Porto já pode embarcar minério
16/09/2014 | 05h49
Depois do mineroduto Minas–Rio passar nos testes de operação, mais uma boa notícia: foi publicada no Diário Oficial da União no último dia 11, a LLX Minas-Rio Logística (uma parceria entre a Anglo American e a Prumo), a autorização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para o início da operação do Terminal Portuário de uso Privado no Porto do Açu. Ou seja, já pode começar a embarcar o minério.
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Energia para o Porto do Açu
Em uma pequena nota na página de economia da Folha da Manhã de ontem, uma notícia de grande importância para o amanhã da região. A LLX Operações Portuárias S.A (Prumo) anunciou que requereu ao INEA um Licença Ambiental para implantação de um Ramal de Linha de Transmissão de 138 KV, que interligará a Linha de Transmissão Minas - Rio à Subestação do Açu, com 1.7 km e seis torres. Para quem não sabe, um dos maiores problemas na implantação do Distrito Industrial do Porto do Açu é a energia elétrica, hoje toda proveniente de geradores a diesel de alto custo, o que seria impraticável para uma planta de pelotização de minério de ferro, como prevê o projeto do Mineroduto Minas – Rio, quase concluído.
27/05/2014 | 03h11
Em uma pequena nota na página de economia da Folha da Manhã de ontem, uma notícia de grande importância para o amanhã da região. A LLX Operações Portuárias S.A (Prumo) anunciou que requereu ao INEA um Licença Ambiental para implantação de um Ramal de Linha de Transmissão de 138 KV, que interligará a Linha de Transmissão Minas - Rio à Subestação do Açu, com 1.7 km e seis torres. Para quem não sabe, um dos maiores problemas na implantação do Distrito Industrial do Porto do Açu é a energia elétrica, hoje toda proveniente de geradores a diesel de alto custo, o que seria impraticável para uma planta de pelotização de minério de ferro, como prevê o projeto do Mineroduto Minas – Rio, quase concluído.
Otimismo no Porto do Açu
Otimismo I
Depois da decepção com Eike e a assunção da EIG no Porto do Açu, paira no ar um otimismo reprimido pela cautela.
Otimismo II
Mas, veja só o que está no site da EIG Global Energy Partners: “Nós já investimos cerca de US $ 500 milhões para completar o desenvolvimento do projeto do Superporto do Açu, no Brasil, uma peça-chave da infraestrutura de energia relacionada com o desenvolvimento e comercialização de enormes reservas de petróleo offshore do Brasil”.
Ou seja, nada dos mirabolantes planos de Eike. A EIG está com os pés no chão e os olhos no pré sal.
Otimismo III
Para mostrar que os americanos sabem muito bem onde pisam. Esta semana a Petrobras divulgou que todos os poços exploratórios do pré-sal perfurados em 2013 acusaram presença de petróleo e gás.
14/01/2014 | 02h59
Otimismo I
Depois da decepção com Eike e a assunção da EIG no Porto do Açu, paira no ar um otimismo reprimido pela cautela.
Otimismo II
Mas, veja só o que está no site da EIG Global Energy Partners: “Nós já investimos cerca de US $ 500 milhões para completar o desenvolvimento do projeto do Superporto do Açu, no Brasil, uma peça-chave da infraestrutura de energia relacionada com o desenvolvimento e comercialização de enormes reservas de petróleo offshore do Brasil”.
Ou seja, nada dos mirabolantes planos de Eike. A EIG está com os pés no chão e os olhos no pré sal.
Otimismo III
Para mostrar que os americanos sabem muito bem onde pisam. Esta semana a Petrobras divulgou que todos os poços exploratórios do pré-sal perfurados em 2013 acusaram presença de petróleo e gás.
Aprumando o Porto do Açu
Com a mudança de nome da LLX para Prumo Logística Global, o que mais se espera é que as coisas se aprumem nas obras do Porto do Açu. A Prumo já assumiu o site da LLX que, ao ser acessado, direciona o usuário para www.prumologistica.com.br. Aparentemente pouca coisa mudou no site, mas só aparentemente. Aquele “mapinha” dos empreendimentos que ocuparão o Porto do Açu foi totalmente atualizado e apenas 13 logotipos de empresas, incluindo o Prumo, figuram ali. Os outros empreendimentos são tratados de forma genérica, e um triunvirato aparece nas rédeas da empresa: Eugenio Leite de Figueiredo, Diretor Presidente e de Relações com Investidores (interino) e Diretor Financeiro; Flávio Valle, Diretor Jurídico, de RH e Sustentabilidade; e Luis Eduardo Simonetti Baroni, Diretor de Implantação. No seu vídeo institucional a Prumo declara: “Uma nova cultura que vai impulsionar o Porto do Açu em direção ao futuro”. Como diria o Gois: “Que Deus a abençoe e não nos desampare...”
