A constante busca pelos melhores resultados...
22/01/2017 | 00h51

   

“Certa vez, um velho lenhador, conhecido por sempre vencer os torneios que participava, foi desafiado por um outro lenhador, jovem e forte, para uma disputa. A competição chamou a atenção de todos os moradores da localidade. Muitos acreditavam que, finalmente, o velho perderia a condição de campeão dos lenhadores, em função da grande vantagem física do jovem desafiante.

  No dia marcado, os dois competidores começaram a disputa, na qual o jovem se entregou com grande energia e convicto de que seria o novo campeão. De tempos em tempos, olhava para o velho e, às vezes, percebia que ele estava sentado. Pensou que o adversário estava velho demais para a disputa, e continuou cortando lenha com todo vigor.

Ao final do prazo estipulado para a competição, foram medir a produtividade dos dois lenhadores e pasmem! O velho vencera novamente, por larga margem, aquele jovem e forte lenhador.

 Intrigado, o moço questionou o velho: - Não entendo! Muitas das vezes quando eu olhei para o senhor, durante a competição, notei que estava sentando, descansando, e, no entanto, conseguiu cortar muito mais lenha do que eu. Como pode?

- Engano seu! Disse o velho. Quando você me via sentado, na verdade, eu estava amolando meu machado e percebi que você usava muita força e obtinha pouco resultado.”

Esta parábola suscita importantes questões para os dias atuais. Com o mercado de trabalho tão competitivo e tanta exigência técnica, as organizações, muitas vezes, esquecem o real valor da experiência e da atualização como fatores responsáveis pelo melhor utilização dos conhecimentos técnicos adquiridos.

Não basta ter conhecimento técnico se o profissional não souber utilizar um conjunto de habilidades que possam transformar esse conhecimento em eficiência.

            Na parábola, um dos lenhadores apostou em seu vigor físico, seu conhecimento técnico e, acima de tudo, em sua jovialidade como elementos imbatíveis para a competição. No entanto, foram a experiência, a capacidade de adaptação e observação, certamente desenvolvidas com a maturidade, que deram a vitória ao velho lenhador.

“Amolar o machado” periodicamente fez toda a diferença em uma disputa que parecia ter o resultado definido.

Assim acontece também conosco, nas mais diversas funções desempenhadas. É preciso buscar, continuamente, os melhores caminhos para alcançarmos os objetivos propostos. A observação e a capacidade de mudanças estratégicas devem ser componentes prioritários na vida de todo profissional.

Hoje, encontramos diversos centros educativos especializados em formação técnica de excelente nível. O crescimento desse segmento educacional é incontestável e necessário. No entanto, este crescimento não deve ser desassociado ao desenvolvimento das habilidades inerentes ao ser humano, que fazem, do conhecimento técnico, um instrumento mais eficaz. Essa é uma responsabilidade dividida com as mais diversas classes. O educador, o gerente, o empresário, o diretor, o colega de trabalho... todos devem incentivar essa associação de valores.  O uso das habilidades comportamentais para melhor desempenho técnico deve ser motivado por todo aquele que almeja melhoria de resultados seja do seu aluno, do seu subordinado, de sua empresa, do seu grupo de trabalho ou até mesmo de sua vida.

A valorização do ser humano, a motivação e a cooperação entre as pessoas sempre fizeram e continuarão sendo um diferencial de atuação.

A experiência profissional, fruto dos anos de dedicação e, conseqüentemente, de uma idade mais avançada, tende a ser desvalorizada com o surgimento do novo. Prova disso é a quantidade de senhores e senhoras que são considerados inativos quando ainda teriam tanto a contribuir. Quanta experiência é desperdiçada quando não valorizamos o potencial humano! Quanto perdemos quando achamos ser desnecessário sentar  e “amolar, diariamente, o nosso machado” em busca dos melhores caminhos!

Que possamos sempre refletir sobre nossas atitudes enquanto profissionais e enquanto seres humanos, para que, dessa forma, possamos sempre alcançar os resultados esperados.

