Um resort na Tailândia...
22/01/2017 | 00h39

Soneva Kiri

Pense na melhor companhia... e então...veja o

destino mais que ideal para  desvendar locais a que poucos tiveram acesso, esta ilha com 25 km de comprimento e 12 km de largura, na Tailândia, é um verdadeiro paraíso na Terra. O lugar em questão é a Koh Kood, a quarta maior ilha do país – com apenas 2 mil habitantes – e onde foi idealizado um resort extremamente exclusivo, oSoneva Kiri.

resort conta com 27 vilas com ares rústicos, graças a madeira utilizada em toda a arquitetura. Em cada uma delas existe uma piscina particular. Conscientes sobre a construção de um hotel em uma área repleta de verde por todos os lados, o Soneva criou o conceito do no list, em que não utiliza em seus menus peixes vindos de caça predatória, nem foie gras – pratos que utilizam fígado de pato ou ganso. Também não há TVs nos quartos e a água é de fonte potável do próprio hotel, que se responsabiliza por reciclar todo o óleo usado na cozinha para a produção de biodiesel.

Opções de restaurantes é o que não falta por ali. O Benz, conduzido pela chef tailandesa Khun Benz, também valoriza a área, além dos pratos preparados com ingredientes da ilha. O The View é ideal nos momentos mais românticos, onde a bela vista é o cenário para receitas de um bistrô contemporâneo. Para as horas de relaxamento foi feito o Treepod Dining, uma espécie de casa na árvore que fica a cinco metros do chão e onde a comida chega por tirolesa. Por fim, o Chef’s Table é o que mais se parece com os restaurantes da Tailândia, por ter uma chapa onde o chef prepara os pratos na hora.

Se os passeios gastronômicos parecem ocupar boa parte do tempo, há ainda muito mais para ser visto. As atividades oferecidas pelo Soneva Kiri vão desde yoga na praia até moutain bike e esportes como caiaque, barco à vela, surfe, ski aquático e mergulho noturno.

Com afeto,

Beth Landim

Compartilhe
Hospedagem cool em Santa Teresa
22/01/2017 | 00h39

Design Hotels se apropria de casarão antigo no Rio...

O bairro carioca de Santa Teresa é conhecido pela intensa atividade cultural e artística, pela vista estonteante e também pelos charmosos casarões de época que permeiam a região. Foi graças a essa conjunção exclusiva de atributos que a rede Design Hotelsresolveu sediar ali um dos pontos do Project Rio.

Club House fica em uma construção que tem o privilégio de estar cercada por 360 graus de paisagens como a Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar, além de uma extensa área verde. Mas se privacidade for o quesito principal, um bangalô anexo oferece todos os serviços da hospedaria, mas com exclusividade – isso sem falar em uma piscina de apoio privativa.

Quando as regalias desse pequeno paraíso não forem suficientes, as maravilhas de Santa Teresa estão a apenas alguns degraus de distância. Uma escadaria conecta a propriedade ao centro boêmio do bairro, cercado por estúdios e galerias de arte e uma variedade de bares e restaurantes que transpiram o espírito do Rio.

Com afeto,

Beth Landim

Compartilhe
Um convite...com vistas para o mar...
22/01/2017 | 00h39

Desfrutar o litoral irlandês...

Antigo vilarejo de pescadores, a cidadezinha de Ardmore mistura praias , ruínas medievais e charmosos chalés cobertos de telhados de palha. Escondido no  litoral sul da Irlanda, um hotel cinco estrelas encravado nas falésias atrai visitantes internacionais.

Todos os quartos do Cliff House Hotel oferecem vista panorâmica para o oceano. É a oportunidade perfeita para relaxar observando os golfinhos brincarem na água ...

A natureza e a riqueza cultural  da região ,fazem toda diferença.

Você pode escolher várias  atividades, que incluem surf, ioga, canoagem, arco e flecha, mergulho, passeios a cavalo e caminhadas pela natureza...