15/12/2013 | 01h13
Com a mudança de nome da LLX para Prumo Logística Global, o que mais se espera é que as coisas se aprumem nas obras do Porto do Açu. A Prumo já assumiu o site da LLX que, ao ser acessado, direciona o usuário para www.prumologistica.com.br. Aparentemente pouca coisa mudou no site, mas só aparentemente. Aquele “mapinha” dos empreendimentos que ocuparão o Porto do Açu foi totalmente atualizado e apenas 13 logotipos de empresas, incluindo o Prumo, figuram ali. Os outros empreendimentos são tratados de forma genérica, e um triunvirato aparece nas rédeas da empresa: Eugenio Leite de Figueiredo, Diretor Presidente e de Relações com Investidores (interino) e Diretor Financeiro; Flávio Valle, Diretor Jurídico, de RH e Sustentabilidade; e Luis Eduardo Simonetti Baroni, Diretor de Implantação. No seu vídeo institucional a Prumo declara: “Uma nova cultura que vai impulsionar o Porto do Açu em direção ao futuro”. Como diria o Gois: “Que Deus a abençoe e não nos desampare...”
Ignorando o réu no Açu
02/12/2013 | 06h09
Apesar do colapso do Império X, a Codin continua obtendo emissões de posse na justiça sanjoanense sob o artifício “Réu Ignorado”. Mesmo de propriedades de tamanho razoável que possuem financiamento agrícola estadual ativo e frutificando.
Inveja
06/11/2013 | 12h34
Na temporada desse ano, vão atracar 136 transatlânticos no pequeno píer de Búzios. No “Superporto” de São João da Barra, ainda nenhum navio... É de dar inveja... Mas vai melhorar...
Sintoma
Nesse fim de semana, as cúpulas de duas empresas espanholas que atuam nas obras do porto circulavam na cidade. Pelo menos um bom sintoma.
Relatório da GSA/LLX diz que terras no Açu são apenas para aluguel e lucros
24/10/2013 | 07h41
Parece existir mais problemas nas desapropriações no Açu do que as acusações de atuação de milícias armadas e intimidações aos agricultores e suas famílias, como contradições na finalidade das desapropriações no Açu e recibos de pagamentos de I.T.B.I. (imposto sobre transmissão de bens imóveis) à prefeitura de São João da Barra registrando apenas o nome do adquirente (comprador) e não do transmitente (vendedor), deixando em branco o espaço. O documento (recibo de I.T.B.I.) é indispensável para o registro de propriedade do imóvel no cartório. O Relatório Administrativo citado pode ser lidos na íntegra no link no final dessa matéria. A cópia de um dos recibos de IBTI está publicada abaixo.
Veja só que coisa estranha e quantas contradições. A Grussaí Siderúrgica do Açu S.A. (GSA), que atua como um braço imobiliário da LLX, com capital social de R$ 32.670.020,00, controlada pela LLX Açu Operações Portuárias S/, com 99.0%, e pela LLX Logística S/A com 1.0%. A GSA, amplamente beneficiada com terras provenientes das desapropriações da Codin no Açu, declara em Relatório Administrativo, publicado em 29 de maio deste ano no Diário Oficial do Estado (item 8), que todos os terrenos adquiridos através das desapropriações são para aluguel a terceiros, e, em nota divulgada a imprensa essa semana, a sua controladora LLX diz que irá utilizar as terras da família Toledo para serviço, passagem de linha de transmissão e instalação.
CONTRADIÇÕES:
Em trecho da Nota, divulgada pela LLX essa semana, a empresa também contradiz o que afirma no Relatório Administrativo, no item 3 do Contexto Operacional. Leia abaixo parte da Nota e parte do Relatório:
Nota
“... Importante destacar que a área desapropriada do Sr. Adeilço será utilizada em sua maior parte para instalação de infraestrutura comum do Distrito (estradas internas do Distrito Industrial de São João da Barra e linha de transmissão de energia, entre outros). Inclusive no local já está sendo construída uma Linha de Transmissão, que ligará o Distrito Industrial ao Sistema Interligado Nacional e que está sendo construída pela LLX. No local, já estão depositados equipamentos e cabos para instalação das torres. Outra parte menor do imóvel será utilizada pela GSA, empresa administrada pela LLX...”
