Estado do Rio de Janeiro registra aumento de casos de Mpox em 2026
O Estado do Rio de Janeiro registrou aumento no número de casos confirmados de Mpox em 2026. Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), até a última terça-feira (27), 211 pacientes testaram positivo para a doença, número superior ao total registrado durante todo o ano passado, 119 casos.
Em nota, a SES-RJ informou que os dados da Vigilância Epidemiológica de 2026 apontam o aumento recente das confirmações. A pasta afirmou que acompanha a evolução do cenário, mas ressaltou que, neste momento, não é possível afirmar a existência de uma epidemia.
Ainda de acordo com a Secretaria, a prevenção da Mpox envolve principalmente evitar o contato com pessoas que apresentem sinais e sintomas suspeitos da doença, especialmente lesões na pele ou nas mucosas. Entre as principais recomendações estão:
• Evitar contato físico direto com lesões na pele ou nas mucosas de pessoas com suspeita ou confirmação da doença;
• Evitar contato íntimo e relações sexuais na presença de sinais ou sintomas suspeitos, até avaliação por um profissional de saúde;
• Não compartilhar objetos pessoais, como toalhas, roupas de cama e vestimentas, que possam estar contaminados;
• Procurar atendimento em uma unidade de saúde diante do aparecimento de lesões suspeitas, especialmente nas regiões genital, anal, oral ou em outras partes do corpo, acompanhadas ou não de febre e aumento dos linfonodos;
• Em caso de suspeita ou confirmação, seguir as orientações de isolamento e acompanhamento dos serviços de saúde, evitando contato físico próximo até a completa cicatrização das lesões e a formação de uma nova camada de pele;
• Buscar informações sobre a vacinação contra a Mpox, disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para grupos específicos, conforme as recomendações vigentes do Ministério da Saúde.
Em nota, a SES-RJ informou que os dados da Vigilância Epidemiológica de 2026 apontam o aumento recente das confirmações. A pasta afirmou que acompanha a evolução do cenário, mas ressaltou que, neste momento, não é possível afirmar a existência de uma epidemia.
Ainda de acordo com a Secretaria, a prevenção da Mpox envolve principalmente evitar o contato com pessoas que apresentem sinais e sintomas suspeitos da doença, especialmente lesões na pele ou nas mucosas. Entre as principais recomendações estão:
• Evitar contato físico direto com lesões na pele ou nas mucosas de pessoas com suspeita ou confirmação da doença;
• Evitar contato íntimo e relações sexuais na presença de sinais ou sintomas suspeitos, até avaliação por um profissional de saúde;
• Não compartilhar objetos pessoais, como toalhas, roupas de cama e vestimentas, que possam estar contaminados;
• Procurar atendimento em uma unidade de saúde diante do aparecimento de lesões suspeitas, especialmente nas regiões genital, anal, oral ou em outras partes do corpo, acompanhadas ou não de febre e aumento dos linfonodos;
• Em caso de suspeita ou confirmação, seguir as orientações de isolamento e acompanhamento dos serviços de saúde, evitando contato físico próximo até a completa cicatrização das lesões e a formação de uma nova camada de pele;
• Buscar informações sobre a vacinação contra a Mpox, disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para grupos específicos, conforme as recomendações vigentes do Ministério da Saúde.
A Secretaria também destaca a importância da identificação precoce dos casos, do acesso ao diagnóstico e da adoção de medidas preventivas, especialmente entre as populações mais expostas, ressaltando a necessidade de evitar a estigmatização das pessoas diagnosticadas.