TI tem muitas vagas para poucos profissionais
21/01/2017 | 23h33

Estudo recentemente divulgado pelo Ipea (Instituto de Política Econômica Aplicada) aponta que, entre as carreiras de ensino superior, a TI tem o maior número de vagas. Mesmo com a alta rotatividade, uma característica do setor, o ambiente interno é visto como diferencial para a permanência do funcionário. É o que destaca Jorge Branco, diretor da JME Informática e ex-presidente da Assespro-RS: ‘Apesar da tentação dos profissionais de TI em estarem em grandes corporações e com salários destacados, a competitividade interna destas empresas, a doação de sua vida pessoal e a impessoalidade também são fatores que muitos têm relatado para buscar atuar em ambientes mais tradicionais’, defende Branco. No caso da JME, existe a preocupação de que a valorização vá além do salário. “Temos buscado, além da valorização em termos de salários e benefícios. Principalmente proporcionar ambiente de trabalho propício para que o profissional de TI tenha autonomia e desenvolva o seu trabalho não só focado em produção, mas principalmente na melhor forma de implementar e desenvolver o seu conhecimento”, finaliza Branco.

A profissão de ‘analista de tecnologia’ registrou a maior expansão em termos de geração líquida de empregos, com 49.535 vagas, em sua maioria, na região Sudeste. Do total de 304.317 postos de trabalho abertos no período, 16,3%. Já o salário médio de administradores de TI foi de R$ 3.409,47 no ano passado, com crescimento médio de 20,3 % entre 2009 e 2012. Em Nível Médio, os técnicos em informática tiveram aumento salarial de 11%. Em 2012, o salário médio desses profissionais foi de R$ 1.741,99. Fonte: Assespro  
Compartilhe
Profissionais de tecnologia da informação têm maior chance de emprego, avalia Ipea
21/01/2017 | 23h33

A maior quantidade de postos de trabalho que demandam diploma de ensino superior abertos entre 2009 e 2012 foi para as atividades relacionadas à tecnologia da informação. Dos mais de 300 mil postos abertos no período, 49,5 mil estão nessa área, o que corresponde a 16% do total. Os dados são do estudo Radar: Perspectivas Profissionais - Níveis Técnico e Superior, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado ontem (3/06).