Relatório (aqui uma confissão de que os terrenos são apenas para auferir lucros para a empresa)
3. Principais políticas contábeis
b) Propriedade para investimento
Propriedade para investimento é a propriedade mantida para auferir receita de aluguel ou para valorização de capital ou para ambos, mas não para venda no curso normal dos negócios, utilização na produção ou fornecimento de produtos ou serviços ou para propósitos administrativos.
1. Contexto operacional
A Grussaí Siderúrgica do Açu S.A. (“GSA” ou “Companhia”), foi constituída em 28 de fevereiro de 2008 com objetivo de participar em outras sociedades como sócio, acionista ou quotista. Em 31 de julho de 2008 a LLX Açu Operações Portuárias S.A. (“LLX Açu”) adquiriu 99,99% das ações da Companhia, visando o desenvolvimento do Superporto do Açu e seu objeto social foi alterado para a fabricação, transformação, comercialização, importação de produtos siderúrgicos.
A Companhia possui seus terrenos com o objetivo de aluguel a clientes que venham a desenvolver seus projetos na área do Superporto do Açu no Distrito Industrial de São João da Barra.
8. Propriedade para investimento
... No exercício de 2012, a Administração determinou que todos os terrenos adquiridos seriam utilizados para arrendamento e, dessa forma, reclassificou os saldos anteriormente registrados como imobilizado para propriedades para investimento, conforme demonstrado na tabela acima.
As propriedades para investimento são avaliadas pelo método do custo, porém em atendimento a norma contábil CPC 28 - Propriedade para
investimento assim que for possível a Companhia irá avaliar, para fins de divulgação, o valor justo dos terrenos.
Em outro trecho da Nota a empresa afirma que:
“... a área em questão (da família Toledo) foi desapropriada pelo Estado do Rio de Janeiro, através da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro – CODIN, para a implantação do Distrito Industrial de São João da Barra, sendo que o valor da indenização foi depositado em juízo e está à disposição dos réus desde 17/5/2013, no valor de R$ 742 mil...”
Seria esse o valor justo que a empresa afirma no relatório ainda não ter sido possível avaliar?
Documentos incompletos
O blog teve acesso a vários recibos de pagamento de I.T.B.I (imposto sobre transmissão de bens imóveis) e, estranhamente, em todos eles, o espaço reservado para o vendedor está em branco, constando apenas o nome do comprador GSA – Grussaí Siderúrgica do Açu.
Link para Relatório Administrativo da GSA/LLX. Clique Abaixo:
IOERJ GSA
Veja só que coisa estranha e quantas contradições. A Grussaí Siderúrgica do Açu S.A. (GSA), que atua como um braço imobiliário da LLX, com capital social de R$ 32.670.020,00, controlada pela LLX Açu Operações Portuárias S/, com 99.0%, e pela LLX Logística S/A com 1.0%. A GSA, amplamente beneficiada com terras provenientes das desapropriações da Codin no Açu, declara em Relatório Administrativo, publicado em 29 de maio deste ano no Diário Oficial do Estado (item 8), que todos os terrenos adquiridos através das desapropriações são para aluguel a terceiros, e, em nota divulgada a imprensa essa semana, a sua controladora LLX diz que irá utilizar as terras da família Toledo para serviço, passagem de linha de transmissão e instalação.
CONTRADIÇÕES:
Em trecho da Nota, divulgada pela LLX essa semana, a empresa também contradiz o que afirma no Relatório Administrativo, no item 3 do Contexto Operacional. Leia abaixo parte da Nota e parte do Relatório:
Nota
“... Importante destacar que a área desapropriada do Sr. Adeilço será utilizada em sua maior parte para instalação de infraestrutura comum do Distrito (estradas internas do Distrito Industrial de São João da Barra e linha de transmissão de energia, entre outros). Inclusive no local já está sendo construída uma Linha de Transmissão, que ligará o Distrito Industrial ao Sistema Interligado Nacional e que está sendo construída pela LLX. No local, já estão depositados equipamentos e cabos para instalação das torres. Outra parte menor do imóvel será utilizada pela GSA, empresa administrada pela LLX...”