Com afeto,

Beth Landim

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LOVE...
22/01/2017 | 00h51

O projeto LOVE, do artista e cineasta ucraniano Alexander Milov,

é uma  gigante instalação artística.

A escultura de Milov demonstra o conflito entre um homem e uma mulher,

bem como as expressões internas e externas da natureza humana.

As figuras dos protagonistas são feitas em metal,

contendo seus “eus interiores” cativos,

 como se estivessem dentro de gaiolas.

Os “eus interiores” tem a forma de crianças,

e são feitos em um material transparente, que brilha à noite.

Essa luz é uma referência à pureza e à sinceridade

que unem as pessoas em tempos sombrios.

Com afeto,

Beth Landim

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O trem da vida...
22/01/2017 | 00h51

 

Há algum tempo atrás, li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem. Uma leitura muito interessante, quando bem interpretada. Isso mesmo, a vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em outros.

Quando nascemos entramos nesse trem e nos deparamos com algumas pessoas que julgamos que estarão sempre conosco: nossos pais. Infelizmente, isso não é verdade, em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos no carinho, amizade e companhia insubstituível... Mas isso não impede que durante a viagem, pessoas interessantes e que virão a ser mais que especiais para nós embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos.

Muitas pessoas tomam esse trem apenas a passeio. Outros encontrarão nessa viagem somente tristeza. Ainda outros circularão pelo trem, prontos a ajudar a quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas, outros tantos passam por este trem de forma que, quando desocupam seu acento, ninguém sequer percebe.

Curioso é perceber que alguns passageiros que nos são tão queridos, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos, portanto somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não impede, é claro, que durante o percurso, atravessemos, mesmo que com dificuldades, o nosso vagão e cheguemos até eles... só que, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado para sempre.

Não importa, a viagem é assim, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperanças, despedidas... porém, jamais retornos. Façamos essa viagem, então da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando, em cada um deles, o que tiverem de melhor, lembrando sempre que em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e provavelmente precisaremos entender, pois nós também fraquejamos muitas vezes e, com certeza, haverá alguém que nos entenderá.

Eu me pergunto se quando eu descer desse trem sentirei saudades... acredito que sim. Separar-me de algumas amizades que fiz será, no mínimo, dolorido. Deixar minhas filhas continuar a viagem sozinhas será muito triste, mas me agarro à esperança de que em algum momento, estarei na estação principal e terei a grande emoção de vê-las chegar com uma bagagem que não tinham quando embarcaram... e o que vai me deixar mais feliz será pensar que eu colaborei para que elas tenham crescido e se tornado valiosas.

O grande mistério, afinal, é que jamais saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros, ou até aquele que está sentado ao nosso lado. Façamos com que a nossa estada nesse trem seja tranqüila, que tenha valido a pena e que, quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem da vida.

Enquanto estivermos embarcados neste trem e pelas suas janelas pudermos refletir a grandeza de Deus através da natureza, devemos nos lembrar sempre da gratidão a Ele pelo dom da vida. Os momentos de dor e sofrimento são verdadeiras molas propulsoras para o nosso progresso. Os momentos de alegria deixam em nós lembranças tão especiais e recorrentes que nos trazem conforto e esperança, verdadeiros alimentos espirituais.

A vida é uma construção diária, devemos fazer sempre a nossa parte, e recomeçarmos o dia quantas vezes forem necessárias para vivê-lo com simplicidade e bom ânimo. Com as nossas metas em mente devemos alimentar o nosso coração com fé e coragem, e focar nos nossos reais objetivos.

Viva intensamente! Agradeça cada dia que chega para ser vivido por você! Olhe para os lados e veja como você é um ser humano privilegiado aos olhos de Deus. Agradeça a Ele pela sua família, pelo seu trabalho, pelos seus amigos, pelos seus dons, pela sua saúde tão preciosa ... pela sua VIDA!

Desejo a todos uma viagem muito tranqüila durante a próxima semana e que as paradas seguintes possam ser nas estações da Esperança, da Confiança, do Bom Ânimo, da Coragem, da Alegria, da Gratidão, da FÉ, do AMOR e da PAZ!