Entre as carreiras que passaram a oferecer mais vagas, nos últimos anos, estão enfermagem - 27,2 mil - e as de relações públicas, de publicidade e de mercado e negócios, com 20,8 mil postos de trabalho. Em relação aos ganhos salariais, o Ipea constatou que os peritos criminais foram os que tiveram os maiores ganhos acima da inflação no período analisado: os rendimentos aumentaram 523,7%. De acordo com o instituto, isso é uma consequência das políticas de valorização da carreira pública, o que, segundo o Ipea, pode ou não estar relacionado à escassez de profissionais na respectiva área. Depois dos peritos, os profissionais ligados à administração de serviços de segurança foram os que tiveram mais ganhos salariais no período apurado, totalizando 174,4%. Praticamente com o mesmo percentual de ganho apurado estão os auditores fiscais da Previdência Social, outra carreira pública que teve aumentos decorrentes dessa política governamental. O Ipea observou que para as atividades de nível superior, no setor privado, em que há mais demanda, como tecnologia da informação, enfermagem e relações públicas, os salários de admissão foram mais altos do que os de demissão. Isso, para o Ipea, demonstra a escassez de profissionais no mercado e dá uma resposta ao fenômeno da rotatividade no Brasil, quando há muitas demissões. Em compensação, também existem muitas contratações nesses períodos, segundo pode ser verificado, mensalmente, nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). "Para essas ocupações, pode-se prever uma continuidade, no futuro próximo, dos aumentos salariais recentes pois as empresas estão enfrentando dificuldades para substituir, nas mesmas condições salariais, os profissionais desligados", informa o estudo. De acordo com os dados do Ipea, os delegados de polícia foram os profissionais com nível superior que tiveram as maiores perdas salariais: -64,4% entre 2009 e 2012; seguidos por engenheiros ambientais, com redução de mais da metade do ganho real (-52,6%) e por chefs de cozinha (-37,3%). Em relação a cursos de nível técnico, os que mais abriram vagas no período analisado estão no setor da saúde, como técnicos e auxiliares de enfermagem, técnicos em próteses ou em imobilizações ortopédicas, técnicos em odontologia, técnicos em óptica e em optometria, e tecnólogos e técnicos em terapias complementares e estéticas. Nessa área, foram criados quase 100 mil postos, 25% das praticamente 400 mil vagas abertas em atividades de nível técnico. Em eletroeletrônica e fotônica – profissões relacionadas à geração e à transmissão de energia -, foram abertas quase 50 mil vagas. Em áreas de operações comerciais, pouco mais de 40 mil. "Mapas feitos a partir desses números são bastante úteis para formuladores de política que se veem diante da decisão sobre onde está a maior demanda por formação profissional para cada tipo de qualificação, bem como para cidadãos interessados em saber onde pode haver maior quantidade de novas vagas surgindo em sua profissão", avaliam os técnicos responsáveis pelo estudo do Ipea. Os maiores ganhos salariais entre as atividades que demandam certificado de curso técnico são os de operadores de câmera fotográfica, de cinema e de televisão (51,1%), seguidos pelos profissionais de inspeção, fiscalização e coordenação administrativa (41,6%) e de laboratórios (29,3%). Os técnicos em biologia, necropsia e taxidermia e apoio em pesquisa e desenvolvimento de produtos tiveram queda de ganho nos rendimentos de -26,1%, - 15% e -9,3%, respectivamente. Fonte: Site EBC  
Compartilhe
A cada 15 segundos brasileiro é vítima de fraude na internet, diz Serasa
21/01/2017 | 23h33

A cada 15,6 segundos um consumidor brasileiro é vítima de tentativa de furto de documentos pessoais, destinado a permitir que banidos possam usar as informações, obtidas ilegalmente, para obter crédito ou para fechar negócios, transferindo a dívida para o titular dos documentos, segundo o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes.

