É importante lembrar que o malware altera os códigos de qualquer página que tenha a palavra "boleto" e uma linha digitável, exceto os de contas de consumo como telefone e energia elétrica. De acordo com o "Linha Defensiva", o malware pode usar qualquer banco como conta de destino. Ele encaminha os dados do boleto para um servidor que, por sua vez, os altera. Enquanto o processo ocorre, a exibição da página sofre uma certa lentidão. No entanto, as modificações ocorrem de forma rápida o suficiente para que o usuário não perceba a fraude. Apesar da dificuldade de percepção do vírus, os que estiverem muito atentos aos documentos podem acabar reparando as modificações. Tudo porque o vírus não altera a logo do banco que acompanha o boleto, deixando evidente um possível erro (em outras palavras, o documento pode ter um banco como destino, mas a conta estar com a logo de outro). Além disso, a praga não altera o código de barras. Por isso, ela acrescenta ao mesmo um elemento HTML "spam". Este, por sua vez, insere espaços no meio do código de barras, impedindo o uso do mesmo. Como funciona o vírus no seu computador Antes de mais nada, o malware detecta a presença de anti-vírus no PC e tenta removê-los. Para garantir ainda mais a eficácia do golpe, ele desabilita o firewall do sistema operacional da máquina, efetua uma cópia de si mesmo com um nome aleatório e configura o Windows para que o arquivos seja iniciado junto com o computador. Com constante contato com um servidor de controle - que armazena todas as informações sobre os computadores infectados (IP, nome e localização geográfica) -, o vírus monitora as atividades do usuário no PC e percebe quando um boleto é acessado no navegador. Quando a atividade é detectada, o processo de alteração dos números e quebra do código de barras se inicia, obrigando que a transação seja feita para a conta fraudulenta. Por contar com funções que evitam a análise do código, o vírus consegue burlar alguns sistemas automáticos de análise de comportamento. Além da capacidade de manipulação de boletos, a praga ainda é capaz de capturar as senhas do Facebook e Hotmail do usuário. Com isso, o vírus é disseminado pela web. Caso a fraude seja confirmada em um de seus boletos, procure a polícia para realizar um boletim de ocorrência e entre imediatamente em contato com o local de pagamento do boleto para verificar possíveis maneiras de revertê-lo. Fonte; Site Tech Tudo  
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Ensino no Brasil freia adaptação ao mundo digital
21/01/2017 | 23h32

Com um dos piores ensinos de matemática e ciências do mundo, o Brasil reduz sua capacidade de adaptação ao mundo digital. Um informe apresentado ontem pelo Fórum Econômico Mundial aponta que o País subiu apenas da 65.ª para a 60.ª posição entre as nações mais preparadas para aproveitar as novas tecnologias em seu crescimento.

Além do ranking sobre capacidade de adaptação ao mundo digital, o Fórum divulgou outros dois, referentes ao ensino de matemática e de ciências. Entre os 144 países avaliados, o Brasil aparece no 116.º lugar em educação, atrás, por exemplo, de Chade, Suazilândia e Azerbaijão. Em ciências, Venezuela, Lesoto, Uruguai e Tanzânia estão melhores posicionados no ranking que o Brasil, que ocupa a 132.ª posição. O resultado é uma estagnação no avanço da tecnologia no Brasil, apesar dos investimentos públicos em infraestrutura e de um certo dinamismo do setor privado nacional. Na América Latina, países como Chile, Panamá, Uruguai e Costa Rica estão melhores preparados para enfrentar o mundo digital que o Brasil. "Apesar desse progresso, a tradução dessa maior cobertura em impactos econômicos em inovação e competitividade está estagnada", alerta o documento. Um dos motivos é a "qualidade do sistema educacional, que aparentemente não garante as habilidades necessárias para uma economia em rápida mudança em busca de talentos", indicou. Mesmo em países pobres como Senegal, Quênia e Camboja, o acesso de escolas à internet é superior, segundo o informe. O ranking é liderado pela Finlândia, seguida por Cingapura e Suécia. O Brasil, de fato, vem ganhando posições. Mas os autores do informe estimam que a posição hoje do País no ranking não condiz com uma das sete maiores economias do mundo. Fonte: Exame  
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Microsoft: Brasil é mercado-chave para indústria de TI
21/01/2017 | 23h31

A Microsoft enxerga o Brasil como um dos mais importantes mercados estratégicos no mundo em tecnologia da informação e, além dos R$ 200 milhões que já investiu este ano num centro de pesquisa e desenvolvimento e num de seus Laboratórios de Tecnologia Avançada no Rio, já empenhou aproximadamente R$ 170 milhões nos últimos anos em projetos de educação e fomento a start-ups no país — que vão continuar a acontecer. É o que afirma o presidente da empresa no Brasil, Michel Levy, em entrevista ao GLOBO.

