20 anos da internet comercial no Brasil
21/01/2017 | 12h16
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Quatro em cada dez internautas brasileiros já compraram em sites internacionais
21/01/2017 | 12h16

A internet tem cada vez mais presença quando o assunto são compras, antes reservadas apenas aos shoppings centers e lojas de rua. E com o comércio virtual, surgem também novas possibilidades de compras em sites internacionais que vendem produtos nem sempre encontrados no Brasil.

Segundo um levantamento realizado com pessoas que compram pela internet em todas as capitais brasileiras pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz, quatro em cada dez (38%) consumidores virtuais já compraram ao menos uma vez em sites internacionais e 42% das compras online foram feitas nestes sites no último ano.

Entre os que mais consumiram estão os pertencentes às classes A e B (48%), pessoas mais escolarizadas (49%) e os mais jovens (45%). Os sites mais acessados são americanos e chineses, e os produtos mais citados nas compras internacionais são roupas (51%), seguidas de acessórios de vestuário, como cintos e bolsas (36%), acessórios para celulares e tablets (33%), artigos para bebês e crianças (23%), e cosméticos e perfumes (22%). Ainda que o ranking de produtos seja igual em ambos os países, há destaque para as compras de livros, cosméticos, DVDs e CDs nos sites dos Estados Unidos e de vestuário nos da China.

Para 88% dos entrevistados, a vantagem mais citada para comprar em sites internacionais é o preço baixo – logo após aparecem variedade de produtos (53%) e poder comprar produtos mais exclusivos (31%).

A pesquisa do SPC Brasil também identificou que, em média, os sites internacionais demoram o equivalente a cinco vezes o prazo dos sites nacionais para entregarem os produtos (57 dias para os internacionais frente aos 12 dias dos sites brasileiros).

Fonte: SPC Brasil

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Sociedade brasileira tem 40 novos perfis de consumo
21/01/2017 | 12h16

A Serasa Experian revelou o perfil de consumo da população brasileira acima de 18 anos. O levantamento é um retrato acurado dos perfis que compõe a população do país. A divisão básica por renda, entre classes A a E, pode já não representar devidamente o perfil múltiplo e dinâmico da população brasileira.

De acordo com a instituição, esse levantamento vai permitir que empresas, agências e profissionais de marketing, estudiosos e gestores de políticas públicas tenham dados para traçar estratégias e desenvolver serviços e produtos para os diversos grupos que compõe a população brasileira.

O Mosaic Brasil é um modelo de segmentação do mercado consumidor brasileiro da Serasa Experian, baseado em dados socioeconômicos, demográficos, geográficos, comportamentais, de consumo e estilo de vida. São 11 novas "classes" e suas subvisões, totalizando 40 grupos distintos. Foram usados dados socioeconômicos, demográficos, geográficos, comportamentais, de consumo e estilo de vida.

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Brasileiros estão aderindo ao implante de barba
21/01/2017 | 12h16

A moda hipster, popular entre jovens de metrópoles norte-americanas e europeias, fez surgir uma novidade: o implante de barbas, usadas como símbolo de modernidade e virilidade. Tanto na Grã-Bretanha como nos Estados Unidos, clínicas de estética afirmam que se multiplicou nos últimos anos o número de homens interessados no procedimento.

O número de homens que vem apostando no implante de barba disparou no último ano, segundo os especialistas. Dados da ISHRS (Sociedade Internacional de Cirurgia de Restauração Capilar, sigla em inglês) revelaram uma alta de 237,4% no número de procedimentos do tipo, entre 2004 e 2012. No Brasil, essa moda também está pegando.

Os procedimentos de transplante capilar são as mais populares entre as cirurgias ligadas à área cosmética entre os homens. Mais do que 4,5 mil procedimentos foram feitos em 2013, 300% a mais do que o número de 1.043 rinoplastias masculinas feitas no mesmo período.

De acordo com o jornal norte-americano Daily Mail, entre as barbas mais citadas pelos homens de 40 anos, nos Estados Unidos, está a do ator Brad Pitt. Já os da faixa dos 30 e 20 anos se inspiram no jogador David Beckham.

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Selfie foi eleita a palavra do ano pelo dicionário Oxford
21/01/2017 | 12h16

Os selfies viraram onda das redes sociais de fotografia. Trata-se daquelas poses focadas no rosto, com o celular virado para o espelho, fazendo biquinho, mostrando o look da balada, a malhação na academia, a maquiagem da noite, a animação com a turma de amigos e por aí vai.

A recente tendência das redes sociais ganhou adeptos de todas as idades e faz parte do dia a dia das pessoas como algo divertido e descontraído, muitas vezes com a simples finalidade de mostrar um estado de humor, uma paisagem ao seu fundo ou um encontro de amigos.