De janeiro a maio de 2013, a Serasa registrou 837.641 tentativas de fraude, número 2,3% superior em relação ao do mesmo período do ano passado (818.629 registros). As fraudes mais comuns ocorrem no setor de telefonia: foram 330.920 casos de janeiro a maio de 2013, 40% do total. O setor de serviços, que compreende seguradoras, construtoras, imobiliárias e serviços em geral, vem em segundo lugar, com 268.628 registros, 32% do total ocorrido no período. “É comum as pessoas fornecerem seus dados pessoais em cadastros na internet sem verificar a idoneidade e a segurança dos sites. Os golpistas costumam, por exemplo, comprar telefone [com dados falsos] para ter um endereço e comprovar residência, por meio de correspondência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas”, destaca em nota a Serasa. De acordo com o levantamento, a principal tentativa de golpe se dá na emissão de cartões de crédito, quando o golpista solicita um cartão usando identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão. A Serasa aconselha o consumidor a adotar cuidados em seu dia a dia para se proteger das fraudes, como não fornecer dados pessoais para pessoas estranhas, não confirmar informações pessoais ou número de documentos pelo telefone; não perder de vista documentos de identificação e não informar os números dos documentos, quando do preenchimento de cupons para participar de sorteios ou promoções de lojas. É indicado também evitar fazer cadastros em sites que não sejam de confiança, ter cuidado ao publicar dados pessoais nas redes sociais e manter atualizado o antivírus do computador. Deve-se fazer boletim de ocorrência policial logo após a perda ou o furto de documentos. (*) Com informações da Agência Brasil Fonte: Site IDG Now!  
Compartilhe
Manifestações, partidos políticos e o futuro
21/01/2017 | 23h33
Se há uma lição que podemos tirar das manifestações dessas últimas semanas é que estamos vendo uma profunda descrença nos partidos políticos, que não estão atendendo aos anseios de uma população cansada, sobretudo, dos conchavos políticos que se fazem nos salões dourados dos palácios governamentais. Como resolver a questão? Sinceramente, eu, tanto na condição de eleitor quanto na de dirigente partidário, não tenho a resposta. Em um mundo que funciona em uma velocidade cada vez maior; onde as demandas da população são crescentes; onde a informação chega de forma cada vez mais rápida a cada cidadão, pergunto: qual o papel destinado aos partidos políticos neste novo mundo que se descortina? Um fato que as recentes manifestações nos mostraram é que nenhum partido político, nem os governos, podem prescindir ou não levar em consideração o poder das redes sociais. É um grave erro que muitos partidos e governos ainda cometem. Este movimento iniciado, como disse FHC, por um “curto-circuito” (a redução das tarifas do transporte público) tomou proporções inimagináveis até poucas semanas atrás. Não foi uma “revolta do proletariado”. Foi a reação de uma sociedade que vem perdendo espaço nas decisões políticas do país. No meio destas manifestações estavam muitas pessoas que jamais subiram em um ônibus urbano ou no metrô. Mas foram se manifestar por causas não tão díspares como muitos tentam fazer parecer, afinal, como pano de fundo está a corrupção política, a malversação das verbas públicas e a falta de representatividade política, o que leva o Estado brasileiro a deixar acontecer a enorme carência nas áreas da saúde, transporte e educação, dentre outras. É preciso que nos reinventemos como sociedade e como classe política. É preciso que esta juventude que foi para as ruas, também venha para os partidos políticos para ajudar a reinventá-los, sob a ótica do novo e moderno mundo que estamos vivendo. Os partidos políticos e os governos ainda estão funcionando em formato analógico, enquanto a sociedade como um todo já está, há muito tempo, trabalhando em formato digital. O futuro cabe a nós construí-lo!  
Compartilhe
Governo vai monitorar até WhatsApp para prever manifestações
21/01/2017 | 23h33

Na última quarta-feira, 19, prefeitos e governadores das principais regiões do Brasil anunciaram que reduzirão as tarifas do transporte coletivo, atendendo às reivindicações feitas há dias por manifestantes que chacoalharam o país. Mas os protestos não vão parar, e isso interessa ao governo federal, que passará a monitorar de perto os envolvidos.

De acordo com reportagem de O Estado de S.Paulo, o acompanhamento será tão profundo que até conversas via WhatsApp serão estudadas - embora não se saiba como. Oficiais da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) estão de olho também em Facebook, Twitter e Instagram. As redes sociais foram fundamentais para a organização dos protestos generalizados que começaram pelos movimentos de São Paulo, na semana passada (saiba mais). Mas assessores civis da presidente Dilma Rousseff e o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) não conseguiram prever nada porque há dois meses os órgãos de inteligência foram deslocados para a segurança da Copa das Confederações. Agora que a crise já está instalada, tudo está sendo monitorado pelo Mosaico, sistema que acompanha 700 temas escolhidos diretamente pelo ministro-chefe do GSI, José Elito. Dessa forma, os agentes tentam antecipar rotas e até o tamanho de cada protesto, além de saber se há grupos políticos infiltrados e financiamento. Fonte: Site Olhar Digital  
Compartilhe
Em 20 anos, tecnologia nos permitirá viver para sempre, diz engenheiro do Google
21/01/2017 | 23h33

O diretor de engenharia do Google, Ray Kurzweil, afirmou que o avanço da tecnologia nos próximos 20 anos nos permitirá viver para sempre.O diretor acredita que em breve será possível "reprogramar" células para se recuperarem de doenças e até mesmo gerar tecido humano em impressoras 3D.