Eu adoro canoagem e cavalgar... e o cenário é perfeito ...

Os espaços são decorados com pedras naturais e revestimentos nas cores azul-marinho, fúcsia, e berinjela.

Móveis históricos e artesanato irlandês complementam o conforto.

E então ...

Com afeto,

Beth Landim

Compartilhe
ESQUEÇA O COPO
22/01/2017 | 00h39

Um encontro informal pede descontração nos detalhes.

O copo, por exemplo, pode dar lugar a garrafinhas ou potes de geleia...

O menos é mais... mudar sempre nos renova...

 

Mini garrafas que lembram as garrafas antigas de leite...

Potes de papinha de bebê com tampa e tudo...

Foram reutilizados e viraram recipientes descolados para uma versão rosa da limonada...

Potes de geleia têm um jeito retrô e caem muito bem para sucos...

Garrafas pequenas de refrigerantes também podem ser reaproveitadas...

Bowls de prata com gelo servem de apoio para as garrafinhas...

Os potes de geleia viram copos com uma pequena mudança no visual.

Ganharam canudinhos e rótulos de papel kraft, arrematados com fitas.

Com afeto,

Beth Landim


 

Compartilhe
Um lugar indescritível...
22/01/2017 | 00h39

Hotel na Toscana ...

Não tem como não se render  às paisagens,  gastronomia e rica história da Toscana, na Itália...

Um dos meus lugares favoritos...

A construção principal deste hotel, uma villa, ainda coroa o penhasco que se projeta sobre o azul profundo do mar. Ao redor dos bangalôs fica o jardim, marcado pelo aroma dos pés de lavanda, alecrim,  ciprestes e oliveiras. Um elevador leva os hóspedes até a praia, onde eles podem ir de barco para as ilhas de Giglio e Giannutri.

Lá  podemos saborear as criações do chef Antonio Guida , premiado com duas estrelas do guia Michelin. Podemos ainda ir para adega onde um sommelier ensina a harmonizar os vinhos com o prato e orienta na degustação dos mais de 800 rótulos... E saborear um vinho com esta vista ...

A decoração reproduz a atmosfera de um lar toscano, com artesanato e revestimentos simples, como cerâmica e tinta branca. Móveis de madeira, tecidos de toque rústico e cortinas estampadas com flores reforçam a sensação de conforto e despojamento. A decoração tem assinatura de Marie Louise Sciò, atual dona da encantadora propriedade.

Apreciando o infinito... o pensamento voa...

Perfeito para namorar e se deliciar com a natureza exuberante...

Para começar bem o dia ...

E Então ...

Vamos degustar...

Com afeto,

Beth Landim

Compartilhe
A menina das maçãs...
22/01/2017 | 00h39

Esta história que divido com vocês, será em duas partes, pela densidade e mensagem que nos traz... Agosto de 1942 - Piotrkow, Polônia. Naquela manhã, o céu estava sombrio, enquanto esperávamos ansiosamente. Todos os homens, mulheres e crianças do gueto judeu de Piotrkow tinham  sido levados até uma praça. Espalhou-se a notícia de que estávamos sendo removidos. Meu pai havia falecido recentemente de tifo, que se alastrara através do gueto abarrotado. Meu maior medo era de que nossa família fosse separada. "O que quer que aconteça," Isidore, meu irmão mais velho, murmurou para mim, "não lhes diga a sua idade. Diga que tem dezesseis anos". Eu era bem alto, para um menino de 11 anos, e assim poderia ser confundido como tal. Desse jeito eu poderia ser considerado valioso como um trabalhador. Um homem da SS aproximou-se, botas estalando nas pedras grosseiras do piso. Olhou-me de cima a baixo, e, então, perguntou minha idade. "Dezesseis", eu disse. Ele mandou-me ir à esquerda, onde já estavam meus três irmãos e outros jovens saudáveis.  Minha mãe foi encaminhada para a direita com outras mulheres, crianças, doentes e velhos.