A moda fez tanto sucesso ao longo de 2014 que o dicionário Oxford elegeu o termo como palavra do ano — após registrar um aumento em 17.000% no uso da expressão.

A origem da palavra surgiu em 2002, na Austrália, e era uma gíria usada na época. Nos últimos dois anos, o uso do termo virou um hábito. Tanto pessoas comuns quanto artistas têm feito valer esse crescimento.

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Associação de Procons lança campanha contra o bloqueio de internet nos celulares
21/01/2017 | 12h16
[caption id="attachment_3068" align="aligncenter" width="570"]Procon Estadual já havia entrado com ação na Justiça contra o bloqueio, em fevereiro. Procon Estadual já havia entrado com ação na Justiça contra o bloqueio, em fevereiro.[/caption]

A Associação Brasileira de Procons, entidade que representa os Procons de todo o país, iniciou uma campanha contra o bloqueio da internet nos telefones celulares após o término da franquia mensal de dados do usuário. A associação concorda com a avaliação do Procon Estadual, de que este procedimento sem a concordância do consumidor, no caso dos contratos existentes antes dele ser adotado, é ilegal e desrespeita direitos básicos, especialmente o direito à informação.

O Procon-RJ já havia entrado com uma ação na Justiça contra as operadoras de telefonia Oi, Vivo, Tim e Claro devido a esta modificação unilateral em seus contratos de telefonia com internet ilimitada. Com a mudança, os clientes de planos pré-pagos passaram a ter cortado o seu serviço de acesso à internet quando chegavam ao limite de tráfego da franquia contratada.

Diversas denúncias sobre o tema foram feitas por consumidores aos Procons de estados e municípios, e a ação do Procon-RJ foi um modelo seguido por outros estados e serviu de base para a campanha da associação que está sendo lançada agora. Na ação (00522248220158190001), que corre na 5ª Vara Empresarial e ainda aguarda a avaliação do juiz, o Procon Estadual pede à Justiça a aprovação de uma liminar para que o consumidor continue usando o serviço de internet nos termos anteriormente contatados e que a interrupção do acesso passe a valer apenas para os contratos fechados após a data de proposição da ação. Em caso de descumprimento, as operadoras poderão ter que pagar uma multa de R$ 50 mil por dia.

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Click Saudável
21/01/2017 | 12h16
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Rede social completa 10 anos
21/01/2017 | 12h16
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7% das crianças com idade entre 6 e 9 anos passam mais de 10 horas conectadas
21/01/2017 | 12h16

Grandes momentos da infância, como andar de bicicleta sem rodinhas pela primeira vez, parecem estar perdendo importância diante das habilidades digitais adquiridas pelas crianças, que são capazes de operar um smartphone ou acessar um navegador de Internet cada vez mais cedo.

Essa imersão no mundo digital é o tema da última pesquisa da série de estudos “Digital Diaries”realizadas desde 2010 pela AVG Technologies,fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis. Foram entrevistadas mais de 6 mil mães em 10 países, incluindo o Brasil, para traçar um panorama de como as crianças utilizam dispositivos tecnológicos e a Internet.

Com 59% das entrevistadas afirmando possuir três ou mais dispositivos conectados à Internet, não é de se surpreender que as crianças tenham habilidades digitais bastante desenvolvidas desde muito cedo.A pesquisa mais recente revelou que na faixa etária entre 3 e 5 anos, mais crianças são capazes de operar jogos de computador (66%) ou utilizar um smartphone (47%) do que de amarrar os próprios tênis (14%) ou nadar (23%).

Na faixa etária entre 6 e 9 anos, a internet parece estar profundamente presente na vida social das crianças, o que gera novas responsabilidades para os pais. O estudo apurou que 89% das crianças dessa idade usam a internet, no Brasil esse índice chega a 97%, sendo o mais alto entre todos os países pesquisados. Além disso, 7% das crianças passam mais de 10 horas conectadas, mas a maior parte delas gasta entre 0 e 5 horas online.

No Brasil o número de crianças que possuem perfil no Facebook é de 54%, mesmo com a determinação de idade mínima de 13 anos estabelecida por essa rede social. Menos de 10% das mães acreditam que as brincadeiras nesse ‘playgrounds digital’ podem prejudicar as habilidades sociais de seus filhos, mas quase 19% temem que seus filhos estejam sujeitos à comportamentos agressivos ou à ciberbullyng.

Apesar de considerarem a tecnologia como benéfica para o desenvolvimento e aprendizado das crianças, grande parte dos pais ainda não está atento à segurança de seus filhos online. Ferramentas de Controle Parental são utilizadas por 64% das mães pesquisadas. No Brasil, 33% das mães disseram não ter nenhum tipo de controle sobre o que seus filhos acessam online.