"A expectativa de vida mil anos atrás era de 20 anos. Nós dobramos esse número em 200 anos. Esse processo vai entrar em alta velocidade nos próximos dez ou 20 anos, provavelmente em menos de 15 anos estaremos no ponto de inflexão em que iremos adicionar mais tempo de vida por causa do progresso científico", disse o diretor. "Iremos observar um tremendo avanço na medicina." Kurzweil citou a ideia de usar impressoras 3D com células-tronco para criar tecido humano. Segundo ele, vendo a biologia como um software e reprogramando as células para tratar doenças, os humanos já fizeram grandes avanços na medicina. "Já existem terapias fantásticas para curar problemas de coração, câncer e todo tipo de doença neurológica baseada na ideia da reprogramação de software", disse o diretor. "Essas tecnologias serão mil vezes mais potentes que eram dez anos atrás e um milhão de vezes mais em 20 anos." As declarações de Kurzweil foram feitas durante a conferência Global Future 2045 World Congress, em Nova York, no último domingo (16), segundo a CNBC. O chefe de engenharia do Google não é o único a esperar que a tecnologia, de alguma forma, traga a imortalidade para os seres humanos. Na semana passada, o multimilionário russo Dmitry Itskov apresentou a chamada Iniciativa 2045, que prevê a produção em massa de avatares de baixo custo e aparência humana nos quais seria possível carregar o conteúdo de um cérebro humano, incluindo todos os detalhes específicos de consciência e de personalidade. Fonte: Site Folha de São Paulo  
Compartilhe
Tecnologia é caminho para o sucesso, dizem jovens
21/01/2017 | 23h33

Em comparação com outros países, os jovens brasileiros têm uma visão muito positiva da tecnologia que, para eles, é o caminho para ter sucesso pessoal e contribuir para um mundo melhor. A constatação é de uma pesquisa realizada pela Telefônica com o jornal Financial Times.

A pesquisa foi feita via internet com 12 mil jovens de 27 países, incluindo cerca de mil brasileiros. A faixa etária vai de 18 a 30 anos. Ela mostra que, no Brasil, 57% dos jovens acham que o avanço tecnológico reduziu a distância entre ricos e pobres. No mundo, só 38% concordam com isso. E 71% dos brasileiros acreditam que a tecnologia cria mais oportunidades para todos – não só para um grupo restrito de pessoas. Esse otimismo também aparece em outras questões. 75% acreditam que terão oportunidade de se tornar empreendedores. A média mundial é 64%. Essa atitude positiva também é vista em outros países da América Latina incluídos na pesquisa (Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Venezuela e México). 85% dos latino-americanos acham que a tecnologia torna mais fácil conseguir um emprego. E, no mundo inteiro, quando se pergunta o que é preciso estudar para ter sucesso na vida, a tecnologia aparece em primeiro lugar. Na América Latina, essa é a escolha de 34% dos jovens consultados. Os latino-americanos se consideram avançados em tecnologia. 32% concordam totalmente que estão na ponta do avanço tecnológico (contra 19% no mundo inteiro). Mas há diferença entre os sexos. O percentual entre os homens é 39%. Entre as mulheres, 25%. A diferença é maior quando se pergunta se a tecnologia influi no sucesso na vida. 44% dos homens dizem que sim, contra 22% das mulheres. Essa diferença também existe em outros continentes, mas é menor neles. Para a maioria dos jovens ouvidos pela Telefônica, o acesso à tecnologia não é um problema (como a pesquisa foi feita via internet, ficaram fora as pessoas sem acesso à rede). 68% dos latino-americanos consultados dizem possuir um smartphone (a média mundial é 76%). Eles passam 7 horas conectados por dia, uma hora a mais que o tempo médio considerando o mundo inteiro. Outra atitude que se destaca entre os brasileiros e demais latino-americanos é ter mais certeza do que farão no futuro do que os jovens de outros continentes. No Brasil, 39% dizem saber exatamente onde querem estar daqui a dez anos. Considerando toda a América Latina, são 48%. Os dois números ficam bastante acima da média mundial, de 26% que sabem aonde querem chegar. Com base nos resultados da pesquisa, a Telefônica identificou um grupo que ela chama de líderes do milênio. São os jovens que afirmam estar na ponta da tecnologia, acreditam que podem fazer diferença em seu país e acham que podem ser empreendedores. “Esses líderes de amanhã acreditam que melhorar a educação e torná-la mais acessível é a melhor maneira de fazer diferença no mundo. Eles também acreditam que, para ter sucesso pessoal, devem estudar tecnologia”, diz José María Álvarez-Pallete, principal executivo de operações da Telefônica, num comunicado da empresa. O Brasil é o nono país onde a porcentagem de líderes é maior. Aqui, 18% dos entrevistados atendem aos três requisitos. No mundo, só 11%. O país em melhor situação nesse aspecto é a Colômbia, com 27%. Na análise da Telefônica, esse grupo é mais influenciado pela tecnologia e investe nela para ter sucesso na vida. Os líderes também são mais otimistas que os demais entrevistados. E são muito comprometidos com a carreira profissional. Fonte: Site Info  
Compartilhe
Prefeituras e ONGs agora podem oferecer banda larga
21/01/2017 | 23h33