Murmurei para Isidore, "Por quê?" Ele não respondeu. Corri para o lado da mãe e disse que queria ficar com ela.  "Não," ela disse com firmeza. "Vá embora. Não aborreça. Vá com seus irmãos".  Ela nunca havia falado tão asperamente antes. Mas eu entendi: ela estava me protegendo. Ela me amava tanto que, apenas esta única vez, ela fingiu não fazê-lo. Foi a última vez que a vi. Meus irmãos e eu fomos transportados em um vagão de gado até a Alemanha. Chegamos  ao campo de concentração de Buchenwald em uma noite, semanas após, e fomos conduzidos a uma barraca lotada. No dia seguinte, recebemos uniformes e números de identificação. "Não me chamem mais de Herman", eu disse aos meus irmãos. "Chamem-me 94938".

Colocaram-me para trabalhar no crematório do campo, carregando os  mortos em um elevador manual. Eu, também, me sentia como morto. Insensibilizado, eu me tornara um  número. Logo, meus irmãos e eu fomos mandados para Schlieben, um dos  sub-campos de Buchenwald, perto de Berlim. Em uma manhã, eu pensei ter ouvido a voz de minha mãe.  "Filho" ela disse suave, mas claramente, "Vou mandar-lhe um anjo". Então eu acordei. Apenas um sonho. Um lindo sonho. Mas nesse lugar não poderia haver anjos. Havia apenas trabalho. E fome.  E medo. Poucos dias depois, estava caminhando pelo campo, pelas barracas, perto da cerca de arame farpado, onde os guardas não podiam enxergar facilmente. Estava sozinho. Do outro lado da cerca,  eu observei alguém: uma pequena menina com suaves, quase luminosos cachinhos. Ela estava meio escondida atrás de uma bétula. Dei uma olhada em volta, para certificar-me de que ninguém estava me vendo. Chamei-a suavemente em Alemão. "Você tem algo para comer?"  Ela não entendeu. Aproximei-me mais da cerca e repeti a pergunta em Polonês. Ela se aproximou. Eu estava magro e raquítico, com farrapos envolvendo  meus pés, mas a menina parecia não ter medo. Em seus olhos eu vi vida.  Ela sacou uma maçã do seu casaco de lã e a jogou pela cerca. Agarrei a fruta e, assim que comecei a fugir, ouvi-a dizer debilmente, "Virei vê-lo amanhã". Voltei para o mesmo local, na cerca, na mesma hora, todos os dias. Ela estava sempre lá, com algo para eu comer - um naco de pão ou, melhor ainda, uma maçã. Nós não ousávamos falar ou demorarmos. Sermos pegos significaria morte  para nós dois. Não sabia nada sobre ela. Apenas um tipo de menina de fazenda, e que entendia Polonês. Qual era o seu nome? Por que ela estava arriscando sua vida por mim? A esperança estava naquele pequeno suprimento, e essa menina, do outro lado da cerca trouxe-me um pouco, como que me nutrindo dessa forma, tal como o pão e as maçãs. Cerca de sete meses depois, meus irmãos e eu fomos colocados em um abarrotado vagão de carvão e enviados para o campo de Theresiensatdt,  na Tchecoeslováquia. "Não volte", eu disse para a menina naquele dia. "Estamos partindo". Voltei-me em direção às barracas e não olhei para trás, nem mesmo disse adeus para a pequena menina, cujo nome eu nunca aprendi - menina das maçãs. Permanecemos em Theresienstadt por três meses.