— O Brasil é com certeza um dos dez mercados-chave no mundo para a Microsoft. — afirma Levy. — E, entre os Brics, se Índia e China contam com mercados maiores até por conta do tamanho de suas populações maiores, o Brasil compensa isso com a vitalidade de seu mercado, e por isso lidera. Para o executivo, há na verdade dois Brasis a considerar: o maduro e o emergente. O Brasil maduro se traduziria nos indicadores do World Economic Forum quanto à pujança do mercado financeiro e à sofisticação dos grandes ambientes de negócios. Mas, diz Levy, ainda há uma miríade de pequenas e médias empresas em regiões emergentes que se encontram numa fase anterior de desenvolvimento. — A utilização da tecnologia no país avança cada vez mais, e não por acaso estamos com um grupo desenvolvendo mais profundamente aqui os recursos de nossas ferramentas de busca Bing, bem como nossos sistemas de relacionamento com o cliente (CRM) e gestão corporativa (ERP), que compõem a plataforma Microsoft Dynamics — diz. Levy não revela quanto a Microsoft vem crescendo no país, mas diz que é acima da média do mercado, a uma taxa anual de dois dígitos. Reconhece que o gargalo principal para as empresas é o custo de operar no Brasil, com mão de obra cara e outros fatores. — Mas o governo vem tomando medidas para tornar o país mais competitivo. Não por acaso estamos presentes em 13 cidades brasileiras. O executivo — que estará no Rio na semana que vem para o Fórum de Líderes Governamentais, o qual discutirá no âmbito da América Latina e Caribe temas que vão desde inovação até inclusão das mulheres no mercado de trabalho — reconhece que a Microsoft passou por uma profunda reformulação com o advento da internet móvel e da nuvem web, que se alastra mundo afora. — Nossas plataformas agora são planejadas para funcionar da mesma forma numa ampla gama de dispositivos, de computadores a tablets e smartphones — diz. Embora a Microsoft tenha tomado um caminho próprio ao fabricar ela mesma o tablet Surface, Levy afirma que suas relações com gigantes de hardware como Intel e afins não foi abalada e continua como antes. Aliás, por falar em Surface, o tablet continua sem data para chegar ao país. — Mais que uma mudança tecnológica, a mobilidade representa uma grande mudança de hábitos em nossas vidas — admite ele. — É algo inexorável. A Microsoft está reformando o antigo prédio da CEG onde funcionará seu laboratório e centro de pesquisa. Uma parte do projeto, dedicada à seleção de start-ups para incentivo, já está funcionando, enquanto o laboratório deve ser ativado no segundo semestre, após a conclusão da reforma. — Nosso investimento no país é contínuo, com programas permanentes de estímulos a start-ups que contam 3 mil empresas, e o Partners in Learning, projeto de capacitação tecnológica de professores e alunos em escolas públicas. Mais de meio milhão de estudantes no país já participaram dessa iniciativa. Recentemente, a empresa inscreveu em seu programa de fomento educativo e tecnológico Innovative Schools World Tour o Colégio Estadual José Leite Lopes/NAVE (Núcleo Avançado em Educação), na Tijuca, projeto da Oi e do Oi Futuro em parceria com o governo do estado e outras entidades como a PUC-Rio e o C.E.S.A.R. (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife). Mundialmente, a empresa de software desembolsa US$ 9,5 bilhões por ano em pesquisa em desenvolvimento. Fonte: Site O Globo  
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7 mitos de tecnologia detonados
21/01/2017 | 23h31

Volta e meia ouvimos um comentário ou lemos em algum lugar alguma “afirmação” tecnológica. Por mais que não exista nenhum embasamento, muitas vezes aquele conhecimento é visto por nós como sendo tão comum que acabamos tomando-o como verdade, sem nunca questionar se de fato a informação procede e se toda a verdade foi dita no comentário.