Relatório (aqui uma confissão de que os terrenos são apenas para auferir lucros para a empresa)
3. Principais políticas contábeis
b) Propriedade para investimento
Propriedade para investimento é a propriedade mantida para auferir receita de aluguel ou para valorização de capital ou para ambos, mas não para venda no curso normal dos negócios, utilização na produção ou fornecimento de produtos ou serviços ou para propósitos administrativos.
1. Contexto operacional
A Grussaí Siderúrgica do Açu S.A. (“GSA” ou “Companhia”), foi constituída em 28 de fevereiro de 2008 com objetivo de participar em outras sociedades como sócio, acionista ou quotista. Em 31 de julho de 2008 a LLX Açu Operações Portuárias S.A. (“LLX Açu”) adquiriu 99,99% das ações da Companhia, visando o desenvolvimento do Superporto do Açu e seu objeto social foi alterado para a fabricação, transformação, comercialização, importação de produtos siderúrgicos.
A Companhia possui seus terrenos com o objetivo de aluguel a clientes que venham a desenvolver seus projetos na área do Superporto do Açu no Distrito Industrial de São João da Barra.
8. Propriedade para investimento
... No exercício de 2012, a Administração determinou que todos os terrenos adquiridos seriam utilizados para arrendamento e, dessa forma, reclassificou os saldos anteriormente registrados como imobilizado para propriedades para investimento, conforme demonstrado na tabela acima.
As propriedades para investimento são avaliadas pelo método do custo, porém em atendimento a norma contábil CPC 28 - Propriedade para
investimento assim que for possível a Companhia irá avaliar, para fins de divulgação, o valor justo dos terrenos.
Em outro trecho da Nota a empresa afirma que:
“... a área em questão (da família Toledo) foi desapropriada pelo Estado do Rio de Janeiro, através da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro – CODIN, para a implantação do Distrito Industrial de São João da Barra, sendo que o valor da indenização foi depositado em juízo e está à disposição dos réus desde 17/5/2013, no valor de R$ 742 mil...”
Seria esse o valor justo que a empresa afirma no relatório ainda não ter sido possível avaliar?
Documentos incompletos
O blog teve acesso a vários recibos de pagamento de I.T.B.I (imposto sobre transmissão de bens imóveis) e, estranhamente, em todos eles, o espaço reservado para o vendedor está em branco, constando apenas o nome do comprador GSA – Grussaí Siderúrgica do Açu.
Link para Relatório Administrativo da GSA/LLX. Clique Abaixo:
IOERJ GSA
Pajero utilizada para intimidar a família Toledo pertence a LLX
O veículo Pajero TR4 preto, placa LPY1800, utilizado pelos homens acusados pela família Toledo de fazer ameaças e intimidações na última quinta-feira foi identificado por esse blog pelo registro no Detran como de propriedade da LLX, o que reforça as denúncias do agricultor Adeilço Toledo de que os homens que teriam ameaçado a sua família estavam a serviço da LLX. Segundo Adeilço, eles eram chefiados por Leandro Tavares, chefe da Segurança da LLX, e exibiam crachás da empresa quando foram até a propriedade da família tentar retirar novamente o gado que, anteriormente, havia sido levado por uma equipe da Codin e, posteriormente, devolvido por decisão judicial. Segundo testemunhas e a família, apesar dos indivíduos portarem armas de fogo, a família impediu a retirada do gado, sua única fonte de sustento, já que, até hoje, a família não recebeu do Governo Estadual a indenização pela desapropriação. O lamentável episódio só chegou ao fim quando os indivíduos percebendo a chegada de jornalistas ao local com câmeras de TV, saíram
em disparada arrancando a cancela da propriedade. O que não impediu que a ação fosse fotografada e o carro identificado pelo DUT em nome da LLX. Sobre a Nota da LLX Em nota enviada ao Jornal do Brasil, A LLX nega que funcionários da empresa teriam participado do suposto atentado à família de Noêmia Magalhães (tiros durante a noite na entrada da propriedade). E também que tenham feito qualquer tipo de ameaça ou confronto com a família Toledo. A LLX ainda afirma que a empresa não possui contrato de segurança armada para proteção de suas áreas e frisa: "a empresa atua em observância às leis e tem mantido um diálogo sempre aberto com a comunidade local, atendendo a todos aqueles que a procuraram para a busca de soluções a qualquer questão que se apresenta à empresa. A empresa atua e orienta seus funcionários e suas contratadas a agir sempre na busca de soluções amigáveis, proibindo qualquer tipo de confronto".