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na última quinta-feira, 06/06, novas regras que vão simplificar a prestação de serviços de banda larga por prefeituras, entidades da administração pública direta ou indireta e organizações sem fins lucrativos. É o novo regulamento do Serviço Limitado Privado (SLP).

Segundo a gerente de projeto da Secretaria de Telecomunicações Diana Tomimura, a expectativa do Ministério das Comunicações (Minicom) é que a mudança possibilite a ampliação do acesso à internet, principalmente para a população não atendida pelas atuais prestadoras de serviços. “Essas entidades poderão, por exemplo, levar internet a regiões que não despertam o interesse comercial das empresas de telecomunicações”, ressalta. Diana conta que, até então, quando uma prefeitura decidia prestar serviços de acesso à internet à sua população, ela contratava uma empresa autorizada a prestar o Serviço de Comunicação Multimídia. “Com a alteração do regulamento, a prefeitura poderá, se preferir, prestar o serviço de forma direta, utilizando o Serviço Limitado Privado”, explica. Para explorar o SLP, as prefeituras e instituições sem fins lucrativos dependem de prévia autorização da Anatel. Além disso, é preciso pagar o valor estabelecido no Regulamento de Cobrança de Preço Público pelo Direito de Exploração de Serviços de Telecomunicações e pelo Direito de Exploração de Satélite – PPDESS, que corresponde a R$ 400. *Com informações da Agência do Minicom Fonte: IDG Now!  
Compartilhe
Escolas defendem ensino de programação a crianças e adolescentes
21/01/2017 | 23h33

Em fevereiro, Mark Zuckerberg, Bill Gates e Jack Dorsey apareceram em um vídeo de divulgação de uma ONG destinada a ensinar linguagem de programação de forma fácil e gratuita. Bill Clinton, Al Gore, Arianna Huffington, Mike Bloomberg, Steve Ballmer, entre outros, também deram declarações de apoio.