Fonte: AVG Digital Diaries Study 2014

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O Que é a Tecnologia SON e quais as suas aplicações
21/01/2017 | 12h15

Os usuários de telefonia móvel celular requerem cada vez mais banda na utilização dos serviços de internet, como forte utilização de redes sociais. No mundo, houve um crescimento de 20% no número de usuários que adotam pacotes de dados em celulares, para 64% do total de pessoas com linhas de telefonia móvel. No Brasil, o número de usuários de pacotes de dados aumentou 11%, para 57% do total, segundo estudo realizado pela Nokia Siemens Networks entre 28 de novembro e 7 de dezembro do ano passado. Considerando a limitação de espectro de frequência, as necessidades de capacidade e as exigências de serviços de alta qualidade, as operadoras estão buscando alternativas automáticas para auxiliá-las no gerenciamento de suas redes.

As operadoras de telefonia móvel celular investem constantemente no aumento da capacidade das suas redes instalando novas estações rádio bases e principalmente estações rádio bases de curto alcance denominadas small cells em áreas de alta densidade de usuários. A iniciativa traz como consequência um aumento significativo de complexidade da operação da rede, tanto no aspecto de manutenção do serviço, como no aspecto de ajustes para melhor distribuição dos recursos envolvidos e na melhoria da qualidade dos serviços ofertados pelas operadoras. Além disso, a utilização de redes wi-fi em grandes centros urbanos tem sido amplamente utilizada pelas operadoras como opção de desafogar as suas redes 3G e 4G, aumentando ainda mais a complexidade de gerenciamento.

Com objetivo de  auxiliar as operadoras, soluções de software para realização de ajustes automáticos na configuração das redes, denominadas SON – Self Organizing Networks estão sendo desenvolvidas para suportar as equipes de engenharia das operadoras de telefonia celular, reduzindo a complexidade das redes por meio de processos automatizados, provendo ações mais rápidas e com maior frequência de atuação, buscando atingir soluções  que melhoram o desempenho da rede.

Um dos aspectos interessantes destas soluções de software está no tratamento em tempo quase real de um volume gigantesco de dados providos pelos elementos e usuários da rede celular, utilizando inclusive informações de soluções de Customer Experience Management, denominadas CEM. Esses dados são tratados pelos softwares e os algoritmos de otimização utilizados decidem que alterações devem ser realizadas para melhorar os serviços, tanto de dados como voz, ofertados pelas operadoras, objetivando a redução de quedas de conexões, a melhoria das taxas de dados e a redução dos impactos de falhas inerentes a rede.

Ferramentas SON permitem uma redução significativa do tempo de resposta a falhas,  melhoria de desempenho da rede e, ainda, menos investimento em instalação de novas estações rádio bases.

Alguns exemplos de como as soluções de software SON podem auxiliar as operadoras na melhoria de qualidade da rede:

Redução de queda de chamadas – os softwares identificam quais as melhores configurações a serem adotadas pela rede para manutenção da continuidade das chamadas, em especial as chamadas que ocorrem em movimento. Técnicas são empregadas para verificar quais os principais fluxos de tráfego utilizados e, a partir dessa informação, ajustes são realizados nas estações rádio bases de forma a privilegiar os principais fluxos de dados e reduzir as quedas de conexões decorrentes.

Melhoria das taxas de dados – técnicas de load balance (distribuição de carga) são utilizadas de forma a distribuir melhor o tráfego de dados entre as antenas das estações rádio bases, por meio do ajuste da área de cobertura de cada antena, permitindo melhor aproveitamento da capacidade existente e, consequentemente, refletindo em uma melhor percepção do serviço pelos clientes.

Redução dos impactos causados por falhas na rede – O sistema automaticamente detecta distúrbios operacionais nas estações rádio base e inicia um processo de ajuste automático das estações vizinhas de forma a minimizar os impactos de cobertura e capacidade, causados por falhas operacionais. Desta forma, uma estação rádio base que sofrer uma pane operacional deixará de prover o serviço na sua região de cobertura, causando uma degradação momentânea do serviço aos clientes desta área. Com a utilização do SON, as antenas das estações rádio bases mais próximas são ajustadas automaticamente de forma a contribuir na melhoria de cobertura da região impactada, enquanto a equipe de operação inicia os processos de correção da falha, minimizando significativamente os impactos causados aos clientes desta área.

Para os clientes, soluções automatizadas como as ferramentas SON melhoram a sua experiência na utilização dos serviços prestados pelas operadoras, que, a partir de dados técnicos fornecidos pelos mesmos clientes, conseguem efetuar melhorias e abrir um canal significativo de comunicação com os clientes.

Fonte: Renato Gomes gerente de produto da WebRadar.

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Leandro Lopes

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