A guerra estava diminuindo e as forças aliadas se aproximando, muito embora meu destino parecesse estar selado. No dia 10 de maio de 1945, eu estava escalado para morrer na câmara de gás, às 10 horas. No silencioso crepúsculo, tentei me preparar. Tantas vezes a morte pareceu pronta para me achar, mas de alguma forma eu havia sobrevivido. Agora, tudo estava acabado. Pensei nos meus pais. Ao menos, nós estaremos nos reunindo. Mas, às 8 horas ocorreu uma comoção. Ouvi gritos, e vi pessoas correndo em todas as direções através do campo. Juntei-me aos meus irmãos. Tropas russas haviam liberado o campo! Os portões foram abertos. Todos estavam correndo, então eu corri também. Surpreendentemente, todos os meus irmãos haviam sobrevivido. Não tenho certeza como, mas sabia que aquela menina com as maçãs tinha  sido a chave da  minha sobrevivência. Quando o mal parecia triunfante, a bondade de uma pessoa salvara a minha vida, me dera esperança em um lugar onde ela não existia. Minha mãe havia prometido enviar-me um anjo, e o anjo apareceu...

Os anjos são pessoas que conosco convivem e sempre nos querem bem... Estão sempre ao nosso lado...

Com afeto,

Beth Landim

Compartilhe
Os domingos precisam de feriados...
22/01/2017 | 00h39

Estamos no meio de mais um ano, tempo de parar, refletir, repensar... o presente mais precioso que temos... o nosso tempo. Me pergunto se estamos sendo senhores dos nossos destinos?

Como nos diz a Oração ao Tempo de Caetano Veloso... “És um senhor tão bonito, quanto a cara do meu filho, tempo tempo tempo tempo, vou te fazer um pedido, tempo tempo tempo tempo... Compositor de destinos, tambor de todos os ritmos, entro num acordo contigo, tempo tempo tempo tempo... Por seres tão inventivo e pareceres contínuo, és um dos deuses mais lindos, tempo tempo tempo tempo... Que sejas ainda mais vivo, no som do meu estribilho, ouve bem o que te digo, tempo tempo tempo tempo... Peço-te o prazer legítimo e o movimento preciso, quando o tempo for propício, tempo tempo tempo tempo... De modo que o meu espírito ganhe um brilho definido e eu espalhe benefícios, tempo tempo tempo tempo... O que usaremos prá isso fica guardado em sigilo, apenas contigo e comigo, tempo tempo tempo tempo... E quando eu tiver saído para fora do teu círculo não serei nem terás sido, tempo tempo tempo tempo... Ainda assim acredito ser possível reunirmo-nos, num outro nível de vínculo, tempo tempo tempo tempo... Portanto peço-te aquilo e te ofereço elogios nas rimas do meu estilo...”

O rabino Nilton Bonder nos deixa uma reflexão... “Toda sexta-feira à noite começa o Shabat para a tradição judaica. Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da criação. Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue. Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta. Hoje, o tempo de pausa é preenchido por diversão e alienação. Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações para não nos ocuparmos. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão. O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. Nossas cidades se parecem mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo...

Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária, solitário é quem dorme.  As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim. Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado... Os namorados querem “ficar”, trocando o “ser” pelo “estar”. Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI - um dia seremos nossos? Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco.

Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos... Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção. O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair: - literalmente, ficar desatento; - é um dia de atenção, - de ser atencioso consigo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é: “o que vamos fazer hoje?” - já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de domingo. Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande “radical livre” que envelhece nossa alegria – o sonho de fazer do tempo uma mercadoria. Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar. Afinal, porque o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada seja dá-lo como concluído.”

Como nos diz Drummond, quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.

Um bom domingo de feriado para você...

Com afeto,

Beth Landim

Compartilhe
CARTÃO DE VISITAS VERDE...
22/01/2017 | 00h39

Deixar a entrada da casa repleta de natureza é, sem dúvida, uma ótima forma de estar junto da natureza. Não há quem não se encante ao ser recepcionado por belas plantas ... Vejamos alguns jardins...

Quem chega a esta casa em Monte Mor, interior de São Paulo, se depara com o jardim cheio de influências europeias. A imponente tamareira-das-canárias é o destaque no grande terreno. Projeto de autoria do paisagista Rodrigo Oliveira.

 

O caminho que leva à porta principal é ladeado por palmeiras moinho-de-vento com jardim vertical de samambaias e cicas com patas-de-elefante. Há ainda jabuticabeira e aspiditras ao fundo.