É fácil imaginar por que personalidades das classes tecnológica, econômica e política defendem esse tipo de aprendizado, mas até alguns nomes aleatórios, a exemplo de Ashton Kutcher e Snoop Dogg, constam na página da Code.org. O ator chega a dizer que, nas escolas, codificação de computadores deveria estar lado a lado com matérias tradicionais como biologia, química e física. Mal sabiam eles que o esforço mexeria tanto com educadores brasileiros. Confira o vídeo neste link: http://www.youtube.com/watch?v=nKIu9yen5nc Faz bem ao cérebro Por aqui já existia movimentação parecida há algum tempo, tanto que não é de hoje que algumas escolas oferecem cursos focados em tecnologia - e não naquele sentido genérico de "informática" introduzido na década de 1980, mas voltados a programação, robótica, mídias digitais. No Colégio Móbile, em São Paulo, a partir do 1º ano do Ensino Médio os estudantes precisam escolher um curso eletivo e, em meio a criação literária, espanhol, política, prática esportiva e teatro, constam as disciplinas de criatividade em mídias digitais e robótica. Este é o quarto ano em que os alunos da escola podem estudar tão de perto a tecnologia, mas só agora o tema está entre os obrigatórios. Apesar de não terem de escolher especificamente esses cursos, os estudantes têm aprovado; tanto que, se antes a matéria de robótica não prendia 20 pessoas numa aula, hoje reúne dois grupos de 20 alunos cada no 1º ano e outros três grupos de 20 no 2º. Já no Vértice, também na capital paulista, quem estiver passando pelo 8º ou pelo 9º ano do Ensino Fundamental não tem como fugir da tecnologia. E o vídeo com Zuckerberg e companhia serviu de estímulo para a escola, tanto que a propaganda foi apresentada às crianças e aos adolescentes. "[O vídeo] fomentou bastante nossa dúvida sobre puxar para isso ou não", afirma o professor de informática Mateus Ferreira. A motivação, entretanto, é diferente da apresentada pelos apoiadores da Code.org. "Programação é importante pelo mercado de trabalho, que pede muito isso, mas nosso objetivo principal não é esse. Queremos desenvolver certas habilidades que a programação exige dos alunos, como raciocínio lógico, causa e consequência, raciocínio matemático, linguística... o que está inserido no dia a dia", explicou Ferreira. A indústria também não é a principal preocupação do Móbile, que ensina programação... sem ensinar programação. A escola monta problemas envolvendo tecnologia e faz os alunos pensarem no que precisam fazer para resolvê-los; só depois é que os jovens pegam nas apostilas para procurar respostas. "Não adianta darmos aula de programação se esse aluno não precisa. É como se ensinássemos todas as letras se ele não sabe montar palavras", justificou Rodrigo Mendes, coordenador educacional. "Apresentamos os problemas e eles usam a robótica como ferramenta." A quem quer trabalhar Por outro lado, não param de surgir iniciativas em prol da profissionalização, como o Projeto Jovem Programador, cuja intenção é complementar o aprendizado de alunos de computação para levá-los ao mercado de trabalho. E o estímulo, mais uma vez, veio da Code.org. "Em 2010, fizemos um esboço e tentamos implantar em uma escola técnica. Gastamos muita energia para tentar colocar ele em prática, tivemos alguns empecilhos por parte da escola e decidimos 'congelar' o projeto. Neste ano, após assistir ao vídeo da Code.org, nos motivamos novamente e pensamos: 'Precisamos reativar o projeto Jovem Programador'", conta Michel Amaral, cofundador da Designa, que encabeça a ideia. O teste foi feito com estagiários dentro da própria Designa, que conseguiu apoio da iMasters depois que eles também viram a divulgação da Code.org. Junho foi o mês escolhido para o começo da primeira turma, que é formada apenas por universitários. Até o fim do ano o projeto terá sido levado ao Brasil todo e, futuramente, Ensino Médio, escolas técnicas e até quem estiver na educação infantil poderá contar com o Jovem Programador.
Não é de hoje que nosso país se preocupa com o ensino informático, só que há anos ele vem sendo tocado como algo não essencial. "É verdade que no Brasil as escolas começaram a avançar a passos largos em direção à tecnologia nos anos 1980. As grandes escolas investiram em seus profissionais, preparando-os para assumir essas aulas", conta a pedagoga Roseli Neumitz, que por anos atuou como professora de informática em escolas. Na época se usava muito o Logo, uma linguagem de programação criada na década de 1960, no Massachussetts Institute of Technology (MIT), e traduzida pela Unicamp em 1982. O aluno via, na tela do computador, uma tartaruga responder a comandos que a fazia escrever, desenhar etc. (como você pode ver na imagem acima). "A indústria do software educacional cresceu em um ritmo muito forte e muitos trocaram o Logo por produtos já prontos", conta Roseli. "Depois, surgiram os softwares de autoria, com os quais o aluno 'planejava' e criava a estrutura de uma apresentação, criando botões e links. Esses softwares já apresentam uma plataforma mais amigável, mais fácil para o aluno." Falta gente qualificada Mesmo com investimentos como esse, o setor andou de forma vagarosa. Faz 30 anos que o Logo foi traduzido, então o ensino dessa linguagem poderia ter gerado interesse suficiente para formar uma geração inteira de programadores, mas o mercado de tecnologia ainda sofre com falta de mão de obra. Na realidade, há uma demanda global por profissionais de tecnologia que não está sendo atendida, por isso tantas personalidades se uniram pela causa. E é claro que no Brasil a defasagem também seria realidade. Dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) revelam que falta bastante gente para a área em estados como Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo - só SP precisa de cerca de 3 mil pessoas qualificadas. Ou seja: há emprego para quem estiver preparado. O próprio Zuckerberg, em sua declaração à Code.org, deixou claro que as portas estão abertas: "Nossa política no Facebook é, literalmente, contratar quantos engenheiros talentosos pudermos encontrar. Simplesmente não há um número suficiente de pessoas que são treinadas e possuem essas habilidades hoje." Fonte: Site Olhar Digital  
Compartilhe
Bradesco e Scopus lançam app para digitalizar cheque em smartphone
21/01/2017 | 23h33