Separamos neste artigo alguns mitos que são encarados por muitos como verdade, seja por falta de uma explicação coerente ou mesmo pelo simples fato de que nos acostumamos a acreditar que tudo o que sempre ouvimos era verdade absoluta. Você é capaz de dizer qual delas é verdade ou mentira? 1) Satélites espiões estão nos vigiando do espaço Sua paranóia não é real. Por mais que realmente existam satélites no espaço colocados em órbita com o simples propósito de espionagem, eles não são capazes de identificar exatamente quem você é e o que está fazendo. E isso acontece por conta de uma limitação tecnológica. Por mais que eles “busquem”, é impossível para um satélite conseguir imagens com qualidade suficiente para a leitura da placa de um carro ou mesmo reconhecer o rosto de uma pessoa. Tudo o que veríamos, nesse caso, seriam apenas borrões pixelizados. 2) Você não pode usar seu celular em um posto de gasolina Um estudo realizado entre 1994 e 2005, em diversas partes do mundo, analisou incêndios em 243 postos de gasolina. Nenhum deles foi provocado pelo uso de celular. Porém, o medo de que a radiação eletromagnética sirva como um gatilho e induza algum tipo de corrente existe, ao menos na teoria. Para que aconteça um incêndio, é preciso que a força de uma bateria seja capaz de criar uma chama ou uma faísca, algo que os componentes de baixa voltagem de um smartphone dificilmente vão conseguir fazer. Em muitos lugares o aviso de advertência já nem existe mais, mas, pelo sim e pelo não, muitos ainda acabam mantendo o alerta. 3) Raio X de aeroportos estragam equipamentos eletrônicos Ao passar as suas bagagens pelo raio X do aeroporto, a máquina emite uma espécie de radiação eletromagnética. Para muitos, isso é o suficiente para fazer com que os aparelhos eletrônicos, por alguma razão, sofram interferência e estraguem com facilidade. Se você pensa assim, pode ficar tranquilo. A radiação recebida tem uma intensidade tão pequena que não é suficiente para afetar o conteúdo do seu disco rígido ou dos cartões de memória da sua câmera. Ou seja: você pode continuar transportando os seus equipamentos sem maiores precoupações. 4) Quanto mais megapixels, melhor será a foto Quando as câmeras digitais começaram a chegar ao mercado, mais pixels faziam diferença. Em baixas resoluções, o número menor de pixels podia ser facilmente percebido por qualquer pessoa. Entretanto, depois de um certo ponto, essas diferenças começaram a se tornar “imperceptíveis” para o ser humano a olho nu. Uma foto em 7 megapixels é suficiente para ser impressa com boa qualidade em uma página de tamanho A3 (29,7 cm x 42 cm). Por isso, há outros fatores para ficar de olho e que influenciam no resultado final das fotos, como a qualidade das lentes, o tamanho do sensor CCD e, é claro, a habilidade do fotógrafo. 5) Usar celular durante o voo pode causar interferências Ao entrar em um avião, antes da decolagem você ouve a orientação de que é preciso desligar os aparelhos eletrônicos durante os procedimentos de subida e descida. Existe um risco teórico de que aconteça alguma interferência e, apenas por conta disso, sugere-se que os passageiros desliguem os seus dispositivos. Mesmo DVD Players, que são permitidos, podem, hipoteticamente, interferir nos equipamentos de comunicação de uma aeronave. Pelo sim e pelo não, as companhias aéreas preferem se precaver e não fazer parte de uma possível estatística de acidentes por conta de dispositivos eletrônicos ligados. 6) Uma senha supercomplexa é mais segura Que tal criar uma senha que misture letras, números e caracteres especiais de forma tão aleatória que ninguém será capaz de adivinhar? Muitas pessoas têm esse pensamento, na expectativa de que com isso estarão mais protegidas de possíveis ameaças. A verdade é que senhas supercomplexas não garantem mais segurança, pelo contrário. Muitas vezes senhas mais simples, com palavras aleatórias, podem representar maior segurança no caso de uma tentativa de invasão. Assim, em vez de usar algo como “3aIXx4kii”, prefira “amendoim-sapato-grampos”. As chances de alguém descobrir essa combinação são menores e provavelmente você não vai se esquecer dela. 7) Fechar os apps no celular faz com que a bateria dure mais Não importa qual é o sistema operacional do seu aparelho. Certamente, ao longo do dia, você acaba abrindo diversos aplicativos no celular. Porém, quando você “pula” de um aplicativo para outro, a sensação que se tem é que ele ficou aberto no meio do caminho. Por conta disso, muitos têm o costume de encerrar os processos de cada um deles manualmente, visando economizar um pouco da bateria. Se você faz isso com esse objetivo, pare agora mesmo: isso não vai resolver em nada. O sistema operacional suspende automaticamente a execução dos apps em segundo plano, de forma que eles não são responsáveis por consumir mais ou menos bateria. Fonte: Site Tec Mundo  
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Senado aprova projeto que prevê emissão gratuita de RG com chip
21/01/2017 | 23h31
O Senado aprovou, no último dia 20 de março, projeto que prevê a emissão gratuita do RG com chip. A gratuidade será válida apenas para a emissão. A mudança do documento foi anunciada em 2010. Na época, o projeto previa que seriam cobrados R$ 40 por sua emissão. No entanto, a recém-aprovada proposta do deputado Ciro Nogueira (PP-PI) desqualifica a cobrança por ser “muito alta” para diversos brasileiros. O RG eletrônico será único para o país inteiro e contará com dez digitos. O governo quer trocar todos os 150 milhões de documentos nos próximos dez anos. Até que todos sejam substituídos, ambos os modelos serão aceitos. O senador Benedito de Lira, relator do projeto, acredita que a troca do RG tradicional pelo eletrônico vai proporcionar mais segurança e eficiência na identificação do cidadão, mas concorda que não é justo cobrar por isso.  
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Ministro diz que nova lei dos royalties prejudica ciência e tecnologia
21/01/2017 | 23h31