 

Nesta entrada, foram usadas espécies de pequeno porte, como capim-do-texas. O vasto gramado foi valorizado com algumas árvores, de um jeito sutil e bastante encantador. Projeto do paisagista Roberto Riscala

 

A primavera-arbustiva forma um volumoso maciço que acompanha a caída do terreno. A falsavinha reveste quase todas as paredes da casa. Projeto da paisagista Amelia Bratke

 

Zâmias com seixos rolados na base, palmeiras-fênix, aloe-das-dunas e grama-preta-anã formam este caminho para entrada um verdadeiro deleite! Projeto de autoria do paisagista Luiz Carlos Orsini

 

Inserida em meio ao vasto verde, este projeto do arquiteto Thiago Bernardes faz qualquer um querer sentar nas espreguiçadeiras em volta da piscina e apenas curtir o dia relaxando em volta da piscina e apenas curtir o dia relaxando...

 

Árvores robustas dão as boas-vindas para quem chega a esta casa, projetada por Gustavo Penna. O visual fica completo com o belo gramado sobre o terreno.

 

A porta de entrada desta casa em Itu, interior de São Paulo, foi emoldurada por bambus hachikus com forração de evólvulos

 

Lambaris, palmeiras, íris, moreias, filodendros e helicônias encobrem toda a lateral do caminho até a entrada social. O percurso é de encher os olhos! Proposta da arquiteta paisagista Caterina Poli

 

Este projeto do escritório Seferin tem logo na entrada um enorme gramado com algumas árvores nas laterais. A vontade é de só ficar admirando essa beleza verde!

 

Com muita madeira, a casa projetada pela arquiteta Cristina Xavier ganhou a companhia de diversas árvores e gramado ao seu redor. Um sonho verde!

 

Neste acesso para a área de lazer externa, muito verde cerca o deque de pínus: azaleias, ipê-amarelo e cereja-do-rio-grande são algumas das espécies. A beleza fica completa com o espelho d’água...

Com afeto,

BethLandim

Compartilhe
A inutilidade e o verdadeiro amor...
22/01/2017 | 00h39

A velhice é o tempo em que vivemos a doce inutilidade. Porque mais cedo ou mais tarde iremos experimentar esse território desconcertante da inutilidade. Esse é o movimento natural da vida. Perder a juventude é você perder a sua utilidade, é uma conseqüência natural da idade que chega. O sol do amanhã... Sob o olhar de uma cuidadora... Como você decide viver é o que faz a diferença no momento das provações, nos diz Padre Fábio de Melo, falando sobre a velhice... Quem tiver a oportunidade de assistir ao seu DVD “No meu interior tem Deus”, não deixe de ver e principalmente de ouvir com o “coração”. Vale muito a pena!!! Aqui vai um trechinho...

“... A velhice nos trás direitos maravilhosos. Enquanto a juventude é cheia de obrigações. A velhice é o tempo em que passa a utilidade e aí fica somente o significado da pessoa. É o momento que a gente se purifica. É o momento que a gente vai tendo a oportunidade de saber quem nos ama de verdade. Porque só nos ama pra ficar até o fim aquele que, depois da nossa utilidade, descobriu o nosso significado. É por isso que sempre rezo para envelhecer ao lado de quem me ama. Para poder ter a tranqüilidade de não ser útil, mas ao mesmo tempo não perder o valor. Se você quiser saber se alguém te ama de verdade, é só identificar se ele seria capaz de tolerar a sua inutilidade. Quer saber se você ama alguém? Pergunte a si mesmo, quem nesta vida que pode ficar inútil pra você sem que você sinta o desejo de jogá-lo fora. E é assim que nós descobrimos o significado do amor... Só o amor nos dá condições de cuidar do outro até o fim! Feliz daquele que tem ao fim da vida a graça de ser olhado nos olhos, e ouvir a fala que diz: - Você não serve pra nada, mas eu não sei viver sem você!”