Com afeto,

Beth Landim

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Somos todos anjos...
22/01/2017 | 00h51

"Somos todos anjos de uma só asa...

e só podemos voar quando nos abraçamos uns aos outros"

Fernando Pessoa

 

Com afeto,

Beth Landim

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Cultivando as amizades...
22/01/2017 | 00h51

Duas estórias que nos fazem refletir...

Fazendeiro que anda em campos de milho no por do sol

Um fazendeiro venceu o prêmio “milho-crescido”. Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava o maior prêmio. Uma vez um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho. O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos. “Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano?” – perguntou o repórter. Por que?” - disse o fazendeiro, - “Você não sabe ? O vento apanha o pólen do milho maduro e o leva de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho. Se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom”. Ele era atento às conectividades da vida. O milho dele não pode melhorar a menos que o milho do vizinho também melhore. Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos. A lição para cada um de nós se formos cultivar milho bom, nós temos que ajudar nossos vizinhos a cultivar milho bom.

Campo de trigo dourado

Conta-nos uma lenda judaica que dois amigos cultivavam o mesmo campo de trigo, trabalhando arduamente a terra com amor e dedicação, numa luta estafante, às vezes inglória, à espera de um resultado compensador. Passam-se anos de pouco ou nenhum retorno. Até que um dia, chegou a grande colheita.

Perfeita, abundante, magnífica, satisfazendo os dois agricultores que a repartiram igualmente, eufóricos. Cada um seguiu o seu rumo. À noite, já no leito, cansado da brava lida daqueles últimos dias, um deles pensou: “Eu sou casado, tenho filhos fortes e bons, uma companheira fiel e cúmplice. Eles me ajudarão no fim da minha vida. O meu amigo é sozinho, não se casou, nunca terá um braço forte a apoiá-lo. Com certeza, vai precisar muito mais do dinheiro da colheita do que eu”. Levantou-se silencioso para não acordar ninguém, colocou metade dos sacos de trigo recolhidos na carroça e saiu. Ao mesmo tempo, em sua casa, o outro não conciliava o sono, questionando: “Para que preciso de tanto dinheiro se não tenho ninguém para sustentar, já estou idoso para ter filhos e não penso mais em me casar. As minhas necessidades são muito menores do que as do meu sócio, com uma família numerosa para manter”. Não teve dúvidas, pulou da cama, encheu a sua carroça com a metade do produto da boa terra e saiu pela madrugada fria, dirigindo-se à casa do outro. O entusiasmo era tanto que não dava para esperar o amanhecer. Na estrada escura e nebulosa daquela noite de inverno, os dois amigos encontraram-se frente a frente. Olharam-se espantados. Mas não foram necessárias as palavras para que entendessem a mútua intenção...

Nos tempos atuais é raro estarmos ao lado de quem sabe ouvir... Estamos sempre ávidos por falar, por contar, por dividir as nossas lutas, pois nestes momentos percebemos em nós um alívio das nossas tensões, um frescor em nossa mente, um vento bom nos envolvendo em novas e energizadas vibrações de paz. Porém a vida é uma via de mão dupla, e ao mesmo tempo que queremos ser ouvidos... os que nos cercam também esperam o mesmo de nós.

A vida nos proporciona momentos muito ricos, nos oportunizando sermos ombro amigo e ombro que recebe os amigos, sermos braços que abraçam e braços que são envolvidos em um forte abraço, sermos mãos que recebem flores e mão que semeiam o perfume das mesmas.

Amigo é aquele que no seu silêncio escuta o silêncio do outro. Como é bom sermos uma referência para os que nos cercam em nosso dia-a-dia e termos a certeza de que a nossa forma de sermos amigos envolve momentos de escuta, de paciência, de trocas, de caminhar lado a lado.

Hoje com a instantaneidade do mundo não podemos permitir que as nossas amizades se tornem também instantâneas, pois a amizade é um bem muito precioso, que não só lava a nossa alma, como também nos traz o frescor da juventude para os nossos dias...