O ministro da Ciência e Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, disse na manhã desta terça-feira (2) durante audiência pública no Senado Federal que a nova lei dos royalties do petróleo prejudica projetos de ciência e tecnologia. Segundo Raupp, a lei deixa de garantir recursos para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A lei foi promulgada em março pela presidente Dilma Roussef após a derrubada de 142 vetos presidenciais pelo Congresso Nacional e prevê uma divisão mais igualitária dos royalties de contratos de produção de petróleo em vigor. No último dia 18, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia concedeu medida cautelar (provisória) para suspender a nova redistribuição dos royalties do petróleo, após recurso de estados produtores que se dizem prejudicados. Segundo Raupp, antes da nova lei ser promulgada, 45% do FNDCT tinha origem na verba dos royalties do petróleo. No entanto, segundo o ministro, este recurso pode deixar de existir.  O fundo tem o objetivo de financiar projetos de inovação tecnológica em todo o país. De acordo com o Ministério de Ciência e Tecnologia, o total de recursos aplicados no fundo foi R$ 4,4 bilhões em 2012. “Nós estamos vivendo um momento preocupante sobre os royalties do petróleo. Na lei anterior nós tínhamos uma base para investimento [no fundo] [...]. Nós temos levado essa preocupação à presidente Dilma. Se fala em educação, mas não está claro que terá algo para ciência e tecnologia,” afirmou o ministro. "Nós tínhamos a expectativa de que essa nova lei contemplasse também as áreas de ciência e tecnologia, para não haver uma queda desse fundo. Convenhamos, [o recurso dos royalties] é quase a metade do fundo que o ministério opera”, disse Raupp. Marco Antonio Raupp disse, ainda, que prejuízos aos projetos vinculados ao fundo podem ser evitados  se houver outra fonte de recurso que substitua os royalties. “A condição que não prejudique é que a gente encontre fontes de financiamento substitutivo. Não tem males definitivos e nem benefícios definitivos. Se a gente encontrar outras fontes de custeio não tem problema, mas é bom discutir desde o inicio” concluiu o ministro. Orçamento Apesar da falta de recursos para o FNDCT, o ministro falou do aumento da verba destinada ao Ministério de Ciência e Tecnologia. Este ano, a pasta conta com orçamento de R$32,9 bilhões para investimento em projetos que criam meios de  inovação nas áreas da ciência e tecnologia. "Nós nunca tivemos um crescimento como agora. O orçamento nunca é suficiente, mas o que houve foi um crescimento no governo Lula. No primeiro ano do governo Dilma tivemos uma queda e este ano recuperamos.  Eu acho que o orçamento é suficiente. Muitas vezes o problema não é o dinheiro e sim o planejamento para usar o dinheiro”, declarou. Fonte: Site G1  
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Jovem milionário dos apps aconselha: se tiver uma ideia, ponha em prática
21/01/2017 | 23h31

Você tem uma ideia de tecnologia e quer ganhar uma fortuna ainda na adolescência? Coloque-a em prática, aconselha o estudante londrino que acaba de vender o seu aplicativo de notícias para smartphones ao Yahoo! por valor estimado em US$ 30 milhões.