A Scopus e o Bradesco anunciam um aplicativo para digitalização de cheque em smartphone. A novidade será apresentada ao mercado durante o Ciab 2013, que será realizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), nos dias 12, 13 e 14 de junho de 2013, em São Paulo, no Transamérica Expo Center.

A solução da Scopus é considerada pioneira no Brasil e permite que os clientes do Bradesco digitalizem os cheques a serem depositados usando a câmera do smartphone. Todos os dados capturados e armazenados pelo aparelho trafegam em ambiente seguro, com uso de assinatura digital, seguindo os padrões e protocolos de formatos estabelecidos pelas normas vigentes. Outras empresas comparecem ao Ciab 2013 com novas soluções ou modelos de negócios baseados em digitalização de cheques. A brasileira Recognition, por exemplo, em parceria com a norte-americana Digital Check lançam no evento o Remote Deposit Capture (RDC), que leva funções e recursos de bancos para lojas e varejos em geral. Com a solução, composta de um conjunto de hardware e software, o varejista poderá fazer a digitalização de cheques e outros documentos e transmitir as imagens a um banco para que seja realizado o depósito e posterior compensação. Os requisitos básicos para o RDC incluem um simples PC, uma ligação a Internet e um scanner especializado. A solução já é utilizada nos EUA, México e Europa. Segundo a Recognition, os clientes vão diminuir o tempo gasto em rotinas bancárias, cortar custos, ampliar o horário de depósito e ter a possibilidade de escolher o melhor meio de pagamento. O RDC evita as altas taxas, reduz o tempo necessário para recebimento e proporciona custos significativamente menores que os outros meios de pagamento. Para os bancos, como mostra a experiência internacional de dezenas de grandes instituições, o RDC pode criar novos serviços, aumentar o número de correntistas e de benefícios para os clientes e, ainda, oferecer um “mix” maior de serviços financeiros. Já a Tree Solution vai apresentar durante o Ciab a solução TreeDOC, que permite capturar, guardar, gerir e manusear todos os documentos dos processos de câmbio, permitindo a "leitura inteligente" do conteúdo dos mesmos e preenchimento automático da informação. A solução possibilita acesso a toda a informação com visão por processo, cliente, contrato, operação ou segundo os critérios definidos pela instituição. Outra novidade nessa área é o scanner para cheques Orion que será lançado pela Seac Banche. O produto vem com uma solução de detecção de fraudes via ultravioleta e foi projetado para posição de frente de caixa. O evento O Ciab Febraban 2013 - Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras é o maior evento para os setores financeiro e de tecnologia da América Latina, que será realizado nos dias 12, 13 e 14 de junho de 2013, em São Paulo, no Transamérica Expo Center. O tema central deste ano será “Os Novos Desafios do Setor Financeiro”. Fonte: Site Computerworld  
Compartilhe
Sobre o autor

Robson Colla

[email protected]

Arquivos