22/10/2013 | 09h35
O veículo Pajero TR4 preto, placa LPY1800, utilizado pelos homens acusados pela família Toledo de fazer ameaças e intimidações na última quinta-feira foi identificado por esse blog pelo registro no Detran como de propriedade da LLX, o que reforça as denúncias do agricultor Adeilço Toledo de que os homens que teriam ameaçado a sua família estavam a serviço da LLX. Segundo Adeilço, eles eram chefiados por Leandro Tavares, chefe da Segurança da LLX, e exibiam crachás da empresa quando foram até a propriedade da família tentar retirar novamente o gado que, anteriormente, havia sido levado por uma equipe da Codin e, posteriormente, devolvido por decisão judicial. Segundo testemunhas e a família, apesar dos indivíduos portarem armas de fogo, a família impediu a retirada do gado, sua única fonte de sustento, já que, até hoje, a família não recebeu do Governo Estadual a indenização pela desapropriação. O lamentável episódio só chegou ao fim quando os indivíduos percebendo a chegada de jornalistas ao local com câmeras de TV, saíram
em disparada arrancando a cancela da propriedade. O que não impediu que a ação fosse fotografada e o carro identificado pelo DUT em nome da LLX. Sobre a Nota da LLX Em nota enviada ao Jornal do Brasil, A LLX nega que funcionários da empresa teriam participado do suposto atentado à família de Noêmia Magalhães (tiros durante a noite na entrada da propriedade). E também que tenham feito qualquer tipo de ameaça ou confronto com a família Toledo. A LLX ainda afirma que a empresa não possui contrato de segurança armada para proteção de suas áreas e frisa: "a empresa atua em observância às leis e tem mantido um diálogo sempre aberto com a comunidade local, atendendo a todos aqueles que a procuraram para a busca de soluções a qualquer questão que se apresenta à empresa. A empresa atua e orienta seus funcionários e suas contratadas a agir sempre na busca de soluções amigáveis, proibindo qualquer tipo de confronto".
Ameaças e tiros no Açu no calor das desapropriações
O Porto do Açu mudou de dono, mas o conflito agrário está acirrado. Na quinta-feira, os filhos do falecido José Irineu Toledo foram surpreendidos por homens se dizendo representar a Codin, mas portando crachás e vestimentas da LLX, que queriam retirar da sua propriedade as 32 cabeças de gado que haviam sido resgatadas do confinamento em pasto de areia na Fazenda Papagaio, da LLX. Como a família ainda não recebeu um centavo da desapropriação, em disputa judicial, optou por colocar o gado no único lugar disponível, o Sítio Camará, de sua propriedade há décadas. Ao observar que uma equipe de reportagem chegava ao local, os homens saíram em disparada destruindo a cancela da propriedade. Mas, a coisa não parou por aí. No meio da noite o Sítio do Birica, de propriedade de Noêmia Magalhães, uma das lideranças da resistência às desapropriações foi alvejado por desconhecidos. Muito estranho... e perigoso...
21/10/2013 | 12h06
O Porto do Açu mudou de dono, mas o conflito agrário está acirrado. Na quinta-feira, os filhos do falecido José Irineu Toledo foram surpreendidos por homens se dizendo representar a Codin, mas portando crachás e vestimentas da LLX, que queriam retirar da sua propriedade as 32 cabeças de gado que haviam sido resgatadas do confinamento em pasto de areia na Fazenda Papagaio, da LLX. Como a família ainda não recebeu um centavo da desapropriação, em disputa judicial, optou por colocar o gado no único lugar disponível, o Sítio Camará, de sua propriedade há décadas. Ao observar que uma equipe de reportagem chegava ao local, os homens saíram em disparada destruindo a cancela da propriedade. Mas, a coisa não parou por aí. No meio da noite o Sítio do Birica, de propriedade de Noêmia Magalhães, uma das lideranças da resistência às desapropriações foi alvejado por desconhecidos. Muito estranho... e perigoso...
Ponte e Abismo - Carona e Confissões
17/10/2013 | 01h23
Distância
Enquanto se anuncia a ponte que ligará São João da Barra a São Francisco de Itabapoana, vai se alargando o abismo entre Neco e Carla Machado. Os ex-melhores amigos já não rezam pela mesma cartilha política. Nisso, não há “ponte” que dê jeito...
A bordo
Falando nisso, na quinta-feira passada, uma providencial carona do Rio para Campos elevou ainda mais o nível do namoro com outro cacique. Dividiram o carro, confissões e estratégias. Ranulfo esteve em pauta.
Sobre o autor
Esdras
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