O dinheiro está lá, à espera de ideias novas e espertas, disse Nick D'Aloisio, 17, que tem entre os investidores em seu app Summly gente conhecida como Yoko Ono e Rupert Murdoch. “Se você tem uma boa ideia, ou acredita que haja uma lacuna no mercado, aja logo e lance seu produto, porque existem investidores em todo o mundo em busca de empresas para investir”, disse à Reuters em uma entrevista por telefone na segunda-feira. Os termos da venda, acertada quatro meses depois do lançamento do app Summly para o iPhone, não foram revelados, e D'Aloisio, que ainda está no segundo grau, não quis falar a respeito. Mas o blog de tecnologia AllThingsD estimou o valor da aquisição em cerca de US$ 30 milhões. O adolescente vai se tornar o mais jovem funcionário do Yahoo. D'Aloisio disse que detinha a maioria das cotas do Summly e que pretende investir o dinheiro obtido com a venda, ainda que sua idade imponha limites legais a seu acesso a ele. “Estou feliz que seja assim e trabalhando com os meus pais para resolver todo o processo”, disse. D'Aloisio, que mora em Wimbledon, um subúrbio endinheirado de Londres, enfatiza o apoio da sua família e da escola onde estuda, que lhe concedeu um período de licença, mas também destaca as ideias provenientes de seus entusiásticos investidores. Ele vislumbrou o aplicativo enquanto estudava para uma prova de História dois anos atrás, e criou um protótipo de um app que resume artigos noticiosos em porções de texto facilmente legíveis nas pequenas telas dos smartphones. O que o inspirou, disse, foi a frustrante experiência de vasculhar resultados de busca do Google e inúmeros sites a fim de obter as informações de que precisava ao estudar para a prova. A primeira versão do app se chamava Trimit e resumia um artigo a cerca de 400 caracteres por meio de um algoritmo. O projeto atraiu a atenção da Horizon Ventures, companhia de capital para empreendimentos controlada pelo bilionário de Hong Kong Li Ka-shing. Esse investimento atraiu outros investidores célebres, entre os quais os atores Ashton Kutcher e Stephen Fry; a artista plástica Ono, viúva de John Lennon; e o magnata da mídia Rupert Murdoch. Fonte: O Globo  
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Falta de profissionais de TI se agravará no Brasil, diz IDC
21/01/2017 | 23h31

Os profissionais de TI do Brasil encontrarão um mercado em expansão e com poucos competidores qualificados para vagas em áreas como gestão de redes, telefonia IP e segurança online. A informação é da consultoria IDC, que prevê um agravamento na carência por profissionais de tecnologia no Brasil até 2015.

De acordo com o IDC, existe atualmente no Brasil uma carência de cerca de 39,9 mil profissionais de tecnologia. Até 2015, esse número deve crescer para 117 mil vagas abertas sem que os empregadores encontrem profissionais qualificados para atendê-las. Segundo a pesquisa, as principais razões para esse déficit de mão de obra qualificada são a rápida expansão das empresas de infraestrutura e tecnologia no país, a adoção acelerada de serviços de TI pelas iniciativas pública e privada e a ocorrência, no Brasil, da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. O IDC analisa ainda que essa carência ocorrerá não só no Brasil, mas em toda a América Latina. Em todo o continente, até 2015, a procura por profissionais deve superar a oferta de mão de obra em 27%. No Brasil, diz o estudo, somente em áreas como rede essencial, segurança, telefonia IP e redes sem fio haverá uma lacuna de 23,6 mil profissionais. Percentualmente,  segmentos como comunicações unificadas, vídeo, computação em nuvem, mobilidade e data center e virtualização serão as áreas com maior número de vagas abertas em comparação com o volume de profissionais qualificados disponíveis. Para chegar a estas conclusões, a consultoria IDC realizou 767 entrevistas com órgãos como governos, empresas de educação, saúde, telecomunicações e serviços financeiros em companhias com mais de 100 empregados. Site: Info  
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Para Dilma, startups têm papel essencial na inovação
21/01/2017 | 23h31

Ao anunciar as medidas de incentivo à inovação, durante reunião no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff destacou o papel das micro e pequenas empresas como essencial no processo de desenvolvimento. As empresas pequenas também serão alvo dos financiamentos do BNDES e Finep.

“Quero destacar a importância de apoiar as micro e pequenas indústrias inovadoras. No Brasil, como outros países, uma das questões essenciais colocadas é justamente a valorização das pequenas e micro empresas, principalmente por conta das startups”, afirmou a presidenta. Segundo ela, “uma empresa tem que pensar grande, começar pequena e agir rápido para crescer. Daí a importância a política de incentivo para micro e pequenas empresas. Acho até que teremos que integrá-la ainda mais, mas faz parte do aprendizado”. As startups também são alvo de um programa de incentivos específico do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação que prevê investimentos de R$ 40 milhões até 2015 para impulsionar a criação de pelo menos 150 dessas empresas iniciantes. Fonte: Site Convergência Digital  
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Robson Colla

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