O que falta muitas vezes para poder resolver os nossos problemas é a simplicidade em enxergá-los. Devemos retirar os excessos. Não permitir que os nossos excessos venham obscurecer a nossa visão, ou até mesmo de nos impedir de encaminhar uma solução para aquilo que nos faz sofrer. Isso é ter fé. É a gente acreditar que Deus está ao nosso lado no momento da nossa luta, no momento da nossa dor. E que, portanto, a gente tem o direito de ser simples.

É interessante observar os movimentos de nossas mudanças interiores. Nem sempre sabemos identificar o nascimento da inadequação que gera todo o processo. O fato é que um dia a gente acorda e percebe que a roupa não nos serve mais. Como se no curto espaço do descanso de uma noite a alma sofresse dilatação, deixando de caber no espaço antigo onde antes tão bem se acomodava. É inevitável. Mais cedo ou mais tarde, os sonhos da juventude perdem o viço. O que antes nos causava gozo, aos poucos, bem ao poucos deixa de causar. Nossos valores vão se tornando mais consistentes.

Mas não precisamos necessariamente chegar à velhice extrema, para entendermos o sentido da inutilidade que leva ao amor... Perder tempo, gastar tempo, ou melhor dizendo “Ter a utilidade do seu tempo” para as coisas que nos levam aos verdadeiros sentimentos... Se permitir “jogar conversa fora” com seus filhos, seus amigos, fazer piqueniques e voltar a ser criança, andar na chuva, sentir o cheiro da terra molhada, passear na praça, na praia, no bosque... sentir a liberdade do rosto te acariciando a pele... jogar frescobol, voleibol, “buraco”, seja o que for, apenas com o intuito de reunir os amigos, e a família... Assim como faziam os homens das cavernas. Ascendiam a fogueira e ao seu redor conversavam, conversavam e conversavam... e assim os laços iam se tecendo, os abraços se alongavam e a vida mesmo na rusticidade daqueles tempos, era aconchegante!!!  Tempo... sempre o tempo do Senhor a nos ensinar... Assim como na história de Alice no País das Maravilhas em que seu coelho, corria com o relógio pendurado atrás do tempo... Estamos hoje nós a fazer o mesmo... Que o tempo da inutilidade amorosa, possa ser constante no tempo de nossa utilidade existencial. Que a simplicidade faça morada em nossos corações, atitudes e sentimentos. E que nossos sentimentos estejam sempre no ritmo e no compasso do “amor inútil” aquele que traz pleno significado. Que saibamos respeitar a dor de cada hora, a esperança de cada momento, sendo ao mesmo tempo de Aço e de Flores... Que neste tempo de Quaresma, possamos sentir a esperança brotar de cada coração, nos fazendo pessoas melhores, menos complicadas, de aço, para enfrentar os desafios, mas sem perder a doçura de ser simplesmente humano... Um tempo para nos purificar... Primeiro consigo mesmo, pois muitas vezes somos nosso maior carrasco e depois com todas as pessoas que nos cercam. É essa sensibilidade de enxergar cada tempo com sabedoria, que nos levará a conhecer o significado do amor...

Com afeto,

Beth Landim

Compartilhe
O QUE FAZ UMA SENHA??....
22/01/2017 | 00h39

O que faz uma senha hein Eleonora Martins?.....

Posso te falar que me trouxe imensa alegria!!!!!!

Não tenho palavras para agradecer tanto carinho...

Gostaria de retribuir a cada um de vocês, que deixaram meu dia ainda mais feliz!!

Adoro meu aniversário e Eleonora, que trabalha comigo no blog, me fez esta grata surpresa....

Minha vida só tem sentido  porque vocês a deixam sempre colorida, aconchegante, vibrante... sou apaixonada por minha família e por meus amigos!!!!

Muito obrigada pelas mensagens sinceras e carinhosas e a você Eleonora,  anjo da guarda, muito, muito obrigada ....

Com afeto e Gratidão,

Beth Landim

Compartilhe
Sobre o autor

Elizabeth Landim

[email protected]

Arquivos