Entrevista para o blog Viva Feliz
06/04/2014 | 10h41
Poesia no seu dia ! – Candida Albernaz Nazareth Queiroz, Posted in Bem Estar, Sem categoria Matéria por: Bruna Tinoco.   Hoje o blog vai inspirar e levar poesia ao dia de vocês! Iremos conhecer um pouco mais sobre a colunista Cândida Albernaz, que me encantou com suas frases e contos! Quando descobriu que escrever poderia ser pra você o oficio e o deleite de trabalhar com a arte? Escrevo desde os quinze anos, mas na época eram poesias e algumas crônicas. Comecei a escrever contos há onze anos e na Folha da Manhã tenho uma coluna semanal (toda quinta feira) desde 08 de dezembro de 2005. Ver um texto meu publicado pela primeira vez me emocionou e realizou e a cada quinta feira quando isso volta a suceder, é como se nunca tivesse acontecido antes. Para mim é um prazer viver tantas vidas no papel.   Conta pra gente! Quais são as suas fontes de inspiração? Inspiro-me no dia a dia, numa frase ouvida aqui, numa expressão de face observada ali, numa história contada por outro, na minha funcionária que está comigo há mais de vinte anos e tem uma vida rica em acontecimentos. Outro dia estive no cemitério e li alguns nomes nos túmulos. Vários deles, diferentes ou fortes, me deram ideias para novas histórias.   Sobre o que mais gosta de escrever? O cotidiano da mulher em geral me interessa muito; sua crença no amor, a capacidade de se multiplicar em mil, o sofrimento de ser alvo de violência e abusos, a sobrevivência num mundo ainda machista… Também e principalmente naqueles que sofrem por não ter a mesma condição financeira de muitos e vivem e riem e dão o próprio sangue para continuar. Enfim no que está ao lado de cada um e por não vivermos aquilo muitas vezes deixamos passar.   Qual o sentimento, quando há o retorno de alguém que leu algo seu, e se identificou? Se você consegue que o leitor se identifique de alguma forma, você se realiza. Não foi em vão.  
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Choro (Marcelo Moutinho)
24/07/2010 | 09h43
"Ao explodir a algaravia da meia-noite, o ano escorreu por seu rosto em seis ou sete lágrimas quentes. Num canto esquerdo e minúsculo daquele mundo repentinamente branco, a piedade lhe chegava em sussurros porosos como areia: "Não chore, não chore..." Ignoravam que chorar é um fato, não uma opção."                                                                                         Marcelo Moutinho.
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Candida Albernaz

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