Que saibamos então repensar os valores que compõem uma amizade como nessas duas estórias... a sinceridade, o cuidar do outro, o não ser egoísta, o não ser individualista, a paciência, o respeito ao limite do outro, mas também o impulsionar a sair do limite e vencer os próprios desafios...

Que assim como o milho bom nós possamos ser sempre um vento suave, como o que sopra nos campos de trigo, levando aos nossos amigos o calor, a energia e o aconchego da nossa sincera amizade...

Com afeto,

Beth Landim

 
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Pense sempre positivo...
22/01/2017 | 00h51
Reprodução

Com afeto,

Beth Landim

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Solte a Panela...
22/01/2017 | 00h51

Conta-nos um mestre, que certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores. Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina… Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.

Desapego

Fernando Pessoa nos ensina a prática do desapego nos falando que...

“Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário... Perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: Diga a si mesmo que o que passou jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo... - Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Encerrando ciclos, não por causa do orgulho ou por  incapacidade... Mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais em sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Quando um dia você decidir a pôr um ponto final naquilo que já não te acrescenta. Que você esteja bem certo disso, para que possa ir em frente. Desapegar-se, é renovar votos de esperança de si mesmo, é dar-se uma nova oportunidade de construir uma nova história melhor. Liberte-se de tudo aquilo que não tem te feito bem, daquilo que já não tem nenhum valor, e siga, siga novos rumos, desvende novos mundos. A vida não espera. O tempo não perdoa. E a esperança, é sempre a última a lhe deixar. Então, recomece, desapegue-se! Ser livre, não tem preço!”

O desapego não é desinteresse, indiferença ou fuga. Muitos dos problemas da vida são causados pelo apego. Todas as causas de infelicidade, tensão, teimosia e tristeza são devidas ao apego. Se você tem algum problema ou preocupação, examine a si mesmo e descobrirá que a causa pode ser o apego.  Não devemos nos tornar indiferentes aos problemas da vida. Não devemos fugir da vida, pois não se pode fugir dela quando somos sinceros. A vida e seus problemas devem ser encarados de frente, mas não são coisas às quais devamos nos apegar. O apego às condições favoráveis leva à avidez e ao falso otimismo, enquanto que o apego às condições desfavoráveis leva ao ressentimento e ao pessimismo. Sem dúvida, nosso apego às coisas, condições, sentimentos e idéias é muito mais problemático do que imaginamos. Quando adoecemos, chegamos até mesmo a nos apegar à doença. Quando você estiver doente, aceite a doença e faça o possível para se recuperar. Aceite a doença e a transcenda… ou melhor, aceite transcendendo. A vida é mutável, todas as coisas são mutáveis, todas as condições são mutáveis. Por isso, “deixe ir” as coisas. Muitas pessoas se apegam ao passado ou ao futuro, negligenciando o importante presente. Devemos viver o melhor “agora”, com plena responsabilidade. Quando o sol brilha, desfrute-o, quando a chuva cai, desfrute-a. Todas as coisas nesta vida – deixe que venham e deixe que se vão. Este é um grande segredo da vida.

Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.

Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.

Solte a panela e alimentemos o nosso coração de esperança por um Brasil mais humano, honesto e fraterno!

Com afeto,

Beth Landim

 
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Rir é correr o risco...
22/01/2017 | 00h51
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Com afeto,

Beth Landim

 
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Morro da Urca...
22/01/2017 | 00h51

Pela sensibilidade das lentes de Júio Falcão, podemos admirar o Morro da Urca...

Sempre existe um outro ângulo, uma outra perspectiva ...o outro lado...

Apreciemos...

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Obrigada Júlio, por nos levar em sua viagem e sensibilidade...

Com afeto,

Beth Landim 

     
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MAR - Museu de Arte do Rio
22/01/2017 | 00h51

Pela sensibilidade das lentes de Júlio Falcão...

Apreciemos o

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Com afeto,

Beth Landim

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Elizabeth